Nos anos anteriores passava a noite enfiada em casa, debaixo de uma manta na companhia de um livro ou de uma série. Para quebrar a tradição, vou passar o fim de semana prolongado fora, mas a noite fechada em casa mantêm-se! Ninguém me apanha na rua esta noite. 😬
E, no mais improvável dos lugares, vai encontrar de novo a luz e descobrir que, afinal, é possível amar outra vez. Sorrisos Quebrados marca a estreia de Sofia Silva na escrita de ficção. Um romance sobre violência doméstica, abuso sexual e as segundas oportunidades que a vida por vezes reserva.»
Ainda assim, não pude deixar de admirar a coragem de Paola que mesmo depois de toda a escuridão em que se tornou a sua vida, depois de tanta dor, conseguiu ter forças para renascer tal como uma Fénix e se tornar uma pessoa de luz. Mesmo tão magoada fisicamente e psicologicamente, marcada para sempre, ainda consegue brilhar no escuro.
Refugia-se na pintura e é através dessa sua paixão que acaba por conhecer André, pai solteiro de uma menina cheia de traumas, mas cheia de luz que faz jus ao seu nome, Sol.
Paola é luz, André é escuridão. Ambos tão marcados pela dureza da vida, receosos de voltar a abrir de novo os seus corações e voltar a amar com medo de sofrerem de novo a amargura do desamor.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Vale a pena dar uma segunda oportunidade ao amor?
Beth Lawrence tem vinte e nove anos e a vida encarrilada. Um emprego que adora, um marido rico e uma bela casa estão muito distantes da tragédia que a atingiu quando tinha dezanove anos. Mas agora que o passado parece ter ficado para trás, um antigo amor entra de novo na sua vida. E traz recordações dolorosas de uma época que se esforçou muito para esquecer, reanimando uma paixão que tentou enterrar anos antes.Niall Joseph é um artista em ascensão, regressado do seu sucesso na América. Tendo-se voluntariado para ensinar numa clínica para toxicodependentes de bairros problemáticos, a última pessoa que está à espera de encontrar é a rapariga que lhe destroçou o coração há nove anos. Trabalhar juntos permite-lhes sarar feridas antigas e forjar uma ligação mais profunda.
Uma ligação que começa lentamente a inflamar-se. Ao mesmo tempo que se envolve com uma criança negligenciada e a sua mãe toxicodependente, Beth sente-se atraída por Niall. Mas nenhum deles pode prever como é difícil trilhar a ténue fronteira entre amizade e desejo. Um coração destroçado pode reaprender a amar?»
A capa e a sinopse promete muito, mas o conteúdo revela muito pouco.
Esperava um romance de cortar a respiração, mas ficou muito aquém disso. É uma bonita história de amor, de amizade, do mundo das drogas e das suas consequências, mas apesar de me ter cativado para o despachar mais depressa, a verdade é que não me envolveu o suficiente na história. Pareceu tudo demasiado fácil para a temática que aborda...Ou sou eu que já estou habituada a romances dramáticos.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Apesar de todas as críticas sobre o timing dos produtores em relação a este filme, a verdade é que eu adorei. É um filme longo como seria de esperar da Marvel, mas respondeu a todas as perguntas que eu tinha sobre o passado da personagem e a sua origem.
Black Widow situa-se entre os eventos dos Vingadores: Guerra Civil e Vingadores: Ultimato.
O enredo está incrível, a história bem explorada e o final ainda deu a entender que a personagem de Yelena, irmã adotiva de Natasha, irá dar continuidade ao seu legado depois de Natasha morrer em Vingadores: Ultimato.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
A maneira que eu te perdi
Este texto contém spoilers
Para vos ser sincera, hoje tenho plena noção que a minha depressão já é muito antiga e foi um acumular de situações desde a adolescência ou talvez até antes disso, mas só agora o saco encheu, como se costuma dizer.
Passei o mês de Março e Abril deste ano às cabeçadas na parede, entre choros intensos sem motivo aparente e a questionar-me o que andava aqui a fazer. Fiz tudo para evitar a medicação, queria ultrapassar esta fase à minha maneira. Fiz meditação, atenuou mas não curou até que desisti. Realço que nunca tive tendência suicida, mas foi quando comecei a ter medo dos meus pensamentos e do que poderia vir a fazer se estivesse sozinha que me levou a pedir ajuda. Prezo muito a minha vida e não queria magoar-me a mim própria, mas por medo que isso viesse a acontecer recorri a um especialista incrível que me tem acompanhado desde então.
Desde Maio que tomo medicação, ando mais tranquila, com mais energia para o dia-a-dia e não expludo facilmente. Ainda tenho dias menos bons, dias de mau humor, dias apáticos mas são raros e uma coisa que melhorou muito foram as minhas crises de tonturas que se revelaram ser do foro psicológico.
So, go easy on me
So, go easy on me
So, go easy on me»
Desde que tenho o meu ninho que a tradição por aqui é decorar a árvore de Natal no dia 1 de Novembro, mas este ano mal posso esperar por a tirar de dentro da caixa. Será que meio de Outubro é demasiado cedo para entrar no mood natalício? 😅
(Não me internem, please! Juro que sou uma pessoa normal... tem dias.)
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Sempre fiz a cama onde deitei
Estamos sempre preparados para receber o melhor. Mas é preciso aceitar que, para esse dia chegar, algum vento forte vai ter de soprar.
Salta. E a rede vai aparecer.»
Sofia Castro Fernandes in Descomplica
Antes de mais, continuo a ler livros em formato físico pois irei sempre adorar o peso de um livro nas mãos e o cheiro do seu interior, mas não posso negar que a minha experiência com o Kobo tem sido excelente.
Depois de muito ponderar acabei por escolher o Kobo Clara HD e não tenho nada de negativo a apontar até agora. Já o tenho há algum tempo e não foi uma adaptação assim tão difícil como eu esperava.
Era raro ler ebooks no tablet por me cansar demasiado a visão e tornar-se incómodo sobretudo com a luz do dia. Com o Kobo tudo isso acabou. O ecrã é baço como se fosse uma verdadeira folha de papel, não tem reflexos e também é iluminado. Além de poder-mos ajustar a iluminação, podemos ainda escolher o tipo de letra em que queremos ler e também o tamanho da mesma, como é óbvio.
- É pequeno, mas não assim tão pequeno ao ponto de ser esquisito e de leitura desconfortável. O meu maior receio era que não me adaptasse por causa da dimensão. Nada disso. É muito ergonómico e os livros de 700 páginas já não me deixam cãibras nas mãos de os segurar tanto tempo. Além disso é muito fácil transportar no dia a dia, sobretudo para quem anda sempre com um livro atrás como eu.
- O ecrã ser anti reflexo. Como referi, é ótimo poder ler onde quiser à hora que quiser, até mesmo num jardim a apanhar sol.
- A diversidade de ebooks que podemos adquirir através da subscrição do Kobo Plus. Por apenas 5,99€ mensais posso descarregar os ebooks que eu quiser da lista da Leya.
- Ler mais por menos. A carteira agradece e o espaço nas estantes também!
- Com 8GB de armazenamento dá para transportar-mos cerca de 6 mil livros connosco.
- Bateria durável. Pode não ser o modelo topo de gama mas a bateria até me tem aguentado muitos dias, mesmo lendo diariamente.
- Lê diversos formatos de ebooks enquanto o Kindle é um pouco limitado nesse aspeto.
Uma rapariga.
Um elo que se forma num segundo. Um amor que nem o tempo ou a distância poderão destruir, pois é eterno…
Como pode ela ter esquecido tudo o que viveram juntos?
Para poder avançar com a sua vida, Rune está decidido a deslindar o mistério do afastamento de Poppy. E também completar uma estranha e já antiga missão.
Mas Rune não podia adivinhar que o pior golpe ainda está para vir….
Depois de ler Mil Beijos, dificilmente irá esquecer o nome da sua autora, Tillie Cole. Vai rir, vai chorar, e vai reviver também o grande amor da sua vida…»
«Onde vais
«E é então que chegamos àquele ponto da vida em que aceitamos que há estradas que temos de percorrer até ao fim, em que aprendemos a arrumar noutros lugares as urgências que podem esperar, em que sabemos que uma crítica não diz toda a verdade sobre nós, que um erro não nos define e que se falharmos o mundo não acaba. Chegamos a um ponto da vida em que já não temos pressa de provar absolutamente nada a ninguém. A não ser a nós mesmos.»
Sofia Castro Fernandes in Descomplica
O The Choice acompanhou-me nos últimos oito anos. As palavras de conforto de quem me lê foram muitas vezes o meu conforto. Foi aqui que partilhei de tudo um pouco desde os amores, os desamores, as viagens, os livros que fui lendo, os filmes, as séries...essencialmente, houve espaço no blog para falar sobre (quase) tudo e é assim que o quero manter. Contudo, existem fases na nossa vida que requerem mudanças quando já não nos identificamos com algo e isso tem acontecido comigo tanto no blog como no instagram, pelo que decidi remodelar ambos os espaços, mantendo a sua essência e continuando fiel a mim mesma.
Troquei o flamingo do blog que foi a minha paixão de há três anos e do qual me despedi hoje por um cabeçalho que tem muito mais a ver com a pessoa que sou hoje. Vou também dedicar-me mais à minha velha paixão pela fotografia, às reviews e a tudo aquilo que me completa enquanto blogger. Basicamente, o The Choice vai manter-se igual e com a mesma essência, só irá sofrer algumas alterações e melhorias. O mesmo digo sobre o instagram. Nos últimos dias tenho estudado o que mais se adequa aos meus gostos e à minha pessoa. Finalmente cheguei a um consenso onde posso dizer "Adoro o resultado!"

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