Aproveitámos todos os momentos que passámos por lá, viajámos de moliceiro, experimentámos os famosos ovos moles, visitámos (e adorámos) a Costa Nova, conhecemos as salinas, a Universidade, vi flamingos, experimentámos as hambúrgueres do Ramona que vale muito a pena! Desgraçámos a nossa dieta com a famosa tripa do Zé da Tripa que é quase parecido com um crepe recheado do que quisermos, visitámos a Barra, a Noeirinha... foram 4 dias espetaculares, repletos de aventuras e descobertas.
Antes de mais, ficámos no hostel Family House. Quando fiz a reserva no Booking foi mesmo às cegas. Não conhecia nada de Aveiro, não fazia ideia de que alojamento escolher, olhámos aos preços e às condições que aparentavam ter e por sorte ficámos mesmo no centro de Aveiro a 1 minuto a pé da ria e do fórum. O hostel além de estar bem situado e de ter valores muito simpáticos para duas pessoas e três noites, tem quartos de tons clean e temáticas marítimas. As casas de banho sempre limpas, tudo impecável mesmo! Recomendo e numa próxima visita é lá que iremos ficar alojados certamente.
A hamburgueria Ramona é um dos pontos que quem visitar Aveiro tem mesmo de ir! A comida é de chorar por mais e nada enjoativo como do MC ou Burguer King.
A zona da ria é talvez a zona mais bonita de Aveiro com muito para conhecer e experimentar. Tivemos a sorte de ter a companhia de uma amiga Aveirense que nos guiou e nos mostrou alguns dos locais mais emblemáticos. Mesmo quando ela estava ausente, não nos fizemos rogados e partimos à descoberta. Gostei muito desta praça enfeitada com o que aparenta ser cones de castanhas, sobretudo por neste local estar uma senhora a vender castanhas...e se eram boas! No centro encontra-se o Obelisco da Liberdade.
Como já devem ter reparado, fiquei mesmo apaixonada pela zona da ria e dos moliceiros, daí grande parte das fotos ter esta zona como pano de fundo. É mesmo linda! 🥰🙈
| Deixem-me lá exibir mais um pouco o anel que ele é lindo! |
Este texto contém spoilers
Crescemos cercados de regras. Habituámo-nos a que fosse a sociedade a dizer-nos como comer, vestir, casar, amar e trabalhar. Em cada instante, houve sempre alguém pronto a orientar-nos com um: «Devias fazer assim…»
Se não estiverem ao serviço da felicidade, as nossas escolhas nunca vão fazer sentido. Este livro nasceu quando tomei a decisão de desistir de uma vida que não era minha. Despedi-me do emprego que tinha, viajei muito e fiz voluntariado internacional. Estas experiências permitiram-me descobrir que viver é muito mais do que acrescentar anos à idade.
Nestas páginas, procuro questionar, refletir e abordar o que são as nossas vidas numa perspetiva diferente. Mostrar que esta experiência no planeta Terra não tem de ser um martírio, bem pelo contrário. Hoje sei que, quando escolhemos o que nos faz bem, a vida começa a correr de outra forma. Está nas nossas mãos o poder de mudar e, nos nossos olhos, a capacidade de ver o mundo de uma forma diferente.
Desistir também é para os fortes, os que não aceitam menos do que merecem.
A culpa não é dos teus pais, professores, amigos, chefes, marido ou mulher. Assume a responsabilidade das tuas escolhas. Liberta-te das expectativas. Faz as pazes com o passado. Mantém-te presente e, sempre que sentires, não hesites. Os teus sonhos estão à espera que acordes, para os realizares.»
Identifiquei-me com alguns excertos do livro acabando por refletir no que estava a ler e de certa forma ajudou-me a interiorizar algumas lições de vida.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Porque este livro nos alerta para a importância de estarmos atentos a nós a ao outro. E de sermos capazes de, em conjunto, percorrer um caminho que conduza a uma vida plena…»
Trata-se de um livro super pequeno, de leitura fácil e envolvente apesar da sua temática realista e dramática. Em "A Lua de Joana" somos apresentados à história de Joana que perdeu recentemente a sua melhor amiga, Marta, para uma overdose. Todo o enredo baseia-se nas cartas que Joana escreve para a melhor amiga falecida na tentativa de colmatar a saudade e a mágoa.
Através dessas mesmas cartas, conta-lhe todos os acontecimentos do seu dia a dia. As coisas boas e menos boas. As suas aventuras, dúvidas e solidão.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Eu não quero estar aqui
Eu não quero estar assim
Sinto-me só contigo perto de mim
Não sou quem já soube ser
Não consigo entender
Sinto-me só mas, estou agarrada a ti
Quanto a mim, demorei imenso tempo a decidir se via ou não a série. A curiosidade acabou por levar a melhor sobre mim. Se demorei a ver os primeiros episódios, os últimos foram devorados tal era a ânsia de saber como iria terminar a temporada.
Para quem não conhece, o enredo baseia-se em centenas de jogadores falidos que aceitam um estranho convite para competir em jogos infantis. O prémio que os espera é tentador, mas apenas um poderá vencer, os restantes terão consequências fatais.
Digo-vos abertamente que achei a série macabra até dizer chega, mas os episódios finais foram de cortar a respiração, sobretudo quando tudo é revelado, desde a identidade do criador dos jogos ao apresentador dos mesmos. O criador apanhou-me totalmente de surpresa, já o apresentador era um dos meus palpites.
Claro que da forma como terminou a primeira temporada estou super ansiosa pela segunda para saber o que irá acontecer de seguida. Vou sempre achar a série estranha e de loucos, ainda assim, a curiosidade leva sempre a melhor sobre nós, certo? Tirando as cenas mais violentas e sangrentas, recomendo que vejam, sobretudo pela criatividade dos concorrentes para vencer cada jogo e viver mais um dia. Loucura à parte, a série está incrível.
| Timon... |
| ...e Pumba! |

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