«Auden passa o último verão que lhe resta antes da faculdade na pitoresca vila costeira de Colby. Enquanto outros adolescentes divertem-se com festas e sol, a solitária Auden passa o tempo a vaguear pelas ruas quando todos estão a dormir. Mas tudo muda quando conhece Eli, um jovem encantador e misterioso que, tal como ela, sofre de insónias. Durante as suas aventuras noturnas, Eli desafia Auden a viver todos os seus sonhos de infância, e a ligação entre ambos leva-os a confrontar o porquê de se terem contentado com viver a vida nas sombras enquanto mostram um ao outro como desfrutar dela ao máximo.»
Inspirado no livro de Sarah Dessen, Along For The Ride é muito mais que um filme sobre o amor de verão.
Na verdade, aborda tantos tópicos importantes; a família, as escolhas de vários jovens bem como os seus receios acerca do futuro. Fala sobre o amor próprio e a capacidade de superar a dor do passado, transformando-a em algo bonito por mais doloroso e desafiante que isso possa ser.
Na verdade, aborda tantos tópicos importantes; a família, as escolhas de vários jovens bem como os seus receios acerca do futuro. Fala sobre o amor próprio e a capacidade de superar a dor do passado, transformando-a em algo bonito por mais doloroso e desafiante que isso possa ser.
Auden é uma adolescente prestes a entrar na faculdade, filha de pais separados que sempre viveram para o trabalho, tornando a infância dela um pouco limitada em termos de experiências.
Quando decide passar o verão em casa do pai em Colby, faz novas amizades e conhece Eli. Um jovem desportista misterioso e encantador que transporta consigo uma dor e uma culpa enorme. No entanto, talvez como forma de superar o que lhe aconteceu, Eli torna Auden a sua missão e decide oferecer-lhe várias experiências que ela não teve enquanto criança. Ambos passam as noites juntos em aventuras e aos poucos vamos notando o sentimento inevitável e doce que os une.
Apesar de ter gostado mais do livro – acho que isso já é regra geral para quem lê o livro primeiro – confesso que o filme me surpreendeu no sentido que não fugiu muito ao enredo original e agradeço por isso! Along For The Ride é um filme amoroso, fofinho, cheio de mar e sol mas também de amor, de assuntos familiares, aventuras e amizades.
Para quem gosta de filmes do género, recomendo muito. Mas leiam também o livro. Se gostarem do filme, vão adorar o livro!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Basta um simples teste de ADN para se encontrar o amor.
Esta é a promessa da aplicação Match Your DNA, que apresenta aos seus utilizadores o parceiro que a genética lhes destinou. Desde que este novo sistema surgiu, milhões de pessoas em todo o mundo já encontraram a sua cara-metade.
Mas as consequências não se fizeram esperar: os resultados da aplicação ditaram o fim de inúmeros relacionamentos e muitos casais começaram a pôr em causa as ideias tradicionais de amor, romance e compromisso.
Christopher, Jade, Mandy, Nick e Ellie acabaram de saber os resultados dos seus testes e estão prestes a descobrir, nesta demanda pelo amor, que nem sempre o final feliz está garantido… mesmo quando encontram o seu par ideal. Afinal, até as almas gémeas escondem segredos, uns mais chocantes do que outros.»
Esta é a promessa da aplicação Match Your DNA, que apresenta aos seus utilizadores o parceiro que a genética lhes destinou. Desde que este novo sistema surgiu, milhões de pessoas em todo o mundo já encontraram a sua cara-metade.
Mas as consequências não se fizeram esperar: os resultados da aplicação ditaram o fim de inúmeros relacionamentos e muitos casais começaram a pôr em causa as ideias tradicionais de amor, romance e compromisso.
Christopher, Jade, Mandy, Nick e Ellie acabaram de saber os resultados dos seus testes e estão prestes a descobrir, nesta demanda pelo amor, que nem sempre o final feliz está garantido… mesmo quando encontram o seu par ideal. Afinal, até as almas gémeas escondem segredos, uns mais chocantes do que outros.»
Almas Gémeas foi o escolhido para a leitura do mês de Junho no #WineNotBookClub do Instagram e posso resumir toda esta review em duas palavras: que leitura!
Apesar de estar na minha booklist há muito tempo, não sabia bem o que esperar da história em si, mas rapidamente dei por mim completamente envolvida no enredo e não queria que acabasse.
Almas Gémeas gira em torno de cinco personagens principais: Christopher, Jade, Mandy, Nick e Ellie que – cada um pelos seus motivos – se inscreveram na aplicação Match Your DNA que promete encontrar a alma gémea de cada pessoa do planeta através de testes de ADN. Eram muitas as histórias com final feliz de quem encontrou a sua alma gémea, mas rapidamente as consequências se fazem sentir quando casais tradicionais felizes decidem pôr fim aos seus relacionamentos e partir em busca do seu par perfeito.
Contudo, apesar da ciência e da inteligência de quem criou a aplicação, nem tudo é o que parece. Aliás, muito deste livro se baseia nisso mesmo, em aparências. Sobretudo, em muitas falsas aparências.
Um assassino que se apaixona pela sua alma gémea que é polícia. Duvidoso, não? Uma mulher desesperada por encontrar o seu parceiro ideal para poder ser mãe. Um jovem noivo prestes a casar que vê a sua vida virada do avesso quando descobre quem é o seu Match. Uma mulher empreendedora que vive para o trabalho ao ponto de se esquecer de amar, até que conhece a sua alma gémea. E por fim, uma jovem rapariga presa nos seus sonhos por realizar que voa para o outro lado do mundo para encontrar o seu suposto amor de uma vida.
O que nenhum deles sabe é que alguns testes de ADN foram manipulados e alguns Match's não correspondem à realidade. Qual deles encontra realmente a sua alma gémea? Qual deles foi prejudicado pelos falsos resultados?
Almas Gémeas é uma leitura interessante e envolvente que nos deixa à beira de um ataque de nervos a cada final de capítulo. De certo modo, é um livro complexo com várias personagens e os seus respetivos pontos de vista o que pode baralhar um pouco a mente do leitor. No meu caso, creio que consegui acompanhar o ritmo do início ao fim, mesmo que isso implicasse alguma ginástica de pensamento para perceber as entrelinhas.
Gostei imenso e recomendo! Sem dúvida que foi uma agradável surpresa e aquele final… uau! Acho que cada um pode tirar as suas próprias conclusões.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah
Yeah, yeah
Olha pra mim e diz que não namora
Só vive a vida louca sem fazer história
Ter namorado já nem tá na moda
Ela desperta-me a atenção, essa morena (Uuu)
A dançar a noite inteira
Mais louca do que aparenta (Minha morena) (Uuu)
Na minha cama a noite inteira
Quero voltar a ver-te, bebé
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha
Baby Boo (yeah yeah)
Meu pedaço de sol morena
Dos meus olhos quarentena
No teu sofá ou na tua cama
(Não importa porque eu) Amo tudo em ti, fico louco
Com o teu sabor e teu cheiro a oleo de coco
A dançar a noite inteira
Mais louca do que aparenta (A minha morena) (Uuu)
Na minha cama a noite inteira
Quero voltar a ver-te bebé
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha
Baby Boo (Yeah, yeah)
Yeah, yeah, yeah, yeah
Yeah, yeah
Yeah, yeah, yeah
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha Baby Boo
Baby Boo
Tu és a minha»
Estamos a mais de metade do ano e os meus objetivos para 2022 vão como? 🤦♀️
Em minha defesa, apresento alguns argumentos para a falta de tempo para realizar estas metas no primeiro semestre do ano; mudei de casa, de escritório e vou casar dentro de dias. Penso que são argumentos válidos, mas para o que resta do ano já não haverá desculpas plausíveis!
Vou manter o foco e trabalhar para realizar tudo a que me propus na lista abaixo. 🙏
1/ Ir ao Gerês
2/ Visitar a Quinta da Regaleira
3/ Ir ao Porto
4/ Viajar de balão
5/ Visitar as grutas do Algarve
6/ Voltar a Coimbra
7/ Visitar a Quinta das Lágrimas
8/ Levar o mais-que-tudo a ver um jogo de futebol do clube do coração dele
9/ Ler pelo menos 40 livros (30/40)
10/ (Re)visitar o Palácio da Pena
11/ Visitar os Jardins do Palácio de Cristal
12/ Visitar o Dinoparque
13/ Ter aulas de surf
14/ Voltar à Serra da Estrela
15/ Visitar o MAAT
16/ Tirar a formação de primeiros socorros
17/ Continuar a elevar a nossa empresa Studio Anchor (em andamento)
18/ (Re)visitar o Museu do Comboio
19/ Ir ao ZOO
20/ Ir a Évora
21/ Ir ao Baloiço da Serra da Lousã
22/ Realizar todas as metas acima mencionados 😅
2/ Visitar a Quinta da Regaleira
3/ Ir ao Porto
4/ Viajar de balão
5/ Visitar as grutas do Algarve
6/ Voltar a Coimbra
7/ Visitar a Quinta das Lágrimas
9/ Ler pelo menos 40 livros (30/40)
10/ (Re)visitar o Palácio da Pena
11/ Visitar os Jardins do Palácio de Cristal
12/ Visitar o Dinoparque
13/ Ter aulas de surf
14/ Voltar à Serra da Estrela
15/ Visitar o MAAT
16/ Tirar a formação de primeiros socorros
17/ Continuar a elevar a nossa empresa Studio Anchor (em andamento)
18/ (Re)visitar o Museu do Comboio
19/ Ir ao ZOO
20/ Ir a Évora
21/ Ir ao Baloiço da Serra da Lousã
22/ Realizar todas as metas acima mencionados 😅
Digam-me que também têm uma lista de objetivos anuais e que ainda não cumpriram nem metade. Só para não me sentir sozinha neste barco.
Este texto contém spoilers
NCIS foi uma das primeiras séries que coloquei em dia quando a temporada voltou, tanto pelo season finale de cortar a respiração como também por ser uma das minhas preferidas.
Se no final da temporada passada achava que já seria altura de dar NCIS por terminada, a verdade é que com estes novos episódios e a saída de alguns personagens, deram margem para que a série voltasse a crescer e trouxesse uma lufada de ar fresco, o que me relembra constantemente porque continuo a adorar os personagens a cada episódio.
No último episódio da temporada 18, vemos o barco de Gibbs explodir e ficamos sem saber se o personagem iria ou não sobreviver. De facto, ele sobreviveu, mas aquela explosão foi o ponto de partida para a sua despedida da série.
Depois de encerrarem um caso importante que colocou várias vidas em risco durante alguns episódios, tudo termina no Alasca onde Gibbs decide permanecer dizendo que chegou a altura de descansar, referindo-se à perda da esposa e filha há muitos anos. Desde essa altura que Gibbs vem lutando contra si próprio, refugiando-se na construção de barcos. Um dos mistérios da série desde o início ficou resolvido quando descobrem finalmente como ele tirou o barco do porão… deu cabo da casa, afinal, Gibbs não tencionava voltar.
Com a despedida de Gibbs, o ex - agente do FBI Alden Parker vê-se reticente em aceitar a oferta do direitor do NCIS para ocupar a vaga que Gibbs deixou. Parker faz-se de difícil, mas não consegue resistir à emoção que os casos no NCIS lhe transmitem. Quem não ficou feliz com o novo chefe foi Nick.
Depois de Bishop ter abandonado também o enredo na temporada passada, a agente especial Knight veio ocupar (e bem) o seu lugar. Rapidamente se transformou numa das minhas personagens femininas preferidas pelo seu carisma e também pela ligação que criou com Torres. Por falar no Nick, na primeira metade da temporada 19, foi uma das personagens que mais oscilações psicológicas teve, sendo o último episódio o que mais impacto teve sobretudo quando se envolve numa luta sangrenta com um criminoso enquanto procuravam por pistas. No fim, enquanto Palmer o sutura, Nick finalmente decide abrir-se e dá a entender que está de luto por algum familiar.
Depois de uma pausa, NCIS voltou com um episódio muito tenso e triste. Enquanto a equipa de investigação procura o seu criminoso, Kasie e Jimmy são expostos a um gás mortal e ficam retidos no laboratório. Justamente no dia em que Jimmy leva a filha Vic para o trabalho. É incrível como o tempo passa e Vic está tão crescida fisicamente e psicologicamente, revelando uma personalidade muito forte e adulta, sobretudo depois de ter perdido a mãe anteriormente para o covid. Todo o episódio se desenrola em torno de Jimmy e a filha, ambos com muitas confissões que ainda não tinham tido coragem de falar em voz alta. Felizmente, todos se salvaram mas ainda assim, no final do episódio a equipa descobre que capturaram a pessoa errada, o que dá para deduzir que haverá uma continuação deste episódio.
E como NCIS este ano não para de surpreender, descobrimos um pouco mais sobre o agente Alden num episódio que tem como foco alguém do seu passado e da sua adolescência rebelde em que terminou detido, o que deixa toda a equipa surpresa. Outra agradável surpresa foi o crossover de NCIS com NCIS Hawai'i que nos revelou alguns pormenores de Nick com uma agente da sede Havaiana.
Mas as surpresas não ficaram por aqui… no episódio 19 surgiu uma personagem que na realidade é mesmo a filha do ator que interpreta McGee há quase 20 anos! Foi um episódio diferente e uma dinâmica totalmente diferente que a meu ver, correu muito bem e trouxe algo de novo à série. Aos olhares mais atentos, as parecenças entre ambos são visíveis.
Depois de alguns episódios após um encontro entre Jess e Jimmy, finalmente surgiu um momento entre eles os dois que deu para tirar todas as dúvidas que havia ali algo mais. Quando se veem em perigo e Jimmy é baleado, ambos confessam estarem apaixonados um pelo outro e ter realmente vontade de ver onde irá dar a relação.
Com todas estas emoções à flor da pele durante toda a temporada, o último episódio não poderia ser diferente, certo? Dando continuidade a um caso anterior desta temporada, Alden foi incriminado de assassinato após a sua ex-esposa desaparecer e encenar todo um caso de rapto. Claro que só nos últimos segundos do episódio percebemos que ela está a armar uma cilada para ele e não a ajudá-lo a descobrir quem o incriminou quando decidem, com a ajuda de toda a equipa, desaparecer os dois por um tempo até desvendarem o caso que o FBI tem contra Parker.
A 19ª temporada de NCIS foi das melhoras que a série teve nos últimos anos. Depois de Gibbs e Ellie saírem do elenco fiquei com receio se acabaria por ser o fim de uma das séries mais longas da TV, contudo, a saída do ator acabou talvez por ser o melhor que podia ter acontecido. Mesmo sendo um personagem querido pelo público, NCIS estava a desgastar-se, dando assim a oportunidade de reinventar-se a si própria com a chegada de Alden. Pode não ser Gibbs, mas admito que gosto imenso da personalidade dele e sei que ainda tem muito a acrescentar à equipa, tal como a Jess.
Espero ansiosamente para saber como irá Alden descobrir que a ex-esposa é de facto o inimigo!
Por aí, costumam acompanhar a série? Que acharam do season finale e da saída de Gibbs?
«Não há nada mais eterno do que um encontro fugaz. Eles conheceram-se em Paris. Os seus caminhos vão juntar-se… para sempre?
Quando Rhys e Ginger se encontram nas ruas da Cidade Luz, estão longe de imaginar que as suas vidas ficarão unidas para sempre, apesar de serem tão diferentes e de viverem tão distantes um do outro. Ela está em Londres e, às vezes, sente-se de tal forma perdida, que até dos seus sonhos se esquece. Ele é incapaz de se fixar num lugar e acha que se conhece muito bem a si próprio. Noite após noite, a amizade entre Rhys e Ginger cresce mais um bocadinho. Trocam emails cheios de confidências, dúvidas e inquietações.
Esta é uma história inesquecível sobre o amor, o destino e a procura de nós próprios.»
Alice Kellen ganhou um lugar no meu top de autores preferidos com a duologia Deixa Acontecer.
Ainda assim, quando saiu Nós os Dois Na Lua, a sinopse não me cativou de imediato e não quis colocar o livro na minha já enorme lista de livros que quero ler só porque sim, sobretudo porque já não fazia parte da duologia anterior, era um enredo totalmente independente e não queria adicionar à lista mais por obrigação do que propriamente curiosidade.
Ironia do destino, ou não, descobri através do Instagram que nesta sua nova obra, a autora fazia referência aos personagens principais de Deixa Acontecer; Axel e Leah, tendo ele mesmo um papel secundário mas importante no desfecho de Rhys e Ginger. Foi informação suficiente para me levar a colocar o livro finalmente na minha booklist e posso dizer que não me arrependo nada!
Quanto ao livro em si, Nós os Dois Na Lua é um daqueles romances do género jovem adulto que nos faz sonhar, faz-nos rir e chorar tudo em simultâneo. Aborda a história de Rhys e Ginger, ele problemático e rapaz de aventuras de uma noite e de viagens constantes, meio à deriva e sem saber o que fazer da vida; ela cheia de sonhos, um curso na universidade que não a satisfaz mas certa sobre o que deseja para o futuro. Conhecem-se de forma fugaz em Paris quando Ginger viaja por impulso de Londres até à cidade luz apenas por umas horas. Não podiam ser mais diferentes e no entanto, com o passar do tempo algo os une mais que a mesma lua que veem à distância, separados por continentes. Aquela noite em Paris foi apenas o início do resto da vida de ambos. Com encontros pontuais ao longo dos anos, Ginger não consegue mais negar o sentimento que nutre pelo seu melhor amigo, mas Rhys é problemático, idiota e demora a perceber o que quer realmente para a sua vida. Afinal, ele tem todo um passado por resolver e Ginger não tolera mais as suas incertezas em relação aos sentimentos que diz nutrir por ela quando na verdade, a cada noite, troca de cama.
Irá ele a tempo de resolver os seus problemas e fantasmas antigos antes de perder Ginger definitivamente?
Nós os Dois Na Lua é muito mais do que aquele romance cliché que se poderia esperar. A história de Rhys e Ginger é como dar um doce a uma criança para lho retirar de seguida. Quando eu já estava entusiasmada por eles finalmente se entenderem, uma reviravolta estragava tudo e voltavam à estaca zero.
Uma leitura leve, divertida, amorosa e ao mesmo tempo dramática que nos mostra a importância de resolver os fantasmas do passado para poder-mos seguir os nossos sonhos, mas acima de tudo, o nosso coração.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Hoje é só alegria, bora festejar
Família reunida e amigos a chegar
Até quem não vinha, apareceu
Então guarda essa energia, porque
Família reunida e amigos a chegar
Até quem não vinha, apareceu
Então guarda essa energia, porque
Hoje vai ser festa a noite inteira
Não acaba nem segunda-feira
E quando termina há quem queira mais
Porque vai ter festa a noite inteira
Hoje vai ser festa a noite inteira
Não acaba nem segunda-feira
Hoje vai ser festa a noite inteira
Esta energia tá perfeita na minha cidade
O convite tá na mesa, não é novidade (amanhã)
Amanhã é amanhã, hoje é com vontade
Então vem pronto e preparado porque
Hoje é só alegria, vamos festejar
Família reunida e amigos a chegar
Vamos melhorar o mundo
Para ti, para mim, para nós
Então guarda essa energia, porque
Hoje vai ser festa a noite inteira
Não acaba nem segunda-feira
E quando termina há quem queira mais
Porque vai ter festa a noite inteira
Hoje vai ser festa a noite inteira
Não acaba nem segunda-feira
Hoje vai ser festa a noite inteira
Não acaba nem segunda-feira
E quando termina há quem queira mais
Porque vai ter festa a noite inteira
Hoje vai ser festa a noite inteira
Não acaba nem segunda-feira
Hoje vai ser festa a noite inteira»
Este texto contém spoilers
Se no final da quarta temporada eu dizia que seria um encerramento da série perfeito se decidissem dá-la por terminada depois da season finale maravilhosa que foi, com o início da nova temporada reforço ainda mais essa afirmação. Para o bem do coração dos espetadores deveriam ter terminado a série naquele momento. Conrad e Nic estavam felizes por serem recém papás, todas as personagens estavam bem e seria o suficiente para dar a série como finalizada.
Em vez disso, os primeiros episódios da quinta temporada foram muito intensos. A saída da atriz que dá vida a enfermeira Nic já tinha sido abordada, apenas não esperava que fosse desta forma. Se bem que, sendo Nic, que outra forma seria senão ela sendo uma heroína e continuar a salvar vidas? Mas vou contar do início.
Logo no início vimos Gigi já crescida ao colo de Conrad enquanto ele afirma que Nic volta no dia seguinte e que foi para um SPA relaxar. Ouvimos a voz de Nic no telemóvel, mas não a vemos. O primeiro episódio é muito intenso logo com muitos pacientes em risco, um ataque cibernético que coloca o hospital em risco e ainda Devon a ficar retido numa sala repleta de gás onde encontra o seu paciente caído.
No episódio seguinte, Devon é encontrado assim como o seu paciente. Ambos sobrevivem. Enquanto isso, Kit e Bell avançam na sua relação dando mostras de querer algo mais do que amizade. Na reta final do segundo episódio, Conrad fica preocupado com a falta de notícias de Nic e quando tocam à campainha julga ser a esposa. Em vez disso, depara-se com dois agentes da polícia que o informam que houve um acidente. E tudo começa aí. No terceiro episódio Conrad conduz a alta velocidade pela cidade enquanto no céu sobrevoa o helicóptero que transporta Nic para o Chastain. Ao chegar ao hospital, todos recebem a notícia do que ( e quem) está para chegar e ficam em choque.
Aparentemente e exteriormente, Nic está bem, sem lesões. O problema sempre foi o seu cérebro. Embora todos soubessem desde que viram as imagens da ressonância, Conrad insistia que a esposa iria ficar bem, afinal era mãe de Gigi, o centro do mundo deles. Ainda assim, depois de muitos exames, Nic acaba por sofrer morte cerebral. Foi tudo muito triste. Foi impossível conter as lágrimas quando a transportam pelos corredores do hospital onde várias pessoas a acompanham e revimos a forma como tocou cada um deles ao longo dos anos que fez parte da série.
No final, Conrad retira a aliança de casamento e permite que ela seja levada para a recolha de órgãos que permitiu que muitas pessoas se salvassem. No final do episódio vimos um helicóptero a sair de Chastain com alguns órgãos de Nic enquanto Conrad, o pai dele e Gigi saem do hospital. Olhando para o céu, Gigi aponta para o helicóptero e diz "Mamã". Desabei por completo. Como será o resto da temporada e da série sem a minha personagem preferida?
Contudo, Nic não poderia abandonar a série de outra forma. Uma esposa, mãe e enfermeira dedicada e de excelência não poderia simplesmente acordar um dia e decidir ir-se embora e deixar tudo para trás. Apesar de doloroso, foi um golpe de génio dos produtores, pelo menos respeitaram a essência da personagem.
Em vez disso, os primeiros episódios da quinta temporada foram muito intensos. A saída da atriz que dá vida a enfermeira Nic já tinha sido abordada, apenas não esperava que fosse desta forma. Se bem que, sendo Nic, que outra forma seria senão ela sendo uma heroína e continuar a salvar vidas? Mas vou contar do início.
Logo no início vimos Gigi já crescida ao colo de Conrad enquanto ele afirma que Nic volta no dia seguinte e que foi para um SPA relaxar. Ouvimos a voz de Nic no telemóvel, mas não a vemos. O primeiro episódio é muito intenso logo com muitos pacientes em risco, um ataque cibernético que coloca o hospital em risco e ainda Devon a ficar retido numa sala repleta de gás onde encontra o seu paciente caído.
No episódio seguinte, Devon é encontrado assim como o seu paciente. Ambos sobrevivem. Enquanto isso, Kit e Bell avançam na sua relação dando mostras de querer algo mais do que amizade. Na reta final do segundo episódio, Conrad fica preocupado com a falta de notícias de Nic e quando tocam à campainha julga ser a esposa. Em vez disso, depara-se com dois agentes da polícia que o informam que houve um acidente. E tudo começa aí. No terceiro episódio Conrad conduz a alta velocidade pela cidade enquanto no céu sobrevoa o helicóptero que transporta Nic para o Chastain. Ao chegar ao hospital, todos recebem a notícia do que ( e quem) está para chegar e ficam em choque.
Aparentemente e exteriormente, Nic está bem, sem lesões. O problema sempre foi o seu cérebro. Embora todos soubessem desde que viram as imagens da ressonância, Conrad insistia que a esposa iria ficar bem, afinal era mãe de Gigi, o centro do mundo deles. Ainda assim, depois de muitos exames, Nic acaba por sofrer morte cerebral. Foi tudo muito triste. Foi impossível conter as lágrimas quando a transportam pelos corredores do hospital onde várias pessoas a acompanham e revimos a forma como tocou cada um deles ao longo dos anos que fez parte da série.
No final, Conrad retira a aliança de casamento e permite que ela seja levada para a recolha de órgãos que permitiu que muitas pessoas se salvassem. No final do episódio vimos um helicóptero a sair de Chastain com alguns órgãos de Nic enquanto Conrad, o pai dele e Gigi saem do hospital. Olhando para o céu, Gigi aponta para o helicóptero e diz "Mamã". Desabei por completo. Como será o resto da temporada e da série sem a minha personagem preferida?
Contudo, Nic não poderia abandonar a série de outra forma. Uma esposa, mãe e enfermeira dedicada e de excelência não poderia simplesmente acordar um dia e decidir ir-se embora e deixar tudo para trás. Apesar de doloroso, foi um golpe de génio dos produtores, pelo menos respeitaram a essência da personagem.
Nos episódios seguintes vimos como Conrad se sente perdido e faz de tudo para encontrar uma explicação para o acidente de Nic, inclusive uma investigação médica profunda. No final, descobre que Nic se desviou de um veado, o que acabou por a levar a despistar-se. De certa forma, saber a resposta que procurava permite que Conrad obtenha alguma paz de espírito e possa seguir em frente. No final do episódio seis podemos ver um salto temporal onde Gigi já é mais velha e muito parecida com Nic tanto fisicamente como de personalidade. Os produtores fizeram um bom trabalho em escolher uma criança muito parecida com Nic para interpretar o papel de Gigi mais crescida. Em simultâneo, descobrimos que algures nesse meio tempo Kit e Bell finalmente moram juntos, Conrad se demitiu do Chastain e tem um consultório próprio de forma a poder passar mais tempo com a filha. Também uma surpresa foi o filho de Billie aparecer no início da temporada e tornar-se uma personagem recorrente ao longo do tempo. Enquanto vamos percebendo a relação atribulada de mãe e filho, somos também surpreendidos com a escolha de Kit em nomear Billie como chefe de cirurgia do hospital. Mulheres ao poder!
No episódio 8 Conrad é rodeado por enfermeiras que fazem de tudo para acarinhar Gigi e ainda se insinuarem descaradamente a ele. Descobrimos que se passaram três anos desde a morte de Nic e em conversa com Billie, Conrad questiona a melhor amiga de Nic se acha que realmente está na altura de voltar a namorar. Perante a resposta afirmativa dela, ele convida Marion, uma das professoras de Gigi, para sair. Apesar de no episódio seguinte acordarem juntos, tudo leva a crer que foi apenas coisa do momento, uma vez que Marion confessa não estar interessada em compromisso e Conrad não está preparado para algo sério. Contudo, nesse mesmo dia somos apresentados a uma nova personagem, a médica Cade. Conrad faz parte da equipa de flight go, médicos que transportam pacientes através de helicópteros, e é no seu primeiro dia que conhece Cade. Depois de um salvamento intenso e um parto, ambos regressam ao Chastain onde Cade acaba por ser contratada por Kit. Apesar de a médica ser evasiva e claramente esconder algo, não pude evitar a sensação que algo irá acontecer entre ela e Conrad por serem duas personagens fortes e ao mesmo tempo por já terem vivenciado tantas coisas menos boas.
Paralelamente, Bell volta a ter tremores nas mãos, um problema que tinha tido no início da série, e decide deixar de operar enquanto pede a Conrad que o examine em segredo. Posteriormente, Bell é confrontado com o resultado dos exames que mostra que o médico sofre de esclerose múltipla. A tentar lidar com o diagnóstico, desabafa com o filho e com Kit. Aceita a ajuda de ambos, mas ainda assim tenta terminar a relação com Kit com o pretexto de não a querer sobrecarregar. Contudo, Kit não é daquelas que desiste e informa-o que para onde quer que ele vá, ela irá com ele.
O episódio 11 foi intenso mas ao mesmo tempo amoroso. Quando uma paciente dá entrada no hospital, Conrad é informado que ela tem o coração que Nic doou quando faleceu. O médico fica emocionado ao escutar o bater do coração da sua esposa e faz de tudo para salvar a jovem. O momento mais doce foi quando no final do episódio, Conrad confessa à paciente que o coração que tem dentro do peito pertencia a Nic e pede para a apresentar a Gigi. Gigi é um doce de miúda e quando o pai coloca o estetoscópio para que ela possa ouvir o bater do coração da mãe, Gigi diz "Olá, mamã".
Desabei a chorar baba e ranho com este momento tão inocente e tão trágico.
Ao longo desta temporada a saúde da mãe de AJ veio a piorar o que leva o médico a entrar em conflito quando Devon recusa que a paciente faça parte do seu estudo clínico, uma vez que isso só a iria fazer piorar em vez de a ajudar a melhorar. AJ não aceita a decisão de Devon, ainda que seja a mais acertada na situação que a mãe se encontra, e começa uma guerra entre ambos.
Já Billie continua a ser uma personagem com bastante destaque nesta temporada, sobretudo por causa de se tornar chefe de cirurgia e também pelo seu passado vir à tona acompanhado pelo seu filho Trevor, que faz parte da equipa dos novos internos do Chastain. Quando o seu violador concorre para a vaga do conselho de medicina contra Bell, Billie decide apresentar queixa contra ele para o impedir de ficar com o emprego, mesmo que isso traga consequências devastadoras para a sua carreira. E acontece isso mesmo. Depois de ser ameaçada para retirar a queixa, Billie é alvo de comentários ofensivos por todas as redes sociais. Depois de muito ponderar e de obter o apoio dos colegas, a médica decide retirar a queixa para impedir que Trevor descubra quem é o seu pai biológico, contudo, já não vai a tempo de o impedir de descobrir a verdade. Na realidade, quando Billie se encontra perante o conselho médico para retirar a queixa, Trevor aparece, confessando a todos os presentes que é filho de Billie e fruto de uma violação por parte do médico em questão. Foi um momento muito intenso, doloroso mas acima de tudo, repleto de coragem tanto de Billie como de Trevor. No fim, Bell fica com o emprego e Trevor e Billie ficam mais próximos, mesmo que o rapaz esteja magoado por descobrir quem é o seu pai. Afinal, achava que a mãe o tinha dado para adoção por ser muito nova e que seria fruto de um primeiro amor que acabou numa gravidez acidental.
Depois da morte de Nic que era a melhor amiga de Billie, Conrad tem-se tornado o maior apoio de da médica ao longo do tempo e tenho esperança que a amizade bonita que os une, cresça e se torne em algo mais. Seria bonito de se ver e tenho a certeza que Nic ficaria feliz por isso, visto que são duas ótimas pessoas e fariam um casal lindo. Até porque não imagino Conrad com qualquer outra enfermeira por quem tem sido assediado ou com Marion, a professora de Gigi, com quem mantém encontros casuais. Ele merece mais que isso.
Em contrapartida, num episódio em que Conrad se vê envolvido com uma rede de criminosos que está a utilizar os seus dados médicos para passar receitas falsas, Cade é na verdade quem o alerta sobre isso e aconselha-o a dirigir-se ao FBI, onde acabamos por descobrir que ela própria tem trabalhado com o FBI para que o caso seja encerrado. No final, Conrad e Cade confessam gostar um do outro, mas que não irá acontecer nada pois o mais certo é ela ter de fugir de novo para se manter em segurança.
OK, Billie com Conrad faz sentido, agora a Cade? Por amor da santa, tenham dó! No mesmo episódio, a relação de Devon com Leela fica tremida quando a médica confessa que não tem qualquer desejo de ter filhos, ao contrário da sua irmã gémea que lhe tinha pedido anteriormente um dos seus óvulos para que pudesse utilizar com um dador de esperma e poder realizar o seu sonho de ser mãe, uma vez que ficou impedida de engravidar por si própria depois de ter sofrido uma doença grave em adolescente.
Com a temporada a aproximar-se rapidamente do fim, Padma decide pedir a AJ para ser o seu doador de esperma. Por outro lado, Devon confessa a Leela que não se importava de ser o doador se isso ajudasse Padma a realizar o seu sonho, o que leva a grandes discussões entre o casal que acaba por terminar a relação com a médica confessar que não quer nem nunca irá querer ser mãe.
Entretanto, tal como previsto anteriormente, AJ perde a mãe. Embora já o esperasse, a verdade é que fica devastado. Ao perceber que perdeu o seu último parente vivo, decide aceitar ser o pai do filho de Padma que mais tarde se revela ser afinal não um, mas dois bebés.
Entre pacientes, mortes e o stress diário no Chastain, Gigi é aquela personagem em miniatura super doce que anima qualquer médico, enfermeiro ou doente. Mas há mais! Além de Gigi a espalhar fofura, houve também um pedido de casamento entre Bell e Kit… finalmente!
The Resident não seria The Resident se não terminasse a temporada a deixar os espetadores sem fôlego por diversos motivos e nem todos são maus.
A reta final começa com Cade a ser alvejada pelos criminosos de quem fugia há anos depois de ver o seu nome e carreira envolvida com a máfia que receitava medicamentos em nome de vários médicos. Depois de se despedir dos colegas do Chastain e sobretudo de Conrad, Cade é vigiada por agentes do FBI que, infelizmente, não conseguem impedir que a médica seja atacada quando entra no carro.
Levada de volta para o hospital e em mau estado, Cade é socorrida por todos aqueles que a amam e a temem perder ao mesmo tempo que Conrad revê a perda de Nic nos acontecimentos presentes. Confesso que já estava a prever mais uma morte de alguém importante para Conrad e para o hospital, mas felizmente, depois de algumas cirurgias arriscadas, Cade sobrevive, é confortada por Gigi e uma ligação entre ela e Conrad torna-se mais evidente. Agora que o FBI deteve os criminosos, será que Cade e Conrad terão uma hipótese? Uma vez que ela já não precisa de fugir mais pelo país?
Não sei, mas preferia vê-lo ao lado de Billie, embora essa seja uma questão que nos leva até ao último segundo do último episódio e ainda se prolonga para a próxima temporada.
No último episódio, Cade recupera, está saudável, mas há mais… Nic volta à série para o último episódio e talvez para encerrar definitivamente a sua personagem. Ainda que através de flashbacks de Conrad, foi ótimo vê-la de novo sobretudo porque é através dessas memórias que Conrad percebe que está realmente na altura de seguir em frente no campo amoroso, mesmo que isso implique nunca deixar de amar a esposa. Então, no bar onde se conheceram anos atrás e onde toda a equipa do Chastain se encontra a festejar o noivado de Bell e Kit, e onde Devon faz as pazes com Leela, Conrad coloca a música que o recorda de Nic enquanto Billie e Cade partilham uma bebida e falam sobre ele e os sentimentos que ambas nutrem por ele.
Tanto Cade como Billie estão apaixonadas por Conrad, isso ficou claro há muito tempo, e também é evidente que ele nutre algo especial por ambas, mas nunca deixou transparecer para os espetadores qual delas escolheria…quando nas suas memórias Nic lhe pede para um dia caso ela morra ele encontrar alguém que o ame tanto como ela o ama, Conrad dirige-se a Cade e Billie, ficando no ar a dúvida de quem ele irá escolher. Assim termina a temporada da série. Fiquei com o coração das mãos e assim irá ficar até Setembro. Quero muito saber com quem Conrad decide ficar e sobretudo, estou ansiosa e curiosa para saber como irão desenvolver a próxima temporada. Apesar da saída de Nic e de temer que a série desmoronasse sem ela, a verdade é que os produtores conseguiram manter a carruagem em andamento e surpreender-me pela positiva. O que foi uma agradável surpresa e me deixou ainda mais viciada na série!
Por aí, costumam acompanhar a série? Que acharam do season finale?
PS: Será que alguém vai ler esta review? Escrevi imenso! Acho que me entusiasmei e não consegui resumir ainda mais, de tão boa que foi esta temporada. 🙈
«A sua filha... onde se encontrava a sua filha...? Pânico. Silêncio terrível.
O único som que ouvia era o do próprio coração, a bater freneticamente contra o peito. Saiu a correr da sala e deteve-se bruscamente no cimo da escada enquanto olhava em volta, para todos os lados. Ficou atordoada, o sangue gelou-se-lhe. Estava desesperada. A sua filha?... alguém a tinha levado.Depois do desaparecimento de uma menina de apenas oito anos, a agente especial do FBI Tess Winnett foi chamada ao local para investigar um dos raptos mais sinistros que alguma vez lhe passara pelas mãos.
Como fora possível desaparecer uma criança à vista de tanta gente?
Ao iniciar a investigação, as pistas surgem a conta-gotas. Entretanto, os pais da menina são confrontados com um pedido de resgate de soma avultada. As primeiras vinte e quatro horas são críticas. A cada momento, o enredo entrelaça-se mais.
Desesperada por respostas e dolorosamente ciente de cada minuto que passa, Tess tem de fazer uma escolha: confiar no instinto e seguir as pistas que parecem indicar uma ligação com o crime organizado… ou ceder às exigências dos raptores e ao desespero dos pais e viabilizar o pagamento do resgate.
As hipóteses de encontrar Paige com vida diminuem a cada segundo. Fazer a escolha errada selará o seu destino.»
A Rapariga que Desapareceu é a mais recente obra da Leslie Wolfe e não pôde faltar na minha wishlist de aniversário deste ano.
Depois de ter lido A Rapariga da Rosa que, como referi anteriormente, me desiludiu um bocadinho – o que não era nada típico da autora – esperava afincadamente que ela se redimisse com este novo enredo e...meu Deus! Alguma vez encontrarei palavras suficientes para fazer esta review?
Começamos pelo facto de pela primeira vez a agente Tess lidar com um rapto de uma rapariga viva, tendo em conta que o trabalho dela é mais centrado em resolver assassinatos em série. Quando Paige é raptada à vista de todos sem ninguém se aperceber, o pai da menina e também procurador distrital, exige expressamente que seja Tess a resolver o caso, o que a apanha desprevenida dado o historial profissional de ambos.
À medida que a história se desenrola vamos descobrindo novas pistas e percebendo que o rapto tem duas vertentes. A vertente onde reside o verdadeiro motivo pelo qual foi levada, e aquela em que os raptores exigem um resgate que não estava nos planos do cabecilha. A equipa fragmenta-se, torna-se um caos completo e Paige fica em risco de vida. Enquanto isso, Tess não sabe se deve seguir a razão ou o seu instinto que nunca lhe falhou antes. Chegará ela a tempo de salvar Paige?
Num livro de prender a respiração do início ao fim, Leslie Wolfe leva-nos de encruzilhada em encruzilhada, dá-nos pistas a conta gotas, leva-nos ao limite da nossa curiosidade, prende-nos de tal forma ao livro que só conseguimos descansar na última linha e acho que nem isso!
Adorei, foi uma excelente leitura sem qualquer dúvida! E o fim? Totalmente arrasador e inesperado com um toque de cliffhanger que eu adoraria ver explorado num próximo livro.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Hoje eu posso ir
Posso ficar
Podia ir rápido e depois voltar
Mas tu não dês conversa à, à minha vontade de desconversar
Estou atrasada
Só meia hora
Na verdade, só não quis chegar a horas
Nem gosto de café mas olha, já que aqui estou agora, agora
Cala-te tu não estás nada
Não estás a nada querer ir p'ra casa
Ele até parece ter graça
E eu até queria ver as estrelas
Que a noite nem parece a mesma sem elas
E a cidade são só luzes
A cidade são só luzes
E eu até queria ver as estrelas
Mas as pessoas brilham e as luzes delas
Na cidade são só luzes
A cidade são só luzes
Eu não consigo vê-las
Eu não consigo
Não estou sozinha
Estou bem acompanhada
Ao que parece toda a gente quer estar apaixonada
E eu ainda, me sinto meio, me sinto meio tua namorada
Cala-te tu não estás nada
Não estás a nada querer ir p'ra casa
Ele até parece ter graça
E eu até queria ver as estrelas
Que a noite nem parece a mesma sem elas
E a cidade são só luzes
A cidade são só luzes
E eu até queria ver as estrelas
Mas as pessoas brilham e as luzes delas
Na cidade são só luzes
Na cidade são só luzes
E eu não consigo vê-las
Eu não consigo
Vê-las
Eu não consigo
Vê-las
Eu não consigo
Vê-las
Eu não consigo
Vê-las
Eu não consigo»
«Não apresses o destino...Porque tudo o que tiver de acontecer, acontece no tempo certo.»
Maio chegou ao fim no meio do caos que foram as últimas semanas. Senti que foi um mês curto mas em simultâneo parecia nunca mais ter fim. Será possível ser tão contraditório?
Foi um mês em cheio. Cheio de tudo. Foi o mês do meu aniversário, do aniversário do meu pai, do meu aniversário com o F. , de mudar de casa, de uma semana de férias que passou a voar mas que nos permitiu visitar o Penedo Furado, de uma ida à Tektónica na FIL de Lisboa, de (poucas) leituras, uma nova tatuagem, de treinos no ginásio e de passeios de bicicleta.
Foi um mês em cheio. Cheio de tudo. Foi o mês do meu aniversário, do aniversário do meu pai, do meu aniversário com o F. , de mudar de casa, de uma semana de férias que passou a voar mas que nos permitiu visitar o Penedo Furado, de uma ida à Tektónica na FIL de Lisboa, de (poucas) leituras, uma nova tatuagem, de treinos no ginásio e de passeios de bicicleta.
Foi o mês que nos trouxe as respostas que ansiávamos há tantos meses, de muito trabalho acumulado, mas acima de tudo, de muitos concertos, muita música, diversão e bons momentos que se sobrepuseram ao cansaço. Houve dias que necessitei que tivessem mais de 24h, agora só quero que as coisas acalmem e voltem ao seu lugar. Preciso de respirar fundo.
No meio de toda a confusão de sentimentos e emoções que foi o mês de Maio, chegou Junho e com ele a contagem decrescente para o nosso casamento! Acho que só consigo mesmo relaxar depois desse dia passado, depois de todo o stress dos preparativos fazer parte do passado e de ser a mulher casada que desejo ser.
Agora, vamos à minha parte preferida destes posts de retrospetivas mensais.
No último mês li 3 livros (😒): Para Onde Vou... (3★), A Hipótese do Amor (4★) e A Rapariga Que Desapareceu (5★). Comecei ainda a ler Nós Os Dois Na Lua que espero acabar entretanto.
Foi um mês cansativo à beira da exaustão, como já perceberam, mas ainda assim tão cheio de coisas boas e marcantes pelas quais agradeço ao Universo e a Deus. 🤍🙏
Comecei a ver a segunda temporada de The Wilds, alguns episódios de Blindspot e ainda outros aleatórios ainda que poucos.
Quanto a filmes, depois de em Março ter ganho vergonha na cara e ter visto 7, em Abril não vi nenhum mas comecei a ver o Batman, só que Maio passou e ainda não o terminei. 🙄 Pelo menos consegui ver dois, 365 Days: This Day e Sonic - The Hedgehog II. A ver se este mês consigo terminar então o malfadado Batman e ver mais alguns.
Foi um mês cansativo à beira da exaustão, como já perceberam, mas ainda assim tão cheio de coisas boas e marcantes pelas quais agradeço ao Universo e a Deus. 🤍🙏
Que tal foi o vosso mês de Maio? Preparos/as para o novo mês? Eu estou super preparada e cheia de boas energias.
Meu Deus! Quero casar!!!!😍 (Sim, estou histérica e ansiosa por esse dia!)
Como não há duas sem três, e para encerrar a Ascensão com a chave de ouro, Fernando Daniel subiu ao palco e tive a oportunidade de assistir a um concerto dele pela terceira vez. Dos três concertos dele a que fui não consigo escolher qual gostei mais. O primeiro foi em 2019, ainda não o conhecia muito bem. O segundo foi em 2021 na Arena d'Almeirim e foi a minha primeira experiência de concerto em tempo de pandemia com máscara e cada macaco no seu galho. O terceiro foi agora, sem máscaras, a dançar e cantar como se o mundo acabasse dali a umas horas. Adorei todos eles, cada um à sua maneira e mesmo já conhecendo o artista em cima do palco e as suas músicas, foi incrível como se fosse sempre a primeira vez.
Mesmo adoentado, o Fernando brilhou com o seu vozeirão e a sua energia hiperativa em cima do palco. Vi-me com dificuldade em captar algumas fotos por causa disso mesmo. 😄
Em termos de efeitos visuais sem dúvida que este foi o concerto dele a que assisti que mais se esmeraram e levam os meus parabéns por isso. Os vídeos que passavam no ecrã atrás da banda foi um pormenor interessante, sobretudo quando ao tocar "A Melodia da Saudade" apareceu a foto do seu falecido avô. São pequenos grandes gestos que fazem a diferença e nos marcam. Pelo menos não fui a única que derramou uma lágrima solitária ao ouvir essa música.
Mesmo adoentado, o Fernando brilhou com o seu vozeirão e a sua energia hiperativa em cima do palco. Vi-me com dificuldade em captar algumas fotos por causa disso mesmo. 😄
Em termos de efeitos visuais sem dúvida que este foi o concerto dele a que assisti que mais se esmeraram e levam os meus parabéns por isso. Os vídeos que passavam no ecrã atrás da banda foi um pormenor interessante, sobretudo quando ao tocar "A Melodia da Saudade" apareceu a foto do seu falecido avô. São pequenos grandes gestos que fazem a diferença e nos marcam. Pelo menos não fui a única que derramou uma lágrima solitária ao ouvir essa música.
No geral, adoro os concertos do Fernando, adoro a sua voz, adoro saber as letras do início ao fim por o estar sempre a ouvir. Adoro a sua energia e a sua simplicidade.
Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir a um concerto dele, recomendo que o façam. Vão gostar e vão querer sempre mais.
Depois da noite louca do David Antunes & The Midnight Band, não podia perder a oportunidade de assistir a um concerto do Syro na noite seguinte também nas festas da Ascensão.
Apesar do seu estilo musical ser mais intenso e metaleiro, estava ansiosa por ouvir alguns temas mais conhecidos como "Perto de Mim", "Ainda Nos Temos" e "Rio d'Água".
Quando vou a concertos pela primeira vez de artistas que adoro ouvir, tenho sempre aquele receio de me desiludir com a pessoa em cima do palco, mas no caso do Syro não desiludiu nem um pouco. Com aquela sua voz doce e ao mesmo tempo poderosa, aquelas músicas mais intensas e obscuras, mas acima de tudo as baladas, ganhou um lugar no meu coração reservado para concertos inesquecíveis.
Apesar do seu estilo musical ser mais intenso e metaleiro, estava ansiosa por ouvir alguns temas mais conhecidos como "Perto de Mim", "Ainda Nos Temos" e "Rio d'Água".
Quando vou a concertos pela primeira vez de artistas que adoro ouvir, tenho sempre aquele receio de me desiludir com a pessoa em cima do palco, mas no caso do Syro não desiludiu nem um pouco. Com aquela sua voz doce e ao mesmo tempo poderosa, aquelas músicas mais intensas e obscuras, mas acima de tudo as baladas, ganhou um lugar no meu coração reservado para concertos inesquecíveis.
Com uma energia incrível em cima do palco e com aquele seu estilo muito próprio, Syro colocou-nos a cantar, a dançar e a saltar. E o melhor de tudo? Cantou "Perto de Mim" no meio do público.
Foi lindo.
Foi espetacular.
E não posso deixar de vos recomendar que pelo menos uma vez na vida assistam a um concerto dele. Vão gostar.
Agora um aparte… aqui a criatura que vos escreve ficou histérica quando o pobre rapaz deixou like, comentou e ainda partilhou a publicação que fiz sobre o concerto no Instagram. O F. ainda goza comigo por causa disso e já se passou uma semana. 🙄
Deixo-vos agora algumas fotos dessa noite maravilhosa.
Obrigada Syro pela noite incrível que nos proporcionaste. 🙏
Alguém aqui é fã dele ou assistiu a um dos seus concertos?
2022 tem-me proporcionado a oportunidade de assistir a alguns concertos.
Depois do concerto da Bárbara Bandeira em Santarém em Março deste ano, escrevo este post após três dias seguidos de concertos na Chamusca, na festa da Ascensão.
David Antunes levou o público à loucura na noite de 29 de Maio. Foi a primeira vez que assisti a um concerto dele e agora percebo que não estava, de todo, preparada sobretudo depois de uns dias intensos de mudança de casa. Foi muita animação, muita energia, muito levanta o pé do chão, levanta o braço e dança. Muitos agudos a sair daquelas colunas tão perto dos meus ouvidos que toda a noite zumbiram mesmo quando adormeci. 😅
Embora contem ainda com poucas músicas originais da banda, o David canta temas de outros músicos e com o seu toque pessoal e animação levou toda a gente à loucura, sobretudo quando decidiu descer do palco e vir cantar para junto do público. Foi uma animação do caraças, mesmo!
Pode não ser o meu artista preferido, mas gostei imenso de o ouvir, adorei saltar, dançar, cantar a plenos pulmões a minha música preferida dele: "És o Meu Final Feliz". Sem dúvida que é um cantor com muita energia e boa vibe em cima do palco. E o melhor de tudo é que é made in Ribatejo.
Para quem ainda não teve oportunidade de assistir a um concerto dele, recomendo que o façam. Vão divertir-se imenso e ficar doridos como se tivessem feito um treino intensivo no ginásio.
(In)felizmente não tenho muitas fotos dessa noite, estava mais focada em aproveitar o concerto, mas deixo-vos com a foto acima com toda a banda no seu melhor.
Obrigada David Antunes & The Midnight Band pela noite incrível que nos proporcionaram. 🙏
A vida é feita de mudanças e sem dúvida que esta foi uma das maiores que tive até agora que envolveu muitos sentimentos e emoções.
Cerca de 4 anos depois de ter saído de casa dos meus pais e ter-me mudado para o meu primeiro apartamento, a minha casa longe de casa, fechei aquela porta pela última vez na passada sexta-feira. Passou-se uma semana e cada vez que me recordo desse instante, as lágrimas invadem novamente os meus olhos. Mudámos de casa na última semana de Maio. Foi uma semana intensa que nos levou à exaustão tanto física como psicológica. Confesso que a vontade de nos mudar-mos era muita, mas a ficha só me caiu no exato momento que vi o meu antigo apartamento totalmente vazio, praticamente tal como o tinha encontrado quando o adquiri, só que desta vez deixei lá pedaços meus. Pedaços de histórias felizes e tristes, pedaços de sorrisos, lágrimas, de noitadas a ler, a escrever ou a maratonar séries, de tardes passadas à lareira e de mudanças que fui fazendo ao longo dos anos na tentativa de tornar o espaço mais acolhedor.
Apesar de todas as razões que me/nos levaram à decisão de mudar, não pude evitar a nostalgia… esperem… não pude evitar o mar de lágrimas que derramei ao fechar aquela porta sabendo que nunca mais iria voltar. Situa-se num local por onde passo regularmente e tenho sempre a tendência de olhar para as janelas que já foram minhas. Foi o meu lar durante quase 4 anos, e num recanto qualquer de mim sei que será sempre um dos lugares onde deixei um pedaço do meu coração e onde, apesar de tudo, também vivi muitos momentos felizes.
Chorei tanto, choro neste mesmo instante, de saudades. Estou num apartamento brutal, muito melhor e eu adoro mesmo muito, mas a saudade invade-me de vez em quando. É normal e natural.
Cerca de 4 anos depois de ter saído de casa dos meus pais e ter-me mudado para o meu primeiro apartamento, a minha casa longe de casa, fechei aquela porta pela última vez na passada sexta-feira. Passou-se uma semana e cada vez que me recordo desse instante, as lágrimas invadem novamente os meus olhos. Mudámos de casa na última semana de Maio. Foi uma semana intensa que nos levou à exaustão tanto física como psicológica. Confesso que a vontade de nos mudar-mos era muita, mas a ficha só me caiu no exato momento que vi o meu antigo apartamento totalmente vazio, praticamente tal como o tinha encontrado quando o adquiri, só que desta vez deixei lá pedaços meus. Pedaços de histórias felizes e tristes, pedaços de sorrisos, lágrimas, de noitadas a ler, a escrever ou a maratonar séries, de tardes passadas à lareira e de mudanças que fui fazendo ao longo dos anos na tentativa de tornar o espaço mais acolhedor.
Apesar de todas as razões que me/nos levaram à decisão de mudar, não pude evitar a nostalgia… esperem… não pude evitar o mar de lágrimas que derramei ao fechar aquela porta sabendo que nunca mais iria voltar. Situa-se num local por onde passo regularmente e tenho sempre a tendência de olhar para as janelas que já foram minhas. Foi o meu lar durante quase 4 anos, e num recanto qualquer de mim sei que será sempre um dos lugares onde deixei um pedaço do meu coração e onde, apesar de tudo, também vivi muitos momentos felizes.
Chorei tanto, choro neste mesmo instante, de saudades. Estou num apartamento brutal, muito melhor e eu adoro mesmo muito, mas a saudade invade-me de vez em quando. É normal e natural.
No dia seguinte a ter-me despedido de cada recanto daquele lar, uma nova família já se instalava por lá e isso acalmou um bocadinho o meu coração. Espero que sejam lá muito felizes e que aquela casa os ame tanto como me amou a mim. Porque no fim de contas, trata-se disso. Dos lugares que amamos e que nos amam de volta. Na última olhadela rápida pelo interior e enquanto fechava a porta eu senti-me grata. Por tudo. Estas foram as minhas palavras exatas "Obrigada casinha, por tudo."
Subscrever:
Mensagens (Atom)









Social Icons