Parece que foi ontem que entrei em 2018 apenas com o desejo de aproveitar bem o ano e ser feliz.
Ao contrário do que manda a tradição, desta vez não houve 12 passas, não pedi 12 desejos nem me pus em cima de uma cadeira. Tive uma passagem de ano romântica, tal como queríamos, e este ano, se Deus quiser, irei passar o ano na minha nova casa. Sim. Isso mesmo. Estou num processo de compra de um apartamento quase concluído, falta o resto da papelada.
Se 2017 foi horrível, 2018 tem-me compensado. Despedi-me de 2017 com esta frase "Se 2017 foi azarado, que 2018 seja abençoado"...e tem sido. 2018 tem sido mais do que eu podia pedir.
Não aproveitei tão bem o ano quanto queria, acho que temos sempre aquela sensação que nos faltou fazer algo, mas tem valido muito a pena. Acho que posso dizer que me sinto completa. Já merecia.
Não pensem que 2018 não teve as suas mágoas, as duas desilusões e testes mas mesmo assim, tem-me compensado por tudo.
Finalmente a vida está a compensar-me por todo o esforço e empenho que tenho feito.
Obrigada meu Deus, por me acompanhares sempre. 💗
Capítulo Um
2014
Até que ponto um acontecimento decorrido
há uma década pode ainda influenciar a vida de alguém no presente? Dinis sabia
a resposta para isso. Na verdade, naquele momento, talvez fosse a única
resposta que ele tinha da vida.
Passado tanto tempo ainda não percebera como
chegara àquele ponto. No fundo sabia, só não sabia ainda o que fazer com isso nem
com a sua vida. Continuava perdido como sempre tinha estado desde que perdera
tudo o que lhe era mais querido.
E ali estava ele, sentado em cima do capô
do jipe, que comprara por meia dúzia de tostões quando tirara a carta, sem
nunca desviar o olhar do panfleto que tinha nas mãos e do mar que se estendia à
sua frente.
Talvez se tivesse precipitado ao tomar
aquela decisão que agora o estava a consumir por dentro, mas o que o impedia? O
que lhe restava que o pudesse manter em casa? Precisava de um recomeço e quando
umas semanas antes aquele panfleto lhe caiu nas mãos, soube de imediato o que
tinha de fazer. Já nada o prendia ali. Não tinha nada nem ninguém que o fizesse
ficar.
O que lhe valia uma casa se eram apenas
quatro paredes? Uma casa no verdadeiro sentido da palavra, precisa que alguém a
habite e a dele, tal como ele próprio, estava vazia.
Fitou de novo a linha de horizonte e o mar
azul que se estendia para lá do que a vista alcança. Gostava de praia, embora
sempre tivesse vivido na confusão e na correria citadina ainda que num lado
mais pacato da cidade. Para além das férias de Verão, nunca vivera muito tempo
perto do mar mas ao olhar uma vez mais para o que o panfleto dizia, dentro do
seu coração soube que, de um forma ou de outra, encontraria ali o seu lar.
- Tens a certeza do que estás a fazer? –
Sobressaltou-se ao escutar alguém atrás de si.
- Não. – Respondeu Dinis, encolhendo os
ombros.
Francisco, Kiko para os amigos mais
próximos e um dos seus poucos amigos, acompanhara-o até ali, mesmo duvidando da
sua sanidade mental e do que ele estava prestes a fazer.
- Mesmo assim, vais embarcar nessa
loucura…- Constatou.
-Sabes porquê…- Dinis tinha uns olhos
tristes capaz de partir o coração a qualquer pessoa, mas nem o amigo nem
ninguém conseguiria tirar-lhe aquela ideia da cabeça. Puxou o fio de prata que
trazia ao pescoço para fora da camisa. Dele pendia um medalhão que pertencera à
mãe. Abriu-o, e pela milésia vez fitou os rostos nas pequenas fotografias que
trazia no interior. – É por eles. Preciso de saber. – Fez uma pausa. – Preciso
de saber para poder seguir em frente.
- Saber o quê, Dinis? Não há mais nada
para saber. Passaram-se dez anos, sabes tudo aquilo que descobriram e te
conseguiram dizer. Quando acabas com essa ideia maluca? Quando pões isso de
parte e procuras ser feliz?
- Quando souber a verdade, eu paro. –
Disse. Ninguém o entendia, nem mesmo o seu melhor amigo. Era uma luta sua e só
ele a poderia batalhar.
Era um facto. Quando descobrisse a
verdade, iria parar com aquela busca incessante que durava desde a adolescência
e já lhe custara tanto.
Kiko tentou conter-se, não querendo ser
indelicado, mas não aguentou, alguém precisava de pôr algum juízo na cabeça do
amigo..
- Morreram, Dinis. O que há para desvendar
nisso? Foi um acidente, tu sabes. Houve uma tempestade naquela noite, chovia
como um dilúvio… aconteceu, infelizmente. Mas não podes mudar nada, pára com
isso. Nem podes mudar o que aconteceu mais tarde com ela…
Dinis desferiu um valente pontapé num dos
pneus do jipe, interrompendo Kiko :
- Não, não posso mudar nada do que
aconteceu naquela noite nem o que aconteceu depois. Tens razão, eu sei, eu
estava lá e por isso sei que não foi um acidente. E a culpa também foi minha.
Deixou cair os braços ao longo do corpo,
derrotado, cansado do fardo que carregava há tanto tempo. Mas ele era apenas um
miúdo rabugento que naquela noite trágica tinha ido longe demais. Em parte, a
culpa tinha sido sua, das brigas que travava com a sua irmã mais velha no banco
de trás do carro e da pessoa que, no fundo, lhe tirou tudo, num abrir e fechar
de olhos.
Realmente, muita coisa pode mudar num
mísero segundo. E bastou isso mesmo, um segundo, para ele perder tudo. Mas não
era por causa dessa noite que naquele momento, ele estava ali, do lado de fora
dos portões do Perímetro Militar do Alfeite, mas sim pelo que veio depois.
Enquanto Dinis retirava o saco dentro do
jipe, Kiko chegou à conclusão que, embora se conhecessem desde os primeiros
anos de escola e de ele próprio ter sido um ombro amigo quando Dinis ficou
sozinho, este nunca lhe falara abertamente sobre o que realmente acontecera
naquela noite e isso deixava-o um tanto apreensivo.
- Ainda podes mudar de ideias, não? Vai
ser duro…
Dinis não deu sequer hipótese de Kiko
abrir a boca e dizer mais alguma coisa. Entregou-lhe as chaves do jipe, colocou
o saco ao ombro e despediu-se com um sorriso destroçado e o olhar vazio.
Quando já estava a alguma distância, Kiko
gritou-lhe:
- Mantém-te vivo! – Girou as chaves no
dedo indicador e abanou a cabeça. Aquele rapaz…esperava seriamente que se
voltassem a encontrar e de preferência, que voltasse em melhor estado do que o
estava a ver partir.
Dinis acenou-lhe com a mão no ar sem olhar
para trás, continuando a caminhar com passos decididos em direção aos portões
que agora se abriam para o deixar entrar, como se tivesse toda a certeza do que
estava a fazer.
Não, não sabia o que raio estava ali a
fazer, mas sabia que era o necessário. Precisava de recomeçar a viver,
precisava de disciplina e de aprender a focar-se. Precisava de conseguir ajudar
alguém, salvar alguém. Sobretudo, precisava de salvar a si próprio.
Sem que desse conta, percebia agora que
vivera a última década como se estivesse submerso debaixo de água, como se não
conseguisse respirar.
Esperou que os portões se fechassem, parou
e olhou para trás, batendo continência a Kiko, retomando de seguida o seu
caminho.
Mais adiante, ao ver chegar aqueles que
seriam os seus superiores, sem dó nem piedade dos novos recrutas como ele,
soube que aquela seria a sua casa durante os próximos tempos.
Apertou entre os dedos o medalhão que
trazia ao pescoço. Sabia porque ia, e sabia porque tinha de voltar. Era por
ela, apenas por ela.
Enquanto anda tudo maluco com o Halloween eu ando maluca pelo feriado que vem depois. Ando a rezar para que na Sexta-Feira possa fazer ponte e ter um fim-de-semana prolongado. 😁
Ainda não vi o filme A Star is Born mas já estou mais do que apaixonada por esta música! Quem mais? Já viram o filme? Vale a pena?
PRÓLOGO
2018
Era apenas mais uma noite de início de
Verão com um céu estrelado e uma lua enorme a refletir-se no mar. Poderia ser
uma noite normal se Dinis não estivesse acordado às duas horas da madrugada em
vez de estar a dormir. Mas verdade fosse dita; longe ia o tempo em que se daria
ao luxo de ter uma noite de sono decente.
Recostou-se na cadeira de baloiço que
instalara no alpendre não há muito tempo e deixou-se embalar pela melodia das
ondas a embaterem suavemente nas rochas na esperança que o sono chegasse.
Ao baixar o olhar para o colo, mal podia
acreditar no rumo em que a sua vida tomara num curto espaço de tempo.
Realmente, muito pode acontecer numa década, num ano, num mês, numa semana, num
dia, até mesmo num mísero e insignificante segundo.
Olhou para as mãos. Ainda as podia sentir
sujas de sangue. Ainda podia sentir o peso de uma arma nas mãos, as mesmas mãos
que agora seguravam um indefeso bebé. O seu milagre.
O seu bebé, que tal como ele, ainda não se adaptara a dormir uma noite inteira.
- Não consegues dormir ou não te deixam dormir?
– Perguntou uma voz doce atrás de si, trazendo-o de volta à realidade.
Dinis esboçou um sorriso forçado.
- Ambos. – Respondeu, olhando para o filho
já adormecido nos seus braços.
- Vem para a cama, amor. – Pediu ela.
- Ainda não. – Respondeu, fazendo sinal à
rapariga para se sentar na cadeira de baloiço ao lado da sua.
Por momentos, fitou a lua tão brilhante e
graciosa, tal como a pessoa que tinha ao seu lado.
- Lembras-te como tudo começou? –
Perguntou ele, num tom tão baixo que não passou de um sussurro.
- Claro que sim. Como poderia eu esquecer
o momento em que fui contra um marinheiro bonitão numa estação de comboios?–
Ofereceu-lhe um sorriso sincero e apaixonado.
Para ela a história de ambos começara
nesse momento, contudo, a própria história de Dinis começara muito antes de ser
atropelado por uma rapariga desajeitada carregada com uma mala de viagem numa
mão e na outra um monte de livros.
Naquele dia, tudo tinha mudado para ambos.
Fora ali, naquele momento, que se tinham apaixonado um pelo outro. Foi amor à
primeira vista. Contudo, nunca mais se voltaram a encontrar num tempo próximo.
A vida colocou-se entre eles. O tempo passou, outras pessoas cruzaram os seus
caminhos e mesmo assim, cinco anos depois, ali estavam eles. Juntos. Quando
tudo parecia improvável. Quando tudo parecia estar contra eles e ao amor que os
unia. Tinham resistido. Tinham sobrevivido a todas as lutas e desencontros que
o destino lhes impusera.
Fitaram-se durante algum tempo e no fundo
dos seus olhos azuis como o mar, ela pôde ver que, naquela altura, Dinis não
era apenas um marinheiro jovem e bonito que se encontrava a caminho de casa
para um fim-de-semana. Não. Dinis era muito mais que isso. E sim, agora ela
sabia exatamente onde começara a história de vida do rapaz por quem se tinha
apaixonado instantaneamente. Saber o que agora sabia, só a fez amá-lo ainda
mais.
-Vamos para dentro. – Pediu Dinis, passado
algum tempo. Sentia-se cansado, apesar
de saber que não adormeceria de imediato. Já se tinha habituado ás noites
curtas de sono, os hábitos antigos ainda prevaleciam na sua vida embora lutasse
contra isso diariamente.
Depois de voltar a deitar o filho no berço
junto à janela do quarto com vista para a imensidão azul que era o mar que se
estendia em frente à casa, por momentos deixou-se ficar a observar o peito do
bebé a subir e descer consoante a respiração.
Olhou por cima do ombro e viu a rapariga
deitar-se na cama que partilhavam. Sorriu para consigo mesmo, satisfeito por
todas as voltas que a sua vida tinha dado.
Olhou uma vez mais lá para fora, para o
céu estrelado, e no momento que uma estrela cadente riscou o céu negro, deu por
si a relembrar o passado e o dito segundo em que muita coisa pode acontecer ao
ponto de mudar uma vida inteira.
Depois de tanto tempo consegui, finalmente, chegar aos 300 seguidores! Mesmo sabendo que talvez metade já nem blog tem, é tão bom saber que o restante gosta de aqui vir ao The Choice. Espero que continuem a gostar e a voltar todos os dias.
Obrigada por fazerem parte deste meu pequeno mundo. 💗
Quem me segue a algum tempo sabe que sofro de ataques de pânico.
Embora desde o Verão não se tenha voltado a repetir, na altura senti necessidade de marcar uma consulta na psicologia. Queria aprender a controlar isso de forma a poder viver a minha vida sem ser atormentada por esses ataques que já me andavam a dar diariamente. É horrível. É como se tivéssemos um ataque cardíaco.
A consulta foi ontem. Nunca tinha ido a um psicólogo e estava curiosa se haveria algum sofá onde me deitasse e falasse das desgraças da minha vida. Mentira. É apenas uma consulta normal.
Fui para lá na expectativa que me fizesse bem, me ajudasse falar com alguém de fora, que não me julgasse e eu pudesse falar sobre tudo.
A psicóloga analisou apenas a parte dos ataques de pânico, disse-me que já me controlo muito bem e que não valia a pena lá andar a perder tempo porque a minha linha de pensamento está correcta. Do género, respirar com calma e dizer ao meu cérebro que está tudo bem quando me dá um desses ataques.
Mandou-me embora.
E fiquei eu na mesma com a sensação que me fazia bem de vez em quando conversar com alguém que me oiça, me dê atenção e me ajude.
Às vezes sinto que isso me falta. Alguém com quem possa conversar sobre as minhas coisas sem medo de ser julgada, ou que pelo menos, me oiçam realmente.
Ultimamente tenho ando mais por cá, como queria fazer, e tem sido tão bom voltar a ter aquela interacção com outros bloggers. Partilhar sobre qualquer coisa, trocar impressões e ideias.
Descobri novos blogs, trouxe mais conteúdos para cá e espero que desta vez seja para ficar, detesto deixar o The Choice ao abandono, por isso, vou trabalhar para que desta vez não haja pausas...embora às vezes essas pausas sejam necessárias para pôr-mos a cabeça em ordem e voltar melhores.
Bom, vamos ver o que sai daqui. Por enquanto aqui estou, mais dedicada ao meu espaço e sempre de braços abertos para receber a vossa visita! 😍
Depois de decidir que ontem seria a última apresentação que iria fazer, tive uma tarde maravilhosa e concretizei o objectivo que era ajudar a Constança! Consegui angariar 70€ que já foi entregue aos papás da menina com Síndrome de Rett que, mesmo sendo pouco, já ajuda em alguma coisa nas despesas médicas e necessidades.
Já ia com esta ideia na cabeça mas preferi guardar para o final...decidi estender a campanha de ontem até ao final deste mês. Por isso, a partir de agora por cada livro encomendado directamente comigo, 30% reverterá a favor da Constança.
Mas, quem é a Constança?
Como referi acima, a Constança é uma menina de 3 anos a quem foi diagnosticado uma doença rara, Síndrome de Rett. É uma daquelas doenças que não deviam de existir, simples assim. Não me vou alongar muito mas se pesquisarem, descobrem que é não é nada bom. Mas temos que ter fé e esperança.
E foi sobre isso que ontem a apresentação foi; sobre a esperança. Sobre a coragem e a força da família da Constança e das personagens do meu livro. Não foram tantas pessoas como gostaria mas mesmo assim valeu muito a pena e saí de lá de coração cheio!
Deixo então aqui algumas fotos da apresentação na Boutique de Chá, um espaço agradável em Almeirim.
Hoje os meus pais fazem 29 anos de casamento. Apesar de pelo menos uma ou duas vezes já quase se terem divorciado, continuam juntos passado tanto tempo. E nos tempos que correm é tão raro casais se manterem juntos ao fim de tantos anos.
Parabéns meus velhotes. 💕
«Acham que não é possível apaixonarmo-nos por alguém dito diferente?
Então venham!
Quero que conheçam o Cláudio (um adulto com paralisia cerebral, apaixonado pela vida), a Alice (uma adolescente com síndrome de Down, que com sorrisos enfrenta a vida, depois de todas as mil razões que esta lhe dera para chorar), o Samuel (um jovem adulto com esquizofrenia com grande espírito de perseverança), a Madalena (uma menina de treze anos, com síndrome de Tourette, mas com mil sonhos na mão) e a Maria Inês (uma adolescente com síndrome de Asperger, tremendamente apaixonada pela musicoterapia) – personagens fictícias das cinco histórias que o livro apresenta e que provam que o amor não tem forma ou feitio e que é das formas mais sinceras de se viver.
Entrem nas suas vidas e deixem-se encantar por todos os sorrisos e por todos os sonhos que envolvem esta ficção que absorve a realidade de que o amor sempre vence.»
Quando há uns meses atrás soube que a Carolina do blog Gesto, Olhar e Sorriso ia lançar o seu primeiro livro disse-lhe logo na hora que o queria comprar. Não é uma blogger que eu conheça há muito tempo, ou que (infelizmente) acompanhe muito, mas estava curiosa com a sua escrita e o seu dito livro.
Criaturas, digo-vos do fundo do coração, a miúda escreve tão bem mas tão bem! Até nos esquecemos que é uma simples pessoa como nós, passa bem por escritora conhecida internacionalmente. Sem exagero.
Agora, falando do livro em si... adorei! Li num ápice. É muito fácil de se ler e entender. Trata-se de cinco jovens, cinco histórias diferentes, de pessoas diferentes de nós mas tão especiais e únicas. Com este livro a Carolina arrumou a um canto todo o preconceito em que, infelizmente, a nossa sociedade vive. Acima de tudo, mostra-nos como pessoas diferentes de nós têm ainda mais e melhores sentimentos e intenções, sem maldade. Têm um coração puro.
Deixo aqui os meus parabéns à Carolina e a promessa que fico aqui à espera do próximo livro! Já estou na fila, miúda! 😁
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Há já mais de dez anos que Michael McCauley, um mediador de seguros, faz o mesmo trajecto casa-trabalho de comboio. Certa manhã, é abordado por uma estranha que lhe faz uma proposta duvidosa: em troca de 75 mil euros que encontrará na casa de banho da carruagem, ele terá de identificar um passageiro que supostamente não deveria ali estar. O tempo limite para essa missão esgotar-se-á assim que chegarem à paragem seguinte. Percebendo que não tem alternativa, Michael vê-se obrigado a aceitar. Numa corrida contra o tempo, vai-se deparando com pistas que lhe revelam que acabou de se transformar no protagonista de uma conspiração criminosa que coloca em perigo não apenas a sua vida, mas a da sua família e de todos os passageiros que viajam consigo…»
Apesar de adorar o actor e de esperar mais do filme, posso dizer que mesmo assim, gostei imenso. Cheio de acção e adrenalina. Recomendo!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Se há coisa que detesto e acho desnecessário é aquelas pessoas que vão para o ginásio para estarem a ocupar as máquinas, descontraidamente, enquanto mandam umas quantas mensagens durante imenso tempo. Há mais pessoas na sala, sim? Podem mandar mensagens noutro lado, sabiam?
Já não me lembrava das coisas que se apanha num ginásio, valha-me a Santa!
Ps. Se alguém desse lado faz o mesmo, por favor, tenham consideração pelas outras pessoas. 😁
É triste perceber que o que estes filmes retratam, pode bem acontecer na vida real se não mudarmos de atitude enquanto humanidade. Infelizmente, é uma questão de "quando" e não "se".
Gostei muito do filme, mas acho que podiam dar mais.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Mas à medida que crescem, os dois percebem que manter a sua proximidade é uma batalha árdua. E quando menos esperam, Ana e Miguel descobrem que o tempo acabou por engrandecer aquilo que sentem. Os sentimentos mudam, tornam-se mais fortes e explodem num amor desmedido e assolapado. “Ao teu lado” marca o regresso da romancista Ana Ribeiro com uma história de amor que é também uma ode às amizades verdadeiras. »
Finalmente consegui um tempinho para ler o livro da blogger Ana Ribeiro e posso dizer que adorei a história ao ponto de passar horas a ler e querer sempre mais tempo para poder saber o que viria depois e como acabava esta história de amizade e amor que começou muito cedo!
A história em si está linda e como disse à autora, só tenho pena que a editora não tenha aproveitado bem a sua história e deixa algo a desejar no que toca ao trabalho que lhes competia. Mesmo assim, recomendo!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Ex-agente das forças especiais norte-americanas, Robert McCall foi treinado para defender os mais fracos. Agora, decidido a deixar o passado para trás, trabalha num armazém sob anonimato e a sua vida é tranquila, com rotinas metodicamente controladas. Certo dia conhece uma jovem prostituta de quem fica amigo e com quem tem em comum o gosto pela literatura. Mas quando ela é encontrada entre a vida e a morte após ter sido brutalmente agredida por um grupo de criminosos, McCall sente acordar em si a pessoa que em tempos foi. Assim, apesar dos seus esforços para fugir a um passado em que a violência predominava, ele segue os responsáveis e mata-os sem misericórdia. É então que descobre que esses homens faziam parte de um perigoso "gang" controlado pela máfia russa e que, ao atacá-los, acabou de criar inimigos mortais...»
Depois de ter visto o segundo filme no cinema com o F., decidi que tinha de ver o primeiro e assim fiz. Adorei, embora preferira na mesma o segundo.
Quem já viu?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Aproveitem os portes grátis até dia 31 de Outubro!
Dia 1 de Novembro começa a campanha de Natal com oferta de uma lembrança (carteira bordada com carrinha pão de forma alusiva à capa do livro) e embrulho personalizado!
Escrever um livro era um dos meus muitos sonhos de adolescente, mas há uma vertente desse sonho que decidi desistir depois de mais uma tentativa falhada; dia 20 de Outubro apresento pela última vez "Tudo o que Sempre Quis".
As apresentações são importantes, pois são elas que nos levam a mais pessoas e sobretudo, leva o nosso livro a outros corações. Mas fazer apresentações sem público é mau...muito mau. Não foi por falta de divulgação ou de empenho da minha parte, mas sim falta de vontade das pessoas aderirem. Lá porque não me conhecem, porque não ir e ficar a conhecer?
Fiquei de rastos, sobretudo por não ser a primeira vez, mas sim mais uma de tantas.
Foi assim, naquele dia, que desisti de uma parte do meu sonho. Continuarei a escrever, ou pelo menos a tentar, mas quanto a apresentações, fico por aqui.
Olá criaturas, tudo bem?
Hoje trago-vos um convite. Preciso da vossa ajuda. Preciso de duas ou três pessoas que queiram ler o esboço do meu segundo livro para me darem a sua opinião! Aos interessados deixem um comentário ou enviem-me um email para aritacorreia.writer@gmail.com. Fico à espera!
Mais de um ano depois voltei a fazer desporto. Mais de 2 anos depois, voltei ao meu primeiro ginásio.
Quem já me segue a algum tempo sabe que no Verão de 2017 andei muito doente e só agora recentemente estou a voltar com a minha vida ao normal.
Voltar ao ginásio trouxe de volta as dores em tudo o que é parte do corpo, as nódoas negras que aparecem por magia, mas também um novo ritmo à minha vida. Um ritmo do qual eu já sentia muitas saudades.
Agora é, aos poucos, retomar a minha vida normal. Ah! E dar cabo das calorias das férias e das bolas de berlim!
Criei o blog em 2013, por aí. Teve vários nomes, vários posts sobre tudo um pouco.
Passaram-se cinco anos, a minha vida fartou-se de dar voltas e por aqui continuei, no meu pequeno mundo que me viu apaixonar pela primeira vez, viu-me sofrer imenso por esse amor, viu-me crescer e tornar no que sou hoje. Também é testemunha de fases boas e menos boas da minha vida, do meu dia-a-dia, e testemunha do meu amor pelo F., desde quase há um ano.
Por vezes penso em apagá-lo, deixar-me disto, afinal os blogs já não estão na moda, pouca gente lê realmente o que escrevemos... mas depois chego à conclusão que é aqui que tenho tantos pedacinhos de mim, de tudo o que vivi nestes anos, de tudo o que mudou desde então, e acabo por não me conseguir ver, realmente, livre do blog e de tudo isto. O The Choice já faz parte de mim, da minha vida e do meu dia-a-dia, tal como todos vocês.
«Katie Price é uma jovem de 17 anos que vive protegida dentro de sua casa desde a sua infância. Portadora de xeroderma pigmentoso, uma rara doença genética, a rapariga não pode expor-se à luz do sol. Mas tudo muda quando ela conhece Charlie e eles iniciam um romance de Verão.»
Mais um filme que vi, adorei, quase chorei baba e ranho e no final um deles morre. Não podiam ser ao menos felizes para sempre? Já sinto falta de finais felizes nos filmes que ando a ver ultimamente!
Quem já viu?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
2018
Sócrates
escreveu “Uma vida sem desafios não vale
a pena ser vivida” e ali estava eu, de frente com o maior desafio de toda a
minha vida e sem saber como iria terminar, sem saber o que me esperava para lá
daquelas duas portas metálicas do bloco operatório. Naquele momento, tive medo
do que viria depois. Tive medo que aquela fosse a última vez que via os meus
pais e despedir-me deles com um “até já”, custou-me muito mais por não saber se
realmente seria apenas um “até já” ou um “adeus”. Tive medo que aquela fosse a
última vez que saía da minha casa, do meu pequeno mundo, da minha bolha onde
nada de mal me poderia acontecer enquanto eu estivesse no refúgio das minhas
quatro paredes. No meu lugar preferido do mundo inteiro. Tive medo que não
pudesse terminar tudo o que tinha começado, medo de deixar tanto por fazer, por
dizer e uma vida ainda por viver.
Levada
pelo receio e por precaução, decidi escrever uma carta que mais tarde os meus
pais leram e me perguntaram “Porque a
escreveste? O que achavas que iria acontecer?”. O que eu achei que pudesse
acontecer? Achei que tudo poderia correr mal, e azarada como eu era, quase apostava nisso.
Só
mais tarde eu percebi que não era azarada coisa nenhuma, pelo contrário! Era
abençoada. Sortuda pela vida que levava, pelas pessoas que tinha ao meu redor e
pelas que tinham partido, mas continuavam presentes a cada passo que eu dava no
caminho da vida. Podia não ser a melhor pessoa do mundo, podia ter a minha
quota parte de erros cometidos, mas se naquela altura não tinha orgulho em mim,
hoje tenho. Tenho orgulho do que me tornei ao longo do tempo e aprendi a orgulhar-me
da pessoa que fui no passado, pois sei que sempre fui a melhor versão de mim
mesma, gostando disso ou não.
Sei
os obstáculos que ultrapassei, sei do quanto remei contra a maré, das vezes que
fui contra tudo e todos em nome do que eu acreditava. Em nome do que eu queria
para mim.
Lutei
pelos meus sonhos, pela minha vida e isso ninguém me pode tirar. Mas aos dezanove
anos eu não sabia disso, não sabia das lições que iria aprender nos anos
seguintes nem sabia o que me esperava.
Transpus
as portas metálicas que, mesmo sem lhes tocar, podia sentir a sua rigidez e
frieza só de olhar para elas.
De
repente, comecei a tremer, não sei se era frio ou nervos. Talvez ambos. Já deitada na maca nada confortável, colocaram-me
uma máscara sobre o nariz ao passo que um líquido frio correu pelas minhas
veias, pelo meu corpo todo, levando a minha lucidez para longe. Aos meus olhos
tudo se desfocou, como se estivesse a ser puxada para outro sítio que não ali, não
naquele ambiente frio e estéril típico de uma sala de operações.
As luzes brilhantes dignas de uma nave
espacial desapareceram, tudo desapareceu e o meu último pensamento foi: naquele
dia, pela primeira vez em dezanove anos, tive medo de morrer. Em simultâneo,
mais do que nunca, senti que não estava sozinha, tinha lá os meus anjos da
guarda.
Foi assim que tudo começou…
Espero que tenham gostado deste primeiro excerto do meu próximo livro!
«A sustentabilidade é um tema inescapável dos nossos dias. Mas precisamos de ter consciência de que não só o planeta Terra tem recursos limitados, mas também o "planeta" do cérebro. Estamos a esgotar a nossa mente ao ruminar perdas e mágoas, ao sofrer pelo futuro, ao preocupar-nos muito com a opinião das outras pessoas, ao ter a necessidade neurótica de mudar os outros e cobrar demais de nós mesmos e de quem está ao nosso redor. Ao agir assim, podemos ser ótimos para a empresa em que trabalhamos, mas tornamo-nos carrascos do nosso cérebro e da nossa qualidade de vida.
Em Gestão da Emoção, o psicoterapeuta e autor de best-sellers Augusto Cury ajudará o leitor a identificar o mau uso da emoção e o gasto desnecessário de energia, além de sugerir ferramentas para corrigir estes hábitos. Através de técnicas simples mas impactantes, ensina a trabalhar melhor a emoção e a expandir as habilidades vitais da inteligência.»
Li este livro há algumas semanas mas só agora me lembrei de o colocar aqui!
Apesar de ser leitura pesada, ajudou-me a pensar em várias coisas e a ter uma melhor atitude perante a minha vida e cérebro. Já leram?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Ben conheceu Ava aos sete anos quando ela estava de pé na entrada da sua garagem. À medida que o tempo passa, os dois viajam juntos através das estações da vida, até que ocorre uma tragédia que deixa todo o seu futuro em perigo.»
Sempre gostei de romances embora quase sempre acabe a chorar baba e ranho, o que não esperava é que este filme fosse uma bela história de amor que começa com duas crianças de sete anos e se prolonga pela vida toda. Claro que tinha de acabar em tragédia, mesmo assim, o gesto final do Ben teve um impacto tão grande!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Olá criaturas, tudo bem?
Hoje peço a vossa ajuda: que blogs me recomendam? Ando a precisar de atulizar a lista de blogs que sigo e procuro blogs novos e interessantes!
«Depois de inúmeros desastres naturais terem ameaçado o planeta, os lideres mundiais uniram-se para criar uma rede interligada de satélites para controlar o clima global e manter a humanidade a salvo. Mas agora, algo está errado – o sistema construído para proteger a terra está agora a atacá-la, e é uma corrida contra o relógio para revelar o verdadeiro problema, antes que uma tempestade mundial destrua tudo…e toda a gente.»
Andava há séculos para ver este filme e desta vez não me escapou. O ator principal é o mesmo de "Assalto a Londres" e "Assalto à Casa Branca", dois filmes que eu adorei, por isso, claro que tinha de ver este que retrata tão bem o que um dia nos poderá acontecer se não trabalharmos todos juntos como humanidade para proteger o nosso planeta de catástrofes maiores.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Quer queiramos quer não, teremos sempre aquelas pessoas na nossa vida que nos acham com cara de génio da lâmpada sempre prontos para "satisfazer os seus desejos". Digo isto no sentido de só nos verem quando precisam de algum favor, tirando isso, desaparecem do mapa e nunca mais dão sinal de vida. É como se esfregassem um bocadinho de graxa na lamparina o génio aparecesse para lhes conceder três desejos.
Juro, odeio pessoas assim, interesseiras. Que só precisam de mim para lhes fazer favores. A sério, não há gente pior, ainda mais quando isso vem dos nossos "amigos"...ou devo dizer supostos amigos?
Acho que preciso de fazer um detox de pessoas na minha vida.
«O MI7 sofre um ataque cibernético que expõe as identidades de todos os seus agentes no activo. As autoridades apenas encontram uma solução: restabelecer contacto com alguns dos agentes mais antigos. Entre eles está Johnny English, hoje um modesto professor de geografia, muito pouco habituado às novas tecnologias. Mas, cheio de vontade de salvar a agência, English vai mostrar o que vale ao aliar as suas competências únicas (e coragem inata) aos métodos inovadores usados pelos mais conceituados agentes secretos do mundo.»
Quando decidimos ir ao cinema ver o Jonhy English já sabia que ia rir até cair mas não esperava que fosse ainda mais que isso. Mal conseguia respirar! Só visto, mesmo.
Adorei. O eterno Mr. Bean nunca desilude. 😁
Avaliação The Choice: ★★★★★
Como assim falta pouco mais de dois meses para o Natal? Como assim o ano está quase no fim e ainda não fiz nada de mais? O tempo passa tão rápido!
Mesmo assim, espero que Outubro seja melhor que Setembro, me poupe um bocadinho as dores de cabeça e me traga tranquilidade já que Setembro foi uma correria pegada.
Um bom mês, criaturas! 😁
PS. Lado bom, Outubro tem um feriado já na próxima Sexta-Feira!!
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