Olá criaturas! Hoje trago-vos um DiY para o dia da Mãe. Há muito tempo que não fazia um e decidi que este era o momento ideal, afinal, sou adepta destes pequenos mimos feitos com todo o carinho.
Podem encontrar os moldes no site da Namorada Criativa (link no final do post) depois basta imprimir e seguir os passos que lá estão. É bastante simples e não tem nada que errar.
Espero que gostem!
Já têm algo em mente para as vossas Mãe'zinhas? 😍🌹 Possivelmente vou ver se encontro um livro para acrescentar a este postal.
Moldes: AQUI!
No meu estado normal sou bastante chata por natureza, não paro quieta e não digo nada que se aproveite. Se estiver bastante sossegada e calada é porque se passa realmente alguma coisa. Mesmo que eu não queira mostrar ou falar sobre isso, eu própria me denuncio só pela simples forma de estar.
Apesar de ter ficado um pouco triste por algumas pessoas, incluindo amigos, que disseram que iriam estar presentes nem sequer aparecerem, terminei o dia de coração cheio. Foram cerca de 30 pessoas.
Não estou, de todo, habituada a ser o centro das atenções, tento sempre passar despercebida por onde passo mas mesmo atingi a minha meta pessoal; nunca falei tanto na minha vida (cerca de 45min) sem gaguejar mesmo estando tão, tão nervosa. 🙈
Continuo sem encontrar palavras para descrever o momento. Para mim foi...brutal. Nunca pensei que fosse esta a sensação e no fundo, acabei por me sentir em casa. Como podia ser diferente? Era o meu livro, o meu primeiro filho - como lhe chamo - e ninguém melhor que eu conhece a história, as personagens, e o quanto significam para mim. Foi um orgulho para mim própria dar a conhecer o Salvador, a Sara, a Helena, o Martim e o Lucas. Tenho a esperança que quando começarem a ler o livro, se apaixonem por eles e pela lição que no final podem retirar.
Começámos com um high-five, disse-lhe "Vamos a isto" e foi inesquecível.
Visto que algumas pessoas não me conheciam muito bem, achei por bem começar por contar um pouco sobre mim e do meu percurso até aqui antes de apresentar o livro em si. Posso dizer que fui eu mesma e quando partilhar os vídeos vão perceber isso. Fiz a malta rir também para nós as duas descontrair-mos e sim, fiz a malta chorar ( 1º chorei eu) quando lhes falei que a primeira história que escrevi foi em 2007, pouco mais de um mês depois de ter perdido o meu avô. Foi apenas um curto resumo da sua vida mas a verdade é que foi ali, naquele caderno de capa preta que tudo começou e me trouxe até aqui.
Foi com ele que aprendi a gostar de escrever em criança quando me "obrigava" a fazer cópias e ditados. Sem saber, acabei por seguir este caminho da escrita e a escrever "Tudo o que Sempre Quis". Hoje, olhando para trás, sei que foi ali que tudo começou. Talvez tenha sido essa a forma que ele encontrou para me guiar na realização de um sonho que eu ainda nem sabia que tinha dentro de mim.
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| Levei o dito caderno de capa preta comigo 🙈 |
Falei sobre o Salvador, sobre o quão ele era jeitoso na minha imaginação 🙈, descrevi-o psicologicamente e a L. leu um excerto sobre ele.
De seguida foi a vez de apresentar a Sara, uma surfista que ,tal como o Salvador, tem segredos e um passado que a persegue onde quer que vá.
Para a Helena optei por um dos excertos divertidos, típicos da sua personagem. Aqui, riram-se quando a descrevi como «teimosa e tempestiva, que por onde passa leva tudo à frente...assim um bocadinho como eu.» 😁
E como a Helena não seria tão divertida sem alguém à sua altura, seguiu-se o Martim. «Um mulherengo que não se importa com mais nada nem ninguém a não ser consigo próprio mas que no fundo, talvez tenha motivos para ser assim. Porque quando nos magoam a sério, isso acaba por nos mudar. Mas vai sempre aparecer alguém melhor que nos irá tornar algo melhor., que nos faz continuar e ficar...» Resta saber como terminará a história para o lado dele...
E por fim apresentei aquela personagem por quem tenho um enorme carinho; o Lucas.
Foi apresentado por mim mais ou menos assim «O Lucas deu-me esperança. Fez do impossível, possível. Foi quem mais perdeu e sofreu com o que aconteceu "naquela noite" e mesmo assim conseguiu tirar algo bom de algo muito mau.» A L. leu e muito bem o excerto que escolhi sobre ele, curiosamente, o exato momento em que ele aparece pela 1a vez na história.
Como já disse por aqui, apesar do livro ser ficção, inspirei-me em locais que conheço muito bem e me são queridos, como a Nazaré por exemplo. Foi essa Vila que escolhi para ser o refúgio das personagens e onde acabam por se conhecer. Coisas do destino... Também não tenho nenhum Salvador nem nenhuma Sara na vida, mas sei que me inspirei um bocadinho nas pessoas que passaram pela minha vida ao longo do tempo, nas que foram ficando e nas que partiram. Porque seja como for, bom ou mau, deixam sempre a sua marca. É por isso e por muito mais que "Tudo o que Sempre Quis" me é muito querido e especial.
No final da apresentação, o último excerto foi dito por mim, de cor e salteado.
«Não vou a lado nenhum, tenho Tudo o Que Sempre Quis» abri os braços e abracei o espaço inteiro, com uma lágrima teimosa que escondi quando troquei um abraço com a L. Um abraço de alívio e de gratidão por ter estado ao meu lado num dia tão importante para mim.
Família é isto.
Terminei o dia com uma dor de costas tremenda, uma bolha num pé pelos sapatos novos e o coração a rebentar de tudo e mais alguma coisa. 😍🙈
Para me despedir deste post em grande volto a dizer «Não vou a lado nenhum, tenho Tudo o Que Sempre Quis» e ainda um bocadinho mais...💗🙏
«Davis Okoye é um primatólogo reconhecido que, nos últimos anos, se dedicou a acompanhar o crescimento de George, um gorila albino de personalidade dócil e inteligência superior. Apesar do interesse académico associado, a ligação emocional entre os dois vai muito além da investigação. Quando é feita uma experiência clandestina a um grupo de animais que inclui George, Davis vê o comportamento do seu companheiro alterar-se radicalmente, mostrando sinais de grande agressividade e descontrolo. Aparentemente, essa experiência alterou o código genético de todos os animais em estudo, transformando-os em predadores gigantescos, altamente perigosos e astutos. Ao perceber que o seu amigo se tornou uma ameaça para os seres humanos e que, muito em breve, terá de ser abatido pelas autoridades, Davis encontra apenas uma solução: descobrir um antídoto antes que o problema se transforme numa catástrofe à escala planetária.»
Para descontrair do nervosismo do Sábado, ontem foi tarde de cinema com o F. e fiz-lhe a vontade na escolha do filme. Fui sem sequer ver o trailer mas se era com o matulão do Dwayne J. só podia ser bom filme. 😁 Tirando uns 5minutos que quase adormeci devido ao cansaço acumulado, adorei. A sério. Quase nem pestanejei o filme todo. No final ainda pensei que iam estragar tudo mas felizmente acabou em bem. Sem dúvida que valeu a pena. 😊
Avaliação The Choice: ★★★★☆
PS. Sobre a apresentação no Sábado...deixem-me recompor e tentar escrever um post sobre isso em breve. 🙈 Ainda estou sem palavras.
Olá criaturas! Este post é especial e hoje também é um dia especial. Enquanto lêem este (enorme!) post eu estarei a apresentar o meu livro pela primeira vez😍
Como várias pessoas têm-me perguntado como fiz para publicar um livro e até houve uma menina simpática que me pediu um post sobre isso...aqui está!
Bom, vou começar pelo início de tudo. Quem me conhece a algum tempo sabe o quanto gosto de escrever desde adolescente. Ainda guardo aquele caderno de capa preta com os meus primeiros textos soltos e com aquelas mini-histórias que imaginava na minha cabeça, e agora que olho para ele pergunto-me: será que foi aqui que tudo começou realmente? Sei qual foi a primeira (mini) história que escrevi, uma história muito resumida sobre a vida do meu falecido avô. Quando a escrevi, tinha passado pouquinho tempo desde que o perdi e estava longe de imaginar que um dia chegaria até aqui, mas agora pergunto-me; por muito que me tenha custado...que ainda custe, será que foi ali que tudo isto começou? Eu não sei. Só sei que depois daquele história vieram outras. Histórias que eu tinha dentro da minha mente adolescente já com uma imaginação vai lá vai, e nunca deixei totalmente de escrever. Tenho textos de 2007 até 2009, terminei o caderno e fiz uma pausa na escrita. No meio disso tudo, anos mais tarde, comecei o blog. Em 2012 comecei a escrever aquele que seria o meu primeiro livro mas deixei-o por terminar. Comecei outros mas nunca conseguia levá-los até ao fim, não sei bem porquê. Talvez perdesse o entusiasmo pelo caminho.
Entretanto em 2013/2014 voltei à escrita e por entre textos soltos, dei por mim a "colá-los" e a pensar "Isto se calhar dava um livro", foi então que nasceu "Tudo o que Sempre Quis". Por muito que os livros que eu lia me fizessem sonhar e desejar um dia ver o meu próprio livro publicado estava muito, muito longe de imaginar que esse dia chegaria. Às vezes ainda não acredito que seja real, outras, estou tão envolvida que tenho a sensação que já era para ser. É como se já não fosse novidade para mim. Mas caraças, todos os dias é uma novidade. Hoje, estar do outro lado do público, é uma novidade e se isto correr bem, posso dizer que ultrapassei mais uma meta pessoal: falar publicamente sem entrar em parafuso.
Voltando ao assunto do post...comecei a escrever e a estruturar o meu livro, então o que eu temia aconteceu. Tive um bloqueio que me durou largos meses e só pensava que seria mais um por terminar. Quando já estava quase a apagar o rascunho do computador, fez-se luz.
Aproveitava todos os bocadinhos para escrever e escrever, até perder a noção do tempo. Escrevia horas seguidas para recuperar o tempo perdido e aproveitar antes que a inspiração me fugisse de novo. Então, sem mais nem menos, cheguei à última linha e fiquei triste por isso. Tinha conseguido. Tinha terminado um livro. Tinha-me apaixonado tanto pelos personagens que criei que fiquei triste quando o terminei. Na minha cabeça permanecia a pergunta "E agora?"
Foi assim que dei início ao processo da publicação, ou pelo menos, tentar.
Enviei-o para várias editoras, foi aceite em mais do que uma mas o valor absurdo e descabido (desculpem, mas é verdade.) fizeram-me desistir da ideia. Estava desempregada e não podia, de todo, investir nisso. Foi nessa altura que percebi que aquele era um dos meus grandes sonhos e naquele momento, me era impossível correr atrás dele.
Tive pena, claro que sim. Mas hoje sei que foi o melhor que podia ter acontecido. 3 anos se passaram, cresci enquanto pessoa e enquanto pseudo-escritora. Tenho mais noção das coisas e do que isso implica. Escrevi outro livro ainda que mais pequeno e durante 3 anos andei com aquele sonho adormecido dentro de mim. "Talvez um dia, quem sabe?" dizia a mim própria. Até que no final de 2017 em conversa com uma amiga sobre uma escritora da minha idade ela disse-me "Vês? Podias ser tu (a publicar um livro)". Nunca me esqueci destas palavras e sei que na altura pus a ideia imediatamente de parte, já tinha passado por isso e não tinha resultado. Mas eu não dormia. Estava sempre a bater na mesma tecla e quando dei por mim, estava a mandar emails para editoras. As mesmas que antes tinham aceite o meu livro, aceitaram novamente e eu pensei que não podia ser coincidência. Novamente os mesmos valores absurdos só que desta vez eu estava quase a cometer o erro de aceitar, afinal, eles prometiam tanta coisa boa... Felizmente tive quem me aconselhasse da melhor forma e me indicasse um caminho a seguir. Falaram-me então das edições de autor.
Basicamente, são editoras que imprimem os nossos livros e fazem os serviços que precisamos (design de capa, revisão etc) mas estamos por nossa conta e risco. Temos tudo legal, é óbvio, apenas não estamos vinculados a nenhuma editora que nos fazem vender um rim para pagar o valor que pedem e nem sequer revêem o que lhes cai nas mãos. Acho que quando procuramos uma editora e pagamos (muitooo!!) é suposto tratarem eles dos pormenores...Se era para me "desenrascar" sozinha optei mesmo por fazer tudo por minha conta.
A escolhida foi a editora Euedito e não podia estar mais satisfeita desde o resultado final até à competência deles enquanto profissionais. São muito atenciosos e acessíveis.
Levei alguns meses até ter o livro nas mãos, sobretudo porque decidi fazer tudo com calma em vez de ter logo uma despesa grande num mês apenas.
Só tem um senão; edições de autor como disse, são por nossa conta. As apresentações temos de nos desenrascar sozinhos ou levar algum amigo connosco disposto a ler uns excertos e também há o facto de os livros não ficarem à venda por aí. Podemos sempre chegar à livraria da esquina e propor-lhes alguns para venda, nada nos impede.
Se me pudessem ver agora, saberiam o quão feliz e realizada estou. Valeu a pena. Tudo!
Muitas pessoas gostavam de publicar um livro e para resumir o post enorme de hoje, deixo os meus conselhos que podem ou não seguir:
-Se não tiverem muito dinheiro para investir e quiserem fazer as coisas ao vosso ritmo, esqueçam as editoras.
-Procurem vários orçamentos até terem o que precisam.
-Dêem o vosso livro a ler a alguém que seja bom em Português, poupando assim uns trocos na revisão.
-Se tiverem alguém conhecido que saiba mexer no word e fazer a paginação, melhor ainda!
-Tenham ideias para a capa, se tiverem imagens base, ótimo. Irão poupar trabalho à designer e ao mesmo tempo poupar também uns trocos nas alterações (muitas alterações de capa são pagas à parte).
-Arranjem um amigo que trate da parte do design de publicidade/divulgação. Mais uma vez, vão poupar muito!
-Organizem-se de forma a tratar dos assuntos por ordem de prioridades, ninguém corre atrás de vocês com uma arma apontada à cabeça para se despacharem.
-Tenham a noção que vai dar muito trabalho, vai exigir muita coisa mas quando é um sonho, quem corre por gosto não cansa. Certo?
- E o mais importante, não desistam. Pode levar tempo, às vezes mais do que gostaríamos, mas quando tem de ser, será.
Espero ter ajudado e qualquer dúvida, estejam à vontade 😁
Agora, deixem-me acabar de roer as unhas que o nervoso miudinho já aperta. Tirando a ansiedade e a curiosidade de querer saber como será, de qual é a sensação, já só penso no próximo! 🙈
Desejem-me sorte, criaturas!
Até há poucos dias estava a levar isto de publicar um livro na boa.
Amanhã irei apresentá-lo pela primeira vez ao mundo. Hoje, já pouco dormi e a ansiedade está a começar a roer-me por dentro. Estou ansiosa mas também curiosa para saber como irá correr, qual é a sensação de estar do outro lado do público. Por um lado, estou confiante, estou feliz e desejosa para o fazer, por outro...pergunto-me se estou preparada para isto e onde raio me fui enfiar.
Tenho medo que amanhã ninguém apareça para além da minha família e um amigo ou outro. 🙈
Tento controlar-me, afinal, ter um ataque de pânico não é nada boa ideia neste momento e quando estou quase a perder o coração pela boca ouço aquela vozinha sussurrar-me ao ouvido "É o que tu querias. É o teu sonho, certo?" e há ainda outra voz mais assertiva "F*d*-s*! Tu consegues!" Então respiro, sorrio e com as lágrimas nos olhos penso "Sim, é o que eu mais queria. Era um dos meus sonhos de vida." Cheguei a meio do caminho, agora é sempre em frente...
Bom, vou ali roer o resto das unhas. Amanhã às 16:00h há post especial. Fiquem atentos! 💪
PS. Rezem por mim. 💕🙏🙈
Olá criaturas, tudo bem por aí? 😉
Decidi começar uma nova rubrica aqui pelo blog, quer dizer, a rubrica em si já existia apenas optei por lhe dar um nome.
Confessem lá, quando gostam de uma música não ouvem em modo repeat uma data de vezes? Imagem isso na era dos CD's...risquei uns quantos à custa disso. 😁
Adiante.
Hoje falo-vos do Fernando Daniel. Não acompanhei o seu percurso do The Voice, aliás, só o descobri quando começou a novela "A Herdeira" e a música "Espera" tornou-se a minha preferida...até ele lançar o seu primeiro álbum! Assim que saiu no Spotify adicionei-o logo à minha playlist e aqui me confesso: tem sido a minha banda sonora durante os momentos de escrita.
Adoro música portuguesa e adorei a voz dele, não sei, transmite-me algo que não consigo explicar só sei que me ajuda a organizar as ideias e me inspira.
O álbum intitulado "Salto" é composto por 9 músicas e as minhas preferidas são: Espera, Mágoa, Tudo Parou, Entre Nós e a preferida de todas Memória!! 😍
«Com pontos e linhas
Eu crio uma história
Entre fotos e contos
Eu guardo na memória
Então ouve bem
O que tenho para dizer
Eu vou sorrir, sorri também
Se eu te falar, fala-me bem
Se eu te perdoar, perdoa-me tu também»
Andreia M.
#Qual foi o livro que leste e que gostavas de ter sido tu a escrever?
Sem dúvida o meu livro preferido "Dei-te o Melhor de Mim" do Nicholas Sparks. Ainda me lembro de quando o li pela primeira vez e o quanto me surpreendeu quando entendi a história por trás do título.
#Que personagem do teu livro gostavas que existisse na vida real?
Uau que pergunta tão difícil 🙈🙈 Gostava tanto que todos fossem reais, mas talvez o Salvador...
ZéPedro e Juliana
#Em que te inspiraste para escrever o livro?
Foi uma coisa que foi surgindo aos poucos, começou apenas por ser textos soltos sem grande sentido até que comecei a juntar as peças e pensei "Bom, talvez desse um livro??" E sem saber bem como, dei por mim a escrever "Tudo o que Sempre Quis" de alma e coração, e a perder a noção do tempo enquanto o fazia.
#De onde vem os personagens? De alguma forma se relacionam com alguém que conheces?
Apesar de ser uma história de ficção e as personagens também o serem, acabo sempre por me inspirar nas pessoas da minha vida, naquelas que foram ficando e nas que foram saindo ao longo do tempo e por isso posso dizer que de certa forma, nalgum momento, existiu alguém parecido com o Salvador, com a Sara etc...na minha vida.
Messy Jessy
#Qual é a sensação de ir a uma loja e encontrar um livro teu à venda?
Neste momento ainda não sei responder a isso mas creio que deve ser uma sensação única!
#Tens alguma inspiração literária?
Tenho muitas mas sem dúvida que Nicholas Sparks continua no topo da lista!
Ana Ribeiro
#Houve algum autor ou autora que te tenha inspirado para o teu livro? Qual foi a parte mais difícil de escrever?
A minha história é ficção, não me inspirei directamente em nenhum autor embora a escrita em si do Nicholas Sparks seja sempre a minha inspiração. A parte mais difícil de escrever foi sobre uma que eu não tenho grande conhecimento e deu algum trabalho de pesquisa: um julgamento.
Mary
#A quem vais oferecer primeiro o teu livro? Alguma vez imaginaste que este sonho (de publicar um livro) iria ser concretizado ou tinhas as tuas dúvidas?
À escritora que me ajudou e me indicou o caminho certo a seguir, tornando assim, isto possível.
Eu sonhava com isso, desejava isso, mas caramba, nunca pensei que algum dia conseguisse mesmo chegar aqui. Era como se fosse uma coisa que tu queres muito muito, mas não sabes como alcançar.
PS. Peço desculpa, este post era suposto ter saído ontem mas tive um contratempo que me levou ao hospital e por isso, aqui está, um bocadinho atrasado.
A Andreia Morais do blog As gavetas da minha Casa Encantada lançou um desafio aos seus seguidores. Na semana do seu aniversário a cada dia uma gaveta era aberta por alguém, ou seja, basicamente tínhamos de escrever um post ao nosso gosto e no dia que escolhêssemos, o blog dela ficava por nossa conta.
E hoje foi a minha vez de abrir a gaveta e tirar de lá uma carta de aniversário que podem ler aqui! Espero que gostem e obrigada, minha querida Andreia, por teres ideias tão boas, sempre disposta a estar mais perto de nós. Daqui a 2 dias falamos melhor. 😄🎉🍰
PS. Ainda espero pelas vossas perguntas aqui!, Domingo irei responder a tudo. Aproveitem agora para saber o que quiserem. 😁
Sou uma sortuda por ser tua filha. E sou eternamente grata por tudo o que tens feito por mim ao longo da vida, por nunca me deixares desistir quando as coisas se complicam ao ponto de eu não conseguir suportar mais e por sempre me apoiares nos meus sonhos sem nunca me deixar tirar os pés do chão.
Quando for grande quero ser como tu. Parabéns, mãe! Por mim, eras eterna. 😘
Amo-te muito! 💕
«A mais recente série dos produtores executivos de Anatomia de Grey, "Scandal" e "How to Get Away with Murder", segue um grupo de bombeiros heróicos do quartel Seattle 19 - desde comandantes a jovens recrutas - enquanto arriscam as suas vidas e corações em serviço e fora dele. Estes homens e mulheres corajosos são uma família, em termos literais e figurados, e juntos colocam a sua vida em risco enquanto agentes de intervenção primária para salvar a vida do próximo.»
Station 19 é um novo spin-off da Grey's Anatomy e claro, tinha mesmo de espreitar. Apesar das críticas que saíram logo depois do 1º episódio, confesso que eu até gostei da primeira impressão que a série me deixou. Interessou-me e pelo menos, quebrei a rotina ao ver algo novo. Espero que não pensem já em cancelar sem dar oportunidade das pessoas começarem a ver. 😨
Outra razão pela qual gostei do que vi foi esta...
O polícia Ryan, que tive de ir ver à Net onde é que já o tinha visto porque realmente a sua cara não me era estranha e ládescobri que também era polícia na série Dead of Summer....e esta. 😁🙈
O bombeiro-tenente Jack, nunca o vi mais gordo mas limpou-me logo a visão no primeiro minuto. 😍
Para quem gosta de séries sobre bombeiros recomendo!! Até porque não é assim tãooo parecida com a Chicago Fire.
PS. Não se esqueçam de deixar as vossas perguntas aqui! , Domingo irei responder a tudo.
Olá criaturas! Tudo bem por aí? 😀
Hoje trago-vos um post diferente: fui entrevistada pela Marta do blog Pimenta mais Doce e podem ver o resultado aqui!
Obrigada Marta, pelo convite e pelas perguntas (algumas difíceis 😄) que me fizeste. Adorei o resultado final!
Aproveito para anunciar a quem ainda não sabe, que dia 21 de Abril pelas 16h irei apresentar o meu livro no Cine-Teatro de Almeirim, Santarém a convite do responsável pelo FIFCA (Festival Internacional de Folclore, Cultura e Arte). Quem andar por estes lados, dê sinal de vida. 🙏💓
Olá criaturas!
Hoje trago-vos um post especial... Tenho uma entrevista prometida a alguém que me é muito querido mas por agora, sintam-se à vontade para fazer perguntas sobre o livro, sobre mim como escritora ou no geral. Irei responder a tudo, sem spoilers. 😁😘
Mais tarde irei fazer um post sobre como publicar um livro, visto que várias pessoas me têm feito essa pergunta e me pediram até para fazer um post sobre isso. Mas esse, está reservado para um dia especial. (Já começo a ficar ansiosa/nervosa por esse dia 🙈🙈)
Venha daí essas perguntas. No próximo fim-de-semana irei responder a tudo! 💪💕
Lembram-se deste post em que eu escrevi sobre uma senhora que insistiu muito em vir contra mim enquanto olhava para o telemóvel? Bom, eu - trapalhona por natureza - tento evitar ao máximo situações que contribuam ainda mais para uma desgraça qualquer, por isso mesmo, evito olhar para outra coisa senão para o sítio onde enfio os pés, mas também me acontecem coisas giras...só que não.
Imaginem lá a cena: a chover torrencialmente, a minha pessoa super empenhada em tentar não pôr os pés numa poça de água até aos joelhos e sobretudo, a tentar não voar atrás do chapéu. Eis que um Sr. STOP se mete à minha frente assim do nada (estou a gozar, é claro, ele já lá estava!). Como se diz por aqui, ferro uma cacetada com o chapéu no STOP e ainda levei com o ferro do chapéu na testa para abrir os olhos. Ainda tive o descaramento de olhar para todo lado e verificar se alguém tinha visto o meu minuto de fama. Por sorte, acho que ninguém viu mas saí dali super depressa. 😁😁🙈
«"Se alguém lhe disse-se que as férias lhe iriam mudar a vida, ela chamaria essa pessoa de maluca. Nunca a Inês imaginou que pudesse existir alguém tão bonito, tão celestial, ao mesmo tempo que pudesse fazer uma pessoa sofrer tanto. Estaria ela destinada ao sofrimento?"»
Foi este o livro que recebi em Março pela parceria com a Chiado. Admito, a capa chamou-me logo à atenção não fosse eu apaixonada pelo mar e por surfistas. O título também me cativou e por isso esperava um bocadinho mais da história.
Tem apenas 57 páginas (nem tinha reparado nisso até ele chegar-me a casa) e pareceu ter sido escrito "meio à pressa" o que foi uma pena porque no geral, acho que a história até tinha pernas longas o bastante para andar e até correr. Não posso negar que o final me surpreendeu, mesmo assim.
Quem gosta de livros pequenos, recomendo, até porque a narrativa se passa no Brasil e dá gosto imaginar aquelas praias de sonho!
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Enquanto muitos esperem que saia a 2ª temporada na Netflix, eu faço parte do grupo que já terminou de ver a série toda!
Terminei ontem e posso dizer-vos isto: Vão adorar o final...comecem a preparar o vosso coraçãozinho. Confesso que já estava por tudo, já esperava qualquer coisa menos aquilo. Valeu a pena, sem dúvida! 😁🙌
E vocês? Já viram tudo? Gostam da série ou nem por isso? Contem-me tudo, só não dêem spoilers à malta que ainda não chegou ao fim.
Ontem chegou a minha casa os meus primeiros 101 livros. (A minha mãe brinca com o assunto dos 101 dálmatas 😁) e apesar de me sentir feliz e realizada, não sinto aquela euforia que pensava que poderia sentir.
Estou nas nuvens por realizar o meu sonho, é verdade, mas de certa forma sinto que já me estava destinado isto. Não sei explicar mas é como se fosse algo...normal.
Tenho a certeza que será no lançamento que a ficha me irá cair, é sempre assim. Seja como for, é bom saber que já tenho um pouco mais de metade reservada/vendida. Espero que o meu livro chegue ainda a mais pessoas e se apaixonem pelas personagens tal como eu me apaixonei ao criá-las. 💕
Recebo Abril de braços abertos com o coração cheio de esperança que este seja mais um mês em cheio e cheio de coisas boas!
Abril, o mês do aniversário da minha avó, da minha mãe, da minha prima...O mês que me deixa a um passo de Maio e sendo assim, dos meus 25 e do lançamento oficial do meu livro.
Acho que Abril será aquele mês de "tomar balanço" para entrar depois num Maio em grande!
Sê bem-vindo Abril, e faz-me feliz! 🙈💗
Tenham um bom mês, criaturas.
As minhas férias terminaram; passaram à velocidade da luz. Amanhã é dia de regressar à rotina mas enquanto isso, é Páscoa!
Boa Páscoa, criaturas! Aproveitem para comer muito agora que o Verão chega num instante. 😁
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