O meu Domingo de Carnaval foi em cheio... cheio de coisas para pôr em dia, cheio de episódios em atraso, uma tarde de ronha debaixo das mantas, 2h de treino de guitarra, meia centena de páginas lidas... Ainda por cima com este calorzinho esquesito que se faz sentir por estes lados.
Tenho a leve sensação que a minha Terça-Feira de Carnaval vai ser muito igual ao dia de ontem. Este ano a Dra. Love está de folga no Carnaval.
Quanto a vocês, aproveitem, se for o caso 😆
«Quando já se sabe o fim, volta-se ao início. Conta-se o que ainda não foi contado. Completa-se a história, a vida. E, ao completar-se, descobre-se Luena em todas as suas versões. Um só corpo, várias mulheres dentro dele. E várias fases.
A mulher segura, determinada e elegante que conhecemos na novela «A Única Mulher» não foi sempre assim. Quem foi então? Terá conhecido Rodrigo por acaso? Como é que ela e Rafaela se tornaram melhores amigas? E como chegou ao Norberto? Quem amou? Que percalços teve? Quem foi Luena da Silva antes do primeiro episódio da novela? Há ainda tanto por descobrir e desvendar. Há ainda Luena para conhecer. Ao entrar no mundo dela, os espectadores tornam-se agora leitores e ninguém poderá ficar indiferente à vida que aconteceu antes da morte.»
Este foi um daqueles livros que li mais por curiosidade do que outra coisa. Para quem acompanhava a novela Única Mulher na TVI talvez faça mais sentido do que fez para mim, porque eu nem sabia quem era o ator que deu vida ao Rodrigo (amor da Luena) na novela tão pouco. Tem menos de 200 páginas, até se lê bem mas pronto não me fascinou, não me prendeu nem nada de especial.
Já leram?
«As cegonhas entregam bebés. Ou, pelo menos, costumavam fazê-lo. Mas actualmente entregam encomendas para a gigante da Internet Cornerstore.com. E Júnior, a cegonha de topo da companhia está prestes a ser promovida quando, acidentalmente, activa a Máquina de Fazer Bebés e produz uma adorável menina, totalmente desautorizada. Desesperada por livrar-se do problema antes que o patrão perceba, Júnior e a sua amiga Tulip, o único humano no sítio das cegonhas, correm contra o tempo para fazer a sua primeira entrega de um bebé, numa missão prodigiosa que corre o risco de restaurar o lendário papel das cegonhas no mundo.»
Mais um filme que decidi ver às cegas e adorei. Mesmo sem ver trailer nem sinopse, só o poster conquistou-me logo e ainda mais desenhos animados que (quase)nunca desiludem!
Gostei bastante, é divertido, com cenas de nos fazer doer a barriga de tanto rir como a parte dos lobos - formação barco de lobos, formação submarino de lobos etc etc, quem viu sabe do que falo 😆.
Já viram? Gostaram?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Sabem as famosas lagartas de pinheiro que já levaram centenas de pessoas ao hospital? No meu caso aparece umas dezenas de borbulhas pelo corpo que dá tanta comichão que só me apetece arrancar a pele.
Há uns anos era bolhinhas de água, agora é as chamadas babas. Já não me chegava a renite alérgica - que por acaso há um mês que anda tudo bem e ando sem medicação a pedido da médica - agora é esta porra. Parece que tenho bichos a andar pelo corpo! Mais alguém a sofrer desta injustiça? É nestas alturas que me farto de ralhar sozinha por ter um pinhal atrás da casa. Bem podiam secar os pinheiros todos para serem arrancados que eu até fazia uma festa.
PS. Só de pensar no dinheiro que deixei na farmácia em tratamento para esta porra ainda me dá mais comichão.
«Jack Reacher regressa à base militar onde serviu na Virgínia, com o objectivo de levar uma major local, Susan Turner, a jantar. Só que, assim que chega descobre que ela está presa, acusada de ter vazado informações confidenciais do exército. Estranhando a situação, Reacher resolve iniciar uma investigação por conta própria e rapidamente descobre que o caso é bem mais pessoal do que imaginava.»
Ao contrário do «Arrival» este não me deu sono. Quer dizer, com o Tom Cruise quem é que tem sono? 😜 Não me lembro bem do 1º filme mas este está brutal!! Cheio de acção e pancada... só fiquei triste com o final sobre...bom, depois vocês sabem 😅. Não vou contar, mas no geral vale muito a pena.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Tive um Secundário difícil, sobretudo os dois últimos anos. Mas agora, enquanto tenho um rapaz que eu detestava, numa mesa em frente da minha à espera de uma reunião com o meu patrão, percebi que realmente não sou a mesma pessoa. Não sou fraca como era. Não guardo rancor mas também não sou duas caras como o feijão frade para estar aqui a conversar com ele como se fosse meu amigo, porque isso ele nunca foi. Conhecido, ex-colega de turma, sim. Amigo? Nunca!
Mas só tenho a agradecer a ele e ao grupinho de *putinhas* dele, a forma como me trataram, ignoraram, gozaram durante esses dois anos tornou-me mais forte. Tornou-me até mais confiante, talvez não ainda em níveis que devia mas um bocadinho, sim.
Porque a vida continua e é como um moinho. Hoje estás na mó de baixo, amanhã podes estar na de cima, mas quanto mais alto se sobe maior é a queda, é por isso que sempre gostei de andar nos meios-termos, sempre na minha onda sem grandes alaridos.
«Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks, uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os aliens representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.»
Este foi um daqueles filmes que decidi ver totalmente às cegas. Não vi trailer, não li sinopse..olhei para o poster e chamou-me a atenção, e pensei "porque não?". Claro que assim corria o risco de detestar o filme, mas já vi piores mesmo tendo adorado o trailer ou a sinopse.
Bom, inicialmente achei um bocadinho parado (não foi por acaso que adormeci a meio) mas no geral está fixe,Os aliens tipo polvos gigantes, a forma que os humanos arranjaram para tentar comunicar com eles... só achei a história por trás meio confusa...
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«James Bond vai à Cidade do México com a tarefa de eliminar Marco Sciarra , sem que seu chefe, M, tenha conhecimento. Isto faz com que Bond seja suspenso temporariamente das suas actividades e que Q instale no seu sangue um localizador, que permite que o governo britânico saiba sempre em que parte do planeta ele está. Apesar disto, Bond conta com a ajuda dos seus colegas na organização para que possa prosseguir a sua investigação pessoal sobre a misteriosa organização chamada Spectre.»
E finalmente, não sei quantos séculos depois, terminei de ver a saga do 007. O que me levou a ver os 25 filmes foi apenas um motivo; apanhar o fio à meada, mas confesso que me perdi neste último filme.
Pela minha lógica, todos os filmes com o Daniel C. são nada mais nada menos que os 1ºs da história do James Bond? Não faz grande sentido eu sei, mas o aparecimento do zarolho do gato em SPECTRE ainda mais em versão jovem com os dois olhos, e depois só com um graças ao Bond, deixou-me naquela.
Alguém que me explique, sff? 😉 O filme em si está brutal, apesar das suas 2h30min mas deixou-me um bocado confusa.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«No dia 10 de Julho de 2016,
De Portugal a Timor, milhões de telespectadores vêem e nem acreditam. Numa das mais dramáticas finais de campeonatos europeus, Eder dispara um tiraço monumental de fora da área. É golo, é o golo impossível, o golo por que esperávamos há décadas. Uma bomba, o país explode, é o delírio. E naquele momento nasce um novo herói, chama-se Ederzito, e é um gigante, a correr como louco pelo relvado… A página mais bonita da história do nosso futebol tinha acabado de ser escrita.
O que ninguém viu, porém, foi a história por trás daquele golo enorme. E começa muitos anos antes, quando um menino franzino chega a Portugal, vindo da Guiné Bissau. Irá ser arrancado à mãe, ainda pequeno, andará por lares de acolhimento, assistirá de longe à prisão do pai, condenado por assassínio. Mas isso é só o início. Porque a vida nunca se cansará de lhe lançar barreiras pelo caminho…
O que ninguém viu, também, foi o dia que marcou para sempre o destino de Eder, o dia em que conheceu Susana Torres. Porque Susana é coach de alta performance e ensinou ao jogador tudo o que sabia. Trabalhou com ele quase diariamente. Muniu-o de diferentes técnicas, ensinou-o a estar focado nos objetivos, a criar novos hábitos, a motivar-se. E despertou nele o imenso poder de sonhar»
Eder levou a Selecção Portuguesa além do sonho! Devo dizer que o meu pequeno mundo futebolístico gira em torno da Selecção e do Benfica; nos últimos anos mais do Benfica, confesso.
Em 2004 vibrei com o Euro, chorei, ri, e sei lá mais o quê..desde então foi como se a nossa Selecção perdesse o ritmo e eu perdi o interesse. Em 2016, a final foi o único jogo que consegui ver na integra. Antes desse dia eu nem sabia da existência de um Eder. Talvez, como muitas outras pessoas. Mas o que também não se conhecia era a história dele, e depois de ler o que li?? Só posso dizer que não havia pessoa que merecesse tanto aquele golo decisivo; aquela Taça!
Apesar de ser um livro a que muitas pessoas torcem o nariz, devo dizer que gostei do que li. Além de ser uma leitura super fácil até nos deixa a pensar em certas coisas.
Esta semana tem sido uma loucura e isso reflecte-se nas escassas visitas que faço aqui ao blog.
Fora o trabalho, tenho andado a fazer um TPC que o prof. de música pediu que consiste em ouvir aquela dúzia de músicos que ele escreveu na lista e escolher de cada um deles 3 músicas que eu goste, 3 que não goste e explicar porquê... Ando a martirizar os meus ouvidos quase há uma semana, escusado será dizer.
Quando a minha querida guitarra chegar talvez eu me anime mais (e deixe tudo de lado 😏), mas até lá tenho uma montanha de coisas para fazer, livros por ler, séries que se acumulam há semanas... precisava mesmo de umas férias só para pôr tudo em dia, e depois ainda precisava de umas férias das férias... Pensamento positivo, é quase fim-de-semana.
Enquanto grande parte da população mundial passou o dia de hoje (e a noite também) num grande melanço (e esquecem-se que o ano tem 365 dias, que mostrar a alguém o nosso amor devia de ser todos os dias) eu só penso que faltam exactamente 2 semanas para o Carnaval. Não é por nada, é mesmo só pelo facto de ser uma folguinha extra.
«O roubo de um HD contendo informações valiosas sobre a identidade de diversos agentes, infiltrados em células terroristas espalhadas ao redor do planeta, faz com que James Bond parta atrás do ladrão. A perseguição segue pelas ruas de uma cidade na Turquia e acaba em cima de um comboio.
A precisar de impedir que a peça seja levada, M ordena que a agente Eve dispare, mesmo sabendo que o tiro pode atingir Bond. É o que acontece, fazendo com que o agente 007 caia de uma altura incrível. Considerado morto, Bond passa a levar uma vida como "fantasma" até assistir, pela TV, o ataque terrorista sofrido pelo MI6 em plena Londres. Disposto a mais uma vez defender o seu país, volta à capital inglesa e se reapresenta a M, mesmo guardando uma certa mágoa dela por ter ordenado o disparo. Rapidamente descobrem que o responsável pelo roubo e o atentado é alguém que conhece muito bem o modo de funcionamento do MI6.»
Este é um daqueles filmes que nos prendem desde o primeiro ao último minuto, e não é todos os filmes do James Bond que me conseguem cativar dessa forma.
Continuo a achar que o Daniel Craig foi uma excelente escolha, torna o 007 mais "humano", mais tangível, e não é só por aqueles olhos azuis bonitinhos 😉
Skyfall é um filme cheio de ação, mesmo como eu gosto, mas sobretudo, mostra-nos as origens do J.Bond e fecha um ciclo.
Que venha o próximo 😏
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Laura Lynne Jackson estava atrasada. Do outro lado da cidade, dezanove pais e mães, que tinham perdido os filhos, esperavam ansiosamente por ela. Laura estava numa pilha de nervos, não sabia como os poderia vir a consolar. Quando parou num semáforo, porém, as crianças chegaram. Laura sentiu-lhes a presença dentro do carro. Todas tinham mensagens, e queriam que a médium as transmitisse. Mais tarde, ao chegar à reunião de pais, já sabia o que lhes dizer. Os filhos tinham-na visitado, estavam bem. E queriam apenas libertar os pais da dor de os terem perdido.
Durante anos, Laura viveu com um dom secreto. Tinha extraordinários poderes mediúnicos, e não sabia como lidar com eles. Começou a senti-los quando um dia, num ataque de pânico, previu a morte do avô. E cresceu assim, a esconder a verdade de todos, angustiada por ver o que mais ninguém via, envergonhada por conseguir ler auras, pensamentos. E, sobretudo, por ouvir as vozes de quem já cá não estava. Em adulta, e durante mais de vinte anos, viveu uma vida dupla. De dia era professora, à noite mediava a conversa entre aqueles que tinham ficado e aqueles que tinham partido. Só quando um painel de cientistas lhe certificou o dom é que começou a sentir-se em paz consigo mesma. Decidiu então contar a sua história e escrever este livro transformador. A Luz que nos Une abre-nos as portas para o mundo que existe para além da vida e da morte.»
Sempre admiti ter a mente aberta para certas coisas inexplicáveis. Adorei a série Entre Vidas (Ghost Whisperer) que passava na SIC, e depois de o meu avô falecer fui "obrigada" a acreditar que havia algo mais depois do fim.
Ao longo dos anos tive várias provas que, ou sou a gaja mais sortuda do mundo ou tenho alguém a cuidar de mim. Prefiro continuar a acreditar na 2ª.
Sendo assim, adorei este livro. Acabou por se tornar uma leitura bastante reconfortante, perceber que as pessoas que amamos e perdemos continuam connosco, mesmo que não as vejamos elas estão lá. A torcer por nós, a cuidar de nós...
Para os céticos, nem vale a pena começarem a ler, mas para quem acredita em algo mais, recomendo, sem dúvida!
Hey pessoas!
Lembram-se do novo instagram que criei? Esqueçam lá isso. Andei com o trabalho a passar para lá as fotos que mais gostava (de mil e tal do antigo reduzi para cerca de 600, vejam lá a limpeza que não foi!), as que tinha posto através de android foi canja, quando caí no erro de colocar pelo gramlr através do PC por ser mais rápido, descobri da pior forma que o dito programa tem limite de fotos a publicar.
Conclusão, nunca mais me deixou publicar nada, nem pelo PC nem pelo android, os gajos do instagram não me deram solução - nem uma resposta- e eu decidi « Que se f**** vou criar outro - outra vez.»
Peço desculpa pelo incómodo, mas vamos lá ver se é desta que isto corre bem porque estou prestes a esmurrar alguém.
Novo instagram AQUI!
Verdade seja dita; por muito que adore desenhar casas e decorá-las, colocar um vaso de flores no jardim, um tapete no chão e uma torradeira na bancada da cozinha, há clientes que me fazem necessitar de um psicólogo...melhor, um psiquiatra.
Tenho um casal de abéculas que são os clientes mais chatos e difíceis que já tive nestes anos todos. Entre cozinha e Wc's já perdi a conta aos estudos interiores que já fiz. Deve ser do género, hoje acordam e está sol têm uma ideia. Amanhã acordam com chuva já querem outra coisa totalmente diferente....nem falo do bom gosto (ironia) que têm. A sério, há pessoas que só me apetece mandá-las... Chega ao ponto que uma pessoa já nem faz as coisas por gosto porque está sempre a modificar a mesma coisa.
Depois de muito tempo, trago-vos outro "2 kinds of people", vá confessem-se!
Por algum motivo prefiro nem tocar em persianas...vai-se lá saber porquê 😆
Por incrível que pareça, mesmo dentro de caixas e caixinhas os meus óculos riscam-se sempre!
Depende do iogurte, mas por norma misturo bem antes de comer
Russell Green tem trinta e dois anos, é casado com Vivian, uma mulher lindíssima e dedicada; tem uma filha encantadora e uma carreira de sucesso. Dir-se-ia que a sua vida é de sonho. Mas o sonho vai dar lugar a um pesadelo… De um momento para o outro, Russ perde a mulher e o emprego e fica a sós com a filha de seis anos, London. Pela primeira vez, percebe que não pode entregar-se à sua própria dor pois London depende agora unicamente dele. Russ vai ter de se superar, de desbravar caminho, começar de novo…
Mas não é fácil cuidar de uma criança sozinho, fundar um negócio próprio, e lidar com as emoções contraditórias que ameaçam paralisá-lo. O dia a dia com a filha é uma montanha-russa de escolhas, consequências e anseios. É muito mais difícil do que alguma vez imaginara. Mas é também infinitamente mais gratificante do que a correria de outrora.
E quando o imprevisível destino abre novamente a porta ao amor, deixa entrar algo mais. Algo para o qual Russ - mais uma vez - não está preparado.
Só Nós Dois é um retrato da experiência simultaneamente aterradora e gratificante de ser pai solteiro: dos desafios aos riscos, e, claro, às recompensas. Relembra-nos a importância dos laços de família e do amor.»
Quando li a sinopse do livro o meu primeiro pensamento foi "A Vivian vai morrer". Não, a gaja só não morre como se torna irritante a ponto de eu querer entrar nas páginas e ir-lhe à funça! Adiante...
Sabem que sou fã incondicional do meu Nick, foi graças a ele que me tornei numa leitora (quase) compulsiva, mas este livro? Está qualquer coisa de extraordinário. Pensei que seria outro romance, e é...mas não só um romance entre casal mas sim entre irmãos, pais e filhos.... fiquei muito surpreendida com esta nova forma de escrita do Nicholas Sparks.
Já perceberam que adorei, certo? Ótimo! Posto isto, recomendo a toda a gente, até mesmo para quem não gosta lá muito dos romances a que nos habituou.
Sou super esquisita no que toca a comprar roupa, sobretudo por saber que há certos tipos de tecido, fibras,etc que me faz uma comichão do caraças. Além disso, tenho de andar confortável. Por exemplo, detesto calças apertadinhas, quase que nem me consigo mexer e isso irrita-me. Por isso mesmo é sempre uma briga para encontrar calças que eu goste e me sinta bem. Por exemplo as de ganga, tem mesmo de ser de ganga, não é daquelas cheias de elástico, descobri que faço alergia a esse tipo de calças. O problema é encontrar calças de ganga que não sejam para palitos, por isso mesmo e contra a minha vontade, tenho de recorrer a calças de marcas mais caras. A sério, cada vez que preciso de um par de calças é quase como procurar uma agulha no palheiro. 😒 Não é por acaso que adoro calças coloridas daquelas de tecido tipo sarja super confortáveis e leves.
Não estou a dramatizar, apenas não gosto lá muito que «gozem com a minha cara», por assim dizer.
Enfim.
Hoje é Segunda-feira (foi muito doloroso arrastar-me para fora da cama, como todos os inícios de semana), uma nova semana começa e espero que me traga coisas boas.
PS. Criei um novo Instagram por várias razões, quando terminar de passar para lá algumas fotos aviso-vos para quem me segue, voltar a seguir, se quiser 😉
Sabem aquela sensação que falharam? Que não corresponderam às expectativas? A minha auto-estima nunca foi grande coisa mas este saber-e-não-saber aflige-me, deixa-me com um nó na garganta e sem saber bem o que esperar no "depois".
Ps. Hoje o boss foi entrevistado para um jornal. Não pedimos nada, as pessoas é que pediram uma entrevista. No fim de terem tudo, foto de equipa e tal «Bom Sr.Arquitecto, se quiser que a sua entrevista seja publicada terá de pagar X (número com 3 dígitos, só para saberem) ». O pobre homem até deve ter mudado de cor.
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