Travels
No post onde consta a primeira parte desta viagem escrito em Novembro e que podem ler aqui, falei-vos um pouco sobre a Zambujeira do Mar, sobre o alojamento onde fiquei e alguns nos locais que visitei como Porto Covo, o Naufrágio Klemens e o Cabo Sardão. Hoje, trago-vos mais alguns locais incríveis que descobri e que eu tenho a certeza que muitos de vós também iriam gostar de visitar!
🗺️ O que visitar:
📍Zambujeira do Mar
Como referi anteriormente, trata-se de uma pequena povoação de pescadores onde reina a tranquilidade típica de vilas piscatórias, sobretudo em época baixa. Possui praias muito bonitas (e frias!) sendo estas um dos maiores motivos da visita de turistas, assim como a natureza e o desporto náutico. Integra-se no Parque natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e no verão enche-se de apaixonados por música que procuram a diversão do Festival do Sudoeste em Agosto, na Herdade da Casa Branca.
As suas praias de água bem fria mas cristalina, areia fina e limpa, e as suas falésias repletas de rochedos são um dos pontos fortes da Zambujeira. Também a comida o é, sobretudo se forem amantes de peixe e marisco.
Além da Praia da Zambujeira, outras também possuem a sua fama, tais como a Praia dos Alteirinhos, Praia da Nossa Senhora, Praia das Costa do Lajão, Praia do Tonel, Praia da Pedra da Bica, Praia do Cavaleiro, Praia da Amália...portanto, praias para todos os gostos sendo que algumas delas são vigiadas e outras são selvagens. Há praia para os naturistas, os surfistas, outras com piscinas e lagoas quando a maré baixa. O maior problema desses tesouros escondidos na natureza é o acesso. As mais bonitas são talvez aquelas que mais custa a lá chegar, é preciso alguma resistência física e um calçado adequado e seguro. Já para não falar de alguns acessos que só são possíveis em maré baixa e que exigem atenção redobrada se não querem ficar retidos na praia na hora do regresso.
📍Portimão
Na véspera do meu aniversário deixei a calmaria do Monte do Zeca e rumei até Portimão numa visita relâmpago. A diferença de temperatura foi bastante óbvia e ainda deu para molhar o pé.
Para quem não sabe, Portimão é uma cidade Algarvia que pertence ao distrito de Faro e é uma zona bastante importante no que diz respeito a turismo e pesca.
📍Praia dos Três Castelos
Com um areal de perder a vista e um mar azul e límpido, a Praia dos Três Castelos situa-se ao lado da Praia da Rocha e ambas estão ligadas por uma passagem escavada nas rochas. Do outro lado, a oeste, existe a pequena Praia dos Careanos, ambas rodeadas por uma alta falésia que vale sempre a pena percorrer numa caminhada e apreciar a paisagem.
Não conhecia Portimão e também não foi numa visita rápida que fiquei a conhecer verdadeiramente, mas do que conheci, gostei e tenciono mesmo regressar e aproveitar ao máximo aquele mar azul que dá vontade de mergulhar só de olhar.
📍Porto das Barcas
No dia seguinte, no meu aniversário, a meteorologia deu tréguas e presenteou-me com um dia de sol e calor maravilhoso. Aproveitei o bom tempo para conhecer um pouco mais da Zambujeira do Mar, nomeadamente o Porto das Barcas.
Trata-se de uma rampa de acesso ao mar nomeada como Porto das Barcas. Atualmente é uma zona pouco povoada e movimentada, mas ainda considerada como Porto de Abrigo para os barcos de recreio desde que a meteorologia o permita. Apesar das condições para a atividade piscatória não serem as melhores e serem muito rudimentares e artesanais, é um local que vale a pena visitar pela sua beleza natural.
📍Monte do Zeca // 30º aniversário
De regresso ao alojamento depois da visita ao Porto das Barcas, tinha um bolo de aniversário à minha espera. Quando marquei as férias, contactei os responsáveis e fiz um pedido especial: encomendarem um bolo para o meu aniversário. Não poderia entrar nos 30 sem bolo, certo? Foram super atenciosos e o bolo era delicioso. Entrei nos 30 de forma diferente e pacífica.
E agora que escrevo este post, super atrasado como sempre, estou a menos de dois meses de chegar aos 31 e desde esta altura que visitei a Zambujeira do Mar a minha vida deu 485859 mil voltas.
E agora que escrevo este post, super atrasado como sempre, estou a menos de dois meses de chegar aos 31 e desde esta altura que visitei a Zambujeira do Mar a minha vida deu 485859 mil voltas.
Este post vem 6 meses atrasado, mas no que a viagens diz respeito, vem sempre a tempo. Certo?
Então, foi em Maio que rumei ao meu querido Alentejo para festejar o meu 30º aniversário. Foi a primeira vez que festejei o meu aniversário longe da minha família, mas senti que precisava de entrar nos 30 de forma diferente. Precisava daquele tempo a sós, com o imenso Alentejo e a sua tão característica tranquilidade.
Desta vez, optei por ir conhecer algo novo e a escolha recaiu sobre Zambujeira do Mar. Não conhecia de todo aquela zona, então, porque não?
Em Maio a meteorologia não estava favorável a mergulhos, mas aproveitei muito aqueles dias para conhecer locais que tinha curiosidade e descansar. Houve até tempo para rumar a Portimão e... houve bolo de anos! Querem saber tudo? Venham daí!
Então, foi em Maio que rumei ao meu querido Alentejo para festejar o meu 30º aniversário. Foi a primeira vez que festejei o meu aniversário longe da minha família, mas senti que precisava de entrar nos 30 de forma diferente. Precisava daquele tempo a sós, com o imenso Alentejo e a sua tão característica tranquilidade.
Desta vez, optei por ir conhecer algo novo e a escolha recaiu sobre Zambujeira do Mar. Não conhecia de todo aquela zona, então, porque não?
Em Maio a meteorologia não estava favorável a mergulhos, mas aproveitei muito aqueles dias para conhecer locais que tinha curiosidade e descansar. Houve até tempo para rumar a Portimão e... houve bolo de anos! Querem saber tudo? Venham daí!
📍 Zambujeira do Mar
É uma pequena povoação de pescadores onde reina a tranquilidade típica de vilas piscatórias, sobretudo em época baixa. Possui praias muito bonitas (e frias!) sendo estas um dos maiores motivos da visita de turistas, assim como a natureza e o desporto náutico. Integra-se no Parque natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e no verão enche-se de apaixonados por música que procuram a diversão do Festival do Sudoeste em Agosto, na Herdade da Casa Branca.
É uma pequena povoação de pescadores onde reina a tranquilidade típica de vilas piscatórias, sobretudo em época baixa. Possui praias muito bonitas (e frias!) sendo estas um dos maiores motivos da visita de turistas, assim como a natureza e o desporto náutico. Integra-se no Parque natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e no verão enche-se de apaixonados por música que procuram a diversão do Festival do Sudoeste em Agosto, na Herdade da Casa Branca.
🏡 Onde fiquei alojada:
O Monte do Zeca é um alojamento local e rural que preza a sua tranquilidade e simplicidade. Situa-se no Litoral Alentejano e é ideal para quem procura descansar em família. A pouco mais de 5 minutos de carro da vila da Zambujeira, este é o Monte onde o campo se cruza com o mar. Possui vários tipos de alojamento desde quartos, pequenas casinhas, até a um bungalow que foi o que escolhi, porque além de já estar muita coisa reservada mesmo para Maio, a ideia de ficar numa cabana teve a sua magia, já para não falar da varanda privada.
Possui também um parque de estacionamento privado e gratuito e uma sala de pequenos almoços recheada de comida deliciosa com vista para o jardim.
Entre a simpatia e o carinho de todos os funcionários, a qualidade da comida e a limpeza, não tenho nada de menos bom a dizer sobre o alojamento. Para algo local e rural, de dimensão média, serve perfeitamente para quem procura alguma privacidade e tranquilidade em família ou com os amigos. Já para não falar que dentro do recinto do Monte existe uma piscina com espreguiçadeiras e uma piscina biológica onde podemos andar de gaivota e mergulhar por entre os peixes. E claro, muitos animais de quinta e uma horta. Portanto, coisas para fazer e conhecer durante a estadia não faltam.
🗺️ O que visitar:
📍Porto Covo
Foi uma das primeiras praias Alentejanas que conheci há muitos anos e onde cheguei a passar algumas férias de verão com os meus pais. Se no verão é um pandemónio de turistas, em Maio é paz absoluta.
É uma freguesia que pertence a Sines e tem imensas praias bonitas, algumas delas meio escondidas e de acesso difícil.
Foi a primeira paragem e depois de algumas horas a viajar o estômago já implorava por comida. Por ser época baixa e durante a semana, não existia naquele momento muitos locais por onde escolher então optei pelo primeiro restaurante com que me cruzei. A fome era muita e ainda tinha um longo caminho a percorrer até ao destino.
📍Naufrágio Klemens
Quando uns dias antes de partir elaborei o roteiro, decidi logo ali no momento que este seria um dos pontos de paragem obrigatória.
Para os curiosos, nesta praia de Vila Nova de Milfontes está a carcaça de um navio holandês há mais de 20 anos. Partiu do porto Leewarden em Dezembro de 1996 e o seu destino era Portimão. Naquele dia, consta que o mar estava calmo e o tempo agradável mas, por alguma razão até agora desconhecida, o barco Klemens encalhou na Praia do Patacho. Correm rumores que nenhum dos tripulantes tinha aptidão para navegar em alto mar, assim como também se falou da suspeita de atividades ilícitas. Seja como for, os anos passaram e o Klemens continua ali sem que ninguém se decidisse o que fazer com ele. Infelizmente, com o passar do tempo e das marés, pouco resta para ver do Klemens.
📍Cabo Sardão
Este é o ponto mais ocidental da costa alentejana e um dos locais mais wow que visitei pelo seu poder e respeito que impõe a nós, comuns mortais. É impossível ficar indiferente às escarpas cavadas a pique em direção ao mar e à vegetação rasteira por ali em redor.
Chamam-lhe O Reino da Cegonha Branca por possuir várias ilhotas onde os muitos casais de cegonha branca acabam por nidificar.
O Cabo Sardão é um sítio de passagem ao longo da estrada costeira entre Almograve e Zambujeira do Mar. Já o farol, foi construído em 1915 e possui 17 metros de altura.
Na zona do Cabo Sardão existem vários percursos pedestres, alguns deles onde é preciso cuidado e olho bem aberto para onde pomos os pés. Nunca tinha ido ao Alentejo sem ser no verão, mas felizmente fui preparada com um corta vento porque de facto perto do mar o vento era muito forte e gélido.
Estes foram alguns dos locais que visitei nos primeiros dias pela costa Alentejana. Fiquem desse lado porque há mais locais incríveis que irei partilhar convosco!
Curiosos com o roteiro do dia seguinte? Conhecem algum destes locais?
Contem-me tudo!
Foi no último fim de semana de Novembro que rumámos à Invicta para uma escapadinha. Agora, mais de três meses depois, ganhei vergonha na cara e decidi partilhar convosco o que estava em falta sobre o nosso roteiro de três dias.
Se já não se recordam, podem reler a primeira parte AQUI!
Se já não se recordam, podem reler a primeira parte AQUI!
Como referi anteriormente, ficámos alojados num pequeno apartamento T1 muito acolhedor, bem situado na zona dos Jardins do Palácio de Cristal e da Torre dos Clérigos, o qual recomendo muito: La Maison Aires.
A primeira parte do nosso roteiro (Sexta-Feira) centrou-se na Casa da Música, na Livraria Lello e na Avenida dos Aliados. Tínhamos chegado durante a manhã à Estação de Campanhã e tivemos de nos deslocar até à sede do alojamento para deixar as nossas mochilas até à hora do check-in. Entre deixar e recolher as mochilas, uma viagem de comboio confortável mas ainda assim cansativa e que nos fez sair da cama bem cedo, nesse primeiro dia não deu tempo para mais.
Rumámos ao alojamento para uma noite de descanso e na manhã seguinte, vestimos os nossos casacos enormes e pesadões prontos a palmilhar o que nos faltava do nosso roteiro planeado de antemão. Ainda que a viagem até ao Porto tenha sido planeada em cima da hora, tivemos a sorte de escolher um fim de semana em que esteve sol a maior parte do tempo, sendo que no Domingo quando regressámos à estação começou a chover como se não existisse amanhã.
O primeiro local onde fomos no Sábado de manhã foram os Jardins do Palácio de Cristal. Estava muito curiosa em visitar, adorei e também sei que deixei algumas coisas para ver noutra próxima visita. Os Jardins são grandes, têm imensa coisa pelo meio da natureza e exige mais tempo do que aquele que tínhamos. Mal posso esperar pela próxima visita!
Jardins do Palácio de Cristal: Estão instalados no centro do Porto e foram projetados por Emil David, no âmbito da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal. Com alguns locais históricos como a Gruta de Camões, Avenida dos Plátanos, Avenida das Tílias, Biblioteca Almeida Garrett, Superbock Arena, um lago maravilhoso, o Jardim dos Sentimentos, o Jardim do Roseiral, Capela Carlos Alberto da Sardenha, algumas fontes ao longo dos Jardins, miradouros de cortar a respiração e muito mais.
Como referi, deixei muita coisa por visitar dentro dos Jardins do Palácio de Cristal. Na verdade, não tinha essa percepção quando criei o roteiro. Por isso, se tencionam visitar os Jardins, aconselho a reservarem um dia completo, pelo sim pelo não. Não se vão arrepender e toda aquela natureza mesmo quase no inverno... é lindo de se ver!
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Só esta vista, meu Deus!
Depois de visitar-mos os Jardins e o Museu da Cidade onde a nossa amiga é guia, vagueámos pela cidade até gastar a sola dos ténis. Não chegou a tanto, mas nesse dia caminhámos cerca de 16KM.
Bem pertinho de onde estávamos alojados, situa-se a Torre dos Clérigos. Não, não subimos até ao topo mas fica para outra visita, certamente.
Costumamos referir-nos apenas à Torre, mas na verdade trata-se da Igreja e Torre dos Clérigos, um conjunto arquitectónico que é o local emblemático do Porto. Além da Igreja e da Torre, é ainda constituída pela Casa da Irmandade, que liga a igreja e a torre. Foi projetada pelo arquiteto Nicolau Nasoni e é considerado Monumento nacional desde 1910.
Com um tamanho descomunal, a Torre dos Clérigos é, sem dúvida, um dos pontos turísticos mais visitados do Porto. Garantidamente, na próxima visita vou querer subir até ao topo e observar a Invicta lá de cima.
Continuando na onda histórica, subimos, continuámos a subir e chegámos à Sé do Porto de onde podemos observar a cidade e lá ao fundo, a Torre dos Clérigos. Se na Torre estava muitos turistas, na Sé é impossível tirar uma foto de jeito sem estar-mos rodeados de centenas de turistas.
Sé do Porto: Situa-se no coração do centro histórico e é um dos principais e mais antigos monumentos de Portugal. Ao longos dos séculos a construção sofreu algumas alterações
Não vos vou dar uma aula de história sobre a Sé, sobretudo porque há demasiada informação sobre a mesma, sendo uma construção que atravessou séculos. Posso dizer sim, que é um monumento enorme e robusto tal como parece.
Se para visitar a Sé tivemos de subir muitoooo, para chegar à Ribeira tivemos de descer ainda mais. Escadas, escadinhas, degraus pequenos e altos como nunca vi. Valeu por uma semana no ginásio.
Tal como a Sé, a Ribeira é muito visitada por turistas como não poderia deixar de ser. A ponte D. Luis I estava em obras o que estragou um bocadinho a vista, mas pronto, melhor que nada.
Para quem não sabe, a Ribeira é um dos locais mais antigos e típicos do Porto. Localiza-se na freguesia de São Nicolau, junto ao Douro e integra o Centro Histórico do Porto. É uma zona onde se concentra muitos bares e restaurantes. Literalmente, uns ao lado dos outros, porta com porta. Foi nesta zona que viveu o Duque da Ribeira que ficou conhecido por ter salvo inúmeros pessoas de morrerem afogadas.
Como ir ao Porto e não atravessar a ponte para Vila Nova de Gaia é equivalente a ir a Roma e não ver o Papa, lá fomos nós.
Do outro lado do rio Douro esperava-nos uma vista ainda mais bonita do Porto. Repleta de cores, barcos tradicionais e muitos edifícios uns em cima dos outros, foi uma das vistas que mais me encheu o coração, sobretudo com o sol a bater de frente com a Ribeira.
Deste lado do rio, situam-se inúmeras Caves de vinho. Tínhamos em mente visitar uma delas só naquela de ter a experiência, mas o preço da visita fez-nos sair pela porta mais depressa do que entrámos. Talvez numa próxima.
Para o almoço não podia faltar a tipica francesinha (para o homem, eu não gosto!) e optamos por almoçar do lado de Vila Nova de Gaia com vista para o rio. Magnífico. Encantador. Mesmo tendo almoçado com o meu super casaco vestido porque daquele lado do rio sentia-se uma aragem bem fria enquanto na Ribeira estava ameno e agradável.
Já de barriga cheia e com as baterias carregadas, estávamos prontos para continuar o nosso roteiro. Voltámos a atravessar a ponte mais emblemática do Porto e rumámos a outro local que queria muito visitar: o Centro Português de Fotografia.
Centro Português de Fotografia: Foi o nosso último ponto turístico da nossa visita relâmpago. O Centro Português de Fotografia de hoje é onde se situava a Antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto. Num local repleto de história, conta hoje com várias exposições desde reportagens fotográficas atuais, às mais antigas e até mesmo uma exposição de máquinas fotográficas que me deliciou por completo.
O trabalho de preservação é notável, bem como a adaptação a que foi sujeita para albergar tanta história dentro de quatro paredes. Foi um dos locais que mais mexeu comigo devido às suas reportagens fotográficas que nos faziam sentir a dor, o desespero e a tristeza só de ver. Foi uma visita difícil mas necessária.
Para aliviar o que estávamos a sentir, contámos com a exposição de máquinas fotográficas desde a mais antiga à mais atual. Numa viagem pelo tempo, com máquinas fotográficas das mais discretas às mais vistosas, cada uma com o seu propósito, percorremos corredores atrás de corredores com os olhinhos a brilhar.
As máquinas fotográficas de espionagem fizeram-me sentir dentro de um qualquer filme do 007. 🫣
Depois do Centro Português de Fotografia lanchámos num dos muitos cafés e esplanadas que o Porto nos dispõe. Vagueámos mais um pouco pela cidade, voltei a Bertrand para aproveitar o saldo que tinha acumulado no dia anterior e assim do nada, era hora de preparar as malas para regressar a casa na manhã seguinte ainda com uma viagem de mais de duas horas de comboio. Se tivéssemos ficado, não teria valido a pena, uma vez que acordámos para um domingo de chuva.
Sei que deixámos ainda muito por visitar, mas ainda assim, cumprimos o nosso roteiro para aqueles dias. Ainda que tenha sido por pouco tempo, foi uma viagem que valeu muito, muito a pena e a qual quero repetir ainda este ano com mais tempo para me perder pela história portuense. Que outros locais conhecem e nos recomendam para uma próxima visita?
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