Confesso que sempre ouvi muitas coisas boas sobre o filme, mas ainda não tinha visto. Andava a divagar pela amazon prime e lá estava ele. Decidi ver, naquela de quem não esperava nada de mais apesar das boas criticas que fui lendo e ouvindo ao longo dos anos, e acabei por ser surpreendida pela positiva.
Apesar de não ser um filme com grande desenvolvimento em termos de história, adorei. Mesmo! A história do Maverick e da Charlotte, as músicas de fundo, adorei mesmo tudo! Menos a morte de uma das personagens que poderia ter sido evitada, mas sei que foi o que despertou a melhor versão do Maverick, logo, fez todo o sentido que assim fosse.
Adorei a adrenalina que eu mesma senti quando passava as cenas dos voos, só me faltou roer as unhas tal era a agitação. Mal posso esperar por ver o segundo!
Já viram? Que acharam?
Robin Wilde é uma mãe atenciosa, sempre empenhada em fazer com que Lyla não se sinta afetada pelo facto de serem «só as duas». É também muito competente na sua glamorosa profissão de maquilhadora. A sua melhor amiga Lacey e a louca tia Kath adoram-na da Terra até à Lua.
Tudo parece correr maravilhosamente.
Mas, por trás da máscara que Robin usa todos os dias, por vezes, as coisas ficam muito cinzentas. E muito solitárias.
Encaixar no grupo de mães da escola de Lyla não é tarefa fácil. Os encontros online são absolutamente desesperantes. E como pode ela ser a melhor mãe do mundo se há dias em que nem sequer consegue encontrar um par de meias lavadas?
Robin sente que é tempo de dar uma reviravolta na sua vida e de fazer com que novas coisas aconteçam. E nesta aventura vai aprender que um pouco de coragem e alguma criatividade podem fazer milagres.»
Sou tão grata por ter lido "Dupla mais que Perfeita", grata pela autora ter criado uma Robin Wilde para nos ensinar, a nós mulheres, que somos tão poderosas, tão capazes e tão...únicas, quando nos permitimos ser feliz, arriscar, sair da nossa zona de conforto, sem estar sempre dependente da opinião dos outros. Por vezes, fazemos mais juízo de valor de nós mesmas do que os outros de nós. Temos a capacidade de sermos tão autocríticas.
Avaliação The Choice: ★★★★★
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Primeiro que tudo, quero desculpar-me pela minha ausência, mas tem sido uma semana de loucos mesmo. E nem sempre pela positiva.
Em 2020 abracei o meu sonho de infância e inaugurei a minha marca a solo no design e arquitetura: Ana Rita | Designs. 2021 está a ser desafiante a muitos níveis e por isso, decidi escrever este post e apelar à vossa ajuda.
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*Sugestões / dicas de design de interiores/exteriores.
Não hesitem em contactar e em caso de alguma dúvida, disponham. 😃
A quem partilhar, obrigada. Do fundo do coração!
Hesitei, afinal já tinha outros livros nas mãos, mas acabei por ceder. Não estava preparada para passar o resto do dia a pensar "Devia de ter trazido o livro". Queriam dizer-me algo, então trouxe-o comigo e depois de o ler entendi o que queriam que eu soubesse.
Reforcei ainda mais a minha crença no mundo espiritual e angelical a cada página lida. Mostra-nos que os nossos anjos da guarda estão sempre connosco, nunca nem por um segundo nos abandonam e nos amam incondicionalmente. Percebi que naqueles dias que me acho inútil, os meus anjos me abraçam, me sussurram que vai ficar tudo bem, afinal somos todos filhos de Deus e ele não quer que soframos.
Mas, a humanidade está a estragar tudo. Estamos a destruir a Mãe Terra. Cada dor que lhe causamos ela contorce-se e provoca as catástrofes. A culpa é nossa, sempre foi, mas até quando será? Estaremos dispostos a destruir mesmo o nosso planeta até não existir mais nada?
Enquanto a autora nos faz refletir nas nossas ações, ao mesmo tempo nos dá a conhecer os Arcanjos, cujos alguns nomes eu já sabia. Miguel, Rafael, Gabriel, Samuel, Uriel... os seus poderes de cura e amor. O que mais me chocou e emocionou foi o último capítulo, onde a alma da autora é levada até à Crucificação de Jesus para que assistisse e pudesse escrever sobre isso. O horror que Lorna presenciou deixou-me tão triste ao perceber que já naquela altura os seres humanos conseguiak ser tão cruéis e horrendos.
Foi uma leitura repleta de aprendizagens e de paz. Muita paz e tranquilidade. Agora eu sei que mesmo quando acho que não tenho utilidade neste mundo, o meu anjo da guarda me ama incondicionalmente.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Já não me lembrava como eram uma equipa divertida, ainda que...inesperada e nada convencional. Mas acho que foi o facto de serem tão diferentes uns dos outros que os uniu como uma verdadeira equipa, até o Snart e o Mick, dois ladrões que se preocupavam apenas com o próprio umbigo e no final da temporada estavam dispostos a sacrificar as suas vidas em prol da missão e da equipa.
Fiquei curiosa em relação à segunda temporada, uma vez que foi deixado no ar o aparecimento da Liga da Justiça.
Resumindo, até agora, cada episódio contou uma parte da missão que tinham sobre eliminar Savage e salvar o mundo, mas à medida que os episódios vão passando, descobrimos que nada é o que parece e que nem sempre existe um final feliz para todos os personagens, mesmo que sejam heróis.
Resta saber qual será a missão da equipa na próxima temporada. Que tem a ver com a Liga da Justiça já percebi!
Este texto contém spoilers
Max trata de agitar as coisas. Após um ferimento devastador, está determinado em mostrar as suas capacidades. Em encontrar o homem por detrás da incapacidade, em escapar à família sufocante e partir à aventura.
Uma viagem ao Sri Lanka constitui o derradeiro grito de independência para Alice - a oportunidade de que dispõe para poder mergulhar de corpo e alma no calor, no caos e nas cores de um lugar que se situa a milhares de quilómetros de distância de sua casa. É também o momento em que conhece Max. Alice ainda não o sabe, mas toda a sua vida está prestes a sofrer uma mudança. Max ainda não o sabe, mas é ele quem irá mudá-la.»
Numa viagem de férias com os amigos, Alice e Max formaram uma história de amor inesperada, sobretudo quando havia Richard e um casamento iminente pelo meio. Mas ao mesmo tempo que vemos uma mulher confusa com os seus sentimentos, o seu descontentamento com a vida pacata que leva e um Max a transbordar aventura e felicidade por cara poro do seu corpo, também nos vamos apercebendo que a história deles não é tão superficial, tão banal e tão cliché como se poderia imaginar. Julgar tratar-se de um romance proibido de férias é um julgamento errado.
Max e Alice completam-se ao nível das suas almas, com uma ligação inegável e inquestionável. Ela evita, por causa de Richard e de tudo o que os pais poderiam pensar, mas é com Max que ela se sente compreendida e deixa a verdadeira Alice à solta. Apesar das circunstâncias da vida de ambos - ela com uma cicatriz facial, ele com uma perna amputada no exército - a verdade é que só entre eles conseguem encontrar um porto de abrigo e também a agitação que necessitam para serem felizes.
A principal lição que retiro desta leitura é que apesar de todos os contratempos, apesar de tudo de mau que possa surgir no nosso caminho, existirá sempre alguém disposto a amar-nos e a lutar por nós, lado a lado. Ninguém é perfeito, mas cabe a cada um de nós tomar as nossas próprias decisões em prol da nossa própria felicidade, seguir o nosso coração...e o amor. O amor, quando é verdadeiro, não precisa de duas pessoas perfeitas, mas sim de duas pessoas dispostas a lutarem juntas, a amarem juntos.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
House dispensa apresentações, certo? Todos adoram o médico maluco e divertido com expressões faciais estranhas e hilariantes. Quanto a mim, adorei a primeira temporada e fiquei indecisa se quero ou não que House e Cameron fiquem juntos. Ela bem quer, mas ele está demasiado agarrado ao passado e a si próprio para se apaixonar por alguém nesta altura. No último episódio ficou bem claro que ainda tinha sentimentos pela ex-mulher.
Quanto ao Chase, adoro a personagem de Matt que faz na Chicago Fire atualmente, mas enquanto médico na equipa do House, detesto a sua arrogância. Não que não seja bom médico, apenas é arrogante demais. Já o Foreman, penso que seja uma "miniatura" de House em crescimento. 😅
Estou curiosa para poder ver a evolução das personagens ao longo das temporadas.
Já viram House? Que acharam? Só não me deem spoilers.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«O aniversário de Andy está a chegar e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, temem que um novo brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um cowboy que é também o brinquedo predileto de Andy, montam uma escuta que lhes permite saber dos presentes ganhos. Entre eles está Buzz Lightyear, o boneco de um patrulheiro espacial, que logo passa a receber mais atenção de Andy. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que tenta fazer com que ele caia atrás da cama. Só que o plano dá errado e Buzz cai pela janela. É o início da aventura de Woody, que precisa resgatar Buzz também para limpar a sua reputação com os outros brinquedos.»
Adorei o primeiro filme. Ri-me imenso com o cabeça de batata, o Woody e o Buzz, assim como os soldados e afins. Toda aquela inocência e estupidez óbvia nos filmes de animação levam-me sempre às dores de bochechas de tanto rir!
Tendo em conta que Toy Story já conta com 26 anos, para aquela altura, está muito bem estruturado, sem qualquer dúvida. No final da aventura do Buzz e Woody estilo missão impossível, pudemos perceber que no segundo filme o rival deles seria uma cachorrinho. Estou curiosa para saber o que irá sair dali. 😄
Já tinham visto Toy Story ou, tal como eu, nunca viram do início ao fim?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Mas só agora lhe revela os seus segredos...
Catherine, o grande amor de Sean, acaba de morrer. Mas a história de ambos não termina aqui. Ganha, sim, um novo rumo pois Catherine deixa a Sean um legado surpreendente: uma caixa embrulhada em papel castanho e atada com um cordel. Essa caixa contém a vida que partilharam. Todo um universo íntimo, intenso, inesquecível. E secreto, pois há partes que Sean não reconhece…
Catherine está a abrir finalmente o seu coração ao marido e a revelar tudo o que ficou por dizer. E muito ficou por dizer.
Mas, por mais desconcertante que possa ser esta "nova" história, Sean mergulha nela de alma e coração. Sem vacilar, sem nunca perder a esperança de confirmar as suas suspeitas de que o Destino existe… e que o amor de ambos não foi apenas o resultado do acaso.
E quando, por fim, Sean cede e questiona a sua fé no poder superior do Amor, algo - talvez o Destino em que Catherine não acreditava - lhe dá a resposta por que sempre ansiou.
Dilacerante e redentor, Tudo o que Não Dissemos apresenta aos leitores portugueses o magnífico contador de histórias que é Nick Alexander.»
Através da parceria que mantenho com a Leya decidi tentar a minha sorte. Contudo, apenas podiam enviar em ebook. Quem me conhece sabe que prefiro sempre em formato físico, mas uma vez que mo tinham enviado tão amavelmente e eu até o queria ler, lá me deixei convencer.
Devo dizer que o meu primeiro impacto com a história me desapontou um bocadinho ao perceber que não era uma história de amor normal como estamos habituados. A verdade é que dei por mim colada ao tablet e aquilo que ao início estranhei, acabou por entranhar-se e dizia a mim mesma que era só mais um capítulo. E mais outro. E outro.
Fiquei tão envolvida na história, nos encontros e desencontros daquele amor que transcendia a morte de Catherine, que no primeiro dia do ano me sentei junto à lareira de tablet nas mãos. Tinha de o acabar naquele dia, estava mesmo curiosa em saber o fim!
Tal como consta na sinopse, ao partir, Catherine deixa uma caixa com fotos e cassetes de vários momentos que partilhou com Sean desde que se conheceram. Ao mesmo tempo que conhecemos a história deles, percebemos também o que ela não contou ao marido durante tantos anos; coisas essas que ao saber agora, o torna revoltado, zangado e desapontado com ela. O problema é que agora já não pode discutir com ela, não é verdade?
Todos os domingos, durante 29 semanas, Sean abria um dos envelopes, observava a foto dentro do mesmo e ouvia a gravação da sua falecida esposa. A certo ponto, ao descobrir certas coisas, acaba por adiar uma semana ou outra, mas no final do livro, não só percebi que quando o amor é verdadeiro permanece, venham as desavenças da vida, os erros, as palavras que deveriam ter sido ditas e não foram, mas ao mesmo tempo, mostra-nos que há amores que superam a barreira da morte. Fica um vazio, é verdade, mas haverá sempre espaço e tempo para recomeçar, para seguir em frente e olhar para a vida com outros olhos. Existem coisas que sempre estiveram diante de nós, só nos faltava abrir os olhos para as vermos, e isso aconteceu nas últimas páginas, o que devo dizer, me surpreendeu muito pela positiva.
"Tudo o que Não Dissemos" foi uma agradável leitura que me surpreendeu, sobretudo na reta final.
Para quem gosta de romances com uma pitada de drama, aconselho!
Agradeço uma vez mais à Leya pelo ebook.
Avaliação The Choice: ★★★★☆

Sobre Dezembro, foi um mês stressante que me fez duvidar de muitas coisas, colocar a vida em perspetiva e desejar que algumas coisas tivessem sido diferentes, mas no calor do momento, tudo nos parece certo, até mesmo o que claramente é um erro crasso. Ainda assim, tive tempo para ler muito e ver algumas séries.
Foi aquele típico mês do Natal mas sem a parte do típico, ja que tudo foi diferente. Ainda assim, estou grata por tudo o que aprendi no último mês do ano e também em 2020 no geral.
Foi o ano que me firmei enquanto designer e me tornei chefe de mim mesma. Foi o ano que corri atrás dos meus sonhos e deixei pelo caminho o que não me fazia feliz nem em nada me acrescentava.
2020 foi assustador, muito mesmo, a muitos níveis mas tornou-me mais forte, mais corajosa e segura de mim e das minhas capacidades. Trouxe-me o meu afilhado lindo e doce e muitas oportunidades pessoais e profissionais.
Apesar de todos os sustos, erros e momentos menos felizes que 2020 me deu, não me posso queixar muito. Foi um bom ano. Podia ter sido melhor, claro! Podia ter feito todas as viagens que queria ter feito e não fiz, mas ainda assim, trouxe-me outras coisas que eu agradeço.


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