Ficar feliz da vida ao encontrar 3 cêntimos perdidos na bancada de trabalho do pai. (E não lhe dizer! 🙈) 😂
«Taken, adaptação de Alexander Cary do filme Busca Implacável, de Luc Besson, lançado em 2008, o qual teve uma sequência em 2012 e outra em 2014. A versão para a TV é um prelúdio da história vista nos cinemas.
O filme apresentou a vida do agente Bryan Mills, um agente da CIA aposentado e divorciado, que tenta salvar a vida da sua filha Kim, sequestrada durante uma viagem a França.
Na série, o público acompanhara a vida de Bryan, agora interpretado por Clive Standen, um jovem agente do FBI. Ainda solteiro e sem filhos, Bryan atua na Emergency Covert Action Team, realizando diversas missões secretas de segurança nacional, nas quais desenvolve as habilidades apresentadas no filme.»
Sou fã dos filmes Taken, quem nunca viu? E por gostar tanto dos filmes, assim que soube que iria sair a série comecei logo a acompanhar. Já vai na 2ª temporada e estou a adorar!
Sou fã dos filmes Taken, quem nunca viu? E por gostar tanto dos filmes, assim que soube que iria sair a série comecei logo a acompanhar. Já vai na 2ª temporada e estou a adorar!
- «Lisa e Kate são duas irmãs norte-americanas a passar férias no México. Decididas a tirar o maior proveito possível daqueles dias, aceitam fazer um mergulho para observar os tubarões no seu "habitat natural", fechadas numa gaiola. Mas tudo corre terrivelmente mal. Após uma avaria mecânica, a gaiola solta-se e afunda-se a 47 metros de profundidade, fora do alcance de comunicações. Rodeadas por grandes tubarões brancos e com oxigénio suficiente para apenas mais uma hora, vão ter de encontrar uma forma de controlar o pânico e escapar dali com vida…»
- Apesar de esperar muito mais do filme, confesso que até não está mau de todo e o final surpreendeu-me bastante! Não estava mesmo nada à espera.
- Contudo, achei o filme demasiado...desgastante, como se demorassem imenso tempo a desenvolver a história em si. Viu-se, apanhei uns sustos e tal...
Sinto a tua falta. Sinto sempre mas há dias que dói muito.
Não sei bem como, acabei por aprender a viver sem ti mas não quer dizer que te esqueci ou que já fechei o buraco que deixaste dentro do meu peito. Um espaço vazio que só era preenchido por ti e ficará para sempre assim, vazio.
A saudade é enorme, a ferver em lume brando na maior parte do tempo, mas há dias em que transborda e sou atingida novamente pela dor de te ter perdido e penso como sobrevivi 11 anos sem ti. Sem te ver. Sem te ouvir. Sem ter o teu abraço, os teus conselhos sábios. As tuas lições de matemática e os ditados que me obrigavas a fazer. Querias que fosse boa aluna e fui sempre. Não era excelente mas sempre passei de ano na escola e sei que te orgulhavas disso.
Hoje pergunto-te se estarás orgulhoso de mim. Se estás feliz pelo que tenho feito da minha vida, pelas lutas que travei, pelas que perdi e mesmo assim me ergui. Pergunto o que dirias tu ao ver-me agora. No que me transformei, do que corri atrás dos meus sonhos.
Estás feliz, avô? Estás orgulhoso?
Há 11 anos partiste, fisicamente. Sei que nunca me abandonaste, sempre cuidaste de mim, a tua netinha, a tua Ritinha. Às vezes esqueço-me do teu cheiro, esqueço-me da tua voz mas quando preciso muito, muito de ti eu oiço-te a chamar-me nos meus sonhos e reconheço a tua voz, aquela tom doce que usavas para me chamar.
Agradeço-te por tudo o que me ensinaste, por todo o amor que me deste, pela infância feliz e traquina que me proporcionaste e agradeço-te, sobretudo, por me teres ajudado a tornar na pessoa que sou hoje. Tudo o que faço, tudo o que alcanço, pergunto-me o que dirias tu se pudéssemos falar por 1 minuto. Queria tanto, tanto ter a tua opinião, os teus conselhos quando me sinto mais perdida, quando me sinto encurralada sem saber que caminho seguir. Mas no fundo do coração, eu sinto que é nessas alturas que eu não sei por onde ir que tu me pegas na mão e me indicas o caminho certo. Mais que isso, sinto que caminhas ao meu lado.
Espero que estejas bem por aí, e que estejas a cuidar bem da mana como cuidaste tão bem de mim. Um dia, daqui a muito tempo, iremos encontrar-nos novamente e eu vou dar-te aquele abraço apertado que ficou por dar, vou-te dizer que te amo muito e que me tens feito imensa falta todo este tempo.
Nunca me esqueças, porque eu jamais me esquecerei de ti ou das nossas brincadeiras.
Espera por mim, e enquanto isso, olha por mim e não me abandones.
Obrigada avô, por tudo. 💗 E desculpa se alguma vez te desapontei. 👼🕊
Ia a minha pessoa a passo de quem leva fogo no rabo pela rua fora quando uma senhora a olhar para o telemóvel insistia imenso em vir na minha direcção. Eu a desviar-me e a dita-cuja a insistir na rota de colisão. Eu até podia dizer que faço figuras iguais mas acho que as minhas são piores, por isso é que não costumo escrever mensagens enquanto vou a andar porque tenho tendência em tropeçar no oxigénio ou levar qualquer coisa à frente tipo um sinal de STOP ou um poste. 😂
Nunca fui pessoa de sangrar pelo nariz, nem mesmo no Verão. A única vez que me lembro de ter sangramento nasal foi num pós-operatório, há quase 6 anos. Por isso,quando feita pateta, sem querer arranquei uma crosta do nariz (mazelas de quem tem rinite alérgica/sinusite e que fica com o nariz todo ferido cada vez que espirra) e enchi 2 lenços de papel cheios de sangue já estava a imaginar que seria o fim da minha vida. Até me começou logo a doer a cabeça e a dar os calores - acho que estive quase a entrar em pânico.
Realmente a idade não perdoa. 😁
Ainda me custa a acreditar que vai mesmo acontecer. O que me faz acreditar nisso é a lista de reservas a crescer, o facto de ser convidada para uma pré-apresentação no final de Abril aqui no Ribatejo no FIFCA (Festival Internacional de Folclore, Cultura e Arte) e andar a pensar em falar com o presidente da câmara para depois fazer um lançamento na biblioteca. Um dos lançamentos porque "o" lançamento já está mais do que planeado e se correr tudo como penso, será inesquecível, rodeada de pessoas especiais que tornam estes acontecimentos muito mais emocionantes e completos.
O resto na vida até pode nem me andar a correr muito bem mas enquanto me permitirem viver o meu sonho, serei feliz. 💕
PS. Para que conste, nunca fumei mas há coisas que não nos passam despercebidas, sobretudo para também já fomos adolescentes.
«The Resident foca num jovem médico idealista que começa o seu primeiro dia de trabalho sob a supervisão de um rude, mas brilhante, residente sénior que mostra o lado bom e ruim do dia a dia na medicina moderna. Vidas podem ser salvas ou perdidas, mas as expectativas sempre serão destruídas.»
Esta foi a nova série de 2018 que comecei a ver mal começou e tenho adorado. Claro que não chega aos calcanhares da minha Anatomia de Grey ou Saving Hope (que eu adorava e já terminou 😔) mas sem dúvida que tem muito impacto, sobretudo quando resolvem ir contra todas as burocracias para o bem dos pacientes.
Escusado será dizer que o principal motivo que me levou a ver a série foi o personagem principal 😂🙈
Como falei há uns dias atrás, andava desertinha de fazer uma mudança no corte de cabelo e zás, já está. Sem arrependimentos. Acho que se me for pesar agora, tenho menos 2 kgs 😁 Se estranho? Um pouco, afinal, tinha o cabelo pelo meio das costas, super volumoso o que já era complicado e doloroso enfiar uma escova lá no meio. Se as outras pessoas gostam ou não, não sei nem me interessa, cá eu estou a gostar do meu cabelo (ainda mais) rebelde, cheio de jeitos naturais. 😉
«Oito ladrões fazem reféns e fecham-se dentro da Casa Nacional da Moeda de Espanha, enquanto um génio do crime manipula a polícia para executar o seu plano.»
Toda a gente anda a delirar com a série, e apesar de ter todas as minhas séries bastante atrasadas, decidi começar a ver esta e tirar a prova dos 9. Pronto, juntei-me ao clube dos maluquinhos por La Casa de Papel e, embora ainda só tenha visto dois episódios, estou completamente viciada!
No primeiro episódios levam-nos a acreditar numa coisa mas foi no segundo que percebi realmente o que eles pretendiam no assalto.
Quem vê? Estão a gostar?
«Amo-te tanto, meu querido! Não sei se poderás voltar para mim, não sei se ainda me reconhecerás se me vires, não sei se o teu olhar triste e o teu rosto sereno ainda são teus, não sei se o tempero que punhas em cada palavra que me dirigias continua com o mesmo sabor adocicado, não sei, sequer, se os beijos que ainda não me deste continuam à minha espera, porque não são de mais ninguém. Não sei, finalmente, se o teu coração ainda bate ou se o teu amor por mim mirrou porque nenhum de nós teve o cuidado de o regar. Mas sei, isso sim, que continuo a amar-te como na hora em que os nossos olhares de crianças assustadas se cruzaram e que, sem que a nossa ingenuidade e a pureza das nossas almas nos deixassem entender porquê, se apaixonaram e ligaram para sempre.»
Através da parceria com a Chiado, este foi o meu escolhido do mês de Fevereiro.
Tento sempre ser sincera nas minhas reviews e por isso, digo que fiquei um bocadinho desapontada. Apesar de a história ter pernas para andar, o facto de ser um livro corrido, sem capítulos do início ao fim deixou-me logo de pé atrás, afinal, os capítulos são uma pausa, o momento de transição entre cenários. Mas se fosse apenas isso, talvez até tivesse gostado mais. Foram os (muitos) erros ortográficos que me fizeram demorar tanto tempo a terminar de ler. Agora que sou escritora, sei que não é fácil, por muito que possamos reler, dar com todos os erros. É mais do que normal num livro encontrar-mos um erro ou dois, passa sempre qualquer coisa, o que eu não acho normal é na mesma frase encontrar 3 ou 4 erros. E foi o que aconteceu.
E sendo brutalmente sincera, isso fica tão mal a uma editora. Só prova que se calhar (quase de certeza) nem se deram ao trabalho de rever a obra, o que é pena.
Mesmo assim, posso dizer que a história em si mexeu comigo. Dei por mim a sentir-me tão deprimida quanto as personagens; um casal super apaixonado que foi separado pelas diferenças sociais.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Link do Livro | Outras Obras

«Quatro estudantes da escola secundária descobrem uma antiga consola de jogos de vídeo, da qual nunca tinham ouvido falar - Jumanji - e são de imediato transportados para o ambiente de selva do jogo, transformando-se, literalmente, nos seus próprios avatares: Spencer, um viciado em gaming, transforma-se num aventureiro cerebral (Dwayne Johnson); a estrela do futebol, Fridge, perde (e são estas as suas palavras) “o primeiro meio metro do seu corpo”, transformando-se em Einstein (Kevin Hart); Bethany, uma das miúdas populares, transforma-se num professor de meia idade (Jack Black); e a tímida Martha transforma-se numa guerreira destemida (Karen Gillan).»
Tarde de Domingo chuvosa, ventosa e friorenta é sinónimo de mantas e filmes na TV com o mais-que-tudo. O F. queria imenso ver o filme e acabou por me contagiar com a sua curiosidade por isso, foi este o escolhido e vale mesmo a pena! Apesar de ser um filme de 2h não é nada secante (prova disso é eu não ter adormecido logo nos primeiros minutos como quase sempre) e tem cenas tão divertidas. A sério, adorei mesmo e fiquei cheia de vontade de ver o primeiro que já é antigo mas também deve ser bem divertido. 😊
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Calma aí. Não é nada do que essas mentes já estão a pensar... 😁
Já ando a trabalhar no esboço do meu novo livro (sim, ainda não saiu o 1º já eu ando a trabalhar noutro, é assim a vida.) que vai ter uma personagem dentro da marinha. Pois bem, a ideia surgiu-me já a algum tempo mas esqueci-me do pormenor mais importante: eu não percebo ponta de corno do que é ser marinheiro!
Já pesquisei, mas o que procuro não encontro na net. Um testemunho de um fulano qualquer que seja ou tenha sido, parte da Marinha Portuguesa.
Se conhecerem por aí alguém interessado em me dar umas luzes sobre o assunto, ficarei eternamente grata, caso contrário, das duas uma: ou vou enfiar-me na biblioteca à procura de uma agulha no palheiro ou em vez de ser marinheiro, o dito cujo será arrumador de carros. 🙈
A ideia inicial era imprimir uma pequena tiragem (curiosamente, mesmo de 50 livros) para ver se as pessoas pegavam, se havia curiosidade etc. Tinha esperança que esses 50, eu os conseguisse despachar mas nunca me passou pela cabeça receber reservas de tantas pessoas. Quase todos os dias alguém chega perto de mim e me diz "O fulano X quer um livro." Para terem noção, até o meu pai já recebeu um pedido na oficina onde trabalha.
24h após ter criado a página no facebook já tinha chegado aos 100 likes. Quem me dera que cada like fosse uma reserva ehehe mas não se pode querer tudo. 🙈
Estou tão grata por tudo isto. Por vezes ainda não acredito que seja real, é como se andasse a viver a vida de outra pessoa mas é tão...bom! Admito que me sinto uma gaja realizada. 😍 E já só penso no próximo que vou escrever.
Se ainda não conhecem a página do Facebook/Instagram ou se, simplesmente, não fazem ideia do que estou a falar, passem por lá. Dêem uma espreitadela, deixem o vosso like e convidem os vossos amigos a gostar da página. Please? 🙈 A meta é tentar chegar aos 200 likes até ao final do mês (não será muito difícil, acho eu, visto que já tenho 150 e poucos).
Obrigada a quem me tem ajudado a levar "Tudo o que Sempre Quis" mais longe, a mais pessoas. Obrigada pelas partilhas e pelo feedback que tenho recebido. Obrigada por todo o carinho! 💗
Confesso que não sou pessoa de grandes mudanças, a menos claro, que pense bem nelas primeiro. E isso enquadra-se em quase tudo da minha vida, mas como 2018 está a ser uma lufada de ar fresco (muito grata a todos os anjinhos 🙏) decidi cometer uma pequena loucura.
Nada de mais, apenas o corte de cabelo. Sou daquelas gajas que em criança era uma guerra Mundial para enfiar um pente no meio dos caracóis. Cresci, o cabelo cresceu, perdi os caracóis mas continua rebelde e eu sem conseguir fazer nada dele, cheio de jeitos à sua maneira traquina, como a sua proprietária. 😁
Desde que me passou a fase maria-rapaz há uns anos e deixei crescer o cabelo, tenho-o usado sempre pelo meio das costas,excepto uma vez que me deu para cortar pelos ombros e arrependi-me à primeira tesourada.
Verdade seja dita, tenho imenso cabelo e muito volumoso, já custa a passar o pente e é cabelo por todo lado. Então, motivada pelas boas energias que têm vindo parar aqui para este lado, decidi mudar e voltar a experimentar um corte pelos ombros mas em vez do típico corte a direito, manter o escadeado e acentuar mais as californianas que já tenho, algo do género da imagem abaixo. Que acham?
Agora, é ela que aparece morta. Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?
Que segredos escondem aquelas águas? Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.»
Terminei ontem à noite este livro e ainda não acredito no final. Fiquei totalmente...surpresa! Não estava nada à espera do desfecho mas acho que fez todo o sentido. Sem dúvida que foi um dos livros que mais me prendeu este ano. Não conseguia parar de ler,só queria saber o que viria depois.
Admito que ao início torna-se meio confuso por haver capítulos de vários pontos de vista de várias personagens mas depois torna-se muito fácil de ler e não vão querer parar!
Paula Hawkins está a surpreender-me, sim senhora.
Avaliação The Choice: ★★★★★
Março, o mês das alergias (para quem tem alergia todo o ano -tipo eu- é canja. ). O mês da Primavera, dos dias maiores e mais amenos. Supostamente.
O mês que as flores começam a ganhar cor, as árvores começam a ganhar folhas e as hormonas andam todas aos saltos. 😁 Adoro a Primavera, até mais que o Verão. Já começa a haver aquele solinho bom mas não aquele calor abrasador que só dá vontade de andar dentro de uma arca frigorífica.
Março, sê bonzinho para mim, sim? Já que Fevereiro foi bastante generoso, podes continuar o mesmo trabalho se não te importares.
Bom mês, criaturas lindas! 💕
«Década de 1930. Um grupo de pessoas de várias nacionalidades encontra-se a bordo do luxuoso Expresso do Oriente. A viagem é perturbada quando um financeiro norte-americano, que viajava de Istambul para Paris, é encontrado brutalmente assassinado. Por coincidência, o detective Hercule Poirot, cujos feitos lhe valeram fama internacional, encontra-se entre os passageiros. Apanhados no meio de uma tempestade de neve que obriga a uma paragem forçada do comboio, pedem a Poirot que use as suas excepcionais capacidades de dedução para encontrar o verdadeiro culpado. De uma coisa ninguém duvida: o assassino ainda está no Expresso do Oriente.»
Andava super curiosa para ver o filme e posso dizer que valeu muito a pena! Adorei. Não estava, de todo, à espera do desfecho que teve. É um daqueles filmes que nos deixa divididos entre todos os suspeitos e quando tudo indica que é a pessoa X, algo aparece e afinal já não é a X mas a Y. E depois a Z. A certo ponto, pode nos deixar um pouco confusos mas no final tudo é explicado. Quem gosta de mistérios, vale muito a pena perder 2h de vida para ver o filme. 😁
Avaliação The Choice: ★★★★☆
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