Ao longo da vida vamos aprendendo várias lições que ela nos dá. Vamos aprender a saber dizer "não" e a deixar de querer agradar aos outros para começarmos a agradar a nós mesmos. Não diga que eu já tenha aprendido essas mesmas lições, mas sei que as estou a aprender aos poucos.
Quando criei o blog, há uns 4 anos atrás, todos tinham um blog. Havia mais interacção entre os seguidores e os posts davam lugar a centenas de comentários/ conversas dignas de facebook.
Cada vez mais, noto que este é um mundo a entrar em vias de extinção e deixa-me saudades do tempo que passava por aqui a conversar com os meus seguidores, tornando-me até próxima de alguns. Contudo, verdade seja dita, mais de metade dessas pessoas com quem falava nessa altura nem sei se ainda existem, porque os seus blogs desapareceram e outros ficaram ao abandono há espera de um regresso que nunca chegou a acontecer.
Irá durar a blogosfera mais 5 anos? 3? Não sei, mas por cá me vou mantendo, espero que vocês também.
Já terminei de ver a 3ª temporada de Stranger Things e devo dizer que, para mim, esta foi a melhor temporada de sempre! Mais acção, mais de tudo. Notei que as personagens têm evoluído ao longo das temporadas e a história ficou mais interessante ao ponto de me fazer roer as unhas.
Não quero dar spoilers, mas espero que na próxima temporada se voltem a reunir e que o dito-cujo não tenha morrido na explosão...embora ache impossível ter sobrevivido, estamos a falar de Stranger Things e tudo é possível, até mesmo um momento digno de High School com o Dustin e a Suzie quando o mundo estava para acabar. 😁 Que venha a próxima temporada! Até lá, vou entreter-me com La Casa de Papel.
Há pouco mais de um mês que estou a morar sozinha pela primeira vez em 26 anos! Saí de casa dos meus pais em Fevereiro para morar com o meu (ex) namorado e desde Junho que estou sozinha em casa.
Ao início aquele silêncio era assustador, mas rapidamente me habituei e criei novas rotinas. Comecei a apreciar o meu tempo comigo mesma, a apreciar o silêncio que por aqui reina e comecei a estar em paz comigo mesma. Até então a solidão assustava-me, mas agora aprecio-a. Sim, há aqueles momentos que me sinto sozinha e a precisar de companhia, mas é para isso que tenho a minha família e os meus amigos para quebrar esses momentos solitários. Agora tenho mais responsabilidades mas também mais liberdade para criar as minhas rotinas, fazer o que me apetece ou então não fazer nada e sentar-me no sofá a ver um filme ou a ler um livro.
Agora entendo que o silêncio não é uma coisa má e que, por vezes, é tudo o que precisamos para nos reorganizar-mos, limpar armas e continuar a viver um dia de cada vez. O silêncio não é uma coisa má, os nossos pensamentos é que fazem muito barulho.
Dois anos e dois meses depois do último post sobre a saga "Dentes de Ouro", a saga continua a ter muitooo pano para mangas.
Depois de em Abril de 2017 ter colocado novamente o aparelho colorido e de em Maio desse ano a médica ter encontrado um fóssil de um elástico perdido na primeira vez que coloquei aparelho entre um dente e a gengiva, eu achava que já tinha visto tudo e que a saga estava a chegar ao fim. Mentira!
Começou com uma dor inocente num dos caninos que subia até a uma das placas de titânio que tenho no maxilar de cima. A dor avançou e agravou. Passou para os dentes do lado ao ponto de eu mal comer. Fiz antibiótico a mando do dentista mas a seguir apanhei uma gastroentrite e o antibiótico teve de ser reduzido. Por portas e travessas fui recambiada para a cirurgiã que assistiu e auxiliou a minha cirurgia maxilo-facial há 7 anos atrás e a primeira resposta dela foi que tinha queixas suficientes para me tirarem as placas de titânio, visto que já não preciso delas.
A minha reacção foi "O quê? Mais uma cirurgia?". Mas depois de ver bem, decidiu que talvez possamos evitar isso. Primeiro irei fazer tudo o que ela me pediu, uma vez que estou a perder osso no maxilar de baixo o que está a causar a infecção nas gengivas. Só depois de ter tudo bonitinho é que chegamos à conclusão se fica resolvido ou se o problema é mesmo derivado das placas e têm de ser tiradas. Eu cá não sei, mas mesmo que me pedisse para trepar o Everest para evitar a cirurgia eu trepava!
«As irmãs Bree e Jonna ficam presas debaixo da cobertura de fibra de vidro de uma piscina pública, com o encerramento da piscina para o fim de semana. A única pessoa que sabe que elas estão lá é a empregada da limpeza. Mas por algum motivo, ela não quer que elas saiam vivas da piscina…»
Primeiro que tudo, aviso que este filme foi inspirado em factos reais. Segundo, aviso que vão mesmo ficar sem ar! Assim que comecei a perceber o que ia acontecer dei por mim a respirar mais depressa e a fechar os olhos por já estar a prever o que ia acontecer a seguir. É uma história simples que se passa na totalidade numa piscina mas deu um filme muito bem feito que nos prende ao ecrã do início ao fim. Já viram? Que acharam?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Malibu Rescue (Netflix)
Primeiro foi um filme, depois deu origem a uma série e tinha tudo para me fazer adicioná-la à lista não fosse ter visto metade do primeiro episódio e ter desistido. Achei tudo demasiado infantil e forçado. Eu adoro séries/filmes de salva-vidas e daí ter tido a esperança que iria gostar desta, mas esqueçam lá isso!
Reef Break (ABC)
Vi o poster e pensei "uau! Mais uma série que vou começar a ver!" Porquê? Porque tinha mar e eu adoro mar. Comecei a ver o primeiro episódio não o terminei. Não me fascinou o suficiente para a continuar a ver e possivelmente acabar por a ver apenas por "obrigação" por a ter começado.
«Reef Break seguirá Cat Chambers, uma ladra internacional que passa a trabalhar para o governador de um deslumbrante e sedutor paraíso das ilhas do Pacífico. Descrita como impulsiva, imprudente e irresistível, o passado menos-que-perfeito de Cat lhe dá um dom instintivo para entender o crime e os criminosos à medida que ela se envolve em aventuras e intrigas na ilha. O reaparecimento de Cat também gera consequências para velhos amigos, inimigos e amantes, - incluindo um ex-marido agente do FBI, seu chefe do crime preso e um amante detetive da polícia que está na sua cabeça.»
Que séries começaram a ver e desistiram?
«Num esquema inteligente para arrecadar dinheiro para a faculdade, Brooks cria um aplicativo de namoro em que ele faz o papel de namorado "stand-in" para cada tipo de situação. Através da jornada de ser uma pessoa diferente a cada noite da semana, ele descobre que o verdadeiro Brooks Rattigan não é quem ele pensava e, para sua surpresa, se apaixona pela verdadeira rapariga dos seus sonhos.»
Muito ouvi falar sobre este filme. Críticas boas, outras más, mesmo assim decidi ver e verdade seja dita: gostei, mas não achei nada de extraordinário, talvez até um pouco banal e admito que esperava mais vindo da Netflix. Mas OK, deu para rir um pouco.
Quem já viu? Que acharam?
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Foi na terça-feira dia 9 de Julho que apanhei um susto de me fazer ver a vida a passar em frente dos olhos. Encontrei um caroço de alguma dimensão e duro como uma pedra, no pescoço, junto da orelha. Dado que o meu avô materno morreu com um cancro dos mais perigosos e o meu pai escapou ileso (só com duas cirurgias) a um da pele também dos mais perigosos o que é que eu pensei assim que senti o caroço?: Vou morrer!
Fiz exames e análises. À partida, e segundo à ecografia que fiz, não é nada de mais, mesmo assim tive de fazer análises ao sangue para descartar outras coisas. Enquanto isso, o médico de família perguntou-me se estava tudo bem com os dentes, pois, há algumas coisas nos dentes que podem originar caroços no pescoço. E eu disse que sim, só me andava a dar uma martelada pontualmente no sítio onde tinha uma placa no maxilar. Escusado é dizer que desde aí essa dor aumentou mais e mais, alastrou a outros dentes o que me levou ao dentista e estou a toque de antibiótico e mais umas quantas coisas que já perdi a conta ao ponto de ter meia dúzia de alarmes no telemóvel para não me esquecer de tomar tudo a tempo e horas.
Agora estou aqui, naquela fase do sabe e não sabe. Até saber o que me irão fazer, se isto irá embora à primeira ou se ficará adormecido. Pois tudo indica ser uma bactéria, resta saber qual e há quanto tempo a tinha adormecida.
Como eu digo, não me falta mais nada? Não? Vejam lá, já agora. 😞
Há uns dias li um post sobre os momentos certos da nossa vida e decidi falar sobre o assunto por aqui.
Deixo-vos esta questão: haverá momentos certos na nossa vida? Momento certo para vivermos? Para sermos felizes, trocar de emprego, fazer aquela viagem que tanto queremos. Haverá momento certo para dizer a alguém que a amamos? Para combinar aquele café tão adiado com aquele amigo que nunca mais pusemos a vista em cima?
Eu acho que sim, existe o momento certo para tudo isso, mas e se o momento chegar e não notarmos? E se esperarmos toda a vida pelo momento certo para isto e aquilo e ele nunca chegar? Por vezes, não é questão de haver momento certo, mas sim estarmos preparados para isso. E depois dos últimos dias e de tudo o que a vida me tem dado (e tirado) cheguei à conclusão que se f*oda os momentos certos. A vida é curta demais para esperarmos pelo momento certo de sermos felizes.
Eu adoro romances e comédia romântica, das duas uma, ou choro baba e ranho ou acabo por me rir imenso. Descobri este filme recentemente e sem pensar no assunto decidi vê-lo só porque sim. Estava a apetecer-me ver um filme leve e, apesar de todas as críticas, eu até gostei.
Já viram?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Adoro filmes de animação porque no geral raramente desiludem, mas quando comecei a ver este não dava grande coisa por ele. O que ao início foi um pouco aborrecido, tornou-se hilariante e acabei por gostar imenso do que vi. Afinal, o atencioso Ferdinando, lá por ser um touro não significa que tenha de ser bruto e "mau", o que nos ensina algumas lições muito discretamente.
Nem por sorte, este filme veio a calhar na altura em que cada vez mais odeio touradas. Nem me venham com a conversa da tradição nem o raio que o parta porque tradição que maltrata animais seja cavalos ou touros, não é tradição. Faço parte do grupo que quer acabar com as touradas. A malta aficionada que arranje outro entretenimento como jogar às cartas em vez de maltratarem os animais. Desculpem o desabafo, mas é o que eu penso!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Este é um livro repleto de testemunhos de várias mulheres, de várias idades e vindas de vários pontos do país que frequentaram um curso de motivação e auto ajuda para melhorar as suas vidas, inspirados nos métodos de Louise Hay.
Não é muito o meu género de leitura, até porque se torna um pouco aborrecida e demorei imenso para ler estes 190 páginas. Mas como me foi emprestado pela minha terapeuta, lá lhe fiz a vontade. É certo que me mostrou que todos temos fases menos boas, fases terríveis, fases horrorosas que nem sabemos como as ultrapassar, mas também existem coisas boas, maravilhosas, que nos inspiram e nos dão forças.
Enfim, já posso voltar à minha saga do Robert Bryndza. Só falta ler dois livros dele!!
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Passaram duas semanas desde que saíste da minha vida. Apesar de ter sido um alívio, sempre pensei que me iria doer nos primeiros dias. Que iria chorar rios e mares. Que iria fechar-me em casa e enterrar a cabeça na almofada. Então, percebi que tal não iria acontecer e hoje dou graças a Deus por isso e agradeço-te imenso por teres saído por aquela porta. Acabaram-se as mentiras, as enganações, as mensagens tardias para outras raparigas para marcar encontros. Acabou-se o meu sofrimento e angústia.
Sempre soube que havia alguma coisa que não batia certo, devia ter dado ouvidos à minha intuição desde o início quando ela me dizia para me manter longe de ti. Enganaste-me bem, não foi?
Mas sabes uma coisa? Podes ter dado cabo da minha vida e da minha sanidade mental, mas hoje sou uma pessoa tão melhor só por estar longe de ti.
Já nem sinto nada por ti, nem raiva, nem nada...só sinto pena. Pena porque nunca terás ninguém que te ame tanto quanto eu te amei, e pena por saber que um dia me vais encontrar na rua. Vais ver o meu sorriso de felicidade, os olhos a brilharem. Vais ver uma mulher realizada, em paz consigo mesma e nesse dia vais arrepender-te por tudo o que me fizeste sofrer, por todas as lágrimas que me fizeste derramar, por todas as noites que adormeci a chorar ao teu lado.
Foste embora, mas o meu coração ficou aqui, comigo. Com feridas por sarar, certamente, mas nunca o fechei a sete chaves, sabendo que no futuro irei encontrar o amor da minha vida e serei realmente amada e feliz, coisa que nunca fui verdadeiramente contigo.
Na próxima vez que te ver por aí vou agradecer por todas as lições que me foram dadas no tempo que estive contigo, e vou agradecer ainda mais por já não fazeres parte da minha vida nem dos meus dias. Porque afinal, já não me dóis.
«Inspirado no best-seller de Anna Todd, AFTER conta-nos a história de Tessa, estudante aplicada, filha perfeita e namorada leal da sua paixão da escola secundária, no momento em que esta entra na universidade. Armada com grandes ambições para o futuro, o seu mundo protegido quebra quando conhece o misterioso Hardin Scott, um rebelde carismático que a levará a questionar tudo o que pensava saber sobre si e sobre os seus objetivos de vida…»
Primeiro que tudo, ainda não li os livros. Mas pelo final do filme, espero que haja uma continuação para breve porque eu adorei, adorei o filme! Não esperava grande coisa, mas acabou por me surpreender imenso pela positiva. Adorei o elenco e a história em si. Uau!
Quem leu os livros, acha que vale a pena lê-los? Contem-me tudo!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Como referi no post anterior, fui ao programa A Tarde é Sua, na TVI apresentado pela simpática Fátima Lopes! Foi no dia 3 de Julho que rumei a Queluz de Baixo cheia de nervoso miudinho e ansiosa por conhecer a Fátima...e conheci também o Goucha!
O Manuel Luís Goucha é igual a si mesmo. Super divertido e simpático. Deu-nos um abraço e tirou fotos connosco.
Depois disso, almoçámos no refeitório da TVI...comida deliciosa, devo dizer. À tarde fomos encaminhadas para a sala de espera. Iríamos entrar só as 18.15h e ainda faltava tanto tempo! Achava eu... fomos chamadas para a maquilhagem onde também nos pentearam e num ápice chegou a hora de descer para o estúdio.
Antes disso, quero contar-vos a minha surpresa quando me vi maquilhada. Quem me conhece bem, sabe que nunca me maquilhei assim na vida. Um creme, um disfarça olheiras e toca a andar de mota. Levei tanta base em cima, rimel, batom... sentia-me uma boneca de porcelana mas gostei do resultado final...tal como outras pessoas que nunca me tinham visto assim!
Falem agora ou calem-se para sempre: muito mau?
Bom, fomos então levadas para o estúdio em silêncio absoluto e sentaram-nos numas cadeiras por trás das câmaras. Que mundo! Achava eu que aquilo era enorme e tal e acho que é pouco maior que a minha sala de estar aqui em casa! 😁 Tudo coordenado ali ao segundo e só quem vê o que acontece de verdade é que percebe o trabalho que aquela gente tem para que saia o resultado final que vemos do lado de cá.
Chegou o último intervalo e a Fátima veio falar connosco sobre a nossa história e o meu livro. A senhora é uma querida, a sério! Gostei imenso de a conhecer e quase a primeira coisa que lhe disse foi "Oh Fátima sabe que faço anos no seu dia?" e ela respondeu "Então não sei? Eu vi. Que engraçado!" Tirei a tão aguardada foto e 'bora lá para o ar.
O tempo passou a correr mas também não foi muito tempo de entrevista, mesmo assim acho que já foi ótimo e fiquei muito feliz por lá ter ido. Fica, com certeza, um dia para nunca esquecer.
Para quem não viu o programa pode ver online no site da TVI Player AQUI! e andar para a frente quase até aos últimos 30 minutos para verem também a foto reportagem.
Espero que tenham gostado! E quem quiser adquirir o livro que me levou à TVI basta contactar-me pois, infelizmente, ainda não o consegui levar às livrarias nacionais. 😔
Pára tudo!!! Larguem tudo o que estejam a fazer e escrevam na agenda "Amanhã a Rita vai ao programa da Fátima Lopes (TVI) falar sobre o seu livro "Quando o Coração Não Perdoa", não esquecer de ver o programa!!" 😁🙈 Meu Deus, nem sei o que dizer...vou dizer à Fátima que faço anos no mesmo dia que ela, pode ser que assim me compre o livro ehehe. Estou a brincar...ou talvez não. 😁
Junho já faz parte do passado. Foi um mês atribulado cheio de altos e baixos. Foi o mês que passei a morar sozinha, mas também o mês que terminou de ótima forma (mais logo conto-vos a novidade!!).
Já não penso em Junho. Apenas desejo viver em pleno o que Julho me está a dar, sorrir muito, aproveitar todos os momentos para ser feliz e deixar de parte o que/quem me faz mal.
Julho, 'bora lá partir esta porra toda. 😍💪
Subscrever:
Mensagens (Atom)



Social Icons