Cinema em Casa 2021
«Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, a identidade do nosso herói amigo da vizinhança é revelada, colocando as suas responsabilidades de super-herói em conflito com a sua vida pessoal e colocando em risco aqueles com quem se preocupa. Quando Peter pede ajuda ao Doutor Estranho para restaurar o seu segredo, o feitiço abre um buraco no seu mundo, libertando os vilões mais poderosos que já lutaram contra o Homem-Aranha em qualquer universo. Agora, Peter terá que superar o seu maior desafio até hoje, que não alterará apenas o seu próprio futuro para sempre, mas também o futuro do Multiverso.»
Spider-Man No Way Home foi talvez um dos poucos filmes que me fez correr para o cinema assim que estreou! Primeiro, porque estava muito ansiosa para ver e segundo porque fazia parte da lista de metas de 2021 acabar de ver todos os filmes da Marvel e DC.
As primeiras opiniões colocaram imensas expetativas no novo filme do Spider-Man ao ponto de me questionar: será que está realmente bom? Se por um lado ia com as expetativas no auge, por outro, tinha receio de me desiludir. Só que não...Mesmo!
Este é de longe e sem qualquer dúvida, o melhor filme do Spider-Man e talvez da Marvel, pelo menos para mim. Surpreendeu-me muito, ainda mais do que eu esperava. Todo o enredo foi inesperado, dramático e ao mesmo tempo tão bom e tão certo. A reunião Peter Parker na reta final foi algo de inexplicável e incrível. Foi tão bom vê-los trabalhar em equipa.
Mas vamos voltar um pouco atrás…
Depois de ver a sua identidade revelada no final de Spider-Man: Far From Home, Peter vê-se obrigado a pedir ajudar ao Doutor Estranho para que fosse feito um feitiço de forma que as pessoas esquecessem que ele era Spider-Man. Contudo, como consequência disso, também a sua namorada se iria esquecer dele, bem como a tia e os amigos. Depois de algumas mudanças no feitiço, o mesmo acaba por correr mal e serve de porta de entrada aos maiores vilões que já lutaram contra o Spider-Man em qualquer Universo. Por isso, não se espantem de ver os vilões de filmes anteriores em Spider-Man No Way Home, tais como o Otto Octavius, Norman Osborn entre outros.
Peter é então confrontado com o seu maior desafio como Spider-Man e terá de fazer escolhas difíceis enquanto combate os maiores vilões e tenta enviá-los de volta para os seus respectivos Universos. É com a ajuda dos amigos que consegue vencer essa batalha, mas a maior luta da sua vida mal começou. Além de perder para sempre alguém muito querido para si, todos se esquecem de quem é Peter Parker, o que me partiu o coração. Contudo, se pensarmos bem, é essa a essência do Spider-Man, perder quem ama e ainda assim recomeçar a sua vida mesmo em sofrimento e continuar a ajudar a vizinhança.
Confesso que só me faltou chorar em pleno cinema. Recomendo muito, muito, muitooooo que vejam. Vão gostar, tenho a certeza.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Shang-Chi é um jovem chinês, que foi treinado pelo pai para ser um dos maiores mestres em artes marciais do mundo. Em adulto, precisa confrontar uma parte do seu passado ao descobrir verdades sobre a sua família.
Mesmo sem querer, Shang-Chi é arrastado para a teia de uma misteriosa organização conhecida como os Dez Anéis. Agora chegou a hora de usar toda as habilidades que aprendeu durante os seus treinamentos para salvar o legado da sua família.»
Mesmo sem querer, Shang-Chi é arrastado para a teia de uma misteriosa organização conhecida como os Dez Anéis. Agora chegou a hora de usar toda as habilidades que aprendeu durante os seus treinamentos para salvar o legado da sua família.»
Foi preciso chegar Dezembro para começar a ver os calos apertados com as metas delineadas para este ano. Visto que me foi impossível realizar algumas, pelo menos a de ver todos os filmes de Marvel e DC tinha de tentar concretizar.
Foi nesse espírito que descobri que tinha sido lançado um novo filme da Marvel já há umas semanas e que desconhecia por completo: Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings. É um filme longo que devido ao meu cansaço foi preciso três noites para o terminar. O enredo em si está muito bom até, mas confesso que não é dos meus super-heróis preferidos.
Ainda assim, não pude deixar de apreciar e adorar os momentos cómicos bem como todos os efeitos visuais. Isso! Sem dúvida alguma que é um dos melhores filmes da Marvel (na minha opinião) a nível de efeitos. Imagino se o tivesse visto no cinema quando estreou.
Quanto à história em si, somos apresentados a Shang-Chi, um jovem chinês que foi duramente treinado pelo pai na área das artes marciais, sobretudo após a morte prematura da mãe. Depois de muitos confrontos familiares, acaba por ainda em adolescente fugir de casa e começar a sua vida de adulto de forma anónima, escondendo os seus poderes até ao dia que se vê confrontado pela organização comandada pelo pai: Os Dez Anéis. Nesse momento, Shang-Chi é arrastado para um passado que ainda lhe dói. Mas é quando faz as pazes com o acontecido anteriormente que consegue seguir em frente, proteger o legado familiar deixado pela sua mãe e combater a ambição do pai sedento por poder.
Para os fãs de super-heróis, recomendo. Embora seja um filme que foge um pouco há linhagem de filmes que estamos habituados pela Marvel, vale muito a pena.
Foi nesse espírito que descobri que tinha sido lançado um novo filme da Marvel já há umas semanas e que desconhecia por completo: Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings. É um filme longo que devido ao meu cansaço foi preciso três noites para o terminar. O enredo em si está muito bom até, mas confesso que não é dos meus super-heróis preferidos.
Ainda assim, não pude deixar de apreciar e adorar os momentos cómicos bem como todos os efeitos visuais. Isso! Sem dúvida alguma que é um dos melhores filmes da Marvel (na minha opinião) a nível de efeitos. Imagino se o tivesse visto no cinema quando estreou.
Quanto à história em si, somos apresentados a Shang-Chi, um jovem chinês que foi duramente treinado pelo pai na área das artes marciais, sobretudo após a morte prematura da mãe. Depois de muitos confrontos familiares, acaba por ainda em adolescente fugir de casa e começar a sua vida de adulto de forma anónima, escondendo os seus poderes até ao dia que se vê confrontado pela organização comandada pelo pai: Os Dez Anéis. Nesse momento, Shang-Chi é arrastado para um passado que ainda lhe dói. Mas é quando faz as pazes com o acontecido anteriormente que consegue seguir em frente, proteger o legado familiar deixado pela sua mãe e combater a ambição do pai sedento por poder.
Para os fãs de super-heróis, recomendo. Embora seja um filme que foge um pouco há linhagem de filmes que estamos habituados pela Marvel, vale muito a pena.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Ao contrário de 2020 em que vi 64 filmes, o meu ano de 2021 foi muito fraquinho a nível de cinema, tendo visto apenas 25 filmes e algumas séries pelo meio. Sem dúvida que foi um ano mais literário do que cinematográfico. Vi filmes muito bons, outros que nem por isso e ainda decidi ver alguns clássicos como o Top Gun, Rambo e Back To The Future. Terminei ainda de ver os filmes que me faltavam da Marvel e DC Comics.
Da lista abaixo, escolho três que foram sem dúvida os meus preferidos do ano: Follow Me (ou Sem Saída), Tom & Jerry e Spider-Man No Way Home.
Da lista abaixo, escolho três que foram sem dúvida os meus preferidos do ano: Follow Me (ou Sem Saída), Tom & Jerry e Spider-Man No Way Home.
Quais os vossos filmes preferidos de 2021? Viram muitos ou não foi um ano muito cinematográfico tal como eu?
«O jornalista Eddie Brock tornou-se o hospedeiro de um simbiote, um ser alienígena chamado Venom, que o transformou numa máquina mortal. Era assim em “Venom”, o filme de Ruben Fleischer de 2018 que dava vida, através de Tom hardy, à personagem homónima da Marvel que tinha aparecido pela primeira vez no cinema no “Homem-Aranha 3” de Sam Raimi. Nesta sequela, realizada pelo actor e especialista em “motion capture” Andy Serkis, Brock volta ao jornalismo e entrevista um assassino em série, Cletus Kasady (Woody Harrelson), que por sua vez se torna hospedeiro de um simbiote chamado Carnage.»
Em 2019 quando vi o primeiro filme no Venom, não sabia o que esperar e ainda assim adorei! Desta vez, já sabia mais ou menos ao que ia e mesmo assim fui surpreendida pela positiva.
É talvez um dos filmes da DC mais nojentos, mas em simultâneo consegue ser muito divertido e sarcástico. Neste filme, Eddie volta ao jornalismo e entrevista nada mais nada menos que Cletus Kasady, um assassino em série que estava preso desde jovem no local onde se apaixonou por Shriek cujo superpoder é manipular o som transformando-o em arma, o que a torna uma ameaça para Venom e ao mesmo tempo uma aliada para Carnage, uma vez que ambos são sensíveis ao som e ao fogo.
É numa dessas entrevistas que Eddie faz a Cletus, que este o morde na mão, transformando-o assim também num simbiote, Carnage, um super vilão e uma ameaça de grande escala que acaba por fugir da prisão e ir em busca de Shriek que entretanto tinha sido transferida para outra instituição anos antes.
No meio de muita confusão, Venom e Carnage defrontam-se numa batalha fatal para um deles.
Uma das coisas que sempre me chamam a atenção e me fascinam é os efeitos visuais destes filmes de super-heróis. Venom está repleto deles do início ao fim e mais uma vez aplaudo o responsável por tal feito. Também o enredo e a história estão muito bem desenvolvidos.
Venom é um daqueles filmes que nos faz encolher e fechar os olhos de nojo, mas em simultâneo nos consegue arrancar uma gargalhada.
É talvez um dos filmes da DC mais nojentos, mas em simultâneo consegue ser muito divertido e sarcástico. Neste filme, Eddie volta ao jornalismo e entrevista nada mais nada menos que Cletus Kasady, um assassino em série que estava preso desde jovem no local onde se apaixonou por Shriek cujo superpoder é manipular o som transformando-o em arma, o que a torna uma ameaça para Venom e ao mesmo tempo uma aliada para Carnage, uma vez que ambos são sensíveis ao som e ao fogo.
É numa dessas entrevistas que Eddie faz a Cletus, que este o morde na mão, transformando-o assim também num simbiote, Carnage, um super vilão e uma ameaça de grande escala que acaba por fugir da prisão e ir em busca de Shriek que entretanto tinha sido transferida para outra instituição anos antes.
No meio de muita confusão, Venom e Carnage defrontam-se numa batalha fatal para um deles.
Uma das coisas que sempre me chamam a atenção e me fascinam é os efeitos visuais destes filmes de super-heróis. Venom está repleto deles do início ao fim e mais uma vez aplaudo o responsável por tal feito. Também o enredo e a história estão muito bem desenvolvidos.
Venom é um daqueles filmes que nos faz encolher e fechar os olhos de nojo, mas em simultâneo nos consegue arrancar uma gargalhada.
Recomendo muito que vejam. Vão gostar!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Gotham City, início da década de 1980. Habituado ao desprezo dos seus semelhantes, o comediante Arthur Fleck esforça-se por arrancar sorrisos aos poucos espectadores que ainda lhe restam. Amargurado e emocionalmente desequilibrado, é obrigado a comparecer a reuniões periódicas com uma assistente social para avaliação psicológica. Um dia, após ter sido despedido da agência de talentos onde trabalhava, é barbaramente agredido. Nesse momento, a sua já ténue lucidez desintegra-se numa raiva descontrolada. É assim que, das profundezas da sua mente atormentada, surge o psicopata impiedoso que será conhecido pelo nome de Joker, e que se tornará no grande antagonista de Batman. »
Joker esteve este tempo todo na minha lista de filmes para ver, mas que nunca me achei com coragem para o começar por me terem avisado que mexia um pouco com o nosso psicológico, ainda para mais na altura estava a ser assaltada constantemente por ataques de ansiedade, daí tê-lo deixado para depois.
Agora que ando empenhada em terminar de ver todos os filmes da Marvel e DC Comics, evidentemente tive de o ver. Não me fascinou, deixou-me deprimida, mas também me esclareceu algumas pontas soltas sobre outros filmes, nomeadamente o início do Batman.
Todos conhecemos Joker maioritariamente pelo vilão de Batman; um palhaço que gosta de rir, dançar e matar pessoas em Gotham. Neste filme podemos perceber a sua origem.
Inicialmente, Arthur era apenas um homem solitário repleto de complexidades que acaba por encontrar a sua vocação no meio do caos e a sua felicidade num cabelo verde e maquilhagem de palhaço. O seu sonho era tornar-se comediante, mas a sua falta de talento é notável e acaba por se tornar motivo de chacota até mesmo num programa de TV que foi para ele a gota de água. Todas as rejeições por que passa, leva Arthur a entrar no mundo do crime e dos assassinatos, tornando-se Joker. Um ser humano sombrio e desequilibrado psicologicamente.
Joker está a anos-luz de ser uma das minhas personagens preferidas, mas conhecer o âmago da sua história permitiu-me entender melhor o surgimento da personagem e os seus motivos.
É um filme pesado, é um facto, e embora não seja muito revelante para entender a história de Batman, a verdade é que acaba por ter na mesma alguma importância mesmo sendo pouca.
Para os apaixonados pela DC Comics recomendo, mas preparem os vossos nervos e estado de espírito. Joker mexe com qualquer pessoa.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Após os eventos do primeiro filme, o otimista coala Buster Moon e os seus camaradas planeiam estrear um musical no prestigiado Crystal Tower Theater, localizado na glamorosa cidade de Redshore. Sem meios nem contactos, tentam uma audição com o implacável produtor Jimmy Crystal, que busca novos talentos. Quando percebem que estão prestes a perder a oportunidade, um deles irrompe com a ideia (absurda) de afirmar que, na trupe, está incluído o leão Clay Calloway, uma lenda viva do rock, que há muito deixou as luzes da ribalta para se isolar do mundo. Espantado com o que acaba de ouvir, e curioso com o que poderá daí surgir, Jimmy dá-lhes uma hipótese. Resolvido um problema, os nossos amigos deparam-se com outro que não anteciparam: encontrar Clay, convencê-lo a regressar aos palcos e montar o espetáculo – tudo em apenas três semanas.»
Se em 2017 delirei e adorei o primeiro Sing, nem sei o que dizer desta continuação.
Sing 2 começa com a equipa de artistas do Moon a dar o seu melhor espetáculo onde se encontra uma possível porta de entrada para um mundo do espetáculo na grande e glamorosa cidade de Redshore.
Ao perceber que a sua possível patrocinadora sai do teatro a meio do espetáculo e desiludida com o mesmo, Moon faz tudo para a convencer que a sua equipa é capaz de mais e melhor.
Numa hilariante corrida contra o tempo, Moon, Ash e restante equipa rumam a Redshore e invadem de forma animada o prestigiado Crystal Tower Theater onde acabam por - através de artimanhas - convencer o produtor Jimmy que lhe podem dar um belo espetáculo musical e que têm contacto com Clay Calloway, um leão do rock que se isolou do mundo depois de perder a esposa. Quando Jimmy acede a recebê-los no seu estrondoso teatro, Moon vê-se forçado a arranjar forma de trazer Clay para o espetáculo, o problema é que nem sequer sabe onde se encontra o leão!
Todo o filme gira em torno da montagem de um espetáculo em grande, repleto de música, dança, diversão, momentos hilariantes que me fizeram rir até doer a barriga, mas também com uma vertente mais séria que nos mostra que somos capazes de tudo se corrermos atrás nos nossos sonhos por mais obstáculos que possam surgir pelo meio.
Na verdade, defendo que os filmes de animação acabam sempre por transmitir mensagens importantes de forma subtil e inocente. Neste caso, mostra-nos a dor da perda de alguém que amamos, no caso do Clay Calloway, e também a forma como podemos superar ou conviver com isso da melhor forma com o apoio das pessoas que gostam de nós. Outra lição importante a retirar é mesmo o nunca desistir dos nossos sonhos mesmo que nos digam que somos uns falhados e que não conseguimos alcançá-los. Nada é impossível, nem para o Moon nem para nenhum de nós.
Quanto ao filme, adorei, delirei e ri imenso! Foi um dos melhores filmes que vi este ano e marca o dia em que fui ao cinema pela segunda vez em 2021! Para quem gosta de filmes de animação, recomendo muito. Vão gostar, não importa a idade que tenham.
Avaliação The Choice: ★★★★★
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