Sofia é uma mulher à beira dos 50 anos que não se sentia feliz nem satisfeita com a vida que levava em Lisboa. Depois de alguns relacionamentos falhados, de perder a mãe e a avó, Sofia decide rumar ao Alentejo e encontrar na casa da sua família o conforto que procurava. É no Alentejo que acaba por criar novas amizades, novos hábitos e descobrir o amor da sua vida; o amor próprio. Mas o destino tinha algo mais à sua espera e revela-lhe também um homem para amar.
Esta foi a história de Sofia em Encontrei o Amor Onde Menos Esperava. Agora, algum tempo depois de ter chegado ao Alentejo, Sofia tem tudo o que sempre quis ter...ou quase tudo. Reconstruiu a casa dos avós em Monsaraz, trabalhou a sua autoestima, ganhou confiança em si própria e encontrou o amor verdadeiro ao lado de Francisco, o seu melhor amigo de sempre. Mas falta-lhe algo que sempre sonhou...ser mãe.
Como correu o vosso Natal? Muitas prendinhas? Contem-me tudo!
Acho que no Ano Novo vou tirar barriga de miséria e comer o que não tive direito no Natal!
Enquanto Cass é consumida pela culpa de não ter parado na berma para ajudar aquela mulher, a sua mente começa a pregar-lhe partidas. Levada pela paranóia começa a duvidar de si mesma, a esquecer-se de coisas simples e a questionar-se se não estará com demência tal como a mãe, anos antes. A culpa e a sensação que anda a ser observada leva-a a entrar numa espiral decadente até dizer basta. Quando confrontada com uma ponta da verdade, Cass nem quer acreditar no que acabou de descobrir, mas terá de ser inteligente e saber jogar para sair ilesa de toda aquele jogo psicológico onde entrou.
Mais um belíssimo thriller de B.A.Paris que nos faz suster a respiração ao mesmo tempo que nos faz duvidar de tudo e de todos.
PS: Para quem sofre de saúde mental é uma leitura que não recomendo se estiverem numa fase mais frágil. Mexe com a mente de qualquer ser humano.
O regresso de Alice Kellen é um pequeno pedaço da história de um país, de uma geração e de duas personagens que se amaram nos bons e nos maus momentos, enquanto desenhavam, juntos, as constelações da sua vida. «Este continua a ser o meu romance mais pessoal e, também, aquele que mais alegrias me tem proporcionado, porque nunca esperei nada desta história que, afinal, tornaram vossa. e isso tem uma explicação: escrevi-a para mim. Fi-lo enquanto atravessava um dos momentos mais difíceis da minha vida; agora, tudo isso ficou para trás e tornou-me mais forte, empática e sensível. Porém, naquela altura, presa entre dezembro e janeiro de um inverno que parecia não acabar, as letras tornaram-se um refúgio seguro.»
Com o decorrer dos anos até ao presente, Gabriel e Valentina tornam uma das paredes do seu quarto um mapa de constelações. Uma estrela por cada momento e um significado que só eles compreendessem. Quando a dor da perda lhes bate à porta, decidem que ainda assim aquele momento faz parte da vida de ambos e que deve ser desenhada também numa constelação.
O Rapaz que Desenhava Constelações fala-nos sobre o amor, a família, o poder dos nossos sonhos e a dor da perda. Com uma leitura fluída e envolvente, Alice Kellen faz-nos apaixonar pelas personagens e a sentir as suas emoções. A sorrir quando sorriem e a ficar com o coração apertado nos momentos mais dolorosos.
Depois de um fim de semana atarefado e exaustivo, arrastei-me para fora da cama hoje de manhã a perguntar-me como irei aguentar esta última semana antes das férias. Sinto-me desgastada depois destes últimos meses de trabalho e sei que uma semana será pouco para repor todas as energias em falta, mas certamente será melhor que nada. Preciso de me refugiar em casa, com os meus, no meio dos livros, de séries, filmes e de colocar em dia aqueles assuntos burocráticos que guardamos sempre para depois, para quando tivermos um tempinho livre. No meio disso tudo sei que as férias vão passar num abrir e fechar de olhos. Espero pelo menos conseguir ir a algum mercadinho de Natal.
Falando em Natal, com o fim do ano a aproximar-se nem me atrevo a ver o balanço de metas que tinha para este ano, sei que não risquei nem metade embora tenha feito muitas mais coisas que nem estavam planeadas. Ainda assim já me decidi não fazer uma lista para 2023. Prometi a mim mesma – vale mais dizer que meti a ideia na cabeça e que quando coloco algo na cabeça ninguém me consegue tirar – que 2023 vai ser o meu ano. O ano em que vou cuidar mais de mim fisicamente e psicologicamente. Embora seja acompanhada por uma coach há dois meses, tenho consciência que tenho muito trabalho a fazer nos bastidores e isso inclui a parte física também. Por isso e por muito mais, 2023 tem tudo para dar certo. 🤞🏻
Mas antes de pensar nas badaladas de 2023, digam-me lá como faço esta semana passar mais depressa.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Apesar de a saúde mental ser um assunto sério, a escrita fluída do Raul fez com que devorasse este livro em poucos dias.
Em Durante a Queda Aprendi a Voar, Teresa é confrontada com o diagnóstico da depressão do pai. Filha de pais divorciados, rapidamente decide acompanhá-lo nas terapias de grupo e em todos os passos dessa longa caminhada. É numa dessas idas à clinica que conhece Duarte, um jovem que vive a vida no momento sem pensar muito, cujo irmão se encontra internado na clínica. O passado dos irmãos está envolvido num mistério que deixa Teresa cada vez mais curiosa à medida que os conhece e lida com eles dia após dia. Teresa é pragmática e ponderada, Duarte é romântico e brincalhão. Têm tudo para dar errado, mas será que vão dar certo?
Teresa estuda advocacia e cada vez que recebe as suas notas decadentes, imagina a decepção no olhar e na voz da mãe que é uma advogada implacável e que pressiona a filha a ser a melhor das melhores, tal como ela própria. Até que um dia tudo muda e uma reviravolta acontece tornando o final do livro muito inesperado. Mas, será que foi assim tão inesperado ou só vimos o que queríamos ver e não o que estava à nossa frente, nas entrelinhas e tão óbvio?
Durante a Queda Aprendi a Voar, fala-nos sobre a importância da saúde mental, o quanto é importante o apoio das pessoas que gostamos e nos acompanham nessa longa jornada. Fala-nos também sobre o amor improvável, a família, a auto-descoberta, a pressão imposta pelos pais/sociedade e ainda sobre os sonhos que deixamos de seguir.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Ah! Mas querem saber a melhor? Sabem a notícia da vaca a passear em plena 2ª Circular? Eu estava lá. Vi a vaca cair para o lado depois de levar uma saraivada de tiros e não ganhei para o susto. Por segundos pensei estar no meio de um tiroteio qualquer. Esqueçam. Horrível. Aquele som seco e ensurdecedor dos disparos... Acho que nessa noite só dormi porque estava exausta. Aquela imagem do animal a cair no chão, o som... foi uma experiência terrível.
Entre um sábado de passeio, uma vaca em plena 2ª Circular a ser abatida à nossa frente e um domingo de limpezas, passou o fim de semana e nem dei por ele. Dá para voltar atrás e ser fim de semana de novo?
Com esta tempestade fiz um esforço hercúleo para sair do meio dos lençóis quentinhos e arrastar-me até ao escritório. Ninguém merece.
uma escapadinha até ao Porto, a Cidade Invicta que ainda não conhecia e pela qual fiquei encantada. Além das boas recordações, trouxe comigo uma intensa dor de pernas de tanto que caminhámos, subimos e descemos escadas e escadinhas.
Para esta viagem longa de distância mas de curta duração, optámos por viajar no conforto do comboio inter-cidades. Além de ficar mais em conta, não tivemos de lidar com o stress de conduzir numa cidade caótica que não conhecíamos nem com o estacionamento.
Embora a viagem tenha sido planeada quase em cima da hora, tivemos a pontaria de escolher um fim de semana em que o bom tempo se fez sentir na sexta e sábado, sendo que no domingo quando regressámos a chuva voltou em força. Nesses dois dias visitámos imensos locais que tínhamos em mente, visitámos uma amiga e deixámos a promessa de regressar para conhecer outros pontos turísticos que nos tenham escapado.
«Dá-me um minuto ao teu lado e eu mostro-te o que é carinho, dá-me um dia e eu mostro-te o que é conforto, dá-me um ano e eu mostro-te o que é confiança, dá-me uma vida e eu mostro-te o que é amor"
«Muda, volta atrás, começa de novo, arrisca, perde, perde vezes sem conta, mas levanta-te e sorri, mesmo sem vontade, sorri.»
«Nunca te esqueças de que tens duas vidas, a que te deram… e a que tu escolheste ter.»
«Às vezes, tudo o que podemos fazer é deixar acontecer. e o que for, que seja o que tiver de ser.»
Esquecido há demasiado tempo no meio da minha TBR sem fim, Dá-me Um Dia Para Mudar a Tua Vida foi leitura de apenas uma noite. Com uma escrita fluída como já nos habitou, o Raul traz-nos 500 mensagens inspiradoras, reflexivas e algumas também divertidas para nos elevar o estado de espírito. Cada uma das 500 mensagens aborda variados temas como o amor, os sonhos, o dia-a-dia, a felicidade, a perda e no fim, a superação.
Afinal, basta-nos a um dia para mudar-mos a nossa vida. Alcançar os nossos sonhos e a nossa felicidade.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Dá para voltar atrás e ser sábado de manhã de novo? É que comecei um livro que não consigo largar e quero mesmo terminá-lo!







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