Cinema em Casa 2023
Ao contrário de 2021 que vi 25 filmes e de 2022 que vi 17, em 2023 vi apenas 15. 🤦🏻♀️ Não é que não goste, simplesmente acabo sempre por escolher ler um livro em vez de passar o tempo na companhia de um filme. A lista de filmes que quero ver não pára de crescer, mas a lista de livros é sempre maior...e mais importante para mim.
Bom, o lado positivo é que pelo menos os poucos filmes que vi gostei muito de todos, uns mais do que outros, mas ainda assim, no geral, gostei de todos.
Ora vejam.
Bom, o lado positivo é que pelo menos os poucos filmes que vi gostei muito de todos, uns mais do que outros, mas ainda assim, no geral, gostei de todos.
Ora vejam.
Vale dizer que muitos destes filmes têm a review aqui numa gaveta no The Choice à espera para sair. 🙈 Sozinho em Casa é aquele clássico anual que não pode faltar, e vá lá que era para ter revisto todos eles...mas enfim, decidi que se fosse ler faria melhor uso do meu pouco tempo livre. 🤭
Claro que tenho aqui os meus favoritos que guardo com muito carinho na mente e no coração como; Teen Wolf, Em Que Pensam os Gatos, After: Depois de Tudo e Dog: A Aventura de Uma Vida.
Ok! Grand Turismo também me fascinou imenso, sobretudo por conhecer o jogo que lhe deu origem.
Ok! Grand Turismo também me fascinou imenso, sobretudo por conhecer o jogo que lhe deu origem.
Conhecem alguns dos filmes listados acima?
«Depois de anos a viver no limite e a percorrer em alta velocidade as mais desafiantes estradas do mundo, Dominic Toretto optou por uma vida tranquila ao lado de Letty, com quem se casou e com quem teve um filho. Mas essa felicidade é ameaçada por Dante, o vingativo filho do narcotraficante Reyes, que outrora Dom e o seu grupo de amigos se viram forçados a eliminar. Obcecado, Dante tem um único objectivo em mente: destruir tudo o que o nosso herói construiu, começando pela sua família e amigos mais próximos.»
Há muito que Fast & Furious deixou de fazer sentido para mim a partir da morte do ator Paul Walker. Contornaram a sua ausência recorrendo à tecnologia e a um dos seus irmãos, mas sejamos sinceros, não é a mesma coisa. Ainda assim, não podia deixar de ver o filme mais recente dos adeptos do tunning e do drift racing. Queimar pneus e asfalto, certo?
Neste que é o décimo filme de Dominic Toretto, temos como vilão Dante, quem eu associo sempre como o super-herói Aquaman. Verdade seja dita, o Jason Momoa tem tanto jeito para herói como vilão e fez um belíssimo papel em Fast X. Interpretando o filho do traficante Reyes, é vingativo, tem sede de sangue e está disposto a tudo para destruir quem eliminou o seu pai.
Contextualizando, em Fast & Furious 5, Dominic e restante equipa, derrotaram o traficante brasileiro Hernan Reyes e destruíram o seu império numa ponte no Rio de Janeiro. Até agora, desconheciam o facto de Dante ter testemunhado tudo e que passou os últimos anos a planear como iria fazer Dom pagar por isso, terminando assim com a vida tranquila que Dom leva com Letty e o filho desde que decidiram assentar e deixar as estradas para trás.
Entre Los Angeles, Roma, Brasil, Londres, Portugal e Antártida, novos aliados serão forjados e velhos inimigos irão voltar. Mas quando o próprio filho de Dom é o alvo de Dante, tudo muda.
Filmado parcialmente em Portugal e com a atriz portuguesa Daniela Melchior no elenco, Fast X pode até ser mais do mesmo, mas ainda assim consegue colar-nos ao ecrã quanto mais não seja pela curiosidade em saber como irá terminar o confronto entre Dante e Dom.
Entre músculos, pneus derretidos na estrada e carros que voam, Fast X é o prólogo do que ainda está por vir. Resta-nos esperar por 2024 – se tudo correr bem com as filmagens – para conhecer-mos o fim da estrada.
Avaliação: ★★★★★
«Os irmãos Mario e Luigi, de ascendência italiana, vivem em Brooklyn (Nova Iorque), onde trabalham como canalizadores. Certo dia, durante um serviço de reparação de uma conduta de água, são sugados por um tubo e transportados para o Reino Cogumelo, um universo paralelo governado pela Princesa Peach. Sem saber do paradeiro do irmão, Mario vai ter de aprender a sobreviver naquele lugar, adquirindo capacidades bizarras mas que serão grandes mais-valias para destruir os planos de Bowser, um verdadeiro vilão que tenciona dominar o mundo. »
Super Mario dispensa apresentações, certo? Quando soube que ia estrear o filme a minha criança interior deu pulos e cambalhotas de alegria. É caso para dizer que fiquei tão encantada que já tenho o jogo para a Nintendo – embora os níveis sejam super complicados!
Nesta adaptação para o cinema, Mario e Luigi vivem e trabalham em Nova Iorque como dois canalizadores desastrados e passam o tempo a arrancar-nos gargalhadas com as suas atrapalhações. Enquanto Mario e Luigi tentam levar a sua empresa de canalização a bom porto, o pai de ambos desvaloriza, acreditando ser um sonho impossível.
Ferido com as palavras do pai, quando uma conduta de água rebenta em Brooklyn, Mario vê a oportunidade perfeita para mostrarem a todos que são os melhores canalizadores. É durante a reparação da conduta de água que são sugados por um tubo gigante que os transporta para o Reino Cogumelo, um universo paralelo governado pela Princesa Peach. Sem saber do irmão, Mario tem de aprender a sobreviver naquele lugar estranho ao mesmo tempo que descobre como adquirir super poderes que o ajudam a destruir os planos do vilão Bowser que tenciona dominar o mundo, e tenta salvar a Princesa e Luigi.
Mas é quando os dois universos colidem – o real e o Reino do Cogumelo – que Mario e Luigi terão de pôr as suas capacidades à prova e tornarem-se os heróis que todos precisam que eles sejam.
Num filme de animação repleto de aventura, Super Mario Bros leva-nos de volta à nossa infância ao mesmo tempo que nos faz rir até doer a barriga e nos ensina a poderosa lição de nunca desistir dos nossos sonhos, por mais desvalorizados que sejam por outras pessoas. Se para nós faz sentido, se para nós importa, então vamos correr atrás disso. Dia após dia.
Avaliação: ★★★★★
«Um mal terrível surge, e os lobos uivam mais uma vez. Apenas um lobisomem como Scott McCall pode reunir novos aliados e amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que já enfrentaram.»
Teen Wolf será sempre uma das séries da minha vida. Viciei por completo nos anos em que decorreu, apaixonei-me pelas personagens, chorei, sofri, ri... por isso, quando no início deste ano o filme foi lançado não podia mesmo deixar de ver.
7 anos após a conclusão da série, o filme chega para nos dar uma breve continuação e um desfecho ainda melhor. Não quero dar spoilers mas malta, esperei anos para ver o regresso de uma das personagens que eu mais gostava e que tão injustamente morreu no decorrer da temporada 3.
Em Teen Wolf: O Filme, 15 anos se passaram desde que Scott deixou Beacon Hills. Atualmente, dirige um abrigo de animais em Los Angeles e está solteiro depois da sua relação com Malia ter falhado. Lydia trabalha numa empresa em São Francisco e também terminou o seu relacionamento com Stiles depois de ter uma visão recorrente da morte dele num acidente de carro. Desde então, que não usa os seus poderes de banshee. Derek, Malia e Peter dirigem agora uma oficina de onde o filho de Derek, Eli, rouba constantemente o jipe abandonado de Stiles.
Quando uma nova ameaça paira sob Beacon Hills, Scott é forçado a regressar a casa quando, tanto ele como Lydia e Chris, começam a ter visões de Allison o que os faz pensar que a sua alma está presa e não consegue seguir em frente sem a ajuda deles.
Reunindo os velhos amigos e os novos aliados, Scott tem de derrotar novamente um perigoso inimigo e salvar o amor da sua vida, mesmo que ela teoricamente esteja morta e já não se lembre dele nem de ninguém.
Com um enredo de prender o fôlego, Teen Wolf levou-me uma vez mais ao abismo com tantas reviravoltas, mortes inesperadas e personagens que voltaram dos mortos. E aquele final? Meu Deus... aquele final despedaçou-me o coração para o unir novamente quando o derradeiro desfecho que eu esperava aconteceu.
Um filme intenso e magnífico que os fãs da série não podem perder, de todo!
Avaliação: ★★★★★
«O Gato das Botas aprendeu à sua custa o preço da coragem sem limites e do total desprezo pelo perigo: das nove vidas que lhe foram atribuídas, já só lhe resta uma. Aconselhado pelo médico a cuidar da sua saúde, agora bastante fragilizada, junta-se a Kitty Patas Fofas e ao seu amigo Perro e segue em busca de algo que lhe possibilite recuperar as vidas perdidas. Agora, as suas acções têm outro peso e os riscos tornaram-se muito mais ameaçadores – o que, verdade seja dita, acrescenta um pouco mais de sabor às aventuras.»
O Gato das Botas é conhecido pelas suas tropelias e aventuras, mas confesso que não me lembro de alguma vez ter visto os filmes, talvez em desenho animado quando era pequena. Seja como for, para iniciar o Cinema em Casa edição 2023 já bem depois do início do ano, o escolhido foi Puss in Boots: The Last Wish. Bom, uma vez que este é o segundo filme escusado é dizer que vou ter de ver o primeiro para perceber melhor a história do gato mais aventureiro que conhecemos.
Neste filme lançado em 2022, o Gato das Botas depara-se com um grande problema: das suas nove vidas já só lhe resta uma. Graças às suas aventuras arriscadas, é forçado a abrandar o ritmo e a cuidar da sua saúde se quer preservar a única vida que lhe resta.
Decidido ainda assim a não se deixar vencer, une-se a Kitty Patas Fofas e a Perro, um cachorro com quem cria uma amizade improvável, e parte em busca de algo que o ajude a recuperar as vidas perdidas.
Dividido entre o medo de perder a sua única vida e o desejo de recuperar as que perdeu, o Gato das Botas não se poupa a fazer-nos rir às gargalhadas com as suas tropelias arriscadas, agora mais comedidas. O Gato das Botas, a Kitty e o Perro (que se identifica mais como gato do que como cão) são três personagens incríveis que tornam o filme ainda mais incrível e divertido. Contudo, confesso que quando o Gato das Botas faz aqueles olhinhos de piedade quase me caiu uma lágrima de emoção.
Avaliação: ★★★★☆
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