Editora: Suma de Letras
Género: Policial e Thriller
Número de páginas: 392
Tópicos que aborda: Família. Traição. Assassinatos. Casal. Mistério. Conspiração.
Sinopse:
«A nossa história de amor é simples. Conheci uma mulher deslumbrante. Apaixonámo-nos. Tivemos filhos. Mudámo-nos para os subúrbios. Contamos um ao outro os nossos maiores sonhos e os nossos segredos mais sombrios. E depois aborrecemo-nos.
Parecemos um casal normal. Somos os seus vizinhos, os pais do amigo do seu filho, os conhecidos com quem está sempre a querer jantar.Todos nós temos segredos para manter vivo um casamento.
Acontece que o nosso é matar…»
Review:
Depois de um romance, gosto sempre de pegar num thriller para equilibrar a balança e o escolhido foi A Minha Adorável Esposa. Apesar de ser um livro recente e de ter algum hype em torno dele, confesso que não sabia bem o que esperar desta leitura. Não me queria iludir nem desiludir, por isso mergulhei de cabeça, sem grandes expectativas. Rapidamente fiquei intrigada e dei por mim a devorar página atrás de página na ânsia de descobrir a verdade sobre aquele casal tão...estranho. E mais estranho foi quando constatei que nunca descobrimos o nome verdadeiro do homem. Esse pormenor e o final do livro deixaram-me com uma valente ressaca literária durante alguns dias. Senti o meu cérebro a dar um nó de tanto tentar descortinar aquelas últimas páginas sem saber bem o que pensar de tudo o que li.
Mas vamos voltar um pouco atrás.
A Minha Adorável Esposa é um thriller muito bem construído, com personagens fortes e segredos ainda mais fortes. É-nos narrado pelo marido, um professor de ténis casado com uma agente imobiliária com quem tem dois filhos. Com o passar dos anos, o casal aborrece-se e decide começar a assassinar mulheres. Durante quase todo o enredo somos levados numa direção para quase na reta final nos atirarem para outra totalmente diferente e inesperada. Aborda temáticas como a família, a traição, assassinatos, vingança, segredos obscuros e paranóia.
Está repleto de mistério e conspiração a cada virar de página. Arrisco-me a dizer que é uma leitura tão viciante e corrida, com tantos momentos de acção, que só consegui respirar fundo quando o terminei.
Para quem gosta de thrillers, recomendo muito, sem dúvida uma leitura obrigatória.
Preparem-se para passar noites em branco.
Avaliação: ★★★★★
Estou há mais de uma semana sem vir aqui e o motivo é uma daquelas coisas que nunca pensei dizer, sobretudo ao fim de todo este tempo; apanhei covid. Pela primeira vez. Três anos depois. Depois de a minha família ter tido há quase um ano e de quem eu nunca apanhei. Pensei ser imune mas quando menos esperava acordei super estranha. Não sabia se deveria pensar ser mais uma crise de sinusite ou uma valente constipação, mas quando os calafrios me atingiram em força e a pele me começou a doer ao toque, eu soube. Mesmo antes de zaragatoar os confins do nariz, eu soube. Mas nada me preparou para o que viria de seguida. Passei 4 dias terríveis e noites ainda piores, a arder em febre, a transpirar que nem uma mula e sem comer com dores de dentes. Sim, isso. Acho que um dos sintomas que nunca ouvi ninguém queixar-se foi mesmo a dor de dentes e de ouvidos, mas suspeito que deveu-se ao facto de ter sinusite aliada ao covid. Foi horrível. Não tive falta de ar, graças a todos os santinhos, mas senti os pés demasiado perto da cova, admito. Não tinha coragem nem forças para pegar num livro nem ver tv. Limitei-me a existir nesses primeiros dias, a dormitar dias inteiros sem saber bem se estava a viver a vida real ou estaria prestes a acordar de um pesadelo.
Só mais para o fim da semana me consegui reerguer, ainda que a custo. A febre passou, as dores passaram, mas ficou uma tosse chata, ficou a falta de paladar e de olfato. Ficou aquele cansaço estranho que espero que passe com o tempo. Acho que mesmo assim, poderia ter sido pior. O que sempre me assustou no covid foram os pulmões, o medo de ficar com falta de ar. Felizmente, escapei a isso e agora aqui estou eu, prestes a regressar ao gabinete com uma montanha de assuntos para resolver e com o saco do ginásio à porta, pronto para voltar ao desporto mesmo que seja devagarinho. Uma das coisas que mais senti falta nesta última semana foi mesmo mexer o esqueleto, sentir-me ativa. Ter ido até à praia no Sábado ajudou, mesmo que nem sequer tenha sentido o cheiro a água salgada, deu para desanuviar, mas sinto mesmo necessidade de voltar à rotina.
Portanto é isto. Um Monday...Again com um mega update e com muita vontade de voltar ao mundo real.
Só mais para o fim da semana me consegui reerguer, ainda que a custo. A febre passou, as dores passaram, mas ficou uma tosse chata, ficou a falta de paladar e de olfato. Ficou aquele cansaço estranho que espero que passe com o tempo. Acho que mesmo assim, poderia ter sido pior. O que sempre me assustou no covid foram os pulmões, o medo de ficar com falta de ar. Felizmente, escapei a isso e agora aqui estou eu, prestes a regressar ao gabinete com uma montanha de assuntos para resolver e com o saco do ginásio à porta, pronto para voltar ao desporto mesmo que seja devagarinho. Uma das coisas que mais senti falta nesta última semana foi mesmo mexer o esqueleto, sentir-me ativa. Ter ido até à praia no Sábado ajudou, mesmo que nem sequer tenha sentido o cheiro a água salgada, deu para desanuviar, mas sinto mesmo necessidade de voltar à rotina.
Portanto é isto. Um Monday...Again com um mega update e com muita vontade de voltar ao mundo real.
Como foi o vosso fim de semana de Páscoa? Com coragem para enfrentar mais uma Segunda-Feira?
Boa semana! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
Boa semana! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
Domingo de Páscoa pós-covid e aniversário da avó materna. Começa assim a época de aniversários da família mais próxima.
Uma Feliz e Santa Páscoa para todos vós, com muito amor, união e saúde. Porque é isso o mais importante.🤍✨
PS: Cuidado! Não partam nenhum dente com as amêndoas. 🤭
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