No entanto, Alice estava longe de imaginar as consequências que essa decisão iria trazer para a sua vida, principalmente depois de se apaixonar por Rodrigo.
Agora tinha mais uma difícil decisão em mãos: enfrentar o passado, ou viver este novo amor que, depois de ter apagado parte das suas memórias, poderia não passar de uma mera ilusão…
O autor bestseller Raul Minh’alma, líder dos tops nacionais de vendas, traz-nos um romance arrebatador onde nos explica como fazer de um fim um novo começo e de uma perda uma grande conquista.»
Avaliação The Choice: ★★★★★
Chegou ao fim mais uma temporada de uma das minhas séries preferidas: Grey's Anatomy. Se por um lado a série já começa a ficar desgastante, por outro posso dizer que, para mim, esta foi a melhor temporada de sempre, ou pelo menos dos últimos anos.
Como seria de esperar, abordou o tema covid-19 ao longo de toda a temporada e vimos alguns personagens entre eles a Meredith a passar muito, muito mal por ter sido mais uma vítima do vírus. Contudo, no tempo em que esteve em coma (juro que pensei que ela fosse morrer, acreditam??) andou espiritualmente a vaguear por uma praia onde foi reencontrando alguns dos personagens mais queridos e falecidos como Derek, Lexie, Mark, George, DeLuca...Bem, esse foi um dos momentos que mais me partiu o coração sobretudo por ser tao inesperado: a morte do DeLuca! Não estava nada à espera que fosse sair do elenco, muito menos desta forma tão brutal.
Quem também apareceu para reacender a chama com o ex-namorado foi a April. Jackson deixou assim também o elenco tendo o seu final feliz com aquela que sempre foi o seu grande amor e com a filha de ambos.
Foi uma temporada repleta de sorrisos, lágrimas e muitas emoções para todos os gostos. Houve espaço para tudo, até para o casamento repentino de Maggie com o Winston's. Mais uma vez, Owen pede Teddy em casamento (será desta?) e para variar, ou não, Amelia estraga a sua relação com o Link quando recusa o seu pedido de casamento. Já anteriormente, a personagem dava sinais de não estar confortável na relação, sobretudo quando Link falava em terem mais filhos. Já estava mesmo à espera que a mulher fizesse das suas!
Para finalizar em grande e fechar a 17ª temporada com a chave de ouro, Meredith voltou ao trabalho passados alguns meses de recuperação e torna-se chefe dos internos, tendo assim a porta aberta para inspirar novos médicos e trazer de volta a trama inicial da série que girava em volta dos internos.
Tudo indicava que esta poderia ser a última temporada da série, daí ter sido tratada e escrita como sendo um possível fim. Felizmente, foi renovada por mais uma temporada. O futuro se verá.
Quem mais continua a adorar Grey's Anatomy, por mais que os anos passem e por vezes se torne tão "mais do mesmo" ?
Este texto contém spoilers
Vale dizer que, como seria de esperar, para adaptar cerca de 700 páginas em tão poucos episódios houve imensos cortes, mesmo assim até gostei e viu-se bem.
Achei os cenários exteriores fracos, mas por outro lado, devo admitir que fizeram um esforço para criar algo tão teatral (ainda que se note bem que se trata de algo muito falso) que se parecesse com Lisboa naquela data.
Nem só das histórias de amor dos Maias vive o romance mais completo e brilhante de Eça de Queirós. É também uma verdadeira crónica de costumes, retratando, com rigor fotográfico e muito humor, a sociedade lisboeta da segunda metade do século XIX.»
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Numa noite nebulosa de verão, onze pessoas partem de Martha's Vineyard a bordo de um jato privado rumo a Nova Iorque. Dezasseis minutos após a descolagem, o avião mergulha no oceano. Há apenas dois sobreviventes: Scott Burroughs, um pintor desconhecido e fracassado, e um menino de quatro anos, agora o único membro de uma poderosa família do ramo das telecomunicações.
Ao longo de capítulos que alternam entre o rescaldo da tragédia e as histórias de vida de cada um dos passageiros e membros da tripulação, vai-se aprofundando o mistério em torno do acidente. Estranhas coincidências acabam por apontar para uma conspiração.
A riqueza e o poder de alguns dos passageiros geram as teorias mais variadas sobre a queda da aeronave. Será que tantas pessoas influentes morreram por mero acaso? Ou terá sido por vingança?
Enquanto Scott se confronta com os efeitos da inevitável exposição mediática subsequente à tragédia, as autoridades tentam apurar a verdade sobre o acidente.
Um thriller apaixonante, de leitura compulsiva, que nos leva a refletir sobre a natureza humana, o destino e os laços intrincados que nos unem uns aos outros.»
Avaliação The Choice: ★★★★★
Antes de vos mostrar as fotos, deixo-vos um breve resumo da história deste monumento maravilhoso com uma vista panorâmica de cortar a respiração.
Em 1936, a ideia de construir o Monumento a Cristo Rei foi transmitida ao “Apostolado de Oração”, que a acolheu entusiasticamente. Para ser Nacional, o Monumento precisava de aprovação e cooperação de todos os Bispos Portugueses. Tal sensibilização aos Bispos é conseguida, sendo proclamada oficialmente na Pastoral Colectiva da Quaresma de 1937.»
Antes de vos mostrar as fotos, deixo-vos um breve resumo da história deste monumento maravilhoso e repleto de história dos nossos Templários.
«O Convento de Cristo é a denominação atribuída a um conjunto de edificações históricas situado na freguesia de São João Baptista, cidade de Tomar, Portugal. O início da sua construção remonta a 1160 e está intimamente ligado aos primórdios do Reino de Portugal e ao papel então desempenhado pela Ordem dos Templários, onde tinha a sua sede portuguesa, tendo subsequentemente sido reconfigurado e expandido pela herdeira Ordem de Cristo.
Construído ao longo de centenas de anos por alguns dos mais importantes mestres e arquitetos medievos a trabalhar em território nacional, este conjunto arquitetónico inclui edificações diversificadas, quase todas de notável relevância patrimonial, podendo destacar-se o castelo e a Charola templária, os claustros quatrocentistas, a igreja manuelina e o convento renascentista. A sua configuração presente reflete as sucessivas funções a que se destinou e as tipologias arquitetónicas dos períodos históricos em que foi edificado. Nele podemos encontrar elementos tipicamente românicos, góticos, manuelinos, renascentistas, maneiristas e do chamado estilo chão.
"Compêndio de arte, e compêndio de história", ao Convento de Cristo estão estreitamente ligadas muitas figuras maiores da história de Portugal. Desde logo o mestre Templário Gualdim Pais, verdadeiro fundador da cidade de Tomar; o Infante D. Henrique, responsável por uma importante fase de reconversão e expansão do convento; D. Manuel I, que mandou erigir a igreja quinhentista, verdadeiro Ex libris do estilo manuelino; D. João III, que implementou uma radical refundação da Ordem de Cristo e do próprio convento, ali projetando as suas preferências arquitetónicas; Filipe II de Espanha, que prolongou o programa construtivo do reinado de D. João III e aí realizou as cortes que o reconheceram como rei de Portugal.
O Convento de Cristo destaca-se como um dos mais importantes conjuntos monumentais existentes em território português e encontra-se classificado como Monumento Nacional e como Património Mundial.
Convento de Cristo é denominação que geralmente identifica um importante conjunto arquitetónico que inclui o Castelo Templário de Tomar, a Charola templária e igreja manuelina adjacente, o convento renascentista da Ordem de Cristo, a cerca conventual (ou Mata dos Sete Montes), a Ermida de Nossa Senhora da Conceição e o aqueduto conventual (Aqueduto dos Pegões).»
«A deslumbrante Katelyn Morrison, também conhecida como «Katie», herdeira da cadeia de hotéis Morrison, parece ter tudo para ser feliz. Mas quando no casamento do irmão se confronta com Dean Prescott - o único homem que realmente amou -, Katie percebe que alguma coisa falta na sua vida. Então, o destino traça o seu caminho quando alguém abandona à porta de sua casa, envolvida num cobertor, uma bebé adorável. Uma carta comovente da mãe acompanha a menina, chamada Savannah, e perturba Katie, que decide ficar com ela até descobrir a identidade dos pais.
Katie está ocupada com a criança e a última coisa de que precisa é de Dean... sobretudo quando a sua presença vem acordar sentimentos ela pensava já estarem esquecidos.
Dean sabe que Katie lhe está a mentir acerca da bebé e que não deve continuar a sofrer, mas não consegue ignorar a sua necessidade de proteger Katelyn, ou o seu desejo de estar perto dela.
Com o mistério que envolve a criança-surpresa em vias de resolução, Katie e Dean ainda terão uma segunda oportunidade para serem felizes?»
Posso dizer que adorei o enredo e acabou por ser uma agradável surpresa literária com um toque de humor pelo meio não fosse Katelyn aquela típica rapariga milionária a quem tudo acontece.
Além de abordar o amor romântico entre um antigo casal, aborda também a história de uma bebé que é deixada a porta da Katie ao lado de uma carta onde a mãe biológica lhe pede para cuidar e amar a sua filha já que ela não o consegue fazer.
Confesso que comecei a farejar qualquer coisa ao ler a carta. Teria de ser alguém que sabia que Katie não podia ter filhos e ainda suspeitei que a menina fosse filha do irmão dela, Jack. Mas à medida que Dean se foi intrometendo na vida de Katie e da bebé Savannah, comecei a suspeitar de outra coisa que não vou revelar para não dar spoiler.
Deu para perceber o crescimento das personagens ao longo do livro, a forma como se tornaram mais adultos e responsáveis, ainda que fosse uma mudança subtil, reparei nela e agradou-me.
Adorei mesmo a história da Katie, terminei o livro de coração cheio e feliz por lhe ter dado finalmente uma oportunidade.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Errar, superar, aprender e recomeçar. É assim que devemos levar a vida.»
Para começar, Maio foi aquele típico mês montanha russa, mas em simultâneo foi tudo exatamente o que eu esperava para poder seguir em frente. Bati no fundo novamente, nem a meditação ajudava. Pedi ajuda médica para a depressão e neste momento estou bem. Tenho seguido à risca a medicação e os passeios que tenho feito assim como as pessoas que tenho na vida tem me ajudado muito a superar tudo isso.
Passei de ver tudo em tons de cinza para voltar a ter alegria e ver tudo colorido à minha volta. Ando mais calma e com mais energia para o trabalho. Passei uma semana a trabalhar em Tomar depois de ter desistido do meu sonho, contudo, com a medicação certa e algumas aprendizagens pelo meio, percebi que ali não era o meu lugar. O meu lugar, a minha casa, seria sempre a minha "empresa", a minha marca então...recomecei. Tive o apoio do meu mais que tudo e da minha família a quem não agradou muito as minhas viagens diárias para Tomar. Felizmente, dessa semana pude retirar muitas lições e trouxe muita coisa boa comigo, acima de tudo, trouxe muita determinação em recomeçar e manter a minha microempresa, desta vez com um sócio que já era meu colega de trabalho há alguns anos.
Foi um enorme passo para os dois, mas ambos sabemos que foi o mais acertado e veio no momento certo, sem tirar nem pôr.
Pelo meio, foi o meu 28º aniversário e nesse dia senti mesmo um virar de página, um encerrar de capítulo senão mesmo o fechar de um livro e um abrir de outro com páginas em branco à minha espera para escrever nelas a minha história a partir de agora. Foi um dia simples, mas feliz.
Na verdade, apesar de tudo, Maio foi gigante, parecia não ter fim, mas como disse, foi necessário. Ajudou-me a sarar feridas antigas, a clarear a mente e a recomeçar.
Quanto a filmes, mais uma desgraça...vi apenas "Tom e Jerry". Contudo, para balançar a situação, viajei até ao Alentejo, Nazaré, Tomar e Arrábida.
Não só o miradouro estava com uma fila de quilómetros como parámos na praia errada e só nos apercebemos disso depois de uma descida enorme. Por ali passámos o dia já que ali estávamos numa praia chamada Creiro que eu desconhecia totalmente e jurei não voltar devido às pedras dentro do mar que magoam imenso os pés. A água estava gelada como esperava, ainda assim foram mergulhos que souberam pela vida! Adorei a paisagem, a companhia, tudo!
Como o miradouro estava à cunha, parámos noutro ponto para tirar mais algumas fotos. Quando o plano sai furado, improvisa-se, o que interessa é que chegámos a casa de coração cheio e baterias recarregadas para mais uma semana de trabalho intenso.

















































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