Won't stop til it's over
Won't stop til it's over ah
Won't stop to surrender»
Género: Policial e Thriller
Número de páginas: 312
Tópicos que aborda: Família. Passado. Saúde mental. Desaparecimento. Mistério. Assassinato. Suicídio. Traição.
O inferno começa. o que terá acontecido?
Kate Marshall é levada para as urgências do hospital depois de ser arrastada por uma corrente no mar. Durante a recuperação, Kate faz amizade com Jean, que lhe conta a história angustiante de como o neto de três anos desapareceu sem deixar rasto, durante um acampamento há onze anos.
Assim que se recompõe, Kate reabre aquele caso e depara-se com uma série de contradições nos relatos. Inicia então uma busca vertiginosa para perceber o que realmente aconteceu, numa luta definitiva contra todas as probabilidades.
Ao ler o processo, verifica que Jean tem um passado sombrio, que pode ter colocado Charlie em perigo. Além disso, descobre que a assistente social que investigava a criança foi encontrada brutalmente assassinada dias depois do desaparecimento de Charlie e que a filha de Jean - mãe da criança - acabou também por morrer.
1/ Nunca compro o primeiro livro do expositor
2/ Utilizo post-it para marcar frases que eu goste
3/ A minha TBR nunca chega a estar concluída
4/ Ando sempre com um livro ou o kobo, sobretudo se for de férias
5/ Adoro entrar em livrarias...mesmo que não tenha dinheiro para gastar!
6/ Quando digo "só mais um capítulo", quero dizer "Vou ler até me doer os olhos"
7/ Em adolescente, a biblioteca era o meu lugar preferido do mundo
8/ Antes de começar uma nova leitura vejo sempre quantas páginas tem
E vocês, que curiosidades enquanto leitores querem partilhar comigo e com os leitores do blog? 👀
Género: Romance
Número de páginas: 368
Tópicos que aborda: Amor. Família. Traição. Viagens. Saúde mental. Sonhos. Vícios. Segundas oportunidades.
Quando estes dois casais partem de férias e se juntam numa villa isolada em Espanha, o luxo que os rodeia não os impede de ver os sinais de decadência das suas relações.
Se 2023 tem sido wow, o mesmo posso dizer sobre o mês de Maio! No mês do meu 30º aniversário, não só assisti ao concerto dos D'ZRT no Altice Arena, como ainda tive direito a assistir ao concerto da Carolina de Deus nas festas da vila.
Para os mais distraídos, a Carolina é um jovem cantora e compositora natural de Lisboa que ficou conhecida pela música Talvez e mais tarde pela Querido Futuro Namorado. Ora, fui ao concerto conhecendo apenas três músicas, as que referi anteriormente e a mais recente Seria Estúpido Ligar-te e admito que fui ainda mais pelo facto da Bárbara Tinoco ser convidada da Carolina. Mesmo sendo a Tinoco uma das minhas artistas da atualidade preferidas e a Carolina também uma estrela em ascensão, moderei as expectativas, afinal, não conhecia assim tão bem a Carolina. Mas caramba! Saí de lá fã da miúda. A sua forma de estar em cima do palco, a sua voz doce e melodiosa, as letras bem escritas e as músicas bem compostas e misturadas, fizeram-me no dia seguinte ouvir de ponta a ponta o seu álbum lançado recentemente só para reviver a magia da noite anterior.
Quem ainda não conhece a Carolina muito bem ou de todo, recomendo que percam uns minutos a ouvir as suas músicas. Certamente que vão gostar.
Por agora, deixo as fotos daquela noite de Maio magnífica.
2 de Maio de 2023. Altice Arena.
O mês do meu 30º aniversário não poderia ter começado melhor. Aliás, não poderia ter recebido melhor presente de aniversário antecipado que ver a banda da minha adolescência ao vivo e reviver todas aqueles fins de tarde passados colada à TV.
Os D'ZRT serão sempre uma lenda para a nossa geração passem os anos que passarem e os jovens que este ano saltaram e gritaram ao som deles, nunca terão o mesmo sentimento agridoce de quem na altura era criança e agora é adulto. Os sentimentos são diferentes. As vibrações são diferentes, porque nós vivemos tudo aquilo em tempo real. E ainda assim, caramba! Só mesmo estes meninos para encherem salas pelo país fora e, por mim, a Encore Tour nunca teria fim porque sei que depois deste ano, possivelmente os D'ZRT não regressam mais a não ser algo pontual como tem acontecido. Eles mesmo o dizem: sem o Angélico não faz sentido criar músicas novas para continuar. E não faz. Mas naquela noite de 2 de Maio – e em todas as outras em que subiram ao palco, mas falo especialmente no concerto a que fui – todos nós sentimos o Angélico ali, em cima do palco ao lado deles, como sempre. E caramba, foi mágico, foi lindo, foi incrível, foi... único. Algo que transcende tudo e nos faz arrepiar até o coração.
Repetia esta noite mil vezes. Mil vezes gritava, cantava, saltava... mil vezes e tantas outras mil.
Quase derrubámos o Altice mas Para Mim Tanto Me Faz porque é o Que Me Faz Querer Voltar. 🫶🏻
Obrigada, meninos! 🍓 Serão sempre 4. Sempre. 🤍
Quem me segue no instagram já deve ter visto que o Spike na semana passada fez uma cirurgia ortopédica – nem sabia que existia essa especialidade também nos veterinários – e estes últimos dias têm sido divididos entre os compromissos profissionais e a sua recuperação. É cansativo lidar com tudo isto ao mesmo tempo, mas por ele? Tudo!
Felizmente tem recuperado bem, já se alimenta com mais satisfação e encontrou forma de começar a correr na sua maneira desajeitada. Quarta vamos tirar os pontos e rezar para que continue a melhorar no seu devido tempo.
Género: Policial e Thriller
Sinopse:
«Um hotel de luxo lotado.
Cercado pelo estuário de Blackwater, o hotel Stanhope ergue-se no centro de uma exuberante ilha remota. É chegada a grande noite de reabertura, e Hannah, a organizadora, tem o coração cheio ao ver todos os convidados.
A celebração conduz à tragédia.
Mas aquilo que deveria ser apenas uma festa animada rapidamente se descontrola quando vários convidados embriagados decidem entrar no mar, alheios às perigosas correntes que surgem durante a Hora da Morte. Alguns nunca mais serão vistos.
O medo torna-se fobia.
Atormentada pelo pavor da água, Hannah vê-se presa na ilha durante o inverno. Os rumores acerca daquela noite começam a surgir. Alguém sabe o que se passou realmente durante a Hora da Morte — e a segurança de Hannah está em risco…»
Review:
S. K. Tremayne é um excelente autor e mestre em causar pesadelos. Este seu novo livro só veio cimentar ainda mais a minha opinião. Sabendo tão bem de antemão que seria uma leitura pesada e bastante inquietante, esperei largos meses até me sentir realmente no mood certo para mergulhar de cabeça. Já sabia que enquanto a leitura durasse não ia dormir decentemente à noite, mas caramba, por livros assim vale sempre a pena!
Desta vez, o autor decidiu abordar a saúde mental e as fobias através da personagem Hannah num livro repleto de mistério e ação.
A Hora da Morte tem como cenário principal o hotel Stanhope e os seus arredores sombrios. Cercado pelo estuário de Blackwater, situa-se numa ilha remota e esconde muitos segredos que ninguém quer ver revelados. No passado, aquando da sua inauguração, uma tragédia abateu-se sobre o hotel e sobre Hannah, uma das funcionárias mais importantes do Stanhope. Desde então, Hannah vive atormentada pela fobia de entrar sequer na água, não consegue deixar a ilha nem por nada deste mundo, mas quando a verdade começa a surgir tanto tempo depois e a sua segurança está em risco, vai ter de enfrentar a sua fobia de uma vez por todas ou deixar-se apanhar pelos criminosos.
Recheado de descrições sombrias e místicas, A Hora da Morte é um thriller psicológico que leva-nos a questionar até a nossa própria sanidade mental.
Se me vês cair
Diz que não
Se eu quiser partir
Que o amor vai
Ter forma de nos falhar





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