Mais uma semana começa! Desta vez, o último dia de Setembro amanheceu friorento e repleto de nevoeiro que nem vejo as árvores do quintal do vizinho da frente. Será desta que o calor vai embora? Please...já tenho saudades dos dias de Outono, do sofá, da TV e de uma manta quentinha em cima de mim.
Uma boa semana para vós!
«Sempre vivi a vida, profissionalmente e pessoalmente, como uma escola constante. O que estou aqui para ensinar? O que estou aqui para aprender? O que posso ensinar depois de aprender? O que posso aprender depois de ensinar?
É com estas perguntas que André Fernandes nos lança na leitura do seu segundo livros. 25+ A Vida é uma Escola é o conjunto de principais aprendizagens feitas pelo autor, neste seu primeiro quarto de vida.
Dividido em três grandes áreas - Poder, Espiritualidades e Amor - o livro promete reflectir e fazer reflectir diferentes tópicos da Vida.
Dividido em três grandes áreas - Poder, Espiritualidades e Amor - o livro promete reflectir e fazer reflectir diferentes tópicos da Vida.
25+, porque nenhuma vida se encerra neste 25 anos de ensinamentos. Haverá sempre mais.
Na nossa, na dos outros. Na de todos.»
Depois de ler Tia Guida também da autoria do André, fiquei na dúvida sobre o final do livro, mas assim que comecei a ler 25+ vi a minha dúvida esclarecida.
25+ aborda diversos temas comuns a todos os jovens e não só, acabando também por nos ensinar algumas coisas e reforçar outras aprendizagens que, quase de certeza, todos já temos quer já tenhamos completado 25 anos, ou não. Aprofunda também a recta final da luta contra o cancro da tia Guida e foi aí que entendi o que tinha ficado pendente no primeiro livro. Acima de tudo, também é um livro sobre o amor. O amor próprio e pelos outros. Sobre a amizade, as aprendizagens ao longo da vida e a realização de sonhos. Porque quando sonhamos e queremos muito uma coisa, temos mais probabilidades que o sonho vire realidade.
Gosto muito da escrita do André, adorei o primeiro livro que li dele e agora também gostei imenso deste. Mas admito, para mim, nenhum livro bate Tia Guida, por diversos motivos. São dois livros que recomendo, sem dúvida, e fica o desejo de um dia poder trocar dois dedos de conversa com o autor.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Na nossa, na dos outros. Na de todos.»
Depois de ler Tia Guida também da autoria do André, fiquei na dúvida sobre o final do livro, mas assim que comecei a ler 25+ vi a minha dúvida esclarecida.
25+ aborda diversos temas comuns a todos os jovens e não só, acabando também por nos ensinar algumas coisas e reforçar outras aprendizagens que, quase de certeza, todos já temos quer já tenhamos completado 25 anos, ou não. Aprofunda também a recta final da luta contra o cancro da tia Guida e foi aí que entendi o que tinha ficado pendente no primeiro livro. Acima de tudo, também é um livro sobre o amor. O amor próprio e pelos outros. Sobre a amizade, as aprendizagens ao longo da vida e a realização de sonhos. Porque quando sonhamos e queremos muito uma coisa, temos mais probabilidades que o sonho vire realidade.
Gosto muito da escrita do André, adorei o primeiro livro que li dele e agora também gostei imenso deste. Mas admito, para mim, nenhum livro bate Tia Guida, por diversos motivos. São dois livros que recomendo, sem dúvida, e fica o desejo de um dia poder trocar dois dedos de conversa com o autor.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Acredito na existência de uma força superior a todos nós. Karma, destino, Deus...o que lhe quiserem chamar. Não acredito em sorte nem em coincidências, acredito que tudo o que acontece, seja bom ou menos bom, tem um motivo e uma lição para nos dar. Acredito também que tudo o que damos, um dia volta para nós...a chamada lei do retorno.
Depois de tudo o que (sobre)vivi e aprendi nos últimos meses, anos, não esperava realmente a volta que a minha vida deu nas últimas semanas. Pelo menos, não esperava que acontecesse nesse exacto momento, já que estava totalmente fora dos meus planos. Mas a verdade é que aconteceu no momento certo e ao mesmo tempo, quando menos esperava, afinal "as coisas boas vêem com o tempo, e as melhores, de repente."
Não foi por sorte, não foi coincidência, foi o que tinha de ser, o que estava destinado a ser e posso dizer que tenho vivido as melhores semanas da minha vida. No fim de contas, precisamos de tão pouco para sermos felizes, assim saibamos reconhecer isso mesmo e acima de tudo, sermos gratos.
Gratos pela vida, pelo amor, pelas coisas boas que a vida nos presenteia de vez em quando, e pelas coisas más que também nos tira, porque quando não é para nós, quando em nada nos acrescenta, que sentido tem permanecer?
Que sejamos gratos, por tudo isso e pelas pessoas boas que nos rodeiam. Que fazem o nosso dia valer a pena só com um sorriso. Que fazem o nosso mundo girar ao contrário com aquele simples abraço, aquele beijo apaixonado. Gratos por quem esticamos a mão e lhe pegam, dispostos a caminhar connosco, lado a lado, pelos trilhos da vida. Eu sou muito grata por isso, sabiam? Mais do que alguma vez fui, porque finalmente descobri o sentido da minha vida, a minha missão. Mais do que isso, descobri o que precisava para ser feliz, e repito, precisamos de tão pouco para o ser!
O que nos faz mal? Não interessa nem um pouco. Sempre ouvi dizer que "quem tem luz própria incomoda quem vive na escuridão."
Em 2004 Veronica Mars estreou a sua primeira temporada que se baseou em grande parte, em volta do assassinato da sua melhor amiga Lilly Kane. Na altura, era uma das minhas séries preferidas devido ao mistério que envolvia a morte da Lilly, interpretada pela Amanda Seyfried.
Três temporadas depois, já em 2007, a série chegou ao fim e em 2014 estreou o filme que foi uma espécie de continuação do que tinha ficado pendente com o cancelamento da série.
Sendo sincera, já nem me lembro como terminou a série, mas acho que há coisas que deviam ficar como estavam e Veronica Mars é uma delas. Em 2018 foi especulado uma nova temporada da série e já este ano, estreou a 4ª temporada na Hulu. Apesar de adorar a atriz que dá vida a Veronica, tendo até acompanhado outros projectos dela, esta temporada foi um grande tiro no pé, sobretudo no último episódio. Era escusado. Toda esta temporada, por muitas saudades que eu e os fãs tivessem, era escusada. Está interessante, sim, mas fiquei com a impressão que foi algo forçado ao longo dos 8 episódios que completaram a temporada. Na verdade, só mesmo o último episódio me prendeu completamente ao ecrã por todo aquele mistério, mas o fim era dispensável!
Se vai haver uma 5ª temporada? Não faço ideia. Acho que preferia "des-ver" a 4ª, quanto mais...
Como consequência dessas mudanças e também por andar cansada do passado, decidi fazer uma limpeza geral no facebook e no instagram. Removi amizade com várias pessoas, desde aquelas que aceitava pedido de amizade só porque sim, até àquelas pessoas que, em poucas palavras, não interessam a ninguém. Deixei de seguir imensos instagram's assim como eliminei seguidores. Ficando apenas com bloggers, amigos próximos e familiares.
Precisava disso. Precisava de ter um pouco de privacidade e não ter tanta gente cusca a dar fé de tudo. Até de número de telemóvel eu mudei.
Claro que uma das pessoas que removi do facebook deu por minha falta e ainda me pediu satisfações. Disse-lhe que apenas tinha feito limpeza geral e tinha eliminado muitas pessoas por necessidade minha. Compreendeu? Não! Começou aos bitaites e eu sem paciência nenhuma para adultos piores que crianças, disse-lhe meia dúzia de coisas. Claro, eu é que sou má e invejosa e blá blá blá. Nunca invejei ninguém, muito menos a pessoa em questão, mas compreendo que a minha vida seja mais interessante que a dela, para ter ficado tão ofendida por não poder cuscar as minhas redes sociais...
Acho que estou a envelhecer rápido ou a minha paciência para certas infantilidades é made in China.
«"Não me lembro do dia exacto, nem da hora exacta, mas lembro-me exactamente de como me senti.
Despertei. Peguei no telefone e digitei o número que pretendia. A chamada estava estabelecida. Estava prestes a receber notícias que ansiava receber há já alguns dias. Mas nem por um segundo equacionei a hipótese de serem tão negras como aquelas que recebi naquele dia. Cancro. Sim, tinha ouvido bem. Cancro."»
Há um tempo atrás, tinha parceria com a editora Chiado, à qual pedi delicadamente que me enviassem, se possível, um dos livros do André. Nem resposta, nem livro. Passado alguns meses decidi tentar a minha sorte directamente com o André. Expliquei-lhe a situação com a Chiado e ele enviou-me os seus dois livros para eu ler, dar a minha opinião e divulgar o seu trabalho. Obrigada, André!
"Tia Guida" foi o seu primeiro livro, pelo menos, até onde sei, e devo dizer que está...incrível. Não há medida para o amor que ele nutria pela sua tia Guida, nem há medida pela dedicação que lhe deu até mesmo - e sobretudo - na doença. Eu senti o que ele estava a sentir. Há 12 anos atrás o meu avô morreu de cancro. Durante os dois anos anteriores, vi-o morrer devagarinho, cada dia mais um pouco. Antes disso, anos antes, vi-o lutar e vencer um cancro no estômago sem grandes mazelas. Mas o segundo foi pior em todos os níveis e levou-mo.
Apesar do tema delicado, adorei este livro, adorei a escrita do André e confesso que só quando peguei no seu segundo livro "25+ A vida é uma escola" é que realmente percebi que a Tia Guida tinha, efectivamente, falecido. Digo isto porque o final do livro levou-me a pensar que ela teria ganho a luta, por ser um final muito repentino e pouco explorado, talvez até tenha a sua lógica.
Leiam algo do André, vão gostar, aposto!
Avaliação The Choice: ★★★★★
Sou do tempo de cantores como o Miguel e André, os Maxi (do Anjo Selvagem), dos Milénio, dos DZR'T, dos 4Taste, dos Blue, do Daughtry, do David Archuleta, do FF e outros tantos que não me correm agora à mente. Aquela música do Miguel e André que na escola primária cantava em plenos pulmões com umas quantas amigas: "Nada, eu sem ti não sou nada, eu sem ti não sei viver, vem me amar de madrugada..." WTF? Pitas! Enfim... nessa altura era uma romântica e não sabia. 😁
E vocês? Que banda/cantor marcou a vossa infância/adolescência?
«Deu de caras com ele e percebeu, naquele instante, que estava perante alguém que iria mudar a sua vida. Muitas vezes, basta um instante para percebermos se alguém vai ou não ter impacto nas nossas vidas. Bastou uma troca de olhares para saber que queria ser dele para sempre - ou, pelo menos, até que algo os separasse, porque, não sendo ingénua, sabia que havia sempre algo a separar duas pessoas que se querem. Na verdade, há sempre alguma coisa a separar duas pessoas e, na maioria dos casos, é o facto de não se quererem da mesma forma. Quantas vezes teremos a sorte de querer alguém que também nos queira?»
Confesso que este é um daqueles livros que comprei sem pensar muito. Apesar de ter lido algumas passagens do livro nas redes sociais da autora, esperava que fosse uma história corrida e não pequenos textos com apenas dois ou três diálogos.
A autora tem uma boa escrita, ainda que um pouco repetitiva, o que é pena. Também achei as letras muito pequeninas e tive alguma dificuldade em ler até mesmo com os óculos.
Conhecem? Que acharam?
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Na primeira semana a morar na casa nova fiquei doente, cortei um dedo, queimei a língua e mais umas quantas aventuras de quem estava a aprender a cozinhar e a fazer tudo sozinha. Chegava à cama de rastos todas as noites. Era só deitar a cabeça na almofada e adormecia instantaneamente.
As primeiras semanas foram boas, era tudo uma novidade. Mas rapidamente comecei a arrepender-me de sair de casa dos meus pais. Comecei a sentir-me sozinha, chorava todas as noites e sentia um enorme vazio dentro de mim, no fim de contas, já sabia que tinha sido um erro. Começaram as discussões constantes por fazer tudo sozinha e precisar de me zangar para ter alguma ajuda. Passava os fins de semana a limpar a casa, tratar da roupa, cozinhar e mal tinha tempo para mim e para o que eu gostava de fazer. Enquanto isso, o dito cujo passava os fins de semana fechado no escritório a jogar no computador. Para mim, ele estar em casa ou não era igual, não o via. Senti-me tão ignorada que comecei a desligar-me dele por completo. Sentia-me usada. No fundo, só precisava de mim para lhe dar uma casa? Para lhe fazer tudo, comida, lavar roupa etc? Só me procurava quando queria algo mais e comecei a entrar num estado depressivo por não falar com ninguém sobre o que estava a acontecer. Não queria ouvir "Bem te avisei", então sofri calada, no meu canto.
Viver com alguém já é uma situação de stress até encontrar-mos o equilíbrio, mas viver com alguém com quem não há diálogo é mau demais. Qualquer relação precisa de diálogo, é a falar que as coisas se resolvem. Não, eu falava. Ele olhava para o teto, não dizia uma palavra e chegou a assobiar-me na cara enquanto tentava conversar com ele sobre a nossa situação. Estava farta. Para mim chegava.
Chegava daquela vida de merda e triste.
No dia em que me disse por mensagem que se ia embora até respirei fundo. Mas ele estava a testar-me. Vi isso nos seus olhos quando chegou a casa, foi almoçar e foi dormir a sesta como se aquela mensagem não tivesse existido. Quando lhe disse "Não te ias embora? Mas vai hoje ainda!" eu vi o seu ar chocado. Devia esperar que chorasse e implorasse para que ficasse, mas o tiro saiu-lhe pela culatra e admito que até o ajudei a fazer as malas para sair mais depressa.
Fiquei com a sala vazia, só com o sofá. O escritório ficou reduzido apenas à minha cadeira e secretária.
Quatro meses depois de morar-mos juntos a nossa história tinha chegado ao fim, e depois de tudo o que sofri, depois de tudo o que vim a saber mais tarde ( e que pena tive eu não saber na altura que andava metido com a ex, nesse caso a casa nem tinha existido sequer.), desejei nunca sequer o ter conhecido.
Estava tudo terminado. Chegava ao fim as mentiras e enganações.
Ainda bem que a casa estava apenas em meu nome, estão a ver? Resolvi o que tinha a resolver e fiz questão de o apagar da minha vida.
Hoje, depois de dois meses e pouco a morar sozinha, tenho a minha casa completamente mobilada. Falta apenas algumas decorações mas tudo a seu tempo. Depois de todo o sofrimento, hoje sou uma pessoa mais feliz. Aprendi a estar sozinha, a ter as minhas rotinas e voltei a ser uma pessoa melhor, pois deixei de ter aquela sombra negra a pairar sobre mim, a deixar-me triste e deprimida.
Pela menos aquela história estava encerrada e fiz questão de, não só virar a página, mas de queimar o livro todo.
Como referi num post anterior, a minha prima mais velha está grávida de um menino, o baby M.! E ainda não estou em mim desde que os papás me convidaram para ser madrinha da cria. Madrinha... eu...pela primeira vez na vida! Ai que felicidade. 💗
«Em Darker, E L James revisita a história narrada em As Cinquenta Sombras Mais Negras, mas do ponto de vista de Christian Grey. Desde o lançamento de Grey, que os fãs têm pedido pela continuação da série através da voz de Christian.
"O interior da cabeça de Christian Grey é um local fascinante para se estar. Em Grey tivemos um primeiro vislumbre da razão dos traumas de Christian, mas em Darker vamos mais fundo, ficamos a conhecer as suas memórias mais dolorosas e os encontros que o tornaram no homem quebrado e exigente por quem Ana se apaixona. Escrever este livro foi uma jornada de descoberta, e espero que os leitores a vejam assim tão apelativa como eu achei", afirmou E L James.»
Esta é uma saga que já nem precisa de apresentações!
Apesar de achar desnecessário a publicação do livro "Grey" e agora "Mais negro" (uma vez que a história é a mesma dos livros anteriores, apenas narrada na primeira pessoa pelo Christian), decidi ler na mesma. Não me recordo se nos livros anteriores isso aconteceu mas neste reparei que tem imensas gralhas, nomes trocados e letras que se evaporaram, o que é uma pena. Mesmo assim, gostei de relembrar a história destes dois maluquinhos apaixonados e viciados em sexo que não conseguem tocar-se, nem um simples abraço, sem que acabem enrolados.
Admito que não tenho qualquer intenção de ler mais obras da E.L.James, a menos que as 50 sombras de Grey venham a ter uma nova continuação. Não sei, só não me cativa para tal.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Faz em breve um ano que a decisão de comprar casa foi tomada. Hoje, admito que foi uma decisão tomada um pouco em cima do joelho, como se costuma dizer. Na altura pareceu ser um passo certo a ser dado, mas também, tudo parecia certo e no final, não era.
Em Setembro começámos a ver casas alugadas e depressa percebemos que eram mensalidades exorbitantes por um simples T2. Então, decidimos comprar. Seria uma coisa nossa e a mensalidade ao banco era bem mais pequena.
Em Outubro vimos aquela que é hoje a minha casa e deu-se início ao processo de compra. Apareceram tantos entraves que eu poderia ter entendido que o Universo me estava a dar sinais para não avançar com a compra. Primeiro, precisávamos de fiador. Visto que os pais do meu (ex) namorado não podiam ser fiadores devido a terem problemas com o banco, teve de ser o meu pai. A custo, lá aceitou. Depois, a casa não podia ser comprada por nós os dois, apenas por mim e pelo meu fiador. Foi uma guerra aberta. Lá por portas e travessas consegui a casa. No final de Novembro assinei a escritura com o meu pai. Confesso que quando peguei na caneta para assinar ainda pensei duas vezes. Lembro-me de pensar "Onde me fui meter?". Hoje, dado o que aconteceu, no meio de tudo, agradeço a Deus por a casa ter ficado apenas no meu nome. Afinal, é o meu cantinho. Agora, apenas meu. Se tivesse ficado em nome dos dois seria mais tremenda uma dor de cabeça.
Nesse mesmo dia comecei a tratar de tudo; da instalação da água, luz, gás etc. E comecei também a levar a tralha do meu enxoval para a casa nova. Sentia-me em casa. Senti-me em casa no momento que a visitei pela primeira vez.
É um espaço acolhedor com roupeiros enormes e uma luz natural maravilhosa. OK, não é a minha casa de sonho, mas é o meu refúgio, o meu lugar preferido. A longo prazo, um dia talvez possa trocá-la pela minha casa de sonho, por agora, chega-me perfeitamente.
Comecei a ir para lá aos fins de semana limpar tudo de cima a baixo. Pouco tempo depois montámos a árvore de Natal e foi uma das primeiras situações que me magoaram logo. Devia ser um momento a dois, decorar a nossa árvore de Natal pela primeira vez na nossa casa. Esqueçam! Tudo o que eu fazia, o menino desfazia e fazia à maneira dele. Odeio isso.
Antes do Natal tivemos de fazer obras na casa de banho, já que alguns azulejos na zona do duche estavam a cair. Mais tarde, quando tiver hipóteses para isso, irei remodelar toda a casa de banho. O forno, o esquentador e a placa a gás tiveram de ser substituídos. Mais um problema.
Passámos lá a passagem de ano, dormimos num colchão de ar no chão da sala, junto à lareira. Quando recebi o subsídio de Natal fomos ao IKEA e comprei o quarto completo e as estantes para os meus livros. Mais tarde vieram a mesa pequena da cozinha e duas cadeiras. Foram fins de semana inteiros a montar coisas do IKEA; posso dizer que fiquei com um curso de montagem.
Poucas semanas depois, levei a minha secretária de casa dos meus pais para a minha e aos poucos também o escritório começou a ficar composto, faltando alguns pormenores. Os fins de semana começaram a ser passados lá em casa, ansiosa pelo dia que nos mudaríamos definitivamente. A minha avó paterna decidiu dar um cheque a cada uma das netas e no meu caso disse-me "Toma filha. Compra o colchão para a cama."
Ao fim de três meses o apartamento estava minimamente mobilado e no dia 14 de Fevereiro de 2019 mudei-me permanentemente para aquela que seria a minha nova casa. Achava que estava a começar a melhor fase da minha vida, a fase mais feliz com alguém que eu amava e julgava que também me amava. Na verdade, estava apenas a entrar num pesadelo em que nunca mais acordava.
Na terceira temporada de 13 Reasons Why a questão é "Quem matou Bryce Walker?" Devo dizer que, todos os pobres coitados tinham algum motivo para o fazer, alguns mais que outros, mas não esperava que o assassino fosse...quem foi! Todos eram suspeitos, era um facto. Mas não sei se acho justo o assassino sair impune. Isso faz com que as pessoas pensem que podem fazer qualquer coisa, até matar com colega, que não serão castigados. Mas algo me diz que na quarta e última temporada da série o verdadeiro assassino vai ser descoberto pela polícia, e a ver pelos minutos finais do último episódio, acho que vai dar m*rda.
Ao longo da temporada podemos ver um Bryce totalmente diferente, disposto a ajudar os outros sem pedir nada em troca, embora tenha sempre aqueles seus momentos típicos de menino rico. Ver que o fulano afinal tinha coração quase me fez sentir pena pela morte da sua personagem...ênfase no quase.
Contudo, no geral, senti-me perdida no primeiro episódio por causa dos saltos temporais constantes, mas lá consegui apanhar o fio à meada.
Acho que a série está apenas a arrastar-se sem qualquer motivo. Vão acabar por estragar tudo. O que começou com um suicídio está a mudar para um rumo totalmente diferente e nem todos os fãs - como eu - estão a gostar disso.
Está previsto apenas mais uma temporada, veremos se até lá não estragam o resto...
Já agora, sou a única que fica ainda mais deprimida ao ver um episódio da série? Nem sei se é suposto ajudar os jovens a passar por aquelas situações ou deixá-los ainda pior, sinceramente.
Quem já viu a nova temporada? Que acharam?
PS. Não posso negar que todo o enredo está bem feito, sobretudo o último episódio.
Dia 31 de Agosto de 2019 foi o dia que o Fernando Daniel deu a conhecer uma nova música. Deixem-me dizer que eu esperava qualquer coisa menos esta música. Porra, é muito.
Arrepio-me sempre que a ouço, não carregasse ela um significado tão grande e um amor sem medida por alguém que partiu, no caso dele, o avô.
Depois da música "Memória" que faz parte do seu primeiro álbum, esta é a minha preferida de todas. A sério, não consigo parar de a ouvir.
«Eu, por mais que eu tente entender
A falta que fazes aqui
Nunca vou conseguir
E nas promessas, que eu faço para te lembrar
É quando eu consigo sonhar,
Com tudo o que foste p'ra mim
É nos meus dias maus
Quando já não sei quem sou
Tento gritar ao céu
Para que me possas ouvir
E é nos meus dias bons,
Que gostava de te falar,
Para veres onde eu estou
Onde eu consegui chegar
É verdade,
Morro de saudade,
De te ter aqui,
É verdade,
Morro de saudade,
Mas eu sei que estás aí,
A olhar por mim
A olhar por nós
Vais comigo p'ra todo o lado
E é no meu peito
Que eu te tenho levado
Eu, eu segui os teus conselhos
Lutei por aquilo que quis,
E muito devo-te a ti
É nos meus dias maus
Quando já não sei quem sou
Tento gritar ao céu
Para que me possas ouvir
E é nos meus dias bons,
Que gostava de te falar,
Para veres onde eu estou
Onde eu consegui chegar
É verdade,
Morro de saudade,
De te ter aqui,
É verdade,
Morro de saudade,
Mas eu sei que estás aí,
A olhar por mim
A olhar por nós
Ai se eu pudesse,
Trazer-te de volta,
Nem que fosse só mais uma vez
Ai se eu pudesse
Trazer-te agora,
Nem que fosse só por uma hora…
É verdade,
Morro de saudade,
De te ter aqui,
É verdade,
Morro de saudade,
Mas eu sei que estás aí,
A olhar por mim
A olhar por nós»
Setembro é quase uma segunda versão de Janeiro: um mês de recomeços e de queimar os últimos cartuchos dos últimos meses do ano.
Depois do mês de Agosto atribulado e cheio que tive, tanto de bom como de mau, entrei em Setembro com uma nova determinação e uma nova esperança. Esperança em mim mesma. Tenho imensos planos para este mês e os próximos, espero realizar todos os meus objectivos, contudo, por agora resta-me viver um dia de cada vez e desejar que este seja um mês em grande. Cheio de coisas boas e muita calma neste coração.
Depois do mês de Agosto atribulado e cheio que tive, tanto de bom como de mau, entrei em Setembro com uma nova determinação e uma nova esperança. Esperança em mim mesma. Tenho imensos planos para este mês e os próximos, espero realizar todos os meus objectivos, contudo, por agora resta-me viver um dia de cada vez e desejar que este seja um mês em grande. Cheio de coisas boas e muita calma neste coração.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


Social Icons