«Playboy, milionário e mulherengo, Oliver Queen estava presumivelmente morto há 5 anos, quando um acidente de iate causou o desaparecimento dele, do seu pai, Robert e de Sara Lance, irmã da sua namorada Laurel . Mas Ollie sobreviveu e, preso numa ilha, aprendeu a lutar pela vida. De volta à civilização em Starling City, ele é um homem mudado e está decidido a honrar a memória do pai e livrar a cidade da corrupção. Disfarçado como Arqueiro, usa as habilidades que aprendeu durante o tempo na ilha para isso, e ao mesmo tempo precisa de esconder a sua nova identidade da mãe, Moira, da irmã, Thea e dos amigos.»
Esta é uma daquelas séries que me intrigou desde o início mas nunca me prendeu tanto como na 4ª temporada onde conhecemos um Oliver mais humano e preocupado com quem o rodeia.
Recomendo, até para quem não gosta de super-heróis.
Nos EUA: A decorrer / Renovada
The Choice: Em dia
«Apresentado dentro da segunda temporada de Arrow, Barry Allen ganha a sua própria série em The Flash. A série mostra a história de origem do super-herói, um detetive que passou boa parte da vida procurando respostas para a misteriosa e aparente sobrenatural morte da mãe, e que, depois de ser atingido por um raio e passar nove meses em coma, vê-se, ele próprio, com super poderes, enquanto deve continuar com seu dever de proteger a Central City dos vilões.»
A primeira metade da primeira temporada foi um tudo nada "secante" mas algures pelo meio tornou-se viciante, sempre com novos mistérios depois de resolver os antigos. Em cada novo vilão, surgia um pormenor novo sobre a vida de Barry Allen e a morte da mãe. Não quero dar spoilers, mas a atual temporada terminou com uma reviravolta gigante que irá mexer com toda a linha do tempo.
Nos EUA: A decorrer / Renovada
The Choice: Em dia
«Quando apenas heróis sozinhos não são suficientes... o mundo precisa de lendas. Tendo visto o futuro, um que ele precisa desesperadamente evitar que aconteça, o viajante do tempo Rip Hunter recebe a tarefa de juntar uma equipa heterogénea, composta tanto de heróis quanto vilões, que devem acabar com uma gigantesca ameaça — que coloca não apenas o planeta em risco, mas o próprio tempo. Será a equipa capaz de derrotar um inimigo imortal diferente de tudo que já foi visto?»
O que acontece quando heróis e vilões se juntam e têm de trabalhar em equipa? Nada de bom nem fácil de aceitar, mas quando o planeta e até o próprio tempo está em risco, vale tudo e Legend's of Tomorrow, apesar de não ser a minha série preferida dentro do género de super-heróis, mostra que as diferenças podem ser ultrapassadas e no final, até um vilão se pode tornar um verdadeiro herói.
«Kara Zor-El escapou do seu planeta, Krypton, durante sua destruição há anos. Desde que chegou à Terra, ela conseguiu esconder os seus poderes, os quais compartilha com o primo, o Super-Homem. Agora, aos 24 anos, Kara decide assumir as suas habilidades sobre-humanas e ser a heroína que sempre foi destinada a ser, o que nem sempre será fácil»
O que me levou a ver a nova série foi o facto de ter visto Smallville há alguns anos, mas fiquei tão desiludida ao princípio. Smallville seguiu uma linha totalmente diferente de Supergirl. Enquanto Clark Kent levou anos a aprender a controlar os seus poderes, Kara já chegou ensinada.
Sempre que falam no Super-Homem a primeira imagem que me vem à cabeça é do Tom Welling, Clark Kent em Smallville.
Ao fim de alguns episódios comecei a encarar a Supergirl como é, uma série totalmente autónoma sem qualquer ligação com o Clark Kent/Tom Welling, e até me conseguiu cativar com alguns mistérios e intrigas que foram surgindo.
A série esteve na corda bamba, foi quase cancelada pela emissora, mas felizmente a mesma "casa" de Arrow e Flash, recebeu de braços abertos a Supergirl, impedindo assim os fãs de terem um ataque de coração, não fosse o final de temporada intrigante como tudo!
«Quando apenas heróis sozinhos não são suficientes... o mundo precisa de lendas. Tendo visto o futuro, um que ele precisa desesperadamente evitar que aconteça, o viajante do tempo Rip Hunter recebe a tarefa de juntar uma equipa heterogénea, composta tanto de heróis quanto vilões, que devem acabar com uma gigantesca ameaça — que coloca não apenas o planeta em risco, mas o próprio tempo. Será a equipa capaz de derrotar um inimigo imortal diferente de tudo que já foi visto?»
O que acontece quando heróis e vilões se juntam e têm de trabalhar em equipa? Nada de bom nem fácil de aceitar, mas quando o planeta e até o próprio tempo está em risco, vale tudo e Legend's of Tomorrow, apesar de não ser a minha série preferida dentro do género de super-heróis, mostra que as diferenças podem ser ultrapassadas e no final, até um vilão se pode tornar um verdadeiro herói.
Nos EUA: A decorrer / Renovada
The Choice: Em dia
O que me levou a ver a nova série foi o facto de ter visto Smallville há alguns anos, mas fiquei tão desiludida ao princípio. Smallville seguiu uma linha totalmente diferente de Supergirl. Enquanto Clark Kent levou anos a aprender a controlar os seus poderes, Kara já chegou ensinada.
Sempre que falam no Super-Homem a primeira imagem que me vem à cabeça é do Tom Welling, Clark Kent em Smallville.
Ao fim de alguns episódios comecei a encarar a Supergirl como é, uma série totalmente autónoma sem qualquer ligação com o Clark Kent/Tom Welling, e até me conseguiu cativar com alguns mistérios e intrigas que foram surgindo.
A série esteve na corda bamba, foi quase cancelada pela emissora, mas felizmente a mesma "casa" de Arrow e Flash, recebeu de braços abertos a Supergirl, impedindo assim os fãs de terem um ataque de coração, não fosse o final de temporada intrigante como tudo!
Nos EUA: A decorrer / Renovada
The Choice: Em dia

«A série mostra a vida do Super-Homem quando ele ainda era apenas um adolescente, que nem imaginava os poderes que tinha. Em vez de lidar com vilões e proteger o mundo, Clark Kent terá que enfrentar a escola, as dificuldades de conquistar as raparigas e lidar com seus rígidos, porém amáveis, pais, enquanto o seu corpo passa por muitas mudanças — e nem todas elas relacionadas à puberdade: uma super-força, visão de raio-x... Mais forte e mais rápido do que qualquer outra pessoa, Clark não consegue entender porque se sente tão deslocado, principalmente na presença da bela Lana Lang, cujos pais foram mortos pela chuva de meteoros que o trouxe à Terra. E numa grande diferença em relação às outras histórias, Clark se torna amigo de seu futuro inimigo, Lex Luthor, após se encontrarem por acaso.»
Smallville foi muito mais que uma série de super-heróis. Contou a vida de Clark Kent desde que chegou à Terra e foi acolhido por um casal dono de uma quinta, até se tornar um jornalista comum e distraído, e Super Homem.
Clark era mais que um herói com capa, era um rapaz adolescente normal como todos os outros, excepto quando descobre os seus poderes e tem de os aprender a controlar guardando segredo de todos os seus amigos o máximo de tempo que conseguiu. Foi mais uma das séries com a qual cresci e vi os personagens crescerem e evoluírem ao mesmo tempo.
Para quem gosta de séries já com alguns anos, recomendo.

«A série mostra a vida do Super-Homem quando ele ainda era apenas um adolescente, que nem imaginava os poderes que tinha. Em vez de lidar com vilões e proteger o mundo, Clark Kent terá que enfrentar a escola, as dificuldades de conquistar as raparigas e lidar com seus rígidos, porém amáveis, pais, enquanto o seu corpo passa por muitas mudanças — e nem todas elas relacionadas à puberdade: uma super-força, visão de raio-x... Mais forte e mais rápido do que qualquer outra pessoa, Clark não consegue entender porque se sente tão deslocado, principalmente na presença da bela Lana Lang, cujos pais foram mortos pela chuva de meteoros que o trouxe à Terra. E numa grande diferença em relação às outras histórias, Clark se torna amigo de seu futuro inimigo, Lex Luthor, após se encontrarem por acaso.»
Clark era mais que um herói com capa, era um rapaz adolescente normal como todos os outros, excepto quando descobre os seus poderes e tem de os aprender a controlar guardando segredo de todos os seus amigos o máximo de tempo que conseguiu. Foi mais uma das séries com a qual cresci e vi os personagens crescerem e evoluírem ao mesmo tempo.
Para quem gosta de séries já com alguns anos, recomendo.
Nos EUA: Terminada
The Choice: Terminada
«Captain America: Civil War continua de onde Avengers: Age of Ultron parou, com Steve Rogers liderando a nova equipa de Vingadores em seus contínuos esforços para salvaguardar a humanidade. Depois de mais um incidente internacional envolvendo os Vingadores resultar em severos danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de prestação de contas e um órgão para determinar quando se deve recorrer aos serviços da equipa. O novo acordo provoca alguns desentendimentos nos Vingadores, enquanto eles tentam proteger o mundo de um novo e nefasto vilão.»
Se não sabem ficam a saber que adoro filmes da Marvel, nomeadamente os Vingadores. Não sei explicar porquê, apenas me cativam e até me esqueço de quão longo costuma ser estes filmes.
Na verdade, é um daqueles filmes de super-heróis, muita porrada e acrobacias um tanto cómicas. Desta vez até o Homem-Aranha e o Homem Formiga se juntaram à festa.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Não podia ter recebido melhor presente de aniversário. Fomos campeões...tri-campeões, mas mesmo que não o fôssemos, o Benfica merecia na mesma uma festa à medida do trabalho que fizeram nesta época.
Se o Sporting jogou bem? Sim, jogou. Tiveram uma época como já não tinha há anos, mas não digam que tivemos sorte. Mereceram a Taça pela belíssima recuperação depois de já ninguém dar nada pelo Rui Vitória. A verdade é que nem eu dava, mas lá conseguiu acertar a coisa. O que mais gosto nele é o facto de ser um grande treinador e acima de tudo humilde, ignora as bocas do J.J como em desprezo e desvalorização sobre o que dizem sobre o nosso Benfica.
A minha mãe disse "se um dia for a um jogo em que o JJ lá esteja, seja por onde for, tenho de passar ao pé dele com uma saca de pedras". Ela detesta o Sr. Pertante (Portanto, em língua de devorador de pastilhas)
Digam o que disserem, o SLB é grande! Rumo ao 36 e adiante.
«Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente reescrita.»
Não me vou dar ao trabalho de voltar a ver o filme e chorar baba e ranho uma segunda vez. Pouco me lembro do filme mas o livro sem dúvida que conseguiu ser mais brutal, cru e um pouco divertido, até certo ponto.
Mais palavras para quê? Já devem conhecer a história de trás para a frente,há séculos, eu é que só agora tive o prazer de encontrar este livro na biblioteca da Santa Terrinha.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
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| 13/05/1993 |
Parabéns a mim e aos maravilhosos pais que sou sortuda em ter.
Lembram-se de vos dizer que tinha novidades para contar sobre o dia hoje? Bem, presentes de aniversário; um samsung grand prime de mim para mim, com uma ajudinha da mãe, e bilhete para a final no Estádio da Luz, do pai. Yeeeey ^^
Sou uma péssima blogger, eu sei. Fora alguns post's de imagens, partilha de livros e filmes, mal tenho aqui vindo.
A verdade é que, para além de andar sem tempo, ando sem vontade, sem inspiração e sem nada de novo para contar. Que fixe, hã? Estes dias Invernosos também não dão com nada.
Enfim.
Sexta faço anos!! :P E apesar de já saber o que vou receber como presente não me importo nem um bocadinho porque se correr tudo como tenho imaginado, vai ser o melhor aniversário da minha vida.
Conto-vos tudo Sexta Feira 13 Uhhhhhh ^^
«Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com cancro em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura numa sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e procura vingança contra o homem que destruiu sua vida»
Deadpool é mais do que se pode esperar. Já tinha ouvido falar tanto do filme que as minhas expectativas estavam no máximo, foram superadas e ainda mais um bocadinho.
É um daqueles filmes divertidos e impossíveis até dizer chega mas ao mesmo tempo consegue ensinar alguma coisa, como a frase final «Não precisas de ser herói para conseguir a rapariga. A rapariga certa despertará o herói em ti» Fogo quero um homem destes...mas que numa frase de 5 palavras não diga 4 asneiras.
E para mim é esse o ponto negativo no filme; muitas, mesmo muitas, asneiras.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Austrália. O mapa de uma ilha secreta. Duas ilhas misteriosas na Grande Barreira de Coral.
Um espião que segue Os Primos, Ana,Maria e André, e os amigos, enquanto estes ajudam uma ambientalista aborígene a desvendar um estranho caso de animais desaparecidos. A investigação leva-os de Londres e Sydney, à misteriosa Ilha da Arca de Noé e à floresta tropical de Daintree, onde se cruzam com animais surpreendentes e perigosos e sobem rios infestados de crocodilos, até uma nova pista os conduzir à savana.
Utilizando mitos e lendas do aborígenes australianos - a mais antiga civilização do mundo - os jovens acabam por deslindar um enigma que divide investigadores e historiados há quatro séculos: quem foram os primeiros europeus a chegar à Austrália? Muitos ainda pensam que foram os ingleses, com o capitão Cook, mas enganam-se. Passando por aventuras repletas de suspense e riscos incríveis, os nossos exploradores intrometidos encontram finalmente a prova que faltava e que todas procuravam...»
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«De um jovem sonhador na Ilha da Madeira a craque do Real Madrid e três vezes eleito o melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, um atleta talentoso e obsessivo pela vitória, ganha o seu documentário definitivo nesse filme dos mesmos realizadores de Senna e Amy»
Bom, primeiro que tudo, para quem é fã do CR7 este filme é imperdível.
Eu não sou fã dele. Pode jogar muito bem, trabalhar para isso etc, mas quando vejo o Ronaldo a jogar vejo uma pessoa cheia de mania e egoísta que joga mais sozinho do que em equipa. É a minha opinião, cada um tem a sua
Mesmo assim tinha curiosidade em ver o filme e vi. Apanhei uma seca descomunal durante 1.30h mas vi até ao fim e percebi que ele está certo quando admite que só pensa em ganhar seja o que for, onde for.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Depois das quatro amigas terminarem o colégio, cada uma toma um rumo diferente na vida, e já não estão sempre juntas como costumavam estar. Apesar das mudanças nas suas vidas, elas vão precisar umas das outras para superar alguns problemas pessoais. Lena (Alexis Bledel) sofre com os desencontros amorosos, Tibby (Amber Tamblyn) tem medo de se entregar as pessoas e à felicidade, Bridget (Blake Lively) passa por conflitos familiares e Carmen (America Ferrera) enfrenta mais mudanças na sua vida. Para juntar a isso, quem sofre com a ignorância das raparigas é as calças da Irmandade, que elas acabam por perder. Mais uma vez as calças vai unir as 4 amigas, que se juntam para procurá-la.»
Apesar do enorme salto temporal no segundo filme, continuo a gostar mais do primeiro. Talvez por neste as 4 amigas se distanciarem demasiado umas das outras e acabar por faltar ali qualquer coisa essencial. No fundo, é realista, no fim de contas as amizades são mesmo assim com altos e baixos, distância etc, mas elas acabam por estarem lá umas para as outras estejam onde estiverem e independentemente de quantos km's terão de fazer para ajudar uma das amigas.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Tibby (Amber Tamblyn), Lena (Alexis Bledel), Bridget (Blake Lively) e Carmen (America Ferrera) conhecem-se desde bebés, já que as suas mães faziam aula de aeróbica juntas. Elas nasceram no mesmo mês e cresceram juntas, tornando-se grandes amigas. Agora com 16 anos, estão prestes a separarem-se pela 1ª vez, já que Bridget, Lena e Carmen irão viajar nas férias de Verão.
Numa ida às compras antes da separação encontram umas calçcas de ganga que, estranhamente, cabe perfeitamente em todas elas. As amigas decidem comprá-la e iniciar uma irmandade em torno das calças, acreditando que ela seja mágica pelo fato de se adequar aos corpos diferentes que possuem.
São definidas regras para o uso das calças, sendo que uma delas é que cada uma das amigas poderá usá-la durante uma semana.»
Há 4 anos, durante a recuperação da minha operação li os livros destas 4 amigas. Foram-me emprestados e não sabia bem o que esperar mas acabei por gostar imenso.
Apesar de já não me lembrar bem dos livros, sei que os filmes dão sempre saltos temporais enormes, mesmo assim, gostei do filme que escolhi para o serão de ontem.
É divertido ao mesmo tempo que nos ensina grandes lições com uma miúda de 12 anos, Bailey, que não aparece na sinopse mas acaba por se tornar amiga forçada (já que não a larga) de Tibby na ausência das suas 3 amigas.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Dizem que hoje é Segunda-Feira...outra vez. Agora todas as semanas é isto!
Devia pensar que aqui, Quinta-Feira é feriado municipal, mas ainda estou na dúvida se penso que o patrão dará ou não o dia à malta... nunca sei quando brinca ou fala a sério. :P
PS: Faz exactamente hoje um ano que estive por um triz de perder a Kiki, a Sra Dona Gata Parideira que foi obrigada a uma cesariana (acabou por ser castrada, tanto melhor)... desde então, nunca mais me preocupei com contraceptivos para o raio da bicha.
Abril foi bom, na medida do possível, mas chegou a altura de lhe dizer adeus e deixar Maio entrar.
Para além de ser o mês do meu aniversário, Maio é de todo, o meu mês. Pelo sol, pelo calor que ainda é suportável (assim esperamos) e pelos dias maiores.
Hoje seria o dia que faria 35 meses com aquela dita-cuja-pessoa e em Junho seria 3 anos. Mas a vida -ou nós - assim não quis. Talvez tenha mesmo sido o melhor.
Passando à frente. Hoje é também o dia da Mãe, mas a meu ver, o dia da Mãe é todos os dias. Sendo assim, para todas as boas mães, um Feliz Dia. E para aquelas que abandonam os filhos ou estão a marimbar-se para eles, um bom dia também.
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