«Oi (oi, Maninho)
Eu tô ligando só pra perguntar pra você como foi
Fica lutando com a vontade de saber como estoy
Chega de conversa, eu quero você hasta el día de hoy, oi
Eu tô ligando só pra perguntar pra você como foi
Fica lutando com a vontade de saber como estoy
Chega de conversa, eu quero você hasta el día de hoy, oi
Vem (vem)
Fica comigo, num clima bandido, cheio de desdém
Deita no meu colo, que eu tô louco pra te chamar de neném
Vamo contra tudo, o final da oração é um amém, amém
Eu só quero que o mundo seja bem melhor
E eu sei que longe de você eu sou pior
Só que a gente junto faz inveja ao redor
E sem pensar, tu vem pra cá
Deixa que o amor vai te mostrar
Que na verdade eu sou o seu lugar
Pra um final feliz sem volta a dar
E sem pensar, só vem pra cá
Deixa que o amor vai te mostrar
Que na verdade eu sou o seu lugar
Pra um final feliz sem volta a dar
E sem pensar
Oi (oi)
Eu tô ligando só pra perguntar pra você como foi
Fica lutando com a vontade de saber como estoy
Chega de conversa, eu quero você hasta el día de hoy, oi
Vem (vem)
Fica comigo, num clima bandido, cheio de desdém
Deita no meu colo, que eu tô louco pra te chamar de neném
Vamo contra tudo, o final da oração é um amém, amém
Eu só quero que o mundo seja bem melhor
E eu sei que longe de você eu sou pior
Só que a gente junto faz inveja ao redor
E sem pensar, tu vem pra cá
Deixa que o amor vai te mostrar
Que na verdade eu sou o seu lugar
Pra um final feliz sem volta a dar
E sem pensar, só vem pra cá
Deixa que o amor vai te mostrar
Que na verdade eu sou o seu lugar
Pra um final feliz sem volta a dar
E sem pensar
Oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh-oh
Oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh-oh
Oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh-oh
Oh-oh-oh, oh-oh-oh-oh-oh, e sem pensar»
«Quando um relacionamento falso entre cientistas encontra a irresistível força da atração, as teorias de uma mulher sobre o amor, cuidadosamente calculadas, são postas à prova.
Olive Smith, uma estudante de doutoramento em Biologia, não acredita em namoros duradouros. Após terminar o relacionamento com Jeremy, percebe que a sua melhor amiga, Anh, gosta dele e decide juntá-los. Para a convencer de que não se importa e de que está feliz e a namorar, Olive precisa de o provar, mas, pressionada, entra em pânico e resolve beijar o primeiro homem que vê: Adam Carlsen, um jovem professor de outro departamento. Olive acaba por ficar chocada ao perceber que este tirano do laboratório da Universidade de Stanford, conhecido por deixar os estudantes em lágrimas, aceita manter a farsa e fingir que é, realmente, seu namorado.
Quando uma conferência científica corre mal e ameaça a carreira de Olive, Adam surpreende-a de várias formas... e uma pequena possibilidade científica, o que era apenas uma hipótese sobre o amor, transforma-se então numa experiência inesperada.
Uma história maravilhosa imersa num ambiente académico. Um tubo de ensaio para a vida.»
Olive Smith, uma estudante de doutoramento em Biologia, não acredita em namoros duradouros. Após terminar o relacionamento com Jeremy, percebe que a sua melhor amiga, Anh, gosta dele e decide juntá-los. Para a convencer de que não se importa e de que está feliz e a namorar, Olive precisa de o provar, mas, pressionada, entra em pânico e resolve beijar o primeiro homem que vê: Adam Carlsen, um jovem professor de outro departamento. Olive acaba por ficar chocada ao perceber que este tirano do laboratório da Universidade de Stanford, conhecido por deixar os estudantes em lágrimas, aceita manter a farsa e fingir que é, realmente, seu namorado.
Quando uma conferência científica corre mal e ameaça a carreira de Olive, Adam surpreende-a de várias formas... e uma pequena possibilidade científica, o que era apenas uma hipótese sobre o amor, transforma-se então numa experiência inesperada.
Uma história maravilhosa imersa num ambiente académico. Um tubo de ensaio para a vida.»
A Hipótese do Amor foi o escolhido para a leitura do mês de Maio no #WineNotBookClub do Instagram e confesso que estava muito ansiosa com este livro. Já o andava a namorar desde que saiu em Março e o meu aniversário este mês foi a desculpa perfeita para o adquirir.
O enredo gira em torno de Olive e Adam, uma estudante de doutoramento em Biologia e um jovem professor de outro departamento. Olive não acredita em namoros duradouros e depois de a sua relação com Jeremy terminar, percebe que a sua melhor amiga está apaixonada por ele e faz de tudo para os juntar o que implica, acidentalmente, iniciar um falso namoro com Adam para provar a Anh que está tudo bem e que ela pode namorar com Jeremy sem se sentir culpada por ser o ex-namorado de Olive.
Decidida a provar à melhor amiga que está a namorar, beija o primeiro homem que lhe aparece à frente que se trata, nada mais nada menos, de Adam. Um professor que todos detestam por ser demasiado exigente com os alunos. Olive fica ainda mais chocada quando Adam aceita ser o seu falso namorado visto que também a ele trará benefícios ainda que por outros motivos.
A Hipótese do Amor é recheado de momentos hilariantes mas também amorosos e com alguma tensão pelo meio, sobretudo quando Olive percebe que está verdadeiramente apaixonada pelo seu falso namorado e julga não ter qualquer chance com ele. Por seu lado, Adam julga-a ainda apaixonada por Jeremy o que causa alguma confusão entre eles e os seus sentimentos controversos.
Confesso que fiquei apaixonada pela capa e pela sinopse, e apesar de ter adorado a história, esperava um bocadinho mais. Acho que isso se prende ao facto de o início ser um pouco lento, porque a segunda metade viciou-me por completo, sem dúvida. E o fim? Meu Deus!
Para quem gosta de romances fofinhos e divertidos, recomendo! Vão adorar a Olive e o Adam.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«O lar é onde o coração cria raízes.»
Quatro anos depois de sair de casa dos meus pais para um pequeno T2, chegou a altura de mudanças!
Prestes a casar com o meu mais que tudo, decidimos mudar de casa a pensar no nosso futuro e na nossa família.
Poucas pessoas estão a par da situação, mas tem sido uma jornada que já dura há muitos meses. A procura, as visitas, os bancos, burocracias, avanços e recuos, a venda do meu primeiro apartamento… tudo isso chegou ao fim no mês do meu aniversário e também no mês do nosso aniversário. Após muita procura e retirando da equação a hipótese de construir uma moradia pelos valores exorbitantes dos materiais, encontrámos o nosso ninho. Um apartamento totalmente novo que ali estava à nossa espera. É nestes momentos que acredito ainda mais no destino e no poder do Universo. Tínhamos visto um apartamento no mesmo edifício mas o negócio acabou por não avançar, o que nos deixou destroçados, mas hoje agradeço por isso. Sem dúvida que o apartamento com que acabámos por ficar é muito melhor, pelo menos no ponto de vista de designer e mulher dona de casa com imensa tralha (e ainda aproveitei as mudanças para destralhar algumas coisas!). Não posso dizer que esta mudança não me deixa nostálgica, afinal o pequeno T2 foi a minha casa durante quatro anos, o meu espaço, a minha primeira casa longe de casa, mas ainda assim precisava disto. De mudar de ares, de terra, de sair da minha zona de conforto e de explorar para lá do que eu sempre conheci. Foi uma decisão tomada a dois e não podíamos ter decidido melhor, sobretudo por encontrarmos um lugar só nosso.
Sinto que a nova terra que agora nos acolhe tem muito a explorar, muitas pessoas novas a conhecer e muitas aventuras à nossa espera. Esta mudança sabe a recomeçar do zero, e sabe tão bem.
Este foi o melhor presente que poderia ter recebido da vida para começar os 29 anos em grande.
Grata a Deus por nunca nos abandonar, nos proteger e nos abençoar. E também grata a toda a equipa de suporte que temos tido por parte da imobiliária.🙏
«Se eu disser
Que eu nunca te esqueci
Se eu contar
A verdade sobre ti
Será que vais querer ouvir?
Será que vais querer saber?
Será que tu não vais fugir
Ir de mim
Agora espero uma resposta tua
Agora eu quero que me digas
Se eu fico à espera, eu quero
Eu espero uma mensagem tua
Ei, uma mensagem tua, yeah
Uma mensagem tua, yeah-yeah, yeah
Yeah-yeah, yeah-yeah
Eh-yeah, ah
Eu segui, mas não superei
Disse adeus, mas não te contei, não
O que eu sinto que é tanto, mas tu nem sabes
Mas tu nem sonhas porque eu não disse e
Agora espero uma resposta tua
Agora eu quero que me digas
Se eu fico à espera, eu quero
Eu espero uma mensagem tua
Yey, uma mensagem tua
Yeah, uma mensagem tua, yeah-yeah, yeah
Yeah-yeah, yeah-yeah
Uma mensagem tua»
Como na minha família mais chegada fazemos anos todos de empreitada, hoje chegou o dia do meu pai completar mais um aniversário: 53!
Quero deixar aqui os parabéns ao meu Laipe. Ao mais doido, ao que me fez gostar de motas, de obras, de engenhocas e de muitas outras coisas porque ele queria um menino e saiu uma menina que acabou por gostar de tudo isso na mesma.
Ao mais fotogénico, ao que tem uma praia com o seu nome, ao mais sem paciência mas que quando quer tem toda a paciência do mundo.
Ao faz-tudo, ao mestre de obras da Studio Anchor e ao pescador das bancas do peixe do mercado.😃 Ao pai que me fez uma pista de motocross para andar de bicicleta a acelerar que nem uma doida, ao que me fez um cesto de basquete e ao que me inventou uma trotinete todo-o-terreno.
Por tudo isto e muito mais, parabéns pai, pelos teus 53 anos. Que Deus te dê muita saúde, amor e te abençoe, que para te picar o juízo estamos cá nós. 😉🥂🎂🎉
Amo-te muito. 💖
«Os dias só são mais cinzentos se tu quiseres, as pessoas só te mandam mais para baixo se tu deixares, os problemas só não têm solução se tu os complicares, e as coisas más só têm (mais) importância se tu lha deres.»
Sofia Castro Fernandes in Às 9 no Meu Livro
Na semana do meu aniversário aproveitámos as férias e o calor que se fez sentir, para visitar um dos locais que tínhamos na nossa travel list. Armados em turistas e munidos com o fato de banho, rumámos ao concelho de Vila de Rei onde, além da praia fluvial do Penedo Furado e dos passadiços, se escondem vários trilhos que nos levam aos recantos mais bonitos e às cascatas dignas de selva. A água limpa e cristalina fez a nossa delícia, mas preparem-se… como é óbvio, a água é bem fria e por amor de Deus levem calçado para andar dentro de água, caso contrário ficam com os pés doridos porque dentro de água existem imensas pedras, pedrinhas e calhaus no chão. Tive a pontaria de o primeiro pé que pus dentro de água, espetar logo um biqueiro num calhau. Rita sendo Rita, não é verdade?
Por a água ter pouca profundidade, é um local bastante procurado na época balnear por famílias e campistas. Ainda assim, os trilhos talhados nas rochas que nos levam às cascatas devem ser percorridos com cuidado redobrado devido às suas inclinações irregulares.
Fora de água, existe ainda um miradouro e muitos passadiços de madeira, estáveis, de vários quilómetros que podem percorrer.
O Penedo Furado é um local bonito, tranquilo, selvagem mas vigiado durante a época balnear e apenas na zona da praia fluvial. Merece que visitem, que desfrutem da paz que envolve as redondezas e que se deixem levar pela natureza.
Apesar da água fria, confesso que gostei imenso e que soube muito bem aquele mergulho. Senti-me em paz e em comunhão com a natureza.
Apesar da água fria, confesso que gostei imenso e que soube muito bem aquele mergulho. Senti-me em paz e em comunhão com a natureza.
E vocês? Vão visitar o Penedo Furado este Verão e mergulhar nas águas limpas e cristalinas como se estivessem na selva? Aqui o casalinho sentiu-se como a Jane & Tarzan. 😉
A vida já me tirou muito, mas também já me deu muito. Não me deu tudo o que pedi, mas deu-me as ferramentas necessárias para conseguir alcançar tudo o que eu precisava de facto para me sentir feliz e completa.
Há um ano estava a emergir do fundo do poço, dia após dia. Estava a aprender novamente a ser feliz e a viver em pleno. Finalmente começava a ver uma luz ao fundo do túnel. Tinha passado pelos 27 de forma atribulada, de muita luta, aprendizagens, de tentativas falhadas e outras acertadas, mas acima de tudo, de saltos de fé. Há 365 dias pedi que a chegada dos 28 fosse o ponto de partida para um ano incrível, um novo rumo de vida, novas aventuras, boas energias, boas pessoas, muitas viagens, muita saúde, muitas vitórias e sonhos alcançados.
Mais um ano passou, mais um aniversário chegou e olhando para trás, caramba, foi tudo o que eu pedi e mais ainda. Claro que os 28 tiveram os seus desafios, os seus altos e baixos, mas no fim viajei muito sempre que pude, rodeei-me das minhas pessoas preferidas, de muito amor, sorrisos, boas energias, não me posso queixar da saúde nem dos sonhos que alcancei nestes 12 meses, tanto pessoais como profissionais.
Hoje chegam os 29... a última ronda dos 20's e o que posso eu pedir ao Universo e a Deus? Têm-me dado tanto, têm-me colocado sempre de volta aos trilhos quando tendo a entrar numa encruzilhada. Então, desejo que os 29 me tragam muito amor, um casamento abençoado, muita saúde para mim e para os meus, trabalho para o nosso studio, boas energias, viagens e quem sabe, daqui a um ano haja um novo membro na família? Este é um dos aniversários que me sinto tão abençoada e grata ao Universo, à vida e a Deus que não sei muito bem o que escrever ou pedir. Não peço que seja fácil, só peço que valha a pena. Porque no fim, é isso que importa, certo? Que valha a pena.
«Estou aqui, de braços abertos pronta para receber tudo o que os 28 têm para me oferecer. Que seja incrível e inesquecível.» E se foi! Oh meu Deus, se foi! E obrigada por isso!
Que os 29 sejam abençoados e de muitas mais conquistas e amor.
Obrigada a todos que continuam desse lado e aos que estão sempre do meu lado. Obrigada por tudo. Continuamos juntos...sempre. 🥰🙏✨
«Eu não vou
Eu não vou ficar
Se tu não, se tu não quiseres falar
Não vale a pena insistir
Se tu já não queres cá estar
Agora pensa só em ti, em como tudo vai mudar
Mas se precisares de mim, podes chamar
Há coisas que o tempo não pode apagar
Tu és uma delas eu não vou negar
Que foste, que és e serás o meu fim
Voltas sempre quando eu te fecho a porta
É o não ter que te traz, não é amor
E eu já te conheço bem melhor de costas
Do que a olhares para mim a pedir por favor
Dá-me um tempo e eu renasço
Vou ser mais feliz sem ti
Tu é que pediste espaço
E eu só tenho espaço para o fim
Mas se precisares de mim, podes chamar
Há coisas que o tempo não pode apagar
Tu és uma delas eu não vou negar
Que foste, que és e serás o meu fim
Sei que eu não posso mudar o passado
Mas mudava tudo só para te ter ao meu lado
Sei que eu não posso mudar o passado
Mas mudava tudo só para te ter ao meu lado
Sei que eu não posso mudar o passado
Mas mudava tudo só para te ter ao meu lado
Sei que eu não posso mudar o passado
Mas mudava tudo só para te ter ao meu lado
Mas se precisares de mim
Podes chamar »
«Sonic é um ouriço azul de origem alienígena que acidentalmente aterrou no planeta Terra durante uma fuga às forças malignas do seu planeta natal. Foi assim que conheceu o xerife Tom Wachowski, de quem se tornou inseparável e a quem se aliou na luta contra o terrível Dr. Ivo Robotnik. Agora, quando tudo parecia tranquilo, Robotnik regressa à Terra com Knuckles, seu aliado na maldade, em busca de uma poderosa esmeralda que lhe dará grandes poderes. Percebendo o perigo que enfrentam, Sonic e Tom vão ter de encontrar a pedra preciosa antes que seja demasiado tarde. »
Depois de anteriormente Sonic ter derrotado Robotnik e enviá-lo para o planeta dos cogumelos, o seu arqui-inimigo continua preso, rodeado de cogumelos e pela sua loucura excêntrica enquanto elabora um plano de vingança contra o ouriço azul. Enquanto na Terra Sonic está estabelecido com a família do xerife Tom Wachowski, um portal é aberto no planeta dos cogumelos e Robotnik é resgatado por Knuckles com quem faz um pacto para que ambos possam derrotar Sonic e adquirir a Esmeralda perdida pelos ancestrais de Knuckles. A dita Esmeralda tem o poder de destruir civilizações inteiras o que seduz de imediato o arqui-inimigo de Sonic.
Enquanto Knuckles e Robotnik se tornam aliados do mal, Sonic alia-se ao seu recém chegado amigo Tails para encontrar a Esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas. Ambas as equipas nos proporcionam muitos momentos de diversão e nostalgia, não fosse o live-action de Sonic a coisa mais fofa que irão ver este ano no cinema.
Depois de muitas peripécias e contratempos, Robotnik consegue capturar a Esmeralda, trai a confiança de Knuckles – como seria de esperar – e torna-se ainda mais poderoso.
Sozinho, Sonic não tem como derrotar o seu maior inimigo desta vez, pelo que poderá contar com o apoio da sua família, de Tails e Knuckles, um novo aliado conveniente e poderoso. Juntos conseguem retirar a Esmeralda de Robotnik, o que permite que Sonic assuma pela primeira vez o visual dourado e superpoderoso do Super Sonic. Recheado de novas habilidades como voo e superforça, Sonic derrota Robotnik deixando no ar a dúvida se o vilão sobreviveu ou não à batalha. No final, Sonic volta à sua cor original, que digamos, é muito mais bonita que a cor dourada.
Na reta final do filme, somos apresentados ao Projeto Shadow, um hibrido de ouriço e outras criaturas alienígenas sombrias resultado de uma invenção levada a cabo por um ancestral de Robotnik. Depois desta cena pós créditos, acredito que estará por vir um terceiro filme onde possamos conhecer mais sobre Shadow e o que isso trará de novo para Sonic e restante companhia. Vindo da família de Robotnik, acredito que não será nada de bom.
Sonic - The Hedgehog II é um filme fiel a si mesmo. Divertido e em simultâneo amoroso que nos remete de volta à nossa infância e aos jogos da consola Sega entre outros. Vale muito a pena e recomendo que vejam, sobretudo se gostam de live-action.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Todos nós carregamos uma luz infinita. E para todas existe a opção de a fazer brilhar ou de a manter desligada. Mais cedo ou mais tarde percebemos que a paz que procuramos está, tantas vezes, no ponto final que não colocamos.»
Sofia Castro Fernandes in Às 9 no Meu Livro
Por este lado, alguém começa a última semana dos 28 (anos) de férias! Quando chegar-mos à sexta-feira 13, completo mais um ano de vida e entrarei na última ronda dos 20's.
Boa semana, gente! Eu vou tentar aproveitar ao máximo esta semana para colocar a leitura em dia, descansar e ser feliz com estes dias maravilhosos com cheirinho a verão e na melhor companhia. 😎
Boa semana, gente! Eu vou tentar aproveitar ao máximo esta semana para colocar a leitura em dia, descansar e ser feliz com estes dias maravilhosos com cheirinho a verão e na melhor companhia. 😎
«Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios.
Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder.Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
Narrado a partir da perspetiva de cada um dos protagonistas, o novo romance de Gayle Forman aborda, numa prosa elegante e absorvente, o poder da amizade e do amor e a coragem de sermos fiéis a nós mesmos.»
Depois de ter lido Nós Tínhamos de Acontecer e de ter adorado por completo, faltava-me apenas ler Para Onde Vou e dar assim por terminada – por agora – a leitura de todas as obras da autora.
Sinto-me um bocado mal por ter gostado tanto de todos os livros dela e este ser aquele que menos gostei e para o qual tinha tantas expetativas. A premissa prometia muito, o enredo também e ainda assim faltou-lhe algo muito importante. Importante o suficiente para me ter prendido à leitura e me ter ajudado a criar alguma ligação com as personagens, o que lamentavelmente não aconteceu.
O enredo gira em torno de Freya, Harun e Nathaniel e os capítulos são narrados por todos eles ao longo do livro, de modo a conhecer-mos um pouco melhor cada personagem, as suas motivações e as suas perdas.
Freya estava prestes a tornar-se uma cantora de sucesso quando, sem motivo aparente, perde a voz.
Harun esconde um segredo da família que o poderá separar para sempre dos que mais gosta se eles o descobrirem. Nathaniel não tem nada a perder depois de ter perdido tudo. Ao longo da leitura, vamos descobrindo o passado de cada um deles e o motivo de se encontrarem no ponto em que estão quando acidentalmente se conhecem os três e nunca mais se separam. Se antes se sentiam sozinhos e perdidos, juntos irão encontrar-se e criar uma amizade improvável mas verdadeira que os une para lá de tudo, até mesmo quando os segredos que cada um esconde se revelam, um por um.
Como referi, a premissa está muito boa, apenas faltou ao livro um ingrediente especial e mais algum desenvolvimento. Não consegui criar uma ligação com nenhuma personagem nem senti aquele click que me prendesse à leitura. O final foi meio repentino e senti que a autora já não sabia como o continuar, o que a impediu de dar mais algum desenvolvimento à história e escrever um fim digno das personagens.
Gostei, foi uma leitura interessante, mas não o suficiente para eu adorar ou para me agarrar ao livro com unhas e dentes até o terminar.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Para Aaron Stein, os livros eram milagres - até deixar de acreditar. Apesar de passar os seus dias a trabalhar na livraria alfarrabista dos pais, o único livro que Aaron consegue ler é sobre a extinção dos dinossauros. É um conceito que ele percebe demasiado bem, agora que o irmão e a mãe desapareceram e os seus amigos o deixaram:
Aaron está sozinho com o pai, um homem desgovernado, numa livraria que morre aos poucos, numa cidade isolada do mundo, onde parece que já ninguém lê.
Não é estranho, por isso, que Aaron decida vender a livraria à primeira oportunidade que surge, pensando que esta é a única saída que lhe resta. Mas Aaron estava longe de imaginar o otimismo do amigo ou o entusiasmo dos madeireiros desempregados, que veem na livraria falida um belo projeto para se ocuparem. E muito menos esperava conhecer Hannah, uma belíssima e corajosa música que pode bem ser aquele acontecimento inevitável pelo qual Aaron tanto esperou.
Todos eles vão ajudar Aaron a compreender e aceitar o que perdeu, o que encontrou quem é e quem quer ser - porque a destruição não leva necessariamente à extinção; e às vezes conduz ao nascimento de algo inteiramente novo.»
Aaron está sozinho com o pai, um homem desgovernado, numa livraria que morre aos poucos, numa cidade isolada do mundo, onde parece que já ninguém lê.
Não é estranho, por isso, que Aaron decida vender a livraria à primeira oportunidade que surge, pensando que esta é a única saída que lhe resta. Mas Aaron estava longe de imaginar o otimismo do amigo ou o entusiasmo dos madeireiros desempregados, que veem na livraria falida um belo projeto para se ocuparem. E muito menos esperava conhecer Hannah, uma belíssima e corajosa música que pode bem ser aquele acontecimento inevitável pelo qual Aaron tanto esperou.
Todos eles vão ajudar Aaron a compreender e aceitar o que perdeu, o que encontrou quem é e quem quer ser - porque a destruição não leva necessariamente à extinção; e às vezes conduz ao nascimento de algo inteiramente novo.»
Gayle Forman tornou-se uma das minhas autoras preferidas depois de ler Se Eu ficar e posteriormente outras obras da sua autoria. Quando o livro Nós Tínhamos de Acontecer chegou às livrarias a capa seduziu-me de imediato e a sinopse também. Senti que tinha mesmo de o ler. O tempo passou e finalmente chegou o momento de o tirar da minha TBR.
Nós Tínhamos de Acontecer não é de todo aquele romance cliché que o título nos pode transmitir à primeira vista. Pelo contrário. Ainda assim, aborda o amor de várias formas e é isso que o torna ainda melhor do que eu poderia esperar.
Aaron é um jovem proveniente de uma família desfeita onde o irmão morreu e a mãe os abandonou, deixando-o com o pai e um sem fim de preocupações familiares e profissionais, tendo em conta que o negócio da família, a livraria Bluebird,já viu melhores dias e se torna um espaço em decadência a cada dia.
Sendo Aaron o proprietário legal da livraria, decide vendê-la à primeira oportunidade que tem, saldar as dívidas do pai ao banco e levá-lo para uma cidade mais quente e menos deprimente que aquela onde habitam desde sempre. Contudo, no espaço de tempo que Aaron demora a ganhar coragem para contar ao pai que vendeu o negócio da família, tudo muda. Trava uma improvável amizade com Chad, um antigo colega de escola, que lhe mostra a vida de outra perspectiva, conhece Hannah, uma jovem bela e corajosa música a quem ele apelida do seu acontecimento inevitável e ainda, sem saber bem como, vê-se envolvido na remodelação da livraria levada a cabo por um grupo de madeireiros que não resistem em reparar as estantes em madeira estragadas e tornar o espaço novamente apelativo. Apesar de Aaron protestar contra a remodelação, não tem coragem de confessar que vendeu a livraria. Quando finalmente ganha coragem para admitir ao pai o sucedido, é tarde demais. Tarde demais para tudo.
Descobre um segredo sombrio sobre a rapariga por quem se apaixonou que coloca em cheque tudo o que tinham construído ao longo do tempo e fica sem a livraria dos pais, outrora decadente e agora totalmente remodelada e equipada. Como irá Aaron contornar todos estes obstáculos?
Nós Tínhamos de Acontecer aborda o amor pelos livros, pela música, pela família, pelos romances difíceis e pelas amizades improváveis que se tornam tão essenciais para nós. Acima de tudo, é um livro que nos mostra que, por vezes, perder algo de que gostamos muito, abre-nos as portas para algo ainda melhor. Por vezes, apenas é necessário deixar ir o passado e evoluir.
Nós Tínhamos de Acontecer conta com um enredo viciante. Envolvi-me facilmente na leitura e rapidamente criei ligação com as personagens sobretudo por Aaron levar sempre as coisas com algum humor à mistura e algumas referências literárias, o que tornou a leitura numa experiência ainda mais agradável e fluída. Recomendo muito. Confesso que não queria que o livro acabasse por estar a gostar tanto.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«O céu chorou sem nos avisar
Não se importou de nos molhar
Nem longe daqui mudava o fim
E voltava a dizer que sempre temi
Como se eu te fosse perder
Não se importou de nos molhar
Nem longe daqui mudava o fim
E voltava a dizer que sempre temi
Como se eu te fosse perder
Amor, quando um sopro nos levar
E quando tudo se for eu prometo voltar
Ainda nos temos em gestos pequenos
Se o mundo acabar tens onde morar em mim
Ah, por que ainda nos temos?
O mundo cai em teu redor
Eu viro o chão p'ra tua dor
E quando o céu é a última estação
Levanto o véu dessa escuridão
E eu juro que nunca me vais perder
Amor, quando o sopro nos levar
E quando tudo se for eu prometo voltar
Ainda nos temos em gestos pequenos
Se o mundo acabar tens onde morar em mim
Ah, por que ainda nos temos?
Oh-oh-oh, ye-ye
Oh-oh-oh, ye-ye
Ainda nos temos...»
«Laura e Massimo estão de volta e mais intensos do que nunca. Mas os laços familiares de Massimo e um homem misterioso decidido a conquistar Laura complicam as suas vidas.»
Em 2020 quando vi o primeiro filme, na review afirmei meio a brincar que tinha ficado traumatizada. Acabei por não gostar e dar-lhe apenas duas estrelas por ter visto o filme mais badalado do momento mesmo sabendo que não era o meu género cinematográfico preferido.
Ainda assim, tendo em conta como a vida de Laura ficou em suspense na reta final, tinha mesmo de ver a continuação e saber o que lhe aconteceu.
Em 365 Days: This Day, não só descobrimos o que realmente aconteceu no acidente anterior, como ainda temos o privilégio de assistir a um casamento, a uma separação, a um triângulo amoroso e o mais importante de tudo, a muitos segredos de família finalmente revelados.
Apesar das cenas escaldantes – que até me deu para rir – serem muitas na primeira parte do filme, o que o torna sem conteúdo e sem história de relevância, a segunda parte valeu por todo o filme quando se centraram mais nos assuntos de família e da máfia. Acabei por me surpreender pela positiva com a reviravolta que o enredo levou o que contribuiu muito para a minha avaliação.
Na reta final, mais uma vez, fica tudo em stand by e eu espero sinceramente que não demorem mais dois anos a construir o filme seguinte.
Como todos sabemos, 365 Days: This Day é um filme erótico até mais não e quando carregamos no play já sabemos o que iremos encontrar. Apesar de ter detestado o primeiro por ser muito vazio, acabei por gostar desta continuação por não se centrarem apenas nas cenas de sexo e explorarem outros cenários da vida das personagens.
PS: O Christian Grey ao lado do Massimo é um santo!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Esquece o passado. Nem todas as pessoas são iguais, nem todas as histórias se repetem, nem todas as tuas dores irão voltar.»
Abril chegou ao fim mais rápido do que eu esperava. Foi um mês que passou super rápido, sinto que fiz tanto e ao mesmo tempo parece que as tarefas não param de acumular. Foram semanas exaustivas, fins de semana de trabalho, de stress, de projetos para entregar...foi um mês caótico e ainda assim consegui encontrar a minha paz no meio da confusão que foram os meus dias.
Foi o mês onde celebrei mais um aniversário da minha avó e da minha mãe. Abril foi sinónimo de Páscoa e com isso a primeira vez que vi o mais-que-tudo atuar ao vivo na igreja. Foi um momento que me marcou muito, confesso.
Se em Março ouvimos as respostas que não queríamos ouvir e entreguei tudo nas mãos de Deus, em Abril tivemos as respostas que tanto desejávamos mas ainda assim é um assunto meio pendente que levo para Maio. Espero que seja este mês que fica resolvido.
E por falar em Maio...falta 11 dias para o meu aniversário e um mês e meio para o nosso sim! Oh meu Deus...o tempo corre, voa, dá cambalhotas e nós nem damos por ele.
Abril foi também um mês de regressar à infância. Quando o F. recebeu a sua bicicleta por parte de um programa elaborado pela Câmara Municipal, decidi também comprar uma bicicleta para mim, uma vez que a minha antiga é pouco mais que um monte de sucata. Temos aproveitado o bom tempo e a natureza para colocar o pé no pedal. Tem sido fantástico aquela sensação de liberdade, do vento no rosto, do cabelo a voar… sempre que saímos para o nosso passeio volto a ser uma menina pequena e às memórias onde acelerava em duas rodas pelo campo fora. Hoje, a responsabilidade é outra, a idade também, o corpo também, a saúde também, mas tem sido maravilhoso!
Ah! E adotei um gato. Na verdade, ainda está em casa dos meus pais porque é muito pequenino ainda para ser retirado da mãe (a minha Kim). Nem sei se é realmente um gato ou gata por ser demasiado cedo para se ver, mas apaixonámo-nos logo à primeira vista e decidimos que seria o nosso primeiro filho.😸
Agora, vamos à minha parte preferida destes posts de retrospetivas mensais.
No último mês li 7 livros: Um de Nós Mente (5★), Um de Nós é o Próximo (5★), Rabiscos Meus (3★), Squid Game (4★), Dois Guardam um Segredo (4★), Uma Aventura nas Arábias (4★) e Nós Tínhamos de Acontecer (5★)
Foi um mês produtivo, cansativo mas muito bom pelo qual agradeço ao Universo e a Deus. 🤍🙏
Vi a primeira temporada de One OF Us Is Lying, a segunda de Blindspot e ainda outros episódios aleatórios.
Quanto a filmes, depois de em Março ter ganho vergonha na cara e ter visto 7, em Abril nem um vi. Comecei a ver o Batman mas ainda não o terminei. 🙄
Foi um mês produtivo, cansativo mas muito bom pelo qual agradeço ao Universo e a Deus. 🤍🙏
Que tal foi o vosso mês de Abril? Preparados/as para o novo mês? Eu estou super preparada e cheia de boa energias. 😉🤞
«Nesta Aventura os cinco amigos vão encontrar-se com o filho do príncipe Rashid, que os tinha convidado numa Aventura anterior, a visitar o seu palácio nas Arábias, donde era oriunda a rainha do Sabá.
Inadvertidamente, o príncipe recrutou uns malfeitores para uns trabalhos na sua biblioteca que, por sinal, é onde se encontra a localização de um tesouro escondido.
Os nossos heróis vão ajudar a desmascarar as suas pretensões e ainda vão ter tempo para visitar os locais mais maravilhosos das Arábias…»
Os nossos heróis vão ajudar a desmascarar as suas pretensões e ainda vão ter tempo para visitar os locais mais maravilhosos das Arábias…»
Depois de numa aventura anterior os cinco amigos terem salvo a vida de Omar, um rapazinho de nove anos, filho do príncipe Árabe de nome Rashid, foram convidados pelo mesmo a visitar o seu palácio. Apesar de não esperarem efetivamente que tal convite se realizasse, Pedro, as gémeas, o Chico e o João são surpreendidos na escola quando são abordados por dois funcionários do príncipe que os vieram buscar para passarem as férias no palácio com data de partida no dia seguinte.
Se por um lado as gémeas e o João não podem levar os seus cães, por outro o grupo está extasiado e ansioso para chegar ao destino. Logo eles que se deparam com mistérios em torno da biblioteca do palácio, o nome da mãe de Omar que não se pode pronunciar na presença dele, a jovem chorosa pelos cantos e para cúmulo, o braço direito do príncipe Rashid revela-se muito misterioso em todos os aspetos e isso apenas serve para intrigar os cinco amigos e aguçar a curiosidade deles.
No final, tudo tem uma explicação lógica, mas até lá, os cinco jovens e o filho do príncipe enfrentam demasiados perigos e ainda um grupo de capangas que procura um tesouro escondido no palácio sobre o falso pretexto de estarem a recuperar livros antigos.
O que terá acontecido com a mãe de Omar? E que tesouro será que os criminosos procuram no palácio durante a ausência de Rashid? Quem serão os cúmplices envolvidos no assalto e o que acontecerá ao Chico e companhia?
Uma Aventura nas Arábias é o volume 64 da saga que tem trespassado gerações ao longo dos anos e a qual mantenho debaixo de olho à espera de novos volumes. Adoro manter-me a par das aventuras do grupo de amigos e desta vez tive o privilégio de viajar com eles até às Arábias enquanto saltava de página em página. Gostei imenso do enredo. Mesmo tratando-se de livros para os mais novos, a verdade é que depois de leituras pesadas, este é o género de leitura que precisava para desanuviar a mente.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
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