Que nos traga a coragem que por vezes nos falta para realizar os nossos sonhos e nos permita ser muito felizes e aproveitar os próximos 365 dias que temos pela frente. Que nunca nos falte o mais importante e essencial e acima de tudo, que nos livremos do maldito bicho de uma vez por todas.
2/ Ir ao Gerês
4/ Conhecer um farol
5/ Visitar a Quinta da Regaleira
8/ Ir ao Porto
9/ Viajar de balão
10/ Visitar as grutas do Algarve
13/ Doar cabelo
19/ Ir ao cinema pelo menos 5 vezes
20/ Conseguir juntar algum dinheiro para o meu mealheiro
«Os Primos viajam até à belíssima Riviera Italiana para alguns dias de férias numa magnífica vila, mas esses dias depressa se transformam em três longas semanas, por causa da pandemia. Descobrem então, dia após dia, que o velho palacete da família Riccobaldi, onde estão alojados, esconde muitos segredos, e cada um dos residentes tem razões para não os revelar a ninguém. O principal está relacionado com o famoso compositor Giacomo Puccini, que cerca de cem anos antes, e também durante uma terrível pandemia, ali teria escrito uma ópera desconhecida chamada Os Fantasmas de Docville, que desaparece de repente.
Queres descobrir porque se ouvem barulhos estranhos durante a noite no casarão que alguns dizem ser assombrado?Ou porque existem quartos proibidos no palacete e estes aparecem por vezes misteriosamente abertos?
Ou porque se ouve música por todo o lado?
Ou o que escondem os Moreno, os empregados da luxuosa residência?»
Tal como já é habitual, Os Primos depararam-se com vários mistérios para resolver relativamente ao palacete onde se encontravam, desta vez o roubo de um objeto importantíssimo e muito valioso pertencente aos Riccobaldi, tal como os barulhos estranhos que se fazem ouvir durante a noite levando os primos a acreditar e a temer que a casa fosse, de facto, assombrada. Já para não falar de todos os quartos proibidos que apenas servem para aguçar a curiosidade dos três jovens.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Quando a dor da perda vai embora, sobra apenas a saudade. Uma saudade boa. Uma saudade feliz. Uma saudade convicta da bênção que foi termo-nos cruzado com quem tanto sentido trouxe à nossa vida. Deixamos de chorar a dor da perda e passamos a chorar a gratidão da vida. Daquela vida. Hoje, só sinto saudade. Não há revolta, não há raiva, não há zanga. Apenas saudades. Uma doce e grata saudade. Lembre-se; um dia essa saudade agridoce que hoje sente será só doce.»
André Fernandes in Do Luto ao Amor
É talvez um dos filmes da DC mais nojentos, mas em simultâneo consegue ser muito divertido e sarcástico. Neste filme, Eddie volta ao jornalismo e entrevista nada mais nada menos que Cletus Kasady, um assassino em série que estava preso desde jovem no local onde se apaixonou por Shriek cujo superpoder é manipular o som transformando-o em arma, o que a torna uma ameaça para Venom e ao mesmo tempo uma aliada para Carnage, uma vez que ambos são sensíveis ao som e ao fogo.
É numa dessas entrevistas que Eddie faz a Cletus, que este o morde na mão, transformando-o assim também num simbiote, Carnage, um super vilão e uma ameaça de grande escala que acaba por fugir da prisão e ir em busca de Shriek que entretanto tinha sido transferida para outra instituição anos antes.
No meio de muita confusão, Venom e Carnage defrontam-se numa batalha fatal para um deles.
Uma das coisas que sempre me chamam a atenção e me fascinam é os efeitos visuais destes filmes de super-heróis. Venom está repleto deles do início ao fim e mais uma vez aplaudo o responsável por tal feito. Também o enredo e a história estão muito bem desenvolvidos.
Venom é um daqueles filmes que nos faz encolher e fechar os olhos de nojo, mas em simultâneo nos consegue arrancar uma gargalhada.
Entre os típicos chocolates e aquele dinheirinho extra de quem não sabe o que oferecer, recebi um gorro com cachecol da empresa do meu pai e um expositor para organizar os meus colares, pulseiras, relógios e afins. Os presentes que mais gostei foi sem dúvida;
Este ano tive direito a visita de todos os tios e primas bem como do meu afilhado lindo e fofo. Foi um dia tão bom, tão amoroso e acolhedor com as minhas pessoas preferidas no meio de muita comida, amor e diversão. Que nunca nos falte isso mesmo; amor, comida e diversão nem motivos para celebrar-mos a família maluca que somos.
Neste dia tão especial e mágico, é também tempo de agradecer por tudo que temos, pelas nossas pessoas e por todas as bênçãos que nos têm sido dadas. Sou grata por tudo o que me tem sido dado ao longo deste ano e também grata por vos ter de algum modo na minha vida, parte do meu dia-a-dia. Obrigada por continuarem desse lado e por mais um ano em que fazem parte do The Choice.
Obrigada por todo o amor e carinho que me transmitem nos comentários mesmo sem saberem que por vezes são a luz que necessito num dia mais cinzento. Obrigada. Obrigada.
Feliz Natal! 🎄💗
2/ Visitar a Quinta da Regaleira
3/ Ir ao Porto
4/ Viajar de balão
5/ Visitar as grutas do Algarve
6/ Voltar a Coimbra
7/ Visitar a Quinta das Lágrimas
É sobre pessoas, as minhas pessoas, as que são sol e as outras, as que chegam e ficam, as que passam e vão, as que sim, as que não, as que nunca. É sobre a pessoa que sou. A que persiste em ser feliz todos os dias.»
Tal como todos os seus outros livros, também este está repleto de amor, luz e boas energias. Adoro as ilustrações que o preenchem, é mesmo aquele género de livro querido que nos conforta tanto pela sua imagem visual como pela mensagem que nos transmite. Escusado é dizer que aproveitei para retirar alguns excertos com que me identifiquei para mais tarde partilhar convosco aqui no blog.
Gostei imenso desta leitura e mal posso esperar para ter comigo o último livro que publicou.
Por vezes, as palavras certas podem fazer tanto por nós e sinto isso através dos livros da Sofia. Consegue transmitir-me tanto amor, luz e fé através das suas palavras. Recomendo, vão adorar!
Avaliação The Choice: ★★★★★
O ponto de partida são as histórias que o marcaram: as que ele próprio vivenciou, e que constituem marca indelével na sua biografia, histórias de quem lhe é próximo, relatos que ouviu em palestras e, até, exemplos de filmes e de livros que lhe abriram novas perspetivas e lhe trouxeram ensinamentos importantes.
Todas as histórias, sem as que viveu na primeira pessoa, aquelas a que assistiu ou as que lhe foram contadas, têm em comum o facto de lhe terem tocado o coração ao ponto de o terem feito guardá-las bem e, por isso, conseguir transmiti-las com uma clareza e sensibilidade que são transversais a todos os projetos em que mergulha.
De cada história extraiu lições individuais. E, do conjunto de todas, extrai-se a grande lição que o André nos lembra o tempo todo, que é a do poder transcendental do amor. Este livro é um bálsamo, um abraço, uma mão estendida, uma lente que nos leva a olhar para situações dolorosas sob uma nova e redentora perspetiva."»
Do Luto ao Amor ensina-nos a aceitar e a entender melhor o luto e como poderemos chegar à fase do amor. Através das suas próprias vivências e também de partilhas de outras pessoas, o André conseguiu com que me revisse nas suas próprias palavras. Eu, tal como quase todas as pessoas, já perdi alguém próximo. Doeu, doeu muito a aceitar, perdoar-me de uma culpa que nunca tive, superar a raiva e o desgosto de não me poder ter despedido… demorei a lá chegar, mas entendi que a pessoa física podia não estar presente, mas a sua alma estaria sempre presente em todos os locais que deixou vazios, em todos os corações em que tocou, em todas as memórias e acima de tudo, estaria presente no amor.
Quando o corpo volta a casa, ficamos nós com a saudade e o amor que nos deixam e, se estivermos muito atentos, o Universo dá-nos tantos sinais de quem partiu fisicamente para longe de nós e em simultâneo se encontra tão presente espiritualmente. No fundo, quem parte, só quer que sejamos felizes, sem culpas, sem remorsos, sem raiva. Apenas felizes.
Precisava muito destas palavras do André para fechar um ciclo na minha vida que estava fechado, mas ainda com uma pequena brecha.
Deixo-vos uma passagem que encerra este livro maravilhoso e que me marcou muito:
«Quando a dor da perda vai embora, sobra apenas a saudade. Uma saudade boa. Uma saudade feliz. Uma saudade convicta da bênção que foi termo-nos cruzado com quem tanto sentido trouxe à nossa vida. Deixamos de chorar a dor da perda e passamos a chorar a gratidão da vida. Daquela vida. Hoje, só sinto saudade. Não há revolta, não há raiva, não há zanga. Apenas saudades. Uma doce e grata saudade. Lembre-se; um dia essa saudade agridoce que hoje sente será só doce.»
Sinto-me incrivelmente grata ao André e ao Tio Jorge por partilharem connosco as suas dores, o(s) seu(s) amor(es) e nos darem alento através das suas palavras. 🙏
Avaliação The Choice: ★★★★★
| Foto da minha autoria |
19, 31 e (futuramente) 23 são os nossos números da sorte, as datas mais importantes para nós.
Dois meses depois de serem pais, Alex parte para uma viagem de trabalho ao Brasil e o pior pesadelo de Júlia começa. Após uma avaria em pleno voo, o avião acaba por cair em pleno Oceano Atlântico, levando o amor de Júlia para sempre.
Será possível recuperar da perda de um grande amor?
Júlia precisa de ser forte, por ela, pelo Alex e pelo pequeno Pipo.
É possível renascer das cinzas?
Uma história cheia de amor, esperança e perseverança. Uma busca por um novo sentido da vida. »
Depois de o bando perder Tóquio na primeira parte da temporada 5, tudo ficou em suspenso. O bando, o professor e os espetadores. Mantive a minha esperança que fosse apenas mais um truque do Professor e que ela iria regressar viva e de boa saúde ao elenco, mas não, Tóquio morreu mesmo, de forma heroica como ela sempre quis. Ainda assim, foi possível rever alguns personagens que já tinham partido como Tóquio e Nairobi através dos flashbacks do Professor onde nos revela cada parte do seu plano.
Esta segunda parte da temporada foi também recheada de imprevistos que nem o Professor contava com eles, sendo o aparecimento de Alícia um deles. Na primeira parte fez tudo para deter o Professor, na segunda acaba por decidir aliar-se ao bando confirmando assim uma das teorias que todos tínhamos em relação a ela; que acabaria por, tal como Lisboa, aliar-se ao Professor.
Apesar de restar poucos dias para o Natal, a verdade é que há sempre algum presente que deixamos para a última da hora, ou por falta de tempo ou de ideias sobre o que oferecer. Em tempo de pandemia e de carteira apertada (sobretudo aqui as nossas que temos um casamento para pagar!) deixo algumas sugestões de presentes que podem oferecer este Natal com um valor máximo de 10€.
Lembrem-se que mais do que um bom / grande presente, o melhor que podem oferecer aos vossos familiares e amigos é a vossa presença e amor.
| Conjunto de Meias da Monki | 10,00€ |
| Conjunto de Meias da Monki | 5,00€ |
| Bombons d' A Vida Portuguesa | 7,50€ |
| Bombons d' A Vida Portuguesa | 7,50€ |
| Caixa de Lápis d' A Vida Portuguesa | 8,50€ |
| Caixa de Luz da Hôma | 4,99€ |
| Tabuleiro Jogo do Galo Decorativo da Hôma | 4,99€ |
| Moldura para várias fotos da Hôma | 9,99€ |
| Álbum para 250 fotos da Hôma | 7,99€ |
| Campânula Unicórnio da Hôma | 9,99€ |
Mas por favor espera por mim,
A vida deu tantas voltas,
Para no final ficar sem ti.
Por fora tento não mostrar,
Dá-me só forças p'ra caminhar.
Nem os momentos partilhados por nós dois,
Se estás aí, dá-me um sinal,
Para ter fé e acreditar que um dia nos voltamos a encontrar.
Nem os momentos partilhados por nós dois,
Se estás aí, dá-me um sinal,
P'ra ter fé e acreditar que um dia nos voltamos a encontrar.
Nem os momentos partilhados por nós dois.
Se estás aí, dá-me um sinal
Para ter fé e acreditar mon poussin ajuda-me a recomeçar. »
A sinopse fala por si; o Esquadrão tinha uma missão importante, mas as apostas estão todas contra eles, não fossem eles um grupo de desajustados. É também surpreendente como tudo pode mudar, os amigos se tornam inimigos e vice-versa, nada é o que parece. Uma palavra para descrever este filme é inesperado, sem dúvida.
Apesar de ser (muito) violento e macabro em algumas partes, para os fãs da DC, recomendo que vejam. Está muito bom. Vale a pena. Pelo menos não adormeci a meio, o que já é um bom sinal! 🤭
Avaliação The Choice: ★★★★☆
O Dr. Jenkins, director do centro psiquiátrico da cidade, e Stella Hyden, agente do FBI, vão entrar numa investigação que colocará em risco as suas vidas e a sua conceção de sanidade. Que acontecimentos fortuitos ocorreram na misteriosa Salt Lake City há dezassete anos? E por que estão todos a perder a cabeça agora?
Amor, ódio, estranhas práticas, intriga e ação trepidante inundam as páginas deste thriller romântico, que se converteu num fenómeno editorial antes da sua publicação em papel.»
Por ser um livro que tinha também na TBR de ebooks super atrasados, comecei a ler sem tomar nota na sinopse, ou seja, lancei-me de cabeça (olha o trocadilho!) num enredo sem saber o que esperar.
O início foi algo estrondoso e macabro, fiquei logo a torcer o nariz a tentar adivinhar o que iria acontecer e onde raio me teria ido meter.
O Dia em que Perdemos a Cabeça é um daqueles livros cujo enredo está tão bem construído e complexo que dei por mim com a cabeça às voltas, num emaranhado de perguntas sem respostas e quase sem perceber nada do que estava a ler. Ao início foi muito confuso conseguir acompanhar todos os avanços e recuos temporais e a troca de personagens ao longo dos capítulos. Felizmente, na reta final tudo nos é revelado e as peças encaixaram finalmente e na perfeição.
Com uma abordagem muito complexa, deixa-nos com um final totalmente inesperado que me deixou de boca aberta. Embora todas as pontas soltas tenham sido amarradas, houve uma que ficou pendente e que espero que seja um sinal de uma continuação num outro livro a sair em breve, talvez no segundo que saiu em 2020 que por acaso não terei coragem de ler tão cedo! Este thriller deu-me completamente a volta à cabeça, além de me esforçar imenso para conseguir acompanhar a história, todos os rituais esquisitos e macabros que aborda deu-me pesadelos durante algumas noites.
Só não leva as 5★ porque o autor podia ter-me poupado uns neurónios enquanto tentava perceber o que estava a ler. 🙄
Avaliação The Choice: ★★★★☆

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