Hoje apetece-me desistir.
Desistir desta luta de há tantos anos em que não vejo qualquer final à vista. Quem já por aqui anda a algum tempo sabe da batalha que travo desde os 9 anos com dentistas, com aparelhos de todos os feitios, com muitas dores, muitas lágrimas sufocadas pela almofada e muitos sorrisos de quem finge estar na boa com tudo o que lhe sai na rifa. Desde os 9 aos 19, fui ao Inferno e voltei. Mas se tivesse de voltar uma segunda vez, tenho a certeza que por lá ficava.
Não me resta forças quase nenhumas. Não é ser negativa, apenas...sinto-me cansada de tudo isto. Sinto-me exausta.
Há 4 anos quando fui operada ao maxilar e me livrei do aparelho "das cores" e adoptei uma placa de silicone para os dentes superiores durante a noite, tinha a certeza que só iria lá voltar para matar saudades da médica. Mas hoje, depois de mais uma revisão de rotina, saí de lá com os ombros pesados e a cabeça a andar à roda. Melhor do que ninguém, sei o que sofri. Não me deixei intimidar pela nova dentadura de borracha que terei de usar no mínimo 4h diárias enquanto ando por casa para corrigir a mordida. Até estava naquela de tirar uma selfie com cara de mongolóide só para verem a figura que faço com aquilo com boca à preta (sem querer ofender ninguém!). Mas intimidou-me o que veio a seguir : " É provável que afaste os dentes da frente".
O que isso significa? Que vou ficar outra vez com as dentuças da frente afastadas como tinha antes? Isso soa-me a andar para trás. Já estou a ver o filme todo, que ainda vou ter de usar outro para voltar a unir os dentes e morro de velhice ainda às voltas com a merda dos dentes e dentinhos.
Mais uma vez pergunto-me porque é que não nasci com os maxilares como as pessoas normais? Não há mais nada para me calhar? Não chega já?
Foda-se para mim já chega, e bem!! :'(
Nós mulheres, morremos de medo de qualquer coisinha fora do normal relacionado com o peito, com os ovários, o útero e essa trapalhada toda que temos e nos faz mulheres, certo?
Como aqui falei em Setembro, nessa altura fiz uma ecografia mamária por me doer imenso as mamas (é assim que os médicos lhes chamam, não me venham com pandeleirices), doía-me mesmo muito quando a menstruação se avizinhava. Doía ao ponto de até a roupa me incomodar.
Bem, nessa altura acusou as glândulas inflamadas e um nódulo pequeno. Só com a palavra nódulo as sirenes na minha cabeça dispararam naquele segundo. Comecei a imaginar mil cenários e nenhum favorável, mesmo com as palavras tranquilizadoras da médica, que não era nada de mais, que era normal nesta idade aparecer estas coisitas. E eu pensei "E também é normal aparecer doenças filhas da puta em qualquer idade, do nada".
Tinha de repetir a ecografia 6 meses depois para ver se evoluiu ou não, e depois logo se veria o passo a dar. Pensei no assunto durante uns dias e depois pus de lado, enchendo-me de esperança e agarrando-me a energias positivas, que não seria nada de mais. Mas sabemos que é mentira, que não descansamos enquanto não estiver tudo resolvido, e 6 meses de espera é muito!
Hoje lá fui eu, a caminhar a 2 palmos do chão, mas felizmente e graças a Deus o maldito desapareceu! Evaporou-se nestes meses e ainda bem! Já posso pôr os pés no chão e viver a minha vida como se não houvesse amanhã, porque estas coisas assustam e fazem-nos ver as coisas de outra perspectiva, quer queiramos ou não.
Sou apaixonada por fotografia. Não sou profissional nem nada de mais mas desde que ganhei a minha primeira máquina fotográfica (uma olympus em 2000 e troca o passo) desenvolvi cada vez mais esse fascínio pelo outro lado da lente. Não dispenso a minha actual máquina por nada mas é sempre bom ter uma App jeitosa no telemóvel para alguma foto que surja e o VSCOCAM preenche todos os requisitos que procurava.
Já devem conhecer a App ou pelo menos ouvido falar nela, certo? Para além de servir como câmara do telemóvel, tem alguns filtros e imensos ajustes, dá também para partilhar fotos nas redes sociais e na própria plataforma do VSCOCAM. Pelo que percebi, dá para seguir outras pessoas mas não existe likes...é um assunto que ainda tenho de descobrir bem.
Ps. Quem me quiser seguir basta ir ali aos icons do lado direito.
In 2016 I Will...
1#Fotografar (ainda mais): Em progresso
2#Assistir a corridas motocross/freestyle novamente
3#Voltar ao ginásio e perder algum peso.: Regressei em Janeiro, a questão do peso vai-se trabalhando aos poucos
5#Importar-me mais comigo e menos com quem não vale a pena: Aos poucos estou a conseguir e a adorar isso!
6#Escrever outro livro: Em progresso
7#Ler pelo menos, 50 livros. :10 de 50
8#Ver pelo menos 50 filmes.: 20 de 50
9#Ao cinema.
10#Voltar a fazer mergulho
11#Escrever mais cartas: Por enquanto, estou a conseguir realizar
12#Aproveitar (de verdade) as férias
13#Ser feliz: Até à data, 2016 está a ser um bom ano. Não excelente mas bom. Logo, tenho sido feliz, dentro do possível.
14#Ter um Natal melhor
15#Passar a Passagem de Ano com amigos
16#Conhecer alguém de jeito (Dito na forma de amizades, tanto masculinas como femininas.)
17#Conhecer 1 blogger.
16#Conhecer alguém de jeito (Dito na forma de amizades, tanto masculinas como femininas.)
17#Conhecer 1 blogger.
Faz hoje 4 anos que a minha vida mudou.
Por esta hora já estava no hospital do SAMS em Lisboa à espera da cirurgia ao maxilar e a morrer de medo. Sei que nesse dia não comi por não poder e mesmo que pudesse não tinha estômago para tal. Chorei baba e ranho, admito. Implorei mil vezes para a minha mãe me trazer para casa.
Talvez exageradamente mas a ter uma pequena ideia do que me iam fazer, tive medo de adormecer e não voltar a acordar.
4 anos depois sei que já tive a minha dose e passei as passas do Algarve.
Nas pegadas dos conquistadores espanhóis Cortés e Bernal Diaz, e do explorador americano J. Lloyd Stephens, cruzam-se com sacerdotes locais que os ameaçam, falando-lhes da Grande Profecia Maia.
Curiosos e destemidos, Os Primos investigam as ruínas arqueológicas de Chichen Itza, Ek Balam, Uxmal e Tulum, em cujas pirâmides - misteriosos testemunhos da antiga civilização maia - se escondem segredos incríveis e hieróglifos que terão de decifrar para encontrarem Beatriz e ,quem sabe, o famoso tesouro asteca de Montezuma...»
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Antes de mais, saliento que não sou racista nem coisa parecida, apenas não acho justo certas coisas.
Então, hoje quando entrei nos CTT aquilo estava cheio até à porta, a maior parte das pessoas eram ciganos. Digo, ciganos mesmo, daqueles sebosos que dormem no meio de um descampado e deitam a mão a tudo o que conseguirem. Palpitei logo que hoje era dia de os ditos cujos irem "receber" o bom rendimento que recebem mensalmente sem fazerem ponta de corno. Gente nova, mais novos que eu se calhar, com ótimo corpo para trabalhar mas naaaah. Isto ferve-me logo aqui dentro da marmita. Acho injusto com o nosso povo trabalhador. Injusto eu, vocês, os nossos pais, os nossos avós que ainda trabalham (ou já trabalharam) descontar-mos o que descontamos para basicamente pagar o subsídio a esta canalha, e depois se por qualquer motivo precisar-mos de um subsídio qualquer para nos ajudar a sobreviver e não morrer de fome, é-nos tudo negado!
Digam o que disserem, acho injusto e ponto final!
Por aqui já meteram alguns dos civilizados a varrer ruas e acho muitíssimo bem! Pena haver outros milhentos que nem isso fazem.
Ora pois bem, vamos lá então contar algumas coisas sobre estes dias pela vila Nazarena.
Como alguns de vós já sabem, sou mais que apaixonada por mar, pelo som das ondas a rebentar contra as pedras, pelo vai-vem - ainda que respeite imenso o mar e as suas atrocidades. - Por isso, estes 3 dias fora da terrinha (que passaram tão rápido que nem os vi) soube muito bem. Acabei por não descansar nada mas aproveitei até onde deu, tirei muitas fotos, comprei um casaco de lã mais quentinho que tudo, comi o primeiro gelado do ano e também apanhei a primeira molha dos últimos anos.
Na Sexta-Feira, depois de acordar com o som do mar ao longe e de uns raios de sol a entrar pela clarabóia, o primeiro passeio foi visitar a minha avó Nazarena - para os curiosos, é uma senhora que conheço desde os 4 anos quando ficámos de férias na sua casa e desde então, sempre que vamos para a Nazaré vamos lá visitá-la. Ficou avó desde então e assim ficará. Qual o meu espanto quando descubro que o raio da mulher já tem quase 80 anos?? - fazer as compras para o almoço e essa treta toda.
Bem, durante a tarde, ainda que estivesse nublado, não estava frio nenhum. Aproveitei para tirar algumas fotos, entrar nas lojas todas e voltar à mesma.
No Sábado, o tempo estava mais fresco e sol nem vê-lo. Ainda choveu à tarde e como o tempo por lá é muito instável, podendo mesmo passar as 4 estações durante o dia, sempre pensámos que aquela chuva molha parvos passasse, visto que o céu estava a começar a clarear.
Deixou de chover sim, depois de estar completamente ensopada com aquela burraça do mar com uns pingos mais grossos.
No Domingo de Páscoa o mal humorado do S.Pedro brindou-nos com um Sol lindo, ainda que meio ventoso. Houve festejos pelas ruas, corrida de carrinhos de rolamentos (que no ano passado estava muito mais original), desfile de vestes antigas assim como as casas dos pescadores de antigamente.
Resumindo, foi ótimo para desanuviar a cabeça, tirar umas fotos, passear um bocado... mas soube a muito pouco!
Que venha o fim de semana do 25 de Abril!
Posso admitir que já estava cheia de saudades vossas? Ou pelo menos de vir aqui ao blog? Parece que é verdade!
Enfim. Tão desejosa para sair daqui durante 3 dias e passaram tão rápido que nem os vi.
Quem me segue no Instagram já viu algumas fotos deste fim-de-semana prolongado, quando tiver mais tempo conto-vos como foi.
E novidades por aí? Actualizem-me sff! ;)
Há 9 anos atrás perdi-te. Assim, sem dó nem piedade.
Ainda me lembro quando soube que tinhas falecido, eu a 1 mês e meio de fazer 14 anos tinha perdido o meu avô. O meu querido avô e amigo.
Durante dois anos vi-te morrer aos poucos, escravo dessa maldita doença de que tenho tanta raiva, tanto ódio e continua a matar todos os dias. Acho que no fundo eu sabia que não irias aguentar o 2º round depois de sair vitorioso do 1º, mas na minha inocência de adolescente eu acreditava cegamente que iria ficar bem. Tinha de ficar tudo bem, certo? Nunca te iria perder, porque irias viver 100 anos.
Mas partis-te e eu comecei a odiar o dia 26, o número em si. Durante 9 anos odiei este dia por ser a data que era e também porque me acontecia sempre algo de mal nesse dia.
Mas no mês passado descobri (e acreditei, não tinha como não acreditar) que tanto tempo depois continuas por aqui, a cuidar de mim, de todos nós. Que os azares do dia 26 não foram piores porque eu tinha sempre o meu anjinho a cuidar de mim, como prometes-te antes de partir.
E agora com as lágrimas nos olhos só peço que encontres a tua paz. Queria tanto isso avô. Faz isso por mim, sim?
Nunca te esqueci, nunca esqueci as nossas brincadeiras, as nossas traquinices nem nunca esquecerei, passe o tempo que passar.
Foste o meu melhor amigo quando eu ainda não sabia nada da vida. Era uma criança e talvez não demonstrasse o quanto te amava mas hoje espero que estejas onde estiveres, saibas disso.
Fazes-me falta querido avô.
Enquanto conduzo - principalmente desde o acidente com o velho que nem o STOP viu, e ainda mais desde que tenho o Bolinhas - tento sempre adivinhar o que os outros condutores/peões estão prestes a fazer.
Isto porque, ou se lembram de travar do nada, ou de mudar de direcção sem pisca sem nada ou ainda podem sair de marcha atrás disparados do estacionamento como se não fosse nada com eles.
Tenho sempre atenção às pessoas que andam a rondar a passadeira não vá uma se lembrar que quer atravessar ali e meter-se à estrada sem olhar, o mais comum por aqui, mas quando estou eu na passadeira ninguém pára. Digo, ninguém mesmo! Passam 10 carros se for preciso sempre a abrir com uma lata do caraças, era estar ali a GNR de bloco na mão ver se não paravam logo.
Mas quando alguma alminha caridosa perde uns segundos da sua vida para me deixar atravessar a a estrada, agradeço. Sempre.
Verdade seja dita; desde que entrei no mercado de trabalho, desenvolvi (ainda mais) um grande amor pelos feriados de mão dada com tolerância de ponto.
Fundo da questão; Sexta é feriado, o presidente da Câmara deu tolerância de ponto e amanhã pelo menos a Câmara e a Biblioteca estão fechadas. Por norma, o Boss também adere à coisa mas desta vez não me parece, com a quantidade de projectos em cima da mesa... Logo agora que já estava a sonhar com uma folgazinha extra para preparar o resto da tralha para o fim de semana prolongado.
Vamos dizer assim; tenho pavor a trovoadas! Sou uma medricas do caraças que mal ouve um trovão começa a imaginar um cenário apocalíptico qualquer. Pior ainda se houver relâmpagos, fecho os olhos com uma enorme força à espera do rebentar de um trovão de seguida.
E foi o que aconteceu hoje à hora de almoço, céu escuro, escuro, escuro com um sol lindo e tal, tão a ver? De repente o Sol desaparece e começa a desabar como se não houvesse amanhã. Eu a almoçar ao som de trovões, relâmpagos, com as luzes a piscar no vai não vai... bonito hein? Não!
Só me faltou esconder-me debaixo da mesa. Chega a minha avó passa a trovoada. Vózinha porque não chegas-te mais cedo??
*Ichabod Crane: Para quem não sabe, personagem da série Sleepy Hollow.
«Com a nação de Panem numa guerra em grande escala, Katniss confronta o Presidente Snow, na batalha final. Unida a um grupo de amigos mais próximos, incluindo Gale, Finnick e Peeta, Katniss sai numa missão com a unidade do Distrito 13, arriscando as suas vidas para encenar um atentado para assassinar o Presidente Snow, que se tornou cada vez mais obcecado em destruí-la. As armadilhas, inimigos e escolhas mortais que esperam por Katniss, irão desafiá-la mais do que qualquer área que ela enfrentou em The Hunger Games.»
Bolas! Não podia ter esperado mais do filme e ver as minhas expectativas que eram altíssimas, satisfeitas. Acabou em grande, como deveria de ser. Lições a tirar? Nem sempre é fácil, nem sempre é justo, o que importante é chegar-mos onde queremos e lutar pelo correcto.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Ana. Maria e André viajam até Martinica, nas Caraíbas. À chegada a este local com paisagens exuberantes e praias fantásticas, conhecem Letty, filha de Pierre Dumont, um biólogo francês cujas pesquisas misteriosas são interrompidas por um trágico acidente. No velho diário de Dumont, Os Primos descobrem inícios importantes que conduzem a um diamante com três mil e quinhentos quilates, escondido algures no seio da floresta tropical.
Com a ajuda de um velho amigo que não esperavam encontrar, os jovens partem num grande catamarã em direcção às ilhas de S.Vicente e Granadinas e chegam a Petit Tabac, ao largo da qual encontram uma pista deixada por Jean-Baptiste Labat, um botânico explorador do séculos XVII.
Cedo se apercebem do perigo que representa esta caça ao tesouro, tanto mais que não são os únicos no seu encalço. Mas a pista crucial na busca da incrível pedra preciosa, o maior diamante lapidado do Mundo, encontra-se escondida num lugar que ninguém imagina e à vista de todos...»
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow, Katniss Everdeen está abalada. Temerosa e sem confiança, vive agora no Distrito 13 ao lado da mãe e da irmã, Prim. A presidente Alma Coin e Plutarch Heavensbee querem que Katniss assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, a jovem aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark e os demais Vitoriosos, mantidos prisioneiros pela Capital.»
Verdade seja dita; na primeira vez que vi o filme não percebi ponta de corno. Por um lado, devido à má-qualidade e por outro não tinha percebido a história em si. Mas desta vez percebi, sobretudo por ter revisto os filmes anteriores. Até faz sentido, agora espero que a 2ª Parte - o grande final - satisfaça as minhas altas expectativas.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Este deve ser um dos assuntos que dá panos para mangas mas deixem-me dizer que a nossa sociedade é uma grande merda no que toca a aceitar pessoas "diferentes" mesmo que essa diferença seja a forma como fala.
Este é um daqueles textos pessoais, irei ao fundo do meu ser desenterrar coisas que preferi enterrar ao longo dos anos, mas é preciso mudar certas mentalidades.
Ontem no escritório apareceu por lá um construtor de 30 e tal anos, gago. Digo, gago mesmo. E tive pena do homem. Não nesse sentido mas no sentido de saber o que é querer dizer isto ou aquilo e simplesmente ficar ali a martelar na palavra. Sempre por aqui assumi que encalho nalgumas palavras, se estiver nervosa/ansiosa então é para esquecer. Não sou totalmente gaga, estou ali no vai não vai. Falo normalmente na boa, mas se quiser falar rápido embrulho as palavras todas.
Eu sei o que aquele homem, e também as milhentas pessoas pelo mundo na mesma situação, pensam/sentem por parte dos outros. É cruel, acreditem que sim.
Somos deficientes por isso? Mesmo uma pessoa sem um braço ou uma perna para mim é uma pessoa normal. Não deixa de ser igual aos outros, continua a ser humano, se calhar até mais que os outros com 2 pernas e 2 braços.
Deficientes são os ignorantes/arrogantes que durante o 10º ano te dizem "Porra, fala como as pessoas normais,pá", como uma amiga me disse. Leram bem, amiga. Que coisa né? O secundário foi o meu poço sem fundo.
Até ao 9º ano nem sequer dei por prender uma palavra ou outra, adorava ler em voz alta e tudo mais. No secundário caí redonda no fundo e só de lá saí quando saí também da escola. Era como se fosse um alvo a abater por parte da restante turma por não ser como eles que faziam tudo na perfeição, que apresentavam trabalhos e liam em voz alta sem problemas. Eu também não tinha problemas com isso até mos criarem. Fizeram pior. Acabei por me isolar de todos, por criar um muro enorme à minha volta. Passava os intervalos a estudar ou com o nariz enfiado num livro qualquer. Comecei a escrever pequenas histórias em que nelas eu era normal e tudo era rosas à minha volta.
Eu não me sentia diferente, mas foram eles que me fizeram sentir assim, como lixo. Algo insignificante.
Quando terminei o 12º ano e calei muita gente com a minha nota na apresentação oral da PAP, saí vitoriosa. Sai sem olhar para trás. Desde então noto que só quando estou ansiosa é que encalho numa palavra ou outra, coisa pouca. Ajuda lidar com pessoas todos os dias, criei muito mais auto-estima.
Resumindo, embora este texto tenha sido mais sobre mim, não sejam cruéis com as pessoas que falam de forma diferente da vossa. Acreditem que não ajuda em nada, sei que por vezes nem percebem bem o que alguns dizem, mas essas mesmas pessoas, tal como eu precisava, precisam é de alguém que lhes diga "Tem calma. Respira fundo e fala." Ajuda muito!
Podemos não ser como vocês no falar mas temos coração na mesma.
Sociedade de merda, não rebaixem os outros, não se façam de superiores porque ao nosso lado, não valem nada. Vocês sim são os "esquesitinhos" com essa mentalidade e essa arrogância.
«Alguns meses após a 74.ª edição dos Jogos da Fome, que sagrou Katniss Everdeen e Peeta Mellark como vencedores, os jovens são obrigados a deixar a família e os amigos e percorrer os 12 Distritos, marcando presença em eventos oficiais. Nessas visitas, a jovem Katniss apercebe-se de um sentimento de revolta que lhe alimenta a esperança numa rebelião colectiva. Porém, o Capitólio está ainda sob o controlo do terrível Presidente Snow que, ao perceber o perigo que cada um dos vencedores representa enquanto símbolo de força e liberdade, decide preparar um novo evento: uma edição especial dos jogos, nos quais os vencedores dos anos anteriores terão de lutar entre si, até à morte. Assim, percebendo que o objectivo do Governo é eliminá-los a todos, eles sabem que lhes resta uma última oportunidade de encontrar um meio de organizar uma revolta contra o poder instituído e, dessa forma, reconstruir uma sociedade justa em Panem.»
Como disse anteriormente, este foi o meu filme favorito dos 3 que já tinha visto. Não sei porquê. Apenas me cativou mais.. Já aquele Sr.Presidente Snow dá cabo dos nervos de qualquer um grrrrr....
E vocês? Têm a saga em dia? Ou não gostam muito?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar a sua irmã mais nova, a jovem Katniss Everdeen se oferece como voluntária para representar o seu distrito na competição e acaba contando com a companhia de Peeta Melark , desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.»
Ora bem. Visto que o último filme já está à minha espera no Stremio (primo do PopCorn Time e do Wareztuga), decidi rever os filmes anteriores, já que não me lembro de patavina do que tinha visto.
Mesmo assim, sei que dos 3 filmes que já vi, o segundo - Catching Fire - é o meu preferido.
Que comece a maratona dos Jogos da Fome. Que a sorte esteja sempre a seu favor :P
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Ando perdida de amores por uns ténis imitação tipo Nike Air Force. - Imitação, sim. Não tenho vergonha nenhuma disso -Estou indecisa na cor, gosto dos verde fluorescente, mas não sei.
Seja como for, agora que estou totalmente nas lonas terei de esperar pela Páscoa. Prefiro uma nota azul a uns pacotes de amêndoas que acabam numa semana e dão cabo dos dentes.
«André visita o novo Museu do Oriente, em Lisboa, mas o que inicialmente parece uma simples visita de estudo, depressa se transforma numa aventura de perseguição e suspense. Um estranho individuo vestido de mandarim e usando a máscara de Cai Shen, o deus da riqueza chinês, aparece-lhe em sonhos durante a noite e mais tarde deixa-lhe um misterioso e antiquíssimo livro, capaz de responder às perguntas que lhe fazem: o famoso oráculo I Ching. Aproveitando um destacamento do embaixador Torres, Os Primos e o chinês Ma Lin partem para a China durante a passagem do Novo Ano Chinês a fim de desvendarem mais um estranho caso em Pequim, Hong Kong e Macau.
Ali visitam a Grande Muralha da China, os túmulos dos imperadores Ming, templos e lojas de antiguidades chinesas. O talismã e as restantes pistas encontradas levam-nos a perceber que a coincidência tem uma importância extrema na cultura chinesa, mas o que terão em comum Eça de Queirós, Fernão Mendes Pinto e Camões, três dos mais importantes escritores portuguesas? O Mandarim, a Peregrinação e um misterioso soneto escrito numa gruta vão ajudar a esclarecer tudo...»
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Gente, vamos lá entender; existe perfumes "baratos" de 20€ e cheiram deliciosamente bem, e depois existe os outros "baratos" à venda nos chineses por 5€ que se enfiam pelo nariz a dentro e dá uma dor de cabeça terrível onde quer que passem. Daí este post sem jeito nenhum, só para partilhar convosco a minha experiência de quase-morte.
Ontem ia a andar tranquilamente pela rua quando duas cheirosas (só que não) passaram por mim e ia morrendo ali, no meio do passeio. Não só o cheiro a perfume era insuportável, tipo uma nuvem que fica ali a pairar, como ainda por cima era perfume daqueles que é mesmo e apenas para disfarçar o cheiro a katinga. (Quem não souber o que é, cheiro a kamone, a gente que não toma banho há 1 mês capixe?)
Nem sei como conseguem andar com aquele cheiro atrás. Só por 2 segundos ia-me ficando quanto mais o dia inteiro.
Quando pensei criar um blog não foi pelos seguidores. Claro que se alguém ler o que escrevemos não nos sentimos totalmente a falar para as paredes. E muito menos alguma vez achei possível chegar aos 50 seguidores quanto mais aos 171.
Sei que um terço deste número já nem anda por cá, outro tanto segue mas nunca comenta, nunca se pronuncia apenas vai cuscando.
Seja como for, 171?? Das três uma; ou vocês adoram-me, são doidas/os varridas/os ou não têm mais nada que fazer.
Ps. Obrigado por continuarem esse desse lado, a acompanhar estas barbaridades sem jeito nenhum que vou escrevendo. Do fundo do coração.
«Já faz alguns anos que o jovem Sawyer Nelson e a dedicada equipa do Clearwater Marine Hospital, chefiada pelo Dr. Clay Haskett , resgatou Winter. Com a ajuda do Dr. Cameron McCarthy , que desenvolveu uma cauda prótese única para o golfinho ferido, foram capazes de salvar a sua vida. Porém, a sua luta não acabou. Com a idade avançada, a mãe adoptiva de Winter, Panama, faleceu, deixando o golfinho sem sua única companhia. E a perda de Panama pode ter repercussões ainda maiores para Winter, que, de acordo com as regras do USDA, não pode ficar sozinha, pois os hábitos sociais dos golfinhos exigem que eles convivam com outros animais da mesma espécie. Agora, todos correm contra o tempo para encontrar uma companhia para ela, ou Winter terá que ser enviada para outro aquário.»
Depois do ver o primeiro filme, é claro que tive de ver logo o segundo, sobretudo quando descobri que a famosa surfista Bethany Hamilton iria ter uma breve participação. Dois exemplos de coragem juntos. Tal como no filme anterior, adorei esta continuação. Ensina-nos uma enorme lição.
Avaliação The Choice: ★★★★★
Já me mentalizei que os meus fins-de-semana passam como se fossem apenas de meia dúzia de horas e não 2 dias, por isso, visto que hoje é Segunda mesmo que chore, mesmo que implore, faça birra e rebole pelo chão, bora lá encarar mais um início de semana com boas energias que bastante falta fazem, certo?
Boa semana!
«Enquanto nadava livremente, um jovem golfinho é apanhado por uma armadilha para caranguejos, ferindo gravemente a sua cauda. Depois de dar à costa, é resgatada e transportada para o Hospital Marinho de Clearwater, na Flórida, onde recebe o nome de Winter. Mas a sua luta pela sobrevivência está apenas a começar, visto que sem cauda o seu prognóstico é terrível.
Vale a experiência de um dedicado biólogo marinho,o talento de um brilhante médico de próteses e a devoção inabalável de um rapaz de 11 anos para realizar um verdadeiro milagre (que pode não salvar apenas Winter mas também ajudar dezenas de pessoas por todo o Mundo).
A verdadeira Winter que interpreta ela mesma em Dolphin Tale, é hoje um símbolo de coragem e esperança para milhões de pessoas - com ou sem deficiências - que foram tocadas pela sua notável história de recuperação e reabilitação.»
Não podia ter escolhido melhor filme para este Domingo. Tocou-me profundamente, divertiu-me com as brincadeiras típicas destes animais tão queridos e sociáveis e também me fez voltar a sentir o mesmo que sentia quando sonhava ser bióloga marinha. Tenho a certeza que se vivesse perto do mar a arquitectura/design nem teriam sido uma opção.
Por tudo isto e pela história em si, a minha avaliação é mais que óbvia:
Avaliação The Choice: ★★★★★
Lembram-se de vos contar sobre a Sra Dª Kiki instalar-se muito bem dentro da minha lata velha quando chegava a casa todas as noites? Continuou com essa mania, e só fazia isso no meu carro, talvez por ser o único por onde ela achava sempre migalhas de bolachas perdidas que nem eu as encontrava.
A bicha com a sua enorme lata, adorava deitar-se em cima dos bancos como se não fosse nada com ela mas há-de perder essa mania, não pense ela que vai deitar aquele belo corpinho danone de gata em cima dos bancos do meu carro novo! Nem em sonhos.
Bem, é claro que me vai apanhar distraída e vai conseguir, ontem andava só a rondar. Já estou mesmo a ver, é sorrateira e matreira demais.
Chego a pensar que a gata é mais inteligente que eu.
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