« Dirt centra em Dez Truss, um jovem de 17 anos, que está preso por roubo de carros, ao qual é dada uma última chance para ter uma vida honesta por um mentor compassivo. O jovem é apresentado a Rick Radden, dono de uma equipa de corrida de carros que concorda em abrigar e supervisionar Dez durante o Verão em troca de trabalho. Dez começa a trabalhar para a equipa de corridas profissional de Rick, usando as habilidades que ele aprendeu ao roubar carros.
Acaba se torna um membro vital na equipa, mas não antes do seu passado ameaçar a segurança da família e a vida de Rick.»
Adoro filmes de acção, desporto e corridas. Mesmo este não sendo o meu filme preferido dentro desse género, ensina-nos uma grande lição; não importa de onde viemos. Se nos empenhar-mos podemos chegar onde quisermos.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
O plano parecia perfeito, só que Matilde estava longe de imaginar todos os problemas que iria enfrentar...Para começar, foi super difícil reunir voluntários para esta missão; mas muitas outras dificuldades aguardavam-na assim que apanhasse o avião rumo aos Açores. »
Não me recordo de ter lido este livro anteriormente, mas seja como for adorei a história e a viagem que me proporcionou até aos Açores. Dei por mim dentro daquelas paisagens, a admirar os campos verdes e o mar azul e límpido.
Muito bom!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Vi este post no Facebook e decidi partilhar convosco. Achei tão engraçado. 😃 Não sei quem teve a ideia, mas foi genial!
Mas nem tudo parece correr de feição...Salomé, que faz par com Zé Milho, magoa-se num pé durante os ensaios e tem de ser substituída. Bia - que ultimamente tem andado insuportável e cheia de ciúmes de Tiago por este gostar da sua irmã Matilde - oferece-se para preencher o lugar de Salomé, mesmo sabendo que a irmã é a opção certa. Só que os seus planos saem gorados e é Matilde a escolhida. Ainda que revoltada com a situação, achando que todos conspiram contra si, Bia não se dá por vencida e os desentendimentos ainda agora haviam começado...
Já em lagos, e com o Festival prestes a abrir, os Hipdancers mostram-se cada vez mais ansiosos, sobretudo porque sabem que não vai ser nada fácil ganhar o concurso já que os Bad Boys são o grupo vencedor há dois anos consecutivo e tudo farão para chegar ao primeiro lugar do pódio, mesmo que isso implique colocar a vida de outros em perigo...Quem também se desloca ao Algarve são o Tiago e o Cristiano; um quer reconquistar a ex-namorada, o outro declarar-se àquela que foi até então a sua melhor amiga...»
Foi tão bom recordar as personagens da Matilde, da Marta, da Bia, do Tiago, do Zé Milho e do Cristiano. Sinto sempre uma certa nostalgia quando recordo os finais de tarde passados em frente da TV, super atenta aos Morangos com Açúcar.
Sobre este livro, gostei da história, tem muita música à mistura e claro, as intrigas da Bia como aconteceu no início da 3ª temporada quando ela descobre que o seu namorado Tiago a trocou pela irmã, Matilde.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
A entrevistada desta semana é a Joana Veríssimo, autora de "Há
pesadelos que nos fazem acordar" e "Sorriste-me". Vamos conhecê-la um pouco melhor?
Olá Joana. Antes de mais, obrigada por teres aceite o meu convite para esta entrevista.
Para quem não te conhece, quem é a Joana?
Olá! Quero desde já agradecer o convite para a entrevista, é sempre importante divulgarmos o nosso trabalho através destes meios.
Eu tenho 22 anos, sou licenciada em Jornalismo e Comunicação, sou de Mira, um concelho pertencente ao distrito de Coimbra e tenho como a minha maior paixão a escrita, que me tem servido de refúgio ao longo dos anos.
Descreve-te numa só palavra.
Autêntica. Se puder explicar: escolhi essa palavra porque sou muito fiel a mim mesma e às minhas emoções e sentimentos e é-me muito difícil (praticamente impossível) disfarçar o que sinto, o que penso ou o que sou.
Como surgiu essa veia de escritor?
Acho que já nasceu comigo. Antes de saber escrever, ou seja, antes de entrar para a escola primária, já inventava histórias na minha cabeça. Sempre gostei muito de tudo o que tinha a ver com leitura e escrita e, a dada altura, comecei a escrever as minhas próprias histórias. Inicialmente, numa fase ainda de infância, eram histórias infantis. Depois, com a adolescência e o passar dos anos, a escrita tornou-se uma necessidade, um refúgio para os problemas da vida, para as inquietações que atormentam qualquer pessoa.
Quem te inspira na escrita e na tua vida?
Por norma, a minha fonte de inspiração é o que me acontece, o que eu sinto, o que eu vejo, ou seja, inspiro-me mais em coisas que vivencio no que em coisas que me são externas. Já houve uma ou duas pessoas que serviram daquilo a que muitos chamam “musas” da minha escrita, mas são casos pontuais e que dependem, como já disse, da minha história com essas pessoas e dos sentimentos que nutro por elas.
O que te levou a publicar um livro?
Sempre foi um sonho publicar um livro, mas nunca pensei nisso muito a fundo. Andei alguns anos frustrada por sentir que para publicar um livro teria de escrever uma história com princípio, meio e fim, coisa que, para mim, era difícil, porque não tenho qualquer aptidão para criar diálogos ou até personagens muito detalhadas. Depois conheci a escrita do Pedro Chagas Freitas e percebi que se pode escrever sobre sentimentos, sem haver propriamente um enredo (apesar de vários livros dele terem enredos). Inspirei-me nele e também na autora Margarida Rebelo Pinto e decidi que podia escrever um livro de textos soltos, de crónicas, como lhe queiram chamar. Foi nessa altura que tudo começou a ganhar forma. Juntei textos que tinha escrito, escrevi outros tantos e dei-lhes uma ordem para que houvesse coesão. Enviei para uma editora e foi-me feita uma proposta de edição que, inicialmente, aceitei. Foi aí que o sonho se começou a tornar realidade.
Sei que os teus livros são edição de autor. Foi difícil o processo de escrita até à publicação?
O processo de escrita é sempre muito fácil, no sentido em que não é forçado. Escrever é uma necessidade tão grande para mim que, nos dias em que escrevo, escrevo como quem bebe um copo de água porque tem sede, ou como quem come uma peça de fruta porque tem fome. Escrevo para matar uma necessidade. Claro que passo muito tempo sem conseguir escrever, tenho fases de bloqueio, fases em que as palavras parecem não querer sair, mas quando essas fases passam e volto a conseguir escrever aproveito ao máximo a inspiração e ponho mãos à obra.
A decisão de os meus livros serem edição de autor foi minha, depois da rescisão do contrato com a editora de que falei na resposta anterior.
Qual a tua reação quando finalmente conseguiste realizar esse desejo/sonho?
Só consegui sentir realmente alguma coisa quando tive o meu primeiro livro nas mãos. O processo de edição e impressão é muito mecânico, por isso acaba por não parecer real até que o livro nos chega às mãos. Quando segurei, pela primeira vez, o primeiro exemplar do “Há pesadelos que nos fazem acordar” (o meu primeiro livro), a sensação foi de missão cumprida. Senti realmente que tinha concretizado um sonho e que o que ali estava era muito meu, muito íntimo e que foi escrito com o coração nas pontas dos dedos.
Como é ser escritor em Portugal?
A nossa língua é a mais bonita de todas as que conheço – não descurando as outras, mas sendo, obviamente, um bocadinho patriotista. Escrever em português é dos maiores prazeres que posso ter. Mas ser escritor em Portugal é complicado. O nosso país não dá muito valor à cultura, quer no que diz respeito ao nosso Governo, quer no que se refere ao nosso público, não há muitos leitores, os hábitos de leitura dos portugueses são muito reduzidos e, portanto, não há uma predisposição grande para comprar e ler livros. Mas acho que se nós, jovens autores, continuarmos a escrever até que nos doam os dedos, um dia isto muda!
Sei que já tens mais do que um livro publicado. Qual foi a tua primeira obra editada?
A primeira foi “Há pesadelos que nos fazem acordar”.
Queres falar um pouco mais sobre o teu(s) livro(s)?
Claro que sim. O meu primeiro livro, “Há pesadelos que nos fazem acordar”, é um livro dividido em cinco capítulos, todos eles com uma temática ligeiramente diferente, e que são constituídos por textos sobre a morte, o amor, as pedras que vamos encontrando no caminho da vida, o desamor, a perda, a saudade, enfim, todas aquelas coisas que todos nós já sentimos em algum momento da nossa vida. É um livro muito meu e que, apesar de inicialmente eu não admitir, é claramente autobiográfico.
O meu segundo livro, editado em 2018, chama-se “Sorriste-me” e é uma história de amor. É um livro bastante pequeno, com um enredo muito simples, poucos diálogos e sem referências temporais e espaciais, que tem como único objetivo fazer uma ode ao Amor e mostrar que, se colocarmos de lado todas as complicações que criamos nas nossas cabeças, o amor é a coisa mais simples e maravilhosa do mundo.O meu primeiro livro já esgotou, mas o segundo ainda está à venda!
Se pudesses voltar atrás, mudavas algo? Falo em termos de história ou até mesmo da forma de publicação.
Não. Faria tudo da mesma forma. Na escrita e publicação de livros sigo o mesmo lema que sigo na minha vida pessoal: não me arrependo de nada e, voltando atrás, faria tudo igual porque só isso me permitiu chegar onde estou e saber o que sei hoje.
O que esperas de 2019? Muitos projectos em mente?
Projetos tenho sempre muitos, a minha cabeça não para. Atualmente estou focada em limar as arestas daquele que será o meu terceiro livro, sendo que o objetivo é publicá-lo este ano. Tenho também outros livros a serem escritos, gosto de escrever várias coisas ao mesmo tempo e vou aproveitando a inspiração. Além disso, e fora da área da escrita, tenho um novo projeto que começou em Janeiro, um programa de rádio chamado “À conversa com”, que é emitido em direto às quintas-feiras, quinzenalmente, e que podem acompanhar no Facebook da Rádio Mira.
Que gostavas de dizer a quem nos está a ler?
Gostava de vos agradecer por estarem desse lado e espero ter aguçado o vosso interesse pelo meu trabalho.
Em que redes sociais te podemos encontrar?
Facebook e Instagram
Olá Joana. Antes de mais, obrigada por teres aceite o meu convite para esta entrevista.
Para quem não te conhece, quem é a Joana?
Olá! Quero desde já agradecer o convite para a entrevista, é sempre importante divulgarmos o nosso trabalho através destes meios.
Eu tenho 22 anos, sou licenciada em Jornalismo e Comunicação, sou de Mira, um concelho pertencente ao distrito de Coimbra e tenho como a minha maior paixão a escrita, que me tem servido de refúgio ao longo dos anos.
Descreve-te numa só palavra.
Autêntica. Se puder explicar: escolhi essa palavra porque sou muito fiel a mim mesma e às minhas emoções e sentimentos e é-me muito difícil (praticamente impossível) disfarçar o que sinto, o que penso ou o que sou.
Como surgiu essa veia de escritor?
Acho que já nasceu comigo. Antes de saber escrever, ou seja, antes de entrar para a escola primária, já inventava histórias na minha cabeça. Sempre gostei muito de tudo o que tinha a ver com leitura e escrita e, a dada altura, comecei a escrever as minhas próprias histórias. Inicialmente, numa fase ainda de infância, eram histórias infantis. Depois, com a adolescência e o passar dos anos, a escrita tornou-se uma necessidade, um refúgio para os problemas da vida, para as inquietações que atormentam qualquer pessoa.
Quem te inspira na escrita e na tua vida?
Por norma, a minha fonte de inspiração é o que me acontece, o que eu sinto, o que eu vejo, ou seja, inspiro-me mais em coisas que vivencio no que em coisas que me são externas. Já houve uma ou duas pessoas que serviram daquilo a que muitos chamam “musas” da minha escrita, mas são casos pontuais e que dependem, como já disse, da minha história com essas pessoas e dos sentimentos que nutro por elas.
O que te levou a publicar um livro?
Sempre foi um sonho publicar um livro, mas nunca pensei nisso muito a fundo. Andei alguns anos frustrada por sentir que para publicar um livro teria de escrever uma história com princípio, meio e fim, coisa que, para mim, era difícil, porque não tenho qualquer aptidão para criar diálogos ou até personagens muito detalhadas. Depois conheci a escrita do Pedro Chagas Freitas e percebi que se pode escrever sobre sentimentos, sem haver propriamente um enredo (apesar de vários livros dele terem enredos). Inspirei-me nele e também na autora Margarida Rebelo Pinto e decidi que podia escrever um livro de textos soltos, de crónicas, como lhe queiram chamar. Foi nessa altura que tudo começou a ganhar forma. Juntei textos que tinha escrito, escrevi outros tantos e dei-lhes uma ordem para que houvesse coesão. Enviei para uma editora e foi-me feita uma proposta de edição que, inicialmente, aceitei. Foi aí que o sonho se começou a tornar realidade.
Sei que os teus livros são edição de autor. Foi difícil o processo de escrita até à publicação?
O processo de escrita é sempre muito fácil, no sentido em que não é forçado. Escrever é uma necessidade tão grande para mim que, nos dias em que escrevo, escrevo como quem bebe um copo de água porque tem sede, ou como quem come uma peça de fruta porque tem fome. Escrevo para matar uma necessidade. Claro que passo muito tempo sem conseguir escrever, tenho fases de bloqueio, fases em que as palavras parecem não querer sair, mas quando essas fases passam e volto a conseguir escrever aproveito ao máximo a inspiração e ponho mãos à obra.
A decisão de os meus livros serem edição de autor foi minha, depois da rescisão do contrato com a editora de que falei na resposta anterior.
Qual a tua reação quando finalmente conseguiste realizar esse desejo/sonho?
Só consegui sentir realmente alguma coisa quando tive o meu primeiro livro nas mãos. O processo de edição e impressão é muito mecânico, por isso acaba por não parecer real até que o livro nos chega às mãos. Quando segurei, pela primeira vez, o primeiro exemplar do “Há pesadelos que nos fazem acordar” (o meu primeiro livro), a sensação foi de missão cumprida. Senti realmente que tinha concretizado um sonho e que o que ali estava era muito meu, muito íntimo e que foi escrito com o coração nas pontas dos dedos.
Como é ser escritor em Portugal?
A nossa língua é a mais bonita de todas as que conheço – não descurando as outras, mas sendo, obviamente, um bocadinho patriotista. Escrever em português é dos maiores prazeres que posso ter. Mas ser escritor em Portugal é complicado. O nosso país não dá muito valor à cultura, quer no que diz respeito ao nosso Governo, quer no que se refere ao nosso público, não há muitos leitores, os hábitos de leitura dos portugueses são muito reduzidos e, portanto, não há uma predisposição grande para comprar e ler livros. Mas acho que se nós, jovens autores, continuarmos a escrever até que nos doam os dedos, um dia isto muda!
Sei que já tens mais do que um livro publicado. Qual foi a tua primeira obra editada?
A primeira foi “Há pesadelos que nos fazem acordar”.
Queres falar um pouco mais sobre o teu(s) livro(s)?
Claro que sim. O meu primeiro livro, “Há pesadelos que nos fazem acordar”, é um livro dividido em cinco capítulos, todos eles com uma temática ligeiramente diferente, e que são constituídos por textos sobre a morte, o amor, as pedras que vamos encontrando no caminho da vida, o desamor, a perda, a saudade, enfim, todas aquelas coisas que todos nós já sentimos em algum momento da nossa vida. É um livro muito meu e que, apesar de inicialmente eu não admitir, é claramente autobiográfico.
O meu segundo livro, editado em 2018, chama-se “Sorriste-me” e é uma história de amor. É um livro bastante pequeno, com um enredo muito simples, poucos diálogos e sem referências temporais e espaciais, que tem como único objetivo fazer uma ode ao Amor e mostrar que, se colocarmos de lado todas as complicações que criamos nas nossas cabeças, o amor é a coisa mais simples e maravilhosa do mundo.O meu primeiro livro já esgotou, mas o segundo ainda está à venda!
Se pudesses voltar atrás, mudavas algo? Falo em termos de história ou até mesmo da forma de publicação.
Não. Faria tudo da mesma forma. Na escrita e publicação de livros sigo o mesmo lema que sigo na minha vida pessoal: não me arrependo de nada e, voltando atrás, faria tudo igual porque só isso me permitiu chegar onde estou e saber o que sei hoje.
O que esperas de 2019? Muitos projectos em mente?
Projetos tenho sempre muitos, a minha cabeça não para. Atualmente estou focada em limar as arestas daquele que será o meu terceiro livro, sendo que o objetivo é publicá-lo este ano. Tenho também outros livros a serem escritos, gosto de escrever várias coisas ao mesmo tempo e vou aproveitando a inspiração. Além disso, e fora da área da escrita, tenho um novo projeto que começou em Janeiro, um programa de rádio chamado “À conversa com”, que é emitido em direto às quintas-feiras, quinzenalmente, e que podem acompanhar no Facebook da Rádio Mira.
Que gostavas de dizer a quem nos está a ler?
Gostava de vos agradecer por estarem desse lado e espero ter aguçado o vosso interesse pelo meu trabalho.
Em que redes sociais te podemos encontrar?
Facebook e Instagram
Acho que ainda não tinha lido este livro e apesar de ter gostado da história em si, não gostei muito da forma de escrita. Tenho gostado de todos até aqui mas este deixa algo a desejar, mesmo assim, a história está muito boa!
Retirei a seguinte citação do final do livro:
"A vida é como um salto no trapézio. Umas vezes estamos preparados para cair. Outras não. Mas o importante é sabermos levantar-nos depois da queda. Mas vale sempre a pena arriscar e voar no trapézio."
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
A Ana Catarina do blog Tudo sob Linhas já leu o meu livro "Tudo o Que Sempre Quis" e partilhou comigo a sua review no blog. Do que estão à espera para ir lá cuscar? Podem ler a review completa AQUI! e na volta sigam a Ana. O blog dela está repleto de sugestões de livros, vale a pena ler!
Olá criaturas, tudo bem?
O projecto de hoje é de um lar de idosos situado nas Fazendas de Almeirim, Santarém. É composto por vários quartos duplos e individuais (tanto no R/C como no 1ºPiso) e respectivas Instalações Sanitárias com todos os equipamentos necessários. No R/C existe também a zona de administração, confecção etc, bem como uma grande sala para os residentes.
Não me lembro se já tinha lido este livro, mas mesmo assim, adorei a história. Tudo o que envolva motas eu gosto! Devo dizer que, apesar de estar a gostar de reler estas preciosidades da minha adolescência, já tenho saudades de ler um livro a sério.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
A entrevistada desta semana é a Margarida Pizarro, autora de "Em Busca das Borboletas". Vamos conhecê-la um pouco melhor?
Olá Margarida. Antes de mais, obrigada por teres aceite o meu convite para esta entrevista.
Para quem não te conhece, quem é a Margarida?
Tenho 36 anos.
Nasci em Guimarães.
Formei-me em Química- Ramo têxtil na universidade do Minho.
Sou diretora Criativa e Comercial das empresas fundadas pelos meus pais há 36 anos (fundaram no ano em que nasci).
Sou apaixonada pelo que faço pois adoro moda e adoro criar.
Sou sonhadora e luto sempre por concretizar os meus sonhos.
Sou uma romântica.
Adoro os meus amigos e a minha família e adoro poder tê-los sempre perto de mim.
A escrita é um hobbie mas uma das minhas grandes paixões.
Descreve-te numa só palavra.
Apaixonada.. pela minha família, pelos meus amigos, por aquilo que faço, pela vida que criei para mim.
Como surgiu essa veia de escritora?
A minha história na escrita é muita engraçada.
Até 2006 não conseguia pegar num livro. Ler não fazia, de todo, parte dos meus passatempos. Até que peguei num livro que o meu marido estava a ler de uma forma viciante. Foi esse livro que me fez descobrir aquela que viria a ser uma das minhas maiores paixões: a leitura. A partir daí ler é algo que faz parte do meu dia-a-dia. Não há um único dia desde aí que não leia nem que seja uma página.
Em 2013, e depois de demasiados livros lidos, comecei a sentir vontade de construir as minhas próprias histórias com os meus próprios finais. E num momento de loucura comecei a escrever aquele que foi o meu primeiro livro.
Quem te inspira na escrita e na tua vida?
Tudo na vida me inspira para escrever. Seja filmes, outros livros que li, a vida das pessoas que me rodeia ou até mesmo de algo da minha própria vivência.
Não há limites para a escrita se tivermos imaginação e disposição para escrever.
O que te levou a publicar um livro?
Na realidade quando escrevi o meu livro nunca pensei que iria publicá-lo.
Escrevia porque me fazia sentir bem e feliz. Era como se fosse um escape ao meu dia a dia stressante.
Antes de enviar para as editoras imprimi uns quantos exemplares e distribui pelas minhas amigas para que pudesse ter uma primeira reação. Elas leram o livro em poucos dias e adoraram. Isto de certa forma deu-me um pouco de coragem para enviar o livro para as editoras.
Enviei para várias e foi uma surpresa enorme quando recebi as várias propostas.
Foi difícil o processo de escrita até à publicação?
Escrevi 960 páginas em 6 meses. Demorei mais um mês a corrigir.
Depois de enviar para as editoras, tive que escolher com qual iria publicar. Depois disso o livro demorou 4 meses a ser lançado para o mercado.
Qual a tua reação quando o teu livro foi aceite para publicação?
Fiquei primeiro muito surpresa, especialmente porque foi aceite por mais que uma. E claro, fiquei bastante feliz. Foi um sonho tornado realidade.
Como é ser escritora em Portugal?
Na realidade não me considero escritora, talvez mais uma contadora de histórias. Mas sim é muito difícil ser escritora em Portugal.
As editoras pequenas apenas pensam em nós como números e as grandes editoras nem sequer te dão oportunidade para tentares. Com as pequenas editoras a crescer temos um lado positivo mas também um negativo. Se por um lado podemos ter mais oportunidades para os jovens escritores acredito também que esta ilusão pode ser um engano para muitos. Se por um lado temos que investir nas primeiras edições não podemos estar á espera que eles façam um bom trabalho de divulgação e venda porque não o fazem.
Todos os livros que vendi foi porque trabalhei muito para isso. Desde falar diretamente com os gerentes das grandes lojas, a sessões de autógrafos organizados por mim e especialmente um passa palavra dos meus amigos a quem também devo muito deste sucesso.
No lançamento do I volume do meu livro que teve lugar no Centro Cultural Vila Flor em Guimarães consegui ter a presença de 400 pessoas onde vendi 350 livros.
No lançamento do II volume do Livro, 2 meses depois, desta vez na Fnac do Guimarães Shoping, consegui vender 90 livros só no primeiro dia durante e após o lançamento.
Mas todo este sucesso apenas se deveu ao meu trabalho de divulgação e por isso digo que muitas vezes o sonho de muitos jovens escritores pode sair manchado quando se debatem com o problema de baixas vendas.
Acredito que quem realmente quer alcançar o sonho de ver uma obra sua publicada deve arriscar mas consciente que terá que fazer um trabalho muito rigoroso para alcançar vendas e sem contar com a ajuda da editora.
“Em Busca das Borboletas” foi a tua primeira obra editada?
Primeira e única. Tenho mais dois livros em processo final mas ainda não consegui terminar.
No entanto ainda não tenho a certeza se os quero publicar por alguma editora tendo em conta a minha experiência anterior.
O importante para mim é mesmo escrever porque é isso que realmente me faz feliz.
Queres falar um pouco mais sobre o teu(s) livro(s)?
Este livro, dividido em dois volumes, conta-nos a história de Maria Mendes, uma luso-americana, de família humilde que decide estudar moda para Nova-York.
Conhece assim Alicia e Joan que se tornam as suas melhores amigas e até se intitulam de as 3 mosqueteiras. Estas duas amigas provêm de famílias bem ricas que faz com que Maria entre num mundo de sonho que não é o seu. Conhece assim Dale Sloan e apaixonam-se perdidamente. No entanto este amor, apesar de parecer um sonho, abala a sua vida aparentemente pacata e traz muitas surpresas algumas bem desagradáveis.
Não posso dizer que é apenas uma história de amor porque é muito mais que isso.
É também uma história linda e divertida de amizade e uma história que nos faz entrar ao mesmo tempo no mundo fascinante da Moda e no mundo apaixonante da política americana.
Tem muito drama e ação que nos prende a cada palavra e que nos leva a não querer parar.
É uma escrita fácil e fluída pois é uma das características que mais me prende a um livro.
Acho que é uma história que mostra um pouco da evolução da Maria de menina a mulher o que nos faz rever um pouco nesta mudança.
Se pudesses voltar atrás, mudavas algo? Falo em termos de história ou até mesmo na escolha de editora.
Na história não mudava nada porque ainda hoje é exatamente as palavras que quis escrever. Continua a fazer todo o sentido. Aquela história ainda hoje me prende. Dou por mim várias vezes a reler.
No que diz respeito à editora confesso que na altura tinha as minhas expectativas bem altas e como tal tive bastantes deceções. Mas consegui perceber que o mundo literário e das editoras é mesmo assim e que não conseguiria um melhor trabalho noutra editora. Dentro das pequenas/médias editoras a Chiado continua a ser das melhores.
O que esperas de 2019? Muitos projectos em mente?
Apenas peço muita saúde para mim e para os que mais amo porque o resto eu corro atrás. No entanto um dos principais projetos é conseguir terminar os dois livros que estou a escrever. Gostava mais uma vez de despertar sentimentos com a minha escrita.
Que gostavas de dizer a quem nos está a ler?
Lutem sempre pelos vossos sonhos e nunca desistam.Nada nesta vida se consegue sem muito esforço, dedicação e paixão.
Em que redes sociais te podemos encontrar?
Facebook e Instagram
Quanto a mim, ainda não tive oportunidade de ler "Em Busca das Borboletas", mas deixou-me bastante curiosa e talvez o faça este ano!😊
Este foi o primeiro livro que li dos Morangos com Açúcar há tanto, tanto tempo! Mais precisamente em 2006. Lembro-me que o comprei numa feira do livro na escola e demorei muito pouco tempo a terminar de o ler. Apesar de ser uma leitura leve, até estou a gostar de relembrar as minhas personagens preferidas da minha adolescência.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Quando um lugar está cheio de más recordações e mágoas, temos tendência a evitá-lo custe o que custar. Certo? E se forem criadas boas recordações que se sobreponham às más?
Foi isso que eu senti quando hoje, logo pela manhã, entrei pelos portões do liceu onde estudei há tantos anos. Passaram-se quase 7 anos desde que saí de lá. Saí de cabeça erguida, com muitas feridas por sarar e sem vontade de um dia lá voltar. Mas voltei. Voltei passado 2 ou 3 anos para assistir à PAP das estagiárias que tivemos no escritório. Nesse ainda me senti ferida, ainda queria sair dali o mais rápido que conseguisse.
Contudo, hoje foi diferente. Tinha uma reunião com a professora bibliotecária por isso, fui obrigada a lá voltar. Foi...estranho voltar a passar por aqueles portões, mas ao contrário do que acontecia quando lá estudava, não baixei a cabeça. Não me senti intimidada. OK, talvez tenha atraído alguns olhares curiosos, mas acho que no fundo passava bem por estudante. Ninguém me dá 25 anos!
Abri a porta e entrei na biblioteca onde passava tantos intervalos a jogar mikado (não, nessa altura nem gostava de ler!), ao fundo vi a professora com quem me ia reunir. O sorriso dela foi tão caloroso que me senti logo bem-vinda de volta àquele lugar. Àquele passado tão distante.
A nossa conversa foi tão boa que saí de lá de sorriso no rosto e de coração cheio. Agendámos uma apresentação do meu primeiro livro para uma das turmas do secundário e não podia estar mais feliz por transmitir àqueles jovens a mensagem do livro. Talvez seja desta que faço as pazes com o meu passado no secundário e tenha novas e mais alegres razões para lá voltar.
«Os nossos amigos pinguins encontram-se na ilha para a maior aventura das suas vidas. O pinguim mais jovem tem o sonho de conseguir surpreender as ondas com as maiores manobras de sempre e assim conseguir o respeito e admiração de todos. Surfar é o desporto favorito de todos e somente juntos vão conseguir superar as dificuldades e os inimigos que querem expulsá-los do mar. Eles têm a mania das ondas e só querem ser felizes a fazer o que mais adoram: surfar!»
Mais um filme de animação que adorei! Confesso que ainda não visto este este, nem sequer algumas partes, por isso, depois de ter visto e adorado o primeiro, claro que tinha de ver o segundo! Gostei tanto...Recomendo!
Avaliação The Choice: ★★★★★
Olá criaturas, tudo bem?
O projecto de hoje é de uma moradia T3 situada em Almeirim, Santarém. É composta por garagem, piscina, anexos e jardim. No interior está projectado uma sala/cozinha comum, dois quartos e um WC Social. No 1ºPiso encontra-se uma suite com closet e WC privado.
Há um ano atrás andava doida enquanto tratava da publicação do meu primeiro livro. Andava nas nuvens, sentia-me invencível. Agora, passado um ano, ando doida enquanto trato da publicação do segundo e estou ansiosa para poder partilhar tudo convosco. É uma história completamente diferente, estilo diferente mas espero que gostem. Já não ando nas nuvens, pelo contrário, tenho os pés bem assentes na Terra, com muitas lições aprendidas neste último ano.
Este era mais um dos livros dos Morangos com Açúcar que ainda não tinha tido a oportunidade de ler. Enquanto o li, voltei a sentir aquele ódiozinho de estimação que sentia pela personagem Carlota. Nunca gostei da miúda, sobretudo porque andava sempre a lixar a vida ao Simão e eu (assim como muitas raparigas) adorava o Simão Navarro! Foi bom relembrar estas personagens, ai vida, se soubesse o que sei hoje era adolescente para sempre! 😁
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Para a entrevista desta semana convidei a blogger Cláudia S. Reis, também autora de "Sintonia" e a minha blogger escritora preferida. 🙈
Vamos conhecê-la um pouco melhor?
Olá Cláudia. Antes de mais, obrigada por teres aceite o meu convite
para esta entrevista.
Olá! Obrigada eu,
pelo convite! Fiquei surpreendida e muito feliz!
Para
quem não te conhece, quem é a Cláudia?
É uma jovem adulta, de 27 anos, que
ainda tem em si parte da criança que foi. Educadora de Infância, com uma enorme
paixão pelo que faz. Escritora nos tempos livres e sonhadora a tempo inteiro.
Apaixonada pela música num geral e pelo piano e violino em especial. Os seus
maiores sonhos são ser mãe e ter uma casa tão grande que pode ter um espaço
para criar uma biblioteca privada.
Descreve-te
numa só palavra.
Perfecionista, sem dúvida. Mesmo quando acabo, por exemplo, de
escrever algo sinto necessidade de reler de imediato. Nunca nada está perfeito
para mim.
Como
surgiu essa veia de escritora?
Pode parecer cliché mas foi, literalmente, desde
que aprendi a escrever. A minha mãe conta que eu escrevia pequenas histórias
durante o fim-de-semana para levar à minha professora. A partir daí o gosto foi
sempre crescendo e foram muitos os contos e histórias que escrevi.
Quem te inspira na
escrita e na tua vida?
Não tenho nenhuma inspiração em específico, apesar de ter um
autor que não dispenso ler: Domingos Amaral. Acabo por me inspirar em todas as
pessoas que se cruzam comigo. Em todos os pequenos momentos que vivo. Já, em
várias situações, me sentei em diversos locais a anotar pormenores acerca de
pessoas que se cruzam comigo ou de paisagens que vejo. Tudo isso acaba, mais
tarde ou mais cedo, por entrar em algo que escreva.
O que te levou a publicar um livro?
Era um sonho que tinha desde que me lembro de ser gente.
Sonho esse que sinceramente não sei de onde surgiu mas, muito provavelmente, do
facto de ler muitos livros e de imaginar como seria ter um escrito por mim. No
entanto demorei muitos anos até conseguir terminar um livro. Ficaram muitas
ideias pelo caminho até chegar à ideia vencedora. Depois de o terminar já não
tinha “desculpas” e decidi arriscar, para ver o que acontecia.
Foi difícil o processo de escrita
até à publicação?
O processo de escrita foi incrivelmente rápido. Demorei os meses
de verão apenas. Comecei no início das férias (ainda estava na faculdade na altura) e terminei antes do novo ano
letivo começar. Ajudou o facto de a ideia se desenrolar na minha mente de forma
rápida e clara. Demorei mais tempo a fazer a revisão do que a escrever
propriamente. Quando decidi enviar o manuscrito para algumas editoras
rapidamente recebi respostas. A maioria negativa, como já estava à espera. E
depois uma positiva. O processo depois disso foi rápido e em pouco menos de
seis meses tinha o livro publicado. O processo na sua totalidade foi de um ano,
sensivelmente.
Qual a tua reação quando o teu
livro foi aceite para publicação?
Fiquei incrédula. Lembro-me que abri
o e-mail durante uma aula – de História, se não estou em erro – e não queria
acreditar. Li. Reli. E depois vi as condições. O meu primeiro pensamento foi
recusar mas depois de falar com os meus pais eles decidiram investir em mim e
no meu sonho.
Como
é ser escritor em Portugal?
Sinceramente? Ingrato. Não que eu
tenha feito grande propaganda do meu livro ou da minha faceta de escritora, mas
sinto que a menos que sejas conhecido quase ninguém quer arriscar a comprar o
teu livro. Principalmente quando as editoras que apostam em jovens autores não
fazem grande esforço em prol deles. Mas eu também não sou um bom
exemplo pois são muitos os dias em que me esqueço que tenho um livro publicado.
Há momentos em que até me sinto constrangida quando alguém me fala do livro e
diz o que sentiu ao lê-lo. Pode parecer estranho mas estou tão habituada a
escrever apenas no blogue que raramente me lembro que há livros meus espalhados
por várias casas. Talvez por isso diga variadas vezes “Nasci para escrever;
Nunca para ser escritora”.
Sim e, para já, a única. E apesar
de ter muito orgulho naquelas páginas sinto que deveria ter esperado um pouco
mais para o enviar para uma editora. Até tenho medo de o reler porque sei que
teria vontade de mudar praticamente tudo!
Queres
falar um pouco mais sobre o teu(s) livro(s)?
A narrativa do “Sintonia” surgiu quando eu menos estava
à espera e sem perder muito tempo a decidir qual o melhor caminho. Um dia ouvi,
por acaso, a música “Jolene” da Dolly Parton e tudo encaixou de forma natural. Apesar
de a protagonista ser fisicamente o oposto de mim, tirando uma ou duas
caraterísticas, inspirei-me em alguns pormenores da minha vida para a criar. O
meu ponto de partida para escrever aqueles capítulos foi o facto de tudo girar
em torno de um livro. Sendo o meu romance de estreia quis que fosse em parte
inspirado em mim, que tentava ser escritora. A partir daí as personagens e os
locais surgiram de forma natural, tentando explorar a história sem cair em
exageros. Foi um livro que me deu muito prazer escrever e cujo resultado final
me deixou orgulhosa.
Se pudesses voltar
atrás, mudavas algo? Falo em termos de história ou até mesmo na escolha de
editora.
Em termos de história não mudaria nada. Claro que se fosse reler decerto
mudaria alguns pormenores mas iria manter intacta a linha condutora da
narrativa. É uma história que tem muito de mim nas entrelinhas e que escrevi
com todo o meu coração. Foi fulcral para encerrar uma fase da minha vida e seguir
em frente.
Relativamente
à Editora se voltasse atrás tinha seguido o meu primeiro instinto e teria
recusado a oportunidade. Não que tenha sido mal acompanhado – foi a Chiado
Editora que organizou o lançamento e esteve sempre disponível para qualquer dúvida
– mas sinto que não deveria ter gasto tanto dinheiro para cumprir um sonho. Ainda
assim foi uma experiência pela qual tinha que passar para ter uma verdadeira
visão do que é tentar ser escritor no nosso país. E aprendi muito.
O que esperas de 2019? Muitos projectos
em mente?
Durante este ano espero terminar pontas soltas. Quero terminar
dois livros que já tenho começados mas nunca cheguei a terminar. Estou ansiosa
por poder partilhar os manuscritos com quem os quiser ler. Depois da
experiência que tive com o “Sintonia” decidi nunca mais apostar em editoras e
também não me sinto tentada em apostar numa edição de autor. Prefiro utilizar
plataformas de escrita (como o Wattpad, por exemplo) para partilhar as minhas
criações sem custos associados. Quero escrever apenas pelo prazer e sem ter que
pensar em números.
Que gostavas de dizer a quem nos está a
ler?
Para
nunca desistirem dos vossos sonhos, por mais impossíveis que possam parecer. Para
serem sempre fiéis a vocês mesmo, mesmo quando todos seguem o caminho oposto
aquele que vocês escolheram. Com esforço e dedicação acabam por conseguir
alcançar tudo aquilo que mais desejam. O importante é nunca desistirem.
Em que redes sociais te podemos
encontrar?
Resta-me agradecer à Cláudia pela disponibilidade em fazer parte desta rubrica e desejar-lhe toda a sorte do mundo. 💗
«Cody Maverick é um pinguim e um prometedor surfista que está a iniciar o seu primeiro ano no circuito profissional. Seguido por uma equipa de filmagens que irá documentar as suas experiências, Cody deixa a família e a sua casa em Shiverpool na Antártida e viaja para Ilha Pen Gu onde irá decorrer o Memorial Big Z. Durante o caminho, Cody conhece o maníaco do surf Chicken Joe, o famoso promotor Reggie Belafonte, o prospector de talentos Mikey Abramowitz e a divertida salva-vidas Lani Allikai e todos reconhecem a paixão de Cody pelo surf mesmo quando esta vai um pouco longe de mais.»
Adoro filmes de animação e surf, por isso, claro que adorei este filme!
Já é super velhinho mas nunca o tinha visto do principio ao fim, então decidi ver. Adorei! É tão giro.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Quando Mia, a namorada de Roman MacGregor, é raptada numa movimentada rua de Cleveland (Ohio), ele e os seus irmãos, Brendan e Deklan, recentemente chegados do Iraque, decidem salvá-la por sua conta e risco. Durante o processo, os três irmãos unem forças com James Avery, um detective que já há muito tenta encontrar provas contra Maxwell Livingston, o perigoso líder de uma rede de tráfico humano. O que eles vão encontrar durante a missão de salvamento de Mia é algo para o qual nenhum deles estava preparado…»
Ainda estou KO com este filme! Desconhecia a sua existência por completo até o F. me falar nele. Não é um filme de acção qualquer, é um filme com base nos laços familiares entre irmãos, sobre como fazemos tudo por quem amamos.
Apesar do fim triste, gostei imenso. Recomendo!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Nunca escondi o quanto eu amava ver os Morangos com Açúcar. Acho que foi aquela série que marcou a minha geração e os miúdos de agora nunca saberão o poder daquela ameaça dos nossos pais "Ou estudas ou não vês os morangos!". Bom, comigo funcionou sempre, é claro!
Na altura, li alguns dos livros que foram saindo sobre a série mas nunca consegui encontrar alguns que me faltavam para completar a saga. Não é que goste de comprar livros em segunda mão (sobretudo, porque os meus livros estão sempre como novos. Posso ler e reler e nunca aparentam aspecto descuidado.), mas tomei essa decisão para conseguir terminar a minha querida coleção dos MCA e... bom... comecei a reler os livros desde o início.
Sociedade Secreta foi um dos tais que nunca tinha lido e, mesmo com quase 26 anos, adorei relembrar as minhas personagens preferidas! Que saudades.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Quando Cassie se apaixona, a sua nova relação traz um novo círculo de amigos. Dele faz parte Will, que é engraçado, namoradeiro e um excelente candidato a primeiro namorado da Molly.
Mas há um problema: o colega de Molly, Reid, um cromo e fã incondicional de Tolkien, por quem ela jamais se apaixonaria… certo?
Uma história divertida e comovente sobre primeiros amores e a importância de sermos fiéis a nós mesmos.»
Este foi o meu livro escolhido para a parceria com a Porto Editora no mês de Janeiro.
Gostei da capa e a sinopse pareceu-me interessante. Apesar de ser uma leitura super leve e adolescente (achei-me demasiado velha para a linguagem utilizada) a verdade é que adorei a história em si. Retrata muito bem a vida de qualquer adolescente no mundo real e no final...bom...posso dizer que não estava, de todo, à espera daquele encerramento mas OK, foi mais do que justo!
Recomendo e sinto-me tentada a ler o outro livro da autora "Com amor, Simon". Já leram? Que acharam?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















Social Icons