«Três unidades de plutónio são roubadas por um grupo terrorista com o intuito de construir armamento. Ethan Hunt é encarregue da missão de recuperá-las mas, num momento decisivo, ao invés de cumpri-la, opta por salvar a vida do seu colega Luther Stickell. Falhada a missão, Ethan passa a estar sob investigação por parte dos seus superiores da CIA. No entanto, decide completá-la por conta própria. Mas quando o chefe do grupo terrorista é morto, e Ethan se apropria da sua entidade para se aliar a uma traficante de armas de pseudónimo White Widow, para recuperar o plutónio, passa também a ser perseguido por toda uma rede criminosa. Colaborando com uns e perseguido por outros de todas as facções, entre notícias falsas e jogos duplos, Ethan Hunt está numa corrida em contra-relógio para evitar uma catástrofe a nível mundial.»
Sou fã de todos os filmes da Missão Impossível desde o início, claro que quando sai um novo mal posso esperar por o ver e já que não deu para ir ver ao cinema, assim que saiu na net saquei logo para ver! Adorei mesmo muito! Só não gostei da duração; 2h 30min de filme é muito. Tive de ver por três vezes, acreditam? Mesmo assim valeu a pena!
Avaliação The Choice: ★★★★★
Esta música é uma das minhas preferidas do momento, aquela que quando toca na rádio me põe a cantar no meio do trânsito. Quem conhece?
Ando completamente perdida na minha vida. De vez em quando acontece a todos mas desta vez atingiu-me mesmo com força. Tenho levado tantas chapadas da vida que já estou toda dorida e negra. Mas serve sempre para alguma coisa, pois agora abri os olhos em relação a muitas coisas e isso despertou-me para a vida e para o que ando a fazer comigo mesma...para o mal que me andam a fazer e eu a deixar.
Tentei comprar casa, não queria alugar porque acho absurdo o valor de renda mensal que se paga numa casa que muitas vezes nem são nada de especial. Queria algo meu, ter o meu espaço, a minha casa. Mesmo minha. Tentei (tentámos) e não conseguimos. Precisávamos de dois fiadores e tínhamos apenas o meu pai que, como é óbvio e compreensível, não aceitou ser nosso fiador sozinho já que da parte do F. ninguém pode ser!
Vocês não imaginam os nervos que já apanhei, as noites que já passei sem dormir por causa disto, para nada. Custa muito. E custa ainda mais quando percebemos com quem realmente podemos contar. Mas ajudou-me a abrir os olhos e a valorizar ainda mais os meus, que tudo estão dispostos a fazer por mim mas com conta, peso e medida.
Fiquei de rastos, aliás ainda estou. Não tenho motivação para fazer nada, não me apetece fazer nada só me apetece ficar sozinha, que me deixem em paz no meu cantinho. Que não me chateiem mais.
Agora é tentar seguir em frente e ficar apenas com as lições que estas últimas semanas me deixaram e tentar voltar à vida normal. Não posso, pelo bem da minha saúde, deixar que isto me consuma.
Quem disse que crescer era fácil? Se alguém disse isso atiro-lhe já um calhau à cabeça.
Aquela música que descobri por acaso e agora não me sai da cabeça! Deve ser das poucas que gosto desta banda e inspira-me tanto.😀
Podem deduzir que para chegar ao ponto de deixar o blog ao abandono alguma coisa deve ter acontecido. Na verdade, por há tanto tempo o ter deixado meio à sorte com posts sem interesse nenhum é que decidi que seria melhor fazer uma pausa, com tudo o que tem acontecido na minha vida. Nem sei por onde começar. Apenas nada me tem corrido bem ultimamente e isso deixa-me sem vontade de me dedicar ou de me comprometer com o que quer que seja. Sinto que preciso de estar sozinha comigo uns tempos, sozinha mesmo, sem pessoas, sem tecnologias, sem nada só eu, o mar, um sítio sossegado e um bom livro. Contudo, uma vez que tal não é possível, acabei por me afastar do que mais gosto de fazer apenas porque não estou bem e nada me capta o interesse e motivação.
Tem acontecido tanta coisa. Há quase duas semanas o meu pai ia morrendo. Agarrem-se bem...o meu pai caiu de uma altura cerca de 4m, de cabeça abaixo mesmo direitinho ao chão e o que lhe salvou a vida foi bater com a mão numa merda qualquer que apanhou pelo caminho e ajudou-o a virar e cair de costas. Graças a um milagre posso dizer que o meu pai caiu de 4m e esfolou apenas o cotovelo. Chorei tanto quando soube que estava no hospital, sem saber o estado dele. Custou-me muito e isso abalou todos nós aqui em casa, quer queiramos quer não. Depois há o resto...
Sinto que estou sozinha. Parece que estou a dramatizar mas sinto mesmo isso. Acho que vou entrar num convento e esquecer de vez que os homens existem. Esquecer que o mundo inteiro existe.
Estou cansada de pessoas interesseiras que só se lembram de mim quando precisam de algum favor e ainda por cima acham que não topo isso. E estou cansada de não poder contar com ninguém, seja para o que for. Sinto-me perdida. Realmente perdida. E não sei o que fazer para me encontrar. Não sei mesmo. Talvez aquele dito retiro referido acima fosse um bom plano mas agora é impossível ir por aí.
Não quero voltar ao blog para trazer para cá as minhas más vibes mas também me custa deixá-lo assim, como se o ignorasse, quando é uma parte de mim há tantos anos.
Ai vida, acalma lá um pouco e deixa-me respirar.
Por muito que me custe ter decidido isto cheguei à conclusão que irei deixar o The Choice em pausa. Falta-me inspiração e vontade para cá continuar. Espero voltar em breve mas não prometo nada.
Decidi dedicar-me a outras coisas, ou pelo menos tentar... Vou tentar que o meu outro blog de autora tenha mais destaque e consiga levar os meus projectos a outro nível. Como disse, vou tentar, logo se vê.
Até breve, espero eu. E obrigada por tudo!

4 meses e 5 dias depois ainda me arrepio cada vez que vejo o meu booktrailer. Cada vez que penso no meu 25º aniversário, data em que lancei o meu livro "Tudo o que Sempre Quis" e na emoção que foi esse dia, dou por mim toda arrepiada. Quando penso em desistir, reflicto em tudo o que aconteceu nestes 4 meses e chego à conclusão que é este o meu destino. Foi para isto que nasci.
«Uma abordagem que nos desafia os instintos e nos força a questionar tudo o que sabemos sobre a vida.
Durante décadas convenceram-nos de que o pensamento positivo era a chave para uma vida rica e feliz. Mas esses dias chegaram ao fim. Que se f*da o pensamento positivo! Mark Manson acredita que a sociedade está contaminada por grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo.Recorrendo a um estilo brutalmente honesto, Manson mostra-nos que o caminho para melhorar a nossa vida requer aprender a lidar com a adversidade. Aconselha-nos a conhecer os nossos limites e a aceitá-los, pois no momento em que reconhecemos os nossos receios, falhas e incertezas, podemos começar a enfrentar as verdades dolorosas e a focar-nos no que realmente importa.
Recheado de humor e experiências de vida, A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da é o soco no estômago que as novas gerações precisam para não se perderem num mundo cada vez mais fútil.»
Admito que andava desertinha para ler o livro e que esperava um pouco mais dele mesmo assim ajudou-me a refletir sobre imensas coisas e ensinou-me a dizer "que se f*da" para muitas outras. No fundo, acho que posso dizer que tirei alguma lição do livro.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Olá criaturas, tudo bem?
Depois de dar voltas e mais voltas, indecisa entre criar um novo blog ou um site e sem gostar de template nenhum, fiquei-me pelo blog.
Será onde irei postar as coisas que vão acontecendo com o meu livro, eventos, fotos, entrevistas etc. Quem me quiser acompanhar por lá agradeço 💗 Podem ver tudo AQUI!
Há 17 anos eu tinha 8 anos e o que aconteceu, mesmo sem eu ter bem a noção do estava a passar-se, incomodou-me tanto!
«Nas profundezas do Oceano Pacífico, um grupo de cientistas efectua uma expedição integrada num programa internacional de vigilância submarina. Quando o submersível onde se encontram é parcialmente destruído por um megalodonte, um tubarão de quase 20 metros, dado como extinto há mais de dois milhões de anos, os tripulantes ficam encarcerados no fundo do mar. É então que o oceanógrafo responsável pela missão contacta Jonas Taylor, um mergulhador norte-americano especializado em resgates em águas profundas. Alguns anos antes, Taylor tinha-se já deparado com a mesma criatura numa situação particularmente traumática. Agora, cauteloso em relação aos perigos que enfrenta, tem de medir todos os riscos.»
Este é um daqueles filmes que vimos no cinema e nem damos pelo tempo passar, até amaldiçoamos quem inventou que teria de haver intervalo a meio do filme! Adorei mesmo...Fiquei fascinada e presa ao ecrã! Ah, e ainda apanhei uns valentes sustos!! Preparem-se para isso mas vão ver que não se arrependerão de ver o filme.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Este livro procura desmistificar as nossas ilusões de que quando se ama não há dor, que quando se ama não interessa o que fizemos ou fomos no passado a não ser para ajudar a compreender o que somos no presente.
O futuro, esse somos nós que o construímos e depende apenas de como nos entregamos às relações, de como nos expomos, e da capacidade que temos de abdicar das nossas decisões muitas vezes sem uma justificação racional, em proveito de toda a nossa componente emocional.
Mas mais que alguma coisa, fala de amor e viver os sentimentos sem medos, sem duvidas, partilhando e confiando...
Amar é sempre difícil, não se trata do que queremos receber, mas sim do que incondicionalmente estamos dispostos a dar.
...porque no final, quando queremos, quando verdadeiramente encontramos a outra metade da nossa alma, ...
... é fácil amar!»
Finalmente terminei de ler este livro. Comecei a meio das férias e confesso que ao início foi uma leitura difícil devido aos diálogos em que não sabia quem estava a falar e OK a história nem me prendeu assim muito mas no final até valeu um bocadinho a pena ler. Dei por mim a querer saber como terminava a história daqueles dois. Agora já está, venha o próximo!
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Peço desculpa pela minha ausência do blog. Ultimamente tenho aproveitado os bocadinhos de tempo livre que tenho para ir agendando posts e isso resulta em posts muitas vezes sem interesse.
Tem sido complicado gerir tudo o que está a acontecer, é muita coisa ao mesmo tempo nem sei para onde me virar ou por onde começar a resolver as pontas soltas. Quando isto acontece começo por ir fechando portas a pouco e pouco, resolver um assunto de cada vez mas não dá. É muita coisa.
Gostava de dizer que estou numa fase ótima. Não estou. Mas também não estou mal, só estou sem paciência para esperar que tudo se resolva pelo melhor. Quero e faço para que se resolva rápido mas leva sempre tanto tempo.
Tenho de começar a ter mais calma comigo própria, não me faz bem certas coisas e tenho de aprender isso de uma vez por todas. Enquanto isso, vou tentar resolver a minha vida e tentar dar-vos mais atenção.
Obrigada a quem continua desse lado, independentemente de tudo. 💖
Agosto já lá vai e é tempo de abraçar Setembro e tudo o que ele tem para me dar. Estava ansiosa por este mês, algo me diz que será cheio de recomeços. Estou bastante positiva sobre o que me espera, não me perguntem porquê, apenas me sinto...esperançosa.
Agosto não foi mau, pelo contrário, foi tranquilo, nada de preocupante tirando a cirurgia da minha avó que correu bem. Fui de férias e voltei cheia de energia e planos para novos projectos agora é arranjar tempo para os realizar. Tudo a seu tempo se faz, certo?
Que Setembro não me desiluda.
Bom mês! 💗
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