«Antoine de Saint-Exupéry publicou pela primeira vez «O Principezinho» em 1943, quando recuperava de ferimentos de guerra em Nova Iorque, um ano antes do seu avião Lockheed P-38 ter sido dado como desaparecido sobre o Mar Mediterrâneo, durante uma missão de reconhecimento. Mais de meio século depois, a sua fábula sobre o amor e a solidão não perdeu nenhuma da sua força, muito pelo contrário: este livro que se transformou numa das obras mais amadas e admiradas do nosso tempo, é na verdade de alcance intemporal, podendo ser inspirador para leitores de todas as idades e de todas as culturas.
O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.»
O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.»
O Princepezinho é um daqueles livros infantis que trespassa gerações e encanta até os adultos pela sua história, simplicidade e lição sobre o amor e a solidão.
Quase todos nós conhecemos a história do pequeno príncipe, quanto a mim, confesso que por muito que já tenha ouvido falar sobre este livro, só agora me resignei a ler.
Por ser um livro relativamente pequeno – e repleto de ilustrações que por sinal eu adorei – para um adulto, li-o de uma assentada. Apesar de ser uma leitura fácil e fluída, carrega uma bonita história que nos faz parar para pensar. Nas entrelinhas podemos recolher lições valiosas sobre o que realmente importa são as coisas mais simples e pequenas que nos trazem tanto amor em simultâneo.
O Princepezinho é assim intemporal, quer para crianças quer para adultos.
Não consigo alongar muito mais esta review, embora seja um livro pequeno conta uma história importantíssima a reter e não consigo colocar em mais palavras o que senti em cada página. Acho que foi uma daquelas leituras que me tocou de tal forma que não consigo descrever, apenas guardar para mim.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Outra vez segunda-feira, mas desta vez com uma semana mais curta pela frente e de coração cheio pelo fim de semana em que andei a vaguear pelo Porto.
Novembro tem sido intenso, caótico, exaustivo e a última semana não foi diferente nem me parece que esta seja melhor. A isso deve-se também a minha ausência pelo blog em alguns dias em que não consigo postar nada nem retribuir os vossos comentários e carinho que por aqui vão deixando. Prometo que irei colocar tudo isso em dia logo que possível.
Mas como a vida não pode ser só e exclusivamente focada no campo profissional, aproveitei o fim de semana para uma escapadinha até ao Porto com o marido. Regressámos ontem, mais cansados fisicamente do que quando fomos, mas tão leves mentalmente e de coração cheio por todas as experiências e locais que conhecemos.
Apesar de ser muito sobe e desce, historicamente o Porto é lindo. E aquela vista para o rio? Meu Deus. Mas sobre essa viagem irei partilhar em breve o nosso roteiro acompanhado de fotos e informações que ache relevantes para quem está a pensar visitar o norte do nosso Portugal.
Novembro tem sido intenso, caótico, exaustivo e a última semana não foi diferente nem me parece que esta seja melhor. A isso deve-se também a minha ausência pelo blog em alguns dias em que não consigo postar nada nem retribuir os vossos comentários e carinho que por aqui vão deixando. Prometo que irei colocar tudo isso em dia logo que possível.
Mas como a vida não pode ser só e exclusivamente focada no campo profissional, aproveitei o fim de semana para uma escapadinha até ao Porto com o marido. Regressámos ontem, mais cansados fisicamente do que quando fomos, mas tão leves mentalmente e de coração cheio por todas as experiências e locais que conhecemos.
Apesar de ser muito sobe e desce, historicamente o Porto é lindo. E aquela vista para o rio? Meu Deus. Mas sobre essa viagem irei partilhar em breve o nosso roteiro acompanhado de fotos e informações que ache relevantes para quem está a pensar visitar o norte do nosso Portugal.
Como foi o vosso fim de semana? Preparados para terminar Novembro?
Boa semana, gente! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
«Não estava combinado nem planejado
Mas eu não consegui evitar
Sei que é muito cedo, que dá um medo
Mas eu já não consigo disfarçar
Que o meu coração acelerado chama pelo teu nome
Que eu estou desesperado para te ter para mim
Encontrei no teu olhar um lugar para ficar
Estou pronto para te amar
Pode amanhã a chuva não cair
Pode amanhã o sol não brilhar
Mas hoje
É tempo para gritar que te amo
Há sol para iluminar o nosso amor
Chuva para molhar o nosso beijo
Mas hoje
É tempo para gritar que te amo
Há sol para iluminar o nosso amor
E chuva para molhar o nosso beijo
Nosso beijo, yeah ye-yeah
Pode amanhã a chuva não cair
Yeah ye, pode amanhã o sol não brilhar
Mas hoje
É tempo para gritar que te amo
Há sol para iluminar o nosso amor
E chuva para molhar o nosso beijo
Hoje, é tempo para gritar
Que te amo
Há sol para iluminar o nosso amor
E chuva para molhar o nosso beijo
Nosso beijo, nosso beijo»
Mais uma semana típica de outono começa, desta vez mais curta para nós que temos um feriado municipal no final da semana.
A última semana foi intensa, de mudanças de rotina, de tentar encontrar um novo ritmo do dia-a-dia e de aprendizagens. Revi uma das minhas amigas mais antigas, trabalhei duro todos os dias a partir do nosso novo escritório, vi os meus pais, passei tempo com o marido e ainda tive tempo de, no meio de todo o caos, ter o meu tempo de leitura e de séries.
Este último fim de semana foi essencialmente dedicado ao descanso que já bem precisava depois de os últimos fins de semana terem sido atribulados e exaustivos. Li imenso e terminei de ver a segunda temporada de Um de Nós Mente. Não saber o que irá acontecer na terceira temporada, ou se haverá sequer uma terceira temporada, ainda me mantém com os cabelos em pé. Aquele season finale? Meu Deus, tenham dó!
A última semana foi intensa, de mudanças de rotina, de tentar encontrar um novo ritmo do dia-a-dia e de aprendizagens. Revi uma das minhas amigas mais antigas, trabalhei duro todos os dias a partir do nosso novo escritório, vi os meus pais, passei tempo com o marido e ainda tive tempo de, no meio de todo o caos, ter o meu tempo de leitura e de séries.
Este último fim de semana foi essencialmente dedicado ao descanso que já bem precisava depois de os últimos fins de semana terem sido atribulados e exaustivos. Li imenso e terminei de ver a segunda temporada de Um de Nós Mente. Não saber o que irá acontecer na terceira temporada, ou se haverá sequer uma terceira temporada, ainda me mantém com os cabelos em pé. Aquele season finale? Meu Deus, tenham dó!
Enfim, não sei bem o que esperar desta semana além de saber que tenho imenso que fazer, mas sigo assim, sem grandes planos e com esperança que seja uma semana mais tranquila. Seja o que Deus quiser e o que tiver de ser.
Boa semana, gente! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
«She'd take the world off my shoulders
If it was ever hard to move
She'd turn the rain to a rainbow
When I was living in the blue
Why then, if she is so perfect
Do I still wish that it was you?
Perfect don't mean that it's working
So what can I do? (Ooh)
When you're out of sight
In my mind
'Cause sometimes I look in her eyes
And that's where I find a glimpse of us
And I try to fall for her touch
But I'm thinking of the way it was
Said I'm fine and said I moved on
I'm only here passing time in her arms
Hoping I'll find
A glimpse of us
Tell me he savors your glory
Does he laugh the way I did?
Is this a part of your story?
One that I had never lived
Maybe one day you'll feel lonely
And in his eyes, you'll get a glimpse
Maybe you'll start slipping slowly
And find me again
When you're out of sight
In my mind
'Cause sometimes I look in her eyes
And that's where I find a glimpse of us
And I try to fall for her touch
But I'm thinking of the way it was
Said I'm fine and said I moved on
I'm only here passing time in her arms
Hoping I'll find
A glimpse of us
Ooh, ooh-ooh
Ooh, ooh-ooh
Ooh, ooh, ooh
'Cause sometimes I look in her eyes
And that's where I find a glimpse of us
And I try to fall for her touch
But I'm thinking of the way it was
Said I'm fine and said I moved on
I'm only here passing time in her arms
Hoping I'll find
A glimpse of us»
Um thriller claustrofóbico que te transporta até um voo arrepiante de vinte horas, sem escalas, de Londres a Sydney.
Mina está a tentar concentrar-se no seu trabalho como hospedeira de bordo em vez de pensar nos problemas da sua filha de cinco anos ou nas fissuras do seu casamento. Mas, assim que o avião se encontra a quilómetros de altitude, Mina recebe uma nota arrepiante de um passageiro anónimo. Alguém com a intenção de garantir que o avião nunca chegue ao seu destino. Alguém que precisa da colaboração de Mina e sabe exatamente como fazê-la obedecer.Restam vinte horas para aterrar no destino. Muita coisa pode acontecer em vinte horas.»
Antes de começar esta review deixem-me dizer-vos apenas isto: "Que porra de livro! WOW!"
OK. Já respirei fundo. Já posso escrever.
OK. Já respirei fundo. Já posso escrever.
A primeira coisa que têm de saber sobre Refém é o facto de ser um thriller claustrofóbico que, no meio de toda a ação, nos pode fazer sentir de facto sem fôlego. Com um enredo arrepiante e repleto de ação, Refém conta-nos a história de Mina, uma hospedeira de bordo que sonhava ser piloto mas um dissabor antigo deitou por terra esse seu desejo de adolescente. Com uma filha de cinco anos problemática e um casamento fraturado com Adam, Mina aceita fazer parte da tripulação do voo inaugural da companhia aérea que irá voar durante vinte horas, sem escalas, entre Londres e Sydney.
Quando o avião decola, Mina ainda não sabe que entre os 350 passageiros, se encontram várias pessoas de um grupo ambientalista disfarçados que a irão usar para sequestrarem o avião. De forma a garantirem que Mina cumpra todas as exigências, fazem chegar até ela várias pistas anónimas como a epi-pen da sua filha, uma foto dela na escola e um bilhete com um ultimato.
Enquanto sob as nuvens Mina e a restante tripulação lidam com os sequestradores, em terra, Adam também se encontra ocupado em proteger a filha tanto dos ambientalistas como dos agiotas a quem ele próprio deve dinheiro. Nem mesmo o facto de ser polícia o pode salvar. Para isso, irá contar com a ajuda da sua filha enquanto Mina faz de tudo para recuperar o comando do avião. Com algumas baixas entre a tripulação, pilotos e passageiros, só uma pessoa será capaz de pilotar o avião e pousá-lo em segurança.
Com o combustível a terminar e sem saberem em quem podem confiar realmente, até onde chegará o voo 79 e os seus tripulantes?
Uma leitura compulsiva onde não queremos parar de ler sem saber o que acontecerá de seguida. Um livro de mestre, com um final com um toque também de mestre e muito inesperado. Surpreendente. Intenso. Claustrofóbico. Faz-nos desconfiar de todas as personagens e ainda assim não queremos que termine.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Sofia tinha uma única certeza no coração quando fechou a porta do carro: queria renascer. Sentia-se cansada. Uma série de relações falhadas e dolorosas, uma vida centrada no sucesso profissional, a perda da sua querida avó e da mãe, o seu pilar, fizeram-na repensar a sua vida. Queria mais. Queria saborear a vida. Tinha 49 anos, não tinha filhos, nem uma família a que chamasse sua. Estava na altura de mudar. Respirar fundo, vencer o medo, encher o peito de coragem e partir, em busca das suas raízes, de um novo caminho, da sua alegria interior. Em busca de si própria.
Destino: Alentejo. Quando chega a casa dos avós e que agora é sua depara-se com uma casa degradada, a precisar de obras. Mas Sofia não baixa os braços. Reconstrói-a, tijolo a tijolo, tal como reconstrói a sua vida. Entre várias peripécias e uma série de personagens inspiradoras que se cruzam no seu caminho, Sofia aprende o valor do tempo, do aqui e agora, da entreajuda, da importância de cuidar do outro, da amizade, de gostarmos de nós próprios.
Vai ser ali, entre os campos a perder de vista, as águas cintilantes do Alqueva e o maravilhoso céu estrelado que Sofia vai encontrar o verdadeiro amor. O mais importante de todos: o amor próprio. E, um outro amor que esteve sempre lá, onde ela menos esperava.
No seu tão aguardado regresso ao romance Fátima Lopes traz-nos uma história apaixonante e inspiradora acerca de uma mulher, em busca de um novo sentido para a sua vida.»Destino: Alentejo. Quando chega a casa dos avós e que agora é sua depara-se com uma casa degradada, a precisar de obras. Mas Sofia não baixa os braços. Reconstrói-a, tijolo a tijolo, tal como reconstrói a sua vida. Entre várias peripécias e uma série de personagens inspiradoras que se cruzam no seu caminho, Sofia aprende o valor do tempo, do aqui e agora, da entreajuda, da importância de cuidar do outro, da amizade, de gostarmos de nós próprios.
Vai ser ali, entre os campos a perder de vista, as águas cintilantes do Alqueva e o maravilhoso céu estrelado que Sofia vai encontrar o verdadeiro amor. O mais importante de todos: o amor próprio. E, um outro amor que esteve sempre lá, onde ela menos esperava.
Encontrei o Amor Onde Menos Esperava foi o primeiro livro que li da Fátima Lopes. Depois de a ter conhecido pessoalmente em 2019, achei que agora seria o momento ideal de ler algo da sua autoria.
Este seu romance conta-nos a história de Sofia, uma mulher à beira dos 50 que não se sente feliz nem satisfeita com a vida que leva em Lisboa. Depois de alguns relacionamentos falhados, da perda da sua estimada avó e da sua querida mãe, Sofia decide que chegou o momento de mudar de vida, de partir em busca das suas origens e encontrar no Alentejo na casa da sua família o conforto que procura.
Ao chegar à vila Alentejana, depara-se com a sua casa degrada a precisar urgentemente de obras, mas em vez de desistir, descobre que tem toda uma equipa de suporte pronta para a ajudar no que precisar, afinal, todos os habitantes conheciam a sua família. Rapidamente Sofia torna-se parte das gentes Alentejanas e dos seus costumes.
Ao chegar à vila Alentejana, depara-se com a sua casa degrada a precisar urgentemente de obras, mas em vez de desistir, descobre que tem toda uma equipa de suporte pronta para a ajudar no que precisar, afinal, todos os habitantes conheciam a sua família. Rapidamente Sofia torna-se parte das gentes Alentejanas e dos seus costumes.
Sem filhos e sem marido, é no Alentejo que Sofia encontra a sua paz de espírito e o seu lar. Cria novas amizades, novos hábitos e descobre o amor da sua vida; o amor próprio. Mas enquanto em Lisboa Sofia sofria por relações falhadas, ao seu lado esteve sempre alguém que a amava em segredo. Mas é no Alentejo, no meio dos campos, das galinhas, das árvores de fruto e do céu estrelado que também ela descobre um homem para amar. Onde menos esperava. Um homem que esteve sempre na sua vida.
Encontrei o Amor Onde Menos Esperava transborda de recomeços, superação, perda, origens familiares, aventuras, mas acima de tudo de amor. O amor próprio que só encontramos quando nos encontramos em nós mesmos e nos permitimos olhar para dentro.
Foi sem dúvida uma leitura especial para mim e sei que escolhi ler este livro no momento certo. Com uma escrita fluída e envolvente a Fátima consegue prender-nos do início ao fim.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Sunrise
We're on our on
Bliding light
It's warm inside
Feeling out of place
I try to find in you a home
One day you may need to go
Today is just a day of our own
Sunrise is giving us hope
That day to come are days of our own
It's true you know
I'm looking in your eyes
To find the place you hide
We ain't got time to waste
The day is on
Yesterday was fine
Now it's gone
One day you may need to go
Today is just a day of our own
Sunrise is giving us hope
That day to come are days of our own
Don't leave and hide another day
Won't take no more to fall astray
Don't leave me hanging on
Stay by my side today
One day you may need to go
Today is just a day of our own
Sunrise is giving us hope
That day to come are days of our own
A day... of our own
One day you may need to go
Today is just a day of our own
Sunrise is giving us hope
That day to come are days of our own»
«O início de uma nova série de suspense policial.
Absolutamente fabulosa e viciante!
Quando um crime abala a comunidade de Mount Chester, a detetive Kay Sharp vê-se obrigada a voltar à sua terra natal, de onde partira há muito tempo e prometera não mais regressar. Uma mulher de fora da cidade tinha sido encontrada morta, coberta pelas folhas das árvores e envolta num cobertor, perto de um lugar conhecido como o Lago Silencioso.Absolutamente fabulosa e viciante!
Kay reconhece imediatamente os sinais de um assassino em série - a natureza dos rituais que está presente no cenário do crime revela que é apenas uma questão de tempo até que ele ataque novamente...
Alison Nolan é mãe solteira e decide partir de férias com a sua filha Hazel, para aproveitarem um tempo precioso juntas. Quando chegam aos arredores do Lago Cuwar, onde as montanhas estão cobertas de neve e iluminadas pelos maravilhosos tons do outono, percebe que é exatamente aquilo de que precisavam. Porém, poucas horas depois de lá chegarem, as duas desaparecem misteriosamente.
O instinto de Kay diz-lhe que aqueles dois casos podem estar ligados. Enquanto lidera uma busca frenética para encontrar o culpado, Kay tem de lutar contra a população da cidade que protesta por ela estar a fazer demasiadas perguntas. Conseguirá ela encontrar o assassino antes que seja tarde demais?»
Leslie Wolfe está de volta, desta vez com uma nova série policial. Novos polícias, novas personagens, novos mistérios e novos casos para resolver numa corrida contra o tempo.
Em A Rapariga do Lago Silencioso, a nova detetive Kay, vê-se forçada a regressar à sua terra natal depois de ter partido há muito tempo atrás e à qual não estaria disposta a voltar, mas a detenção suspeita do seu irmão fá-la voltar a casa e deparar-se com todos os fantasmas do passado.
De licença do FBI e com uma casa familiar para colocar em ordem, a curiosidade de Kay rapidamente leva a melhor sobre ela quando uma mulher é encontrada morta perto do lago conhecido como o Lago silencioso.
Treinada para tal, rapidamente reconhece os sinais de um assassino em série e começa mentalmente a tentar criar um perfil do criminoso. Acaba por se aliar à polícia local do gabinete do xerife como consultora para tentar ajudar na resolução do caso quando outras mulheres desaparecem e o cerco aperta.
À medida que o enredo avança, somos apresentados a fragmentos do passado de Kay naquela mesma cidade bem como alguns capítulos que nos mostram o ponto de vista do assassino. O que Kay não espera – nem nós leitores – é que o assassino seja alguém que ela tão bem conhece que se tem escondido nas sombras, manipulando tudo ao seu redor, inclusive as recordações da própria Kay e a detenção do seu irmão.
A Rapariga do Lago Silencioso é um policial com um ritmo de leitura vertiginoso e completamente viciante. É de nos tirar o fôlego a cada mulher que desaparece, tornando-se uma corrida contra o tempo para as tentar salvar. Chegará Kay a tempo de salvar as vítimas? Ou será ela própria apanhada na teia do seu passado familiar que faz questão de manter em segredo?
Uma nova série policial com novas personagens faz-nos sempre questionar se iremos gostar ou detestar, mas Leslie Wolfe não desilude, mesmo quando troca a Tess por Kay. Rapidamente acabamos por gostar e simpatizar com as novas personagens e A Rapariga do Lago Silencioso está magnífico. A cada capítulo, cada linha. Para mim, um dos melhores livros do ano.
Avaliação The Choice: ★★★★★
Depois de um fim de semana tranquilo que aproveitei para descansar e ler muito, a semana começou cinzenta e chuvosa, tal como o meu estado de espírito destes últimos dias.
Tenho-me refugiado no trabalho, no marido e no nosso novo projeto profissional para manter a cabeça no lugar e tentar manter-me à tona. Nem todos os dias eu consigo, mas todos os dias eu tento. E transcrevendo uma citação que li algures "Saber esconder a dor não significa que não dói." E tem sido isto. Sem tirar nem pôr. Nesta última semana afivelei um sorriso talvez até para enganar a mim própria sobre o que me estava a deixar infeliz ou pensativa.
Tenho-me refugiado no trabalho, no marido e no nosso novo projeto profissional para manter a cabeça no lugar e tentar manter-me à tona. Nem todos os dias eu consigo, mas todos os dias eu tento. E transcrevendo uma citação que li algures "Saber esconder a dor não significa que não dói." E tem sido isto. Sem tirar nem pôr. Nesta última semana afivelei um sorriso talvez até para enganar a mim própria sobre o que me estava a deixar infeliz ou pensativa.
São dias. São fases. E essas mesmas fases acabam por passar com o tempo. E está tudo bem. A vida é uma montanha russa, um sobe e desce de emoções e nada é certo, nada é garantido. Tudo é aprendizagem, de tudo se tira uma lição para o futuro.
Boa semana, gente! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
«O lendário astronauta Buzz Lightyear, assim como o comandante e o resto da tripulação, é deixado num planeta hostil situado a 4,2 milhões de anos-luz da Terra. Para que possam regressar, Buzz tenta encontrar um caminho através do espaço e do tempo. Mas, a complicar esta missão já de si muito complexa, está o mal-intencionado Zurg e o seu exército de robôs.
Produzido pela Pixar Animation Studios e Walt Disney Pictures, “Lightyear” é um “spin-off” da saga Toy Story. Realizado e escrito por Angus MacLane (co-realizador de “À Procura de Dory”), esta aventura espacial conta a história (fictícia) do astronauta que, nos filmes, deu origem ao boneco Buzz Lightyear, uma das personagens mais carismáticas da saga.»
Produzido pela Pixar Animation Studios e Walt Disney Pictures, “Lightyear” é um “spin-off” da saga Toy Story. Realizado e escrito por Angus MacLane (co-realizador de “À Procura de Dory”), esta aventura espacial conta a história (fictícia) do astronauta que, nos filmes, deu origem ao boneco Buzz Lightyear, uma das personagens mais carismáticas da saga.»
Toy Story é a saga da minha vida, mas aquela saga que ando há anos para terminar de ver e que nunca acontece por mais que queira. Ainda assim, não podia deixar de ver este spin-off animado mas mais realista do Buzz.
Buzz Lightyear é centrado no próprio Buzz, um astronauta de renome e ranger do espaço que adora narrar as suas aventuras. Quando Buzz e a restante tripulação acabam num planeta hostil situado a 4,2 milhões de anos-luz da Terra, cabe a Buzz encontrar um caminho através do espaço e do tempo para que possam regressar a casa.
Ao seu lado, tem a sua fiel amiga e comandante Alisha Hawthorne para o ajudar. Contudo, cada vez que Buzz tenta encontrar uma forma de regressarem a casa, no planeta que acabaram por chamar de lar, o tempo avança ao ritmo natural enquanto para Buzz apenas alguns minutos se passam.
No decorrer do filme podemos assistir que a cada regresso seu a sua amiga Alisha foi envelhecendo, casou, foi mãe, avó... até que um dia Buzz regressa e ela já não está lá para o receber.
Sem nunca desistir da sua missão, Buzz enfrenta os maiores vilões que cruzam o seu caminho desta vez contando com uma equipa de desajustados e desajeitados que atrapalham mais do que ajudam. Ainda assim, por vezes são as pessoas mais inesperadas que se tornam os verdadeiros heróis.
Com um enredo surpreendente, divertido e também amoroso, Buzz tem ao seu lado a equipa que precisava e não sabia. Apesar de todas as situações controversas, Buzz torna-se aquilo que sempre quis: voltar a ser um ranger do espaço desta vez com o seu gato robot Sox como companhia.
Buzz Lightyear é um dos filmes de animação deste ano que não podem perder. Com uns efeitos espetaculares bem podia ser o filme do ano na categoria de animação.
Adorei muito mesmo e o Spike também adorou o Sox. Juro que o Spike se entreteve a ver o filme connosco. 😄
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Tell me you need me
Hold my hand, everything will be okay
I heard from the heavens that clouds have been grey
Pull me close, wrap me in your aching arms
I see that you're hurtin', why'd you take so long
To tell me you need me? I see that you're bleeding
You don't need to show me again
But if you decide to, I'll ride in this life with you
I won't let go 'til the end
So cry tonight
But don't you let go of my hand
You can cry every last tear
I won't leave 'til I understand
Promise me, just hold my hand
Raise your head, look into my wishful eyes
That fear that's inside you will lift, give it time
I can see everything you're blind to now
Your prayers will be answered, let God whisper how
To tell me you need me, I see that you're bleeding
You don't need to show me again
But if you decide to, I'll ride in this life with you
I won't let go 'til the end
So cry tonight
But don't you let go of my hand
You can cry every last tear
I won't leave 'til I understand
Promise you'll just hold my hand
Hold my hand, hold my
Hold my hand, my hand
I'll be right here, hold my hand
Hold my hand, hold my
Hold my hand, my hand
I'll be right here, hold my hand
I know you're scared and your pain is imperfect
But don't you give up on yourself
I've heard a story, a girl, she once told me
That I would be happy again
Hold my hand
Hold my hand
Hold my hand, hold my hand
Hold my hand, hold my hand
Hold my hand
I heard from the heavens»
«O que acontece quando se mistura um assassinato (acidental) com uma festa milionária e uma antiga maldição de família? Liga às Tias, elas vêm em teu socorro!
Infelizmente, o cadáver revela-se difícil de descartar, seguindo junto com o bolo de casamento para o resort onde vai decorrer a festa. As coisas vão de inconvenientes a angustiantes quando o grande amor de Meddy faz uma aparição surpresa em pleno caos.
Um encontro às cegas termina mal, muito mal, com um morto no porta-bagagens do carro de Meddy. Pragmáticas, inventivas e ferozmente protetoras uma das outras, a mãe e as tias organizam-se para se livrarem do corpo.
Será possível escapar das acusações de assassinato, reconquistar o ex e ainda preparar um casamento deslumbrante no mesmo fim de semana?»
Infelizmente, o cadáver revela-se difícil de descartar, seguindo junto com o bolo de casamento para o resort onde vai decorrer a festa. As coisas vão de inconvenientes a angustiantes quando o grande amor de Meddy faz uma aparição surpresa em pleno caos.
Um encontro às cegas termina mal, muito mal, com um morto no porta-bagagens do carro de Meddy. Pragmáticas, inventivas e ferozmente protetoras uma das outras, a mãe e as tias organizam-se para se livrarem do corpo.
Será possível escapar das acusações de assassinato, reconquistar o ex e ainda preparar um casamento deslumbrante no mesmo fim de semana?»
Liga Às Tias foi sem dúvida um dos melhores livros que li em 2022 até ao momento. Depois de uma grande ressaca literária este foi o escolhido para me curar por saber já de antemão que se tratava de uma leitura divertida e que me iria ajudar a vir à tona. Tinha as expectativas bem lá no alto e não me desiludi nem um pouco, posso já deixar esse ponto bem assente.
Liga Às Tias retrata variados temas baseados na diversidade cultural de imigrantes bem como as suas dificuldades em se inserir no novo meio, sendo a tentativa de comunicação entre as Tias uma diversão permanente por umas dominarem o inglês e outras não. No decorrer da história percebemos que é essa mesma comunicação – ou a falta dela – que levou a todo um sarilho sem fim.
Tudo começa com um assassinato acidental por parte de Meddy, uma jovem fotógrafa que trabalha no negócio de casamentos da mãe e das tias, que se vê metida numa grande confusão com um homem que não conhece por culpa da sua mãe intrometida que decidiu criar-lhe um perfil falso para encontros às cegas. Em pânico, leva o cadáver para casa onde a mãe decide ligar às irmãs e entre elas resolverem o assunto. Por terem um casamento importante no dia seguinte, decidem esconder o pobre homem numa das arcas congeladoras e resolverem a situação mais tarde. Problema? O cadáver acaba por seguir para o resort onde irá decorrer o casamento dentro da arca juntamente com o bolo de noivos.
Entre tentarem descartar o corpo e fazerem o trabalho pelo qual foram contratadas, Meddy vê-se envolvida em mais sarilhos quando é acusada de roubar os presentes de casamento. Como não faltava mais nada, o seu ex-namorado aparece-lhe à frente e trata-se nada mais nada menos que o proprietário do resort onde se encontram...com um cadáver do qual não se conseguem livrar.
Entre um assassinato acidental, um ex-namorado, uma acusação de roubo e um casamento que tem tudo para correr mal, como será que Meddy e as Tias irão conseguir escapar de toda esta confusão?
Liga Às Tias é hilariante, divertido, viciante mas também muito centrado na família e com uma pontada de romance. Adorei e recomendo muito mesmo!
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Muita gente gostaria de estar no teu lugar, mas não teriam a coragem de superar metade daquilo que superaste. Não teriam a força de viver tudo o que já viveste e, acredita em mim, mais de metade teria desistido às primeiras dificuldades.
Orgulha-te de quem és!»
Susana Teixeira in Tu És Capaz
«Muita gente gostaria de estar no teu lugar, mas não teriam a coragem de superar metade daquilo que superaste. Não teriam a força de viver tudo o que já viveste e, acredita em mim, mais de metade teria desistido às primeiras dificuldades.
Orgulha-te de quem és!»
Se entrei em Outubro cheia de esperança e boas energias, hoje despeço-me dele com um "até nunca". Foi aquele típico mês que seria preferível esquecer. Com exceção de um ou outro momento que realmente vale a pena relembrar e guardar, Outubro foi um mês desmotivante, desgastante e muito intenso.
Tinha esperança e boa vontade de conseguir completar o desmame dos anti depressivos, mas passados poucos dias tive de voltar a eles. Ainda não foi desta que consegui definitivamente e confesso que isso me deixou frustrada, aliado a tudo o resto que estava a acontecer ao meu redor não me ajudou em nada. Talvez a altura não tenha sido a melhor, ou simplesmente, não era para ser.
Sinto que vivi o último mês no fio da navalha, na corda bamba, como quiserem chamar mas tenho a certeza que fiz tudo o que podia dando o meu melhor mesmo nos dias menos bons.
Não conclui todos os projetos que tinha em mente, não escrevi todos os posts que tinha planeado, não fiz nenhuma viagem significante e não fiz nada de extraordinário. Mas fiz novas amizades e dei início ao processo de Coaching que já precisava há anos e não sabia. Tem me ajudado a conhecer-me melhor e a dar-me ferramentas para criar a melhor versão de mim mesma. Tudo é um processo e sei que este foi um passo importante que dei.
Ah! E para juntar a tudo isto, adivinhem! Uma fuga de gás no prédio. Em qual contador? Sim, claro. No meu. Tinha de ser.
Mas seguindo para coisas mais importantes, ou não, Outubro foi um descalabro também a nível de leituras.
No último mês li 2 livros: Liga às Tias (5★) e A Rapariga do Lago Silencioso (5★)
Terminei de ver a quinta temporada Station 19, comecei a ver a primeira temporada das Doce, a segunda de One Of Us Is Lying e coloquei em dia outras séries como Grey's Anatomy e The Resident.
Quanto a filmes, vi e amei Top Gun: Maverick e Buzz Lightyear.
Outubro foi isto; de me fazer levar as mãos à cabeça e pensar se não estaria a viver a vida de outra pessoa qualquer. Ainda assim, gosto de pensar que aprendi muito ao longo das últimas semanas e que levo comigo algo de bom que valha a pena preservar e esquecer o que de menos bom aconteceu.
Novembro, sê bom e abençoado, por favor. Não estou pronta, mas vamos lá!⚡🤍🚀
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