«No mundo fervilhante dos estúdios televisivos, dos flashes e paparazzi, há uma estrela que só quer ser amada. Entre a quinta em Ponte de Lima e a casa em Cascais, entre o passado e o presente, uma mulher vai descobrir que só o amor é mais forte que o destino. Escrito nas Estrelas é a surpreendente estreia de Bárbara Norton de Matos no romance, uma história de família, traições e equívocos, onde nada é o que parece e só o amor é real.
Carminho não foi uma menina feliz. Era o patinho feio da família, sempre comparada com Piedade, a irmã mais velha, tão deslumbrante como odiosa. E não foi fácil crescer com um pai sempre ausente, que só pensava no ténis e nos torneios, enquanto a mãe se deixava arrastar pela melancolia… Mas tudo isso é passado. O patinho feio tornou-se num cisne, é agora uma estrela da televisão, capa de revista, perseguida por flashes e paparazzi. E vai finalmente estrear-se, como protagonista, numa série histórica - o seu grande sonho. É um mundo quase perfeito.Quase. Porque a vida está repleta de surpresas e, quando menos esperamos, o amor prega-nos partidas…»
Escrito nas Estrelas foi a minha penúltima leitura de 2022 e há muito que andava a ser adiada apenas porque nunca parecia ser o momento ideal para o ler...até que foi!
Escrito pela atriz Bárbara Norton de Matos, conta-nos a história de Carminho, da sua família, dos seus amores e do seu percurso até alcançar a fama. Quando criança, Carminho não teve uma infância feliz. Era o patinho feio da família e vivia sempre à sombra da irmã mais velha, Piedade. O pai, sempre ausente e a mãe a afundar-se em si própria, não contribuíram para facilitar a juventude de Carminho. Quando mais tarde a irmã a coloca fora de casa, só lhe deu mais força para correr atrás dos seus sonhos. Agora adulta, tornou-se uma bela mulher mas ainda assombrada pelas inseguranças de menina. A estrela de televisão protagonista de uma nova série e capa de revista que demonstra estar sempre no auge, na verdade tem os seus tormentos e sofre com a sua relação amorosa constantemente em revés. Quando é traída da forma mais dura e crua, Carminho precisa de encontrar o seu caminho que a levará à felicidade.
Quando alguém do seu passado regressa, Carminho tem duas opções: seguir em frente ou continuar refém das suas inseguranças e receios.
Escrito nas Estrelas pode não ser um dos melhores livros e até mesmo já contar com mais de 10 anos, mas confesso que a leitura fluída e o enredo bem construído me mantiveram interessada do início ao fim. lê-se muito bem e só queremos saber como irá acabar, se haverá um final feliz para a Carminho ou se nem por isso.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Monday...Again de quem passou o fim de semana numa masterclass e está a dever horas à cama, à leitura, a tudo o resto e ainda assim está de coração super-mega-cheio e muito entusiasmada com isso!Acho que hoje nem me apetece reclamar do frio nem do gelo a decorar o carro. Talvez amanhã reclame, mas hoje não. Hoje estou plena e grata. 😌
E ainda mais grata estou por Janeiro estar a chegar ao fim. Até meados do mês achei que estava a passar relativamente rápido, mas a segunda parte tem sido um arrasto.
E ainda mais grata estou por Janeiro estar a chegar ao fim. Até meados do mês achei que estava a passar relativamente rápido, mas a segunda parte tem sido um arrasto.
É de mim ou Janeiro é mesmo aquele mês 12 em 1?
Como foi o vosso fim de semana? Com coragem para enfrentar mais uma segunda-feira?
Boa semana! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
Boa semana! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
Sei bem saber o que da vida fazer
Resolvi ficar por casa até ao anoitecer
Viajava pelo meu quinto sono
E eu como vocês não passava de um sonho
Acordaste-me boy, espero que valha pena
Grande desbunda, estamos em casa da Helena!
Bem! senti-me desenquadrado
Lancei-me para o banho e do banho para o guarda-fatos
Dolce Gabana, Gucci, Prada
Seja o que for, hoje o griffe é da pesada
Já no local dou por mim alucinado
Sexo feminino lá todo concentrado
Loiras, morenas de faltar o ar
Acho que esta noite vai dar que falar
Vem, percorre o meu sonho
Diz que me queres
Não me digas não quando eu sei que é sim
Percorre o meu sonho
Sempre que quiseres
Vi-te, fiquei pasmado
A bússola partiu, puseste-me desorientado
Corpo de viola repleto de melodia
O teu sorriso rasgado...tinha de um toque de magia
O teu girar de ancas provocou-me uma tontura
Um misto de selvagem com muita ternura
Loucura, era p'ra onde eu caminhava
Doçura, no fundo era o que me esperava
Sem perder mais tempo meti-me ao ataque
Introduzi, desenvolvi
Houve sintonia, conclui o cheque-mate
Fugimos da festa quando o desejo bateu
Na praia, o luar era só meu e teu
Peguei-te, aqueci-te, o mar agitou o apetite
Mexi-te como nunca te mexeram
Curtimos o Kamasutra que outros só leram
Vem, percorre o meu sonho
Diz que me queres
Não me digas não quando eu sei que é sim
Percorre o meu sonho
Sempre que quiseres
Mexe, quero te ver a mexer
Mexe, quero te ver caliente
Desce, quero te ver a descer
Desce, tu sabes para onde descer
Então
Mexe, quero te ver a mexer
Desce, tu sabes para onde descer
Desce, quero te ver a descer
Então
Desce, desce, desce!
Vem, percorre o meu sonho
Diz que me queres
Não me digas não quando eu sei que é sim
Percorre o meu sonho
Sempre que quiseres.»
Podia ser sexta à noite indefinidamente? Não é por nada, é só mesmo pelo frio que está lá fora de fazer bater dentes. Carros congelados, nariz a pingar, mantas a chamarem por mim... dá para assinar uma petição para não se trabalhar durante o inverno e o governo pagar-nos para ficar-mos em casa em segurança?
Não quero reclamar todas as segundas, mas continuando assim vou trocar de team inverno para team verão mesmo com 40 graus à sombra. 😐
Não quero reclamar todas as segundas, mas continuando assim vou trocar de team inverno para team verão mesmo com 40 graus à sombra. 😐
Como foi o vosso fim de semana? Com coragem para enfrentar mais uma segunda-feira a bater castanholas?
Boa semana! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
«Uma das caras mais conhecidas da RFM, conta-nos por tudo o que passou, desde as primeiras horas da incerteza de um diagnóstico errado à insistência em saber pelo que o seu corpo estava a batalhar: a vida contra um cancro de mama. Dentro do seu registo de resiliência e positividade, nas páginas de Escolhi Viver é nos dada a conhecer a Joana corajosa e frágil que, apoiada por família, amigos e uma força tremenda, conseguiu vencer a doença. Sempre procurando os melhores profissionais de saúde, terapias e rotinas diárias num cenário de pandemia, que lhe ofereceu mais um desafio além de tudo o que já estava a passar.
«A todos os que estão a passar por um cancro ou a acompanhar alguém que vive com esta doença, espero que este livro seja uma ajuda para que sintam que não estão sozinhos.»»
Quem ouve RFM com certeza que conhece a Joana Cruz presentemente a animar as manhãs juntamente com o Rodrigo e o Daniel no Café da Manhã. Ouço RFM todos os dias nas viagens que faço, contudo foi quando li este testemunho da Joana que comecei a acompanhá-la nas redes sociais e a admirá-la enquanto mulher e profissional. Tornou-se uma inspiração para mim e para muitas outras pessoas que passaram ou não pelo desafio de superar um cancro da mama.
Felizmente e graças a Deus que não vivi na primeira pessoa o que a Joana e outros milhares de pessoas passaram, mas por outro lado, acompanhei de perto outros tipos de cancro e é desolador. Por isso, foi com o coração apertado que me entreguei a esta leitura.
Escolhi Viver relata-nos na primeira pessoa a vivência da Joana desde o diagnóstico errado à sua persistência em querer saber o que se passava de errado com o seu corpo, passando pelos tratamentos a que foi sujeita ao longo do tempo. Aos ouvir os sinais gritados pelo seu organismo, não desistiu enquanto não teve um diagnóstico em concreto e acredito que foi a sua insistência que a salvou.
Felizmente e graças a Deus que não vivi na primeira pessoa o que a Joana e outros milhares de pessoas passaram, mas por outro lado, acompanhei de perto outros tipos de cancro e é desolador. Por isso, foi com o coração apertado que me entreguei a esta leitura.
Escolhi Viver relata-nos na primeira pessoa a vivência da Joana desde o diagnóstico errado à sua persistência em querer saber o que se passava de errado com o seu corpo, passando pelos tratamentos a que foi sujeita ao longo do tempo. Aos ouvir os sinais gritados pelo seu organismo, não desistiu enquanto não teve um diagnóstico em concreto e acredito que foi a sua insistência que a salvou.
Ao longo de 190 páginas, a Joana mostra-nos como superou esse obstáculo na sua vida através da positividade que sempre insistiu em manter, do apoio da família e dos amigos. Não deixou de ter altos e baixos nem momentos em que se sentiu mais frágil, mas foi a sua coragem e resiliência que a levou avante. Numa altura em que o mundo era assolado pela pandemia, a Joana lutou e venceu a sua própria batalha.
Escolhi Viver é um livro repleto de coragem, amor pela vida e pelos que nos rodeiam. Acima de tudo, é um grito, uma chamada de atenção para que não nos esqueçamos de nós, da nossa saúde, de fazer-mos exames regularmente e ouvirmos o nosso corpo e intuição.
A classificação abaixo não é baseada na qualidade da história contada, porque testemunhos da vida real não têm classificação.
Avaliação The Choice: ♥♥♥♥♥
Quantas vou tirar logo à tardinha
A dar-te um beijo
Lá vou na canseira deste dia
E ai, só vale a pena se acabar
A dar-te um beijo
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A descansar
Amor eu casava na mesma se o teu pai não deixasse
Sou náufrago porto de abrigo farol e desastre
Eu prometo ser verdade
Chegar a casa fazer o jantar e tirar-te a saudade
Amor eu casava na mesma se o teu pai não deixasse
Sou náufrago porto de abrigo farol e desastre
Eu prometo ser verdade
Chegar a casa fazer o jantar e tirar-te a saudade
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A descansar
Amor eu estou à tua porta vem ficar para sempre
Crianças no banco de trás e o pôr-do-sol em frente
E num abraço ser família
Nós somos Casa, Bagunça e Viagem para o resto da vida
Amor eu estou à tua porta vem ficar para sempre
Crianças no banco de trás e o pôr-do-sol em frente
Ser abraço, ser família
Nós somos Casa, Bagunça e Viagem para o resto da vida
E que o dia acabe assim
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A descansar
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A dar-te um beijo
Aninhado ao teu peito
A descansar»
Monday...Again com chuva, vento e frio. Os ingredientes perfeitos para não sair de casa e muito menos debaixo das mantas quentinhas, certo? Mas tive de sair – o gato não se sustenta sozinho – e acabei de descobrir que hoje, além de ser Segunda-Feira o que por si só já é desagradável ainda mais com esta frente polar, é também a Blue Monday. Desculpem a minha ignorância, mas se a RFM não abordasse o assunto eu não fazia sequer ideia que isso existia. Se também não sabem a que me refiro, Blue Monday é o dia mais triste do ano. Quem o diz é o psicólogo Cliff Arnall que criou o termo em 2004 após alguns estudos. Para tal, baseou-se no frio, no mau tempo, nas dívidas acumuladas nas festas, a culpa por se ter abandonado as resoluções de Ano Novo e a falta de motivação. Chegou então à conclusão que na terceira Segunda-Feira do ano as pessoas estariam mais deprimidas.
Alguém que informe o senhor que todas as Segundas-Feiras me deixam deprimida? 🙄
Alguém que informe o senhor que todas as Segundas-Feiras me deixam deprimida? 🙄
Como foi o vosso fim de semana? Com coragem para enfrentar mais uma semana?
Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
«Dr. Stephen Strange – outrora um neurocirurgião conceituado, hoje o feiticeiro mais poderoso da Terra – lança um feitiço proibido que abre passagem para o Multiverso, um lugar onde co-existem universos alternativos e várias versões de si próprio. O perigo que se esconde nessas realidades é desmesurado e as forças que o movem podem ser demasiado fortes para os enormes poderes de Strange, de Wong e de Wanda Maximoff combinados.»
Depois da desilusão que foi Eternals, Doctor Strange in the Multiverse of Madness foi uma lufada de ar fresco que me relembrou porque gosto tanto do Strange.
Neste novo filme, a Marvel usa e abusa daquilo a que já estamos habituados em enredos de super-heróis e vilões. Todo o trabalho feito a nível de efeitos é sem dúvida de louvar.
Doctor Strange in the Multiverse of Madness é sobre o amor e a magia em simultâneo e para mim, é um dos melhores filmes do Strange a solo. Com o regresso da sua ex-mulher Christine Palmer, o amor da sua vida e uma conceituada cientista, Strange não pode evitar pensar na vida que poderia ter levado se tivesse permanecido ao lado de Christine. Enquanto isso, encontra-se no casamento dela com outro homem quando é abordado por America Chavez, uma jovem feiticeira de outra dimensão com o poder de atravessar várias realidades por todo o Multiverso. Perseguida por uma malvada vilã, America pede ajuda a Strange o que o faz inevitavelmente a lançar um feitiço proibido que o leva pelo Multiverso onde se depara com várias versões de si próprio, umas melhores que outras.
Mas nada é o que parece e Strange, além de ter de lidar consigo mesmo em todas as realidades paralelas, ainda tem de elaborar um plano para travar a destruição causada por Wanda.
Doctor Strange in the Multiverse of Madness, além de ser uma aventura a solo de Strange, é ainda a conclusão do arco da Wanda iniciado na série WandaVision. Mostra-nos claramente que todos nós temos as nossas próprias lutas. Assim, de um lado temos Wanda – que perdeu o irmão, o marido e agora os filhos – capaz de qualquer coisa para ter os filhos de volta mesmo que tenha de destruir o universo inteiro ou raptar outra versão deles num outro universo, do outro temos Strange que acredita ser o único capaz de resolver qualquer situação e que não se coíbe de ultrapassar os limites.
Num filme longo e repleto de ação, violência, terror e sangue, Strange dá tudo o que tem para salvar o Multiverso com a ajuda poderosa de America, de Wong, Christine Palmer entre outros aliados.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Rita é uma mulher de 40 anos, personal trainer, com uma carreira bem- sucedida, mas desejosa de casar e ter filhos. Depois de inúmeros relacionamentos falhados, Edu apresenta-lhe Vasco, um médico recém- formado e que parece ser a pessoa ideal. Um casamento de sonho para Rita, que vive um conto de fadas sem saber que está a cair numa mentira. É durante a pandemia COVID-19 que Vasco, como médico na linha da frente, toma consciência da importância da vulnerabilidade da vida e do quanto é fundamental ser feliz porque "a vida, essa dádiva milagrosa, só passa por nós uma vez". Toma a decisão mais difícil de sempre ao revelar a Rita toda a verdade. Uma história arrebatadora. Um conto inspirado num caso da vida real.»
Depois de duas leituras intensas como À Beira do Colapso e Traz-me de Volta, precisava de ler algo mais tranquilo e a escolha recaiu sobre Foste A Mentira Perfeita da autora Ana Simão. Conheci pessoalmente a Ana há alguns anos, tendo inclusive lido algumas das suas obras. Na reta final de 2022 precisava de uma leitura rápida e fluída, mas confesso que esperava um bocadinho mais desta obra.
O enredo centra-se na história de Rita e Vasco, uma personal trainer que deseja assentar e construir a sua família e um médico que se formou recentemente. São apresentados por um amigo em comum, acabam por se apaixonar e por mais tarde casar. Enquanto Rita pensa estar a viver um casamento de sonho, Vasco não se coíbe de continuar a viver uma vida dupla com um casamento de fachada.
Com a pandemia do COVID-19 e como médico que é, Vasco permanece na linha da frente no combate ao vírus aproveitando a deixa para se afastar de Rita e se dedicar à outra pessoa. Mas a vida prega-nos partidas e é durante a pandemia que Vasco percebe o quão importante é aproveitar a vida e conta à esposa toda a verdade e todas as mentiras em que se viram envolvidos naquele casamento que tinha quase tudo para ser perfeito.
Quantos segredos guardará Vasco além da sua vida dupla?
Inspirado num caso da vida real, Foste A Mentira Perfeita fala-nos sobre o amor, a traição, os segredos, a importância dos profissionais de saúde no combate à pandemia e ainda sobre a sexualidade.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Faço para não pensar
Tento acreditar
Que é passado
Dou por mim a relembrar
Momentos que passamos
Eu e tu
Tu conseguiste
Marcaste-me com o teu jeito
O Tempo passa
E o que me faz querer voltar
Pôr o orgulho p'ra traz
Tudo o que eu quero é voltar
Pôr de parte as coisas más e amar
Finjo não estar nem ai
Mas lá no fundo sou doido por ti
A vida corre, não espera
O dia acaba e um vazio em mim
Vejo a minha imagem nos teus olhos
É o reflexo do amor
Vejo a minha imagem nos teus olhos
E o que me faz querer voltar
Pôr o orgulho p'ra traz
Tudo o que eu quero é voltar
Pôr de parte as coisas más e amar
Eu só quero é voltar
Pôr o orgulho p'ra traz
Tudo o que eu quero é voltar
Pôr de parte as coisas más e amar
Faço para não pensar
Tento acreditar
Que é passado.»
«Ela desapareceu. Ele seguiu a sua vida. Muitos segredos ficaram por revelar.
Finn e Layla são jovens, estão apaixonados e têm a vida toda para serem felizes. Ao regressarem de umas férias em França, já de noite, Finn para numa estação de serviço, deixando Layla sozinha dentro do carro . Minutos depois, ao dirigir-se de volta à viatura, descobre que a namorada desapareceu. E nunca mais a viu. Esta é a história que Finn conta à polícia. É a verdade - mas será toda a verdade?
Passaram-se doze anos. Finn construiu, entretanto, uma nova vida ao lado de Ellen, irmã de Layla. Um dia, alguém que ele conhece do passado telefona-lhe e diz-lhe que viu Layla. Mas será mesmo ela - ou alguém a querer passar-se por ela? Se for Layla, o que quererá? E o que terá ela a dizer sobre a noite em que desapareceu? Um tour de force de suspense psicológico, este novo romance da autora bestseller B. A. Paris, leva o leitor a questionar tudo e todos até ao climax admirável.»
Depois de anteriormente ter lido À Beira do Colapso e de ter ficado tão...desconfortável...demorei um pouco a decidir se já estaria preparada para outra leitura intensa característica da autora. Claro que bons livros acabam sempre por nos convencer mais rápido e foi a medo que peguei no Traz-me de Volta. Se por um lado tinha receio do que estaria por ler, por outro queria desesperadamente conhecer este novo enredo.
Neste thriller psicológico, somos apresentados a Finn e Layla, dois jovens que a vida quebrou e que acabam por se apaixonar. Ainda que inconstantes, têm a vida toda pela frente para serem felizes até que ao regressarem de umas férias em França, numa noite escura, Finn pára numa estação de serviço deixando Layla sozinha no carro. Quando regressa, Layla tinha desaparecido. Durante anos procuraram por ela, mas nem viva nem morta foi encontrada. Inevitavelmente, Finn segue em frente e constrói a sua vida ao lado de Ellen, irmã de Layla até que dez anos depois do desaparecimento da antiga namorada, alguém do seu passado lhe telefona e diz que viu Layla. A mente prega-nos partidas e Finn não sabe se acredita que seja mesmo Layla ou alguém a fazer passar por ela.
Com os segredos do passado em torno do desaparecimento de Layla a ameaçar vir à tona, Finn teme que a verdade do sucedido naquela noite dez anos antes seja revelada.
Com um enredo de nos fazer suster a respiração, damos por nós cada vez mais absorvidos a cada página que viramos. Num thriller repleto de suspense, a autora aborda temas fortes como a despersonalização, a violência física e o resultado que tem na mente das vítimas.
Um livro magnífico que só poderia ter um final totalmente inesperado e intenso como B. A. Paris já nos habituou.
Avaliação The Choice: ★★★★★
Feitas todas as retrospetivas de 2022, chegou o momento de voltar à rotina aqui pelo blog e nada como uma segunda-feira fria e cinzenta para trazer mais um post Monday...Again a reclamar de ter de sair da cama e de casa com este frio. Não bastava apenas o facto de ser segunda-feira? O que me deixa mais animada e fácil de aturar é o facto de ter ido até à praia no fim de semana. Mesmo com muito vento e frio deu para desanuviar a mente e respirar aquele ar tão bom e revigorante. 😌
Bom, já desabafei, já reclamei...vou respirar fundo, contar até dez e arregaçar as mangas que os sonhos não se realizam sozinhos.
Como foi o vosso fim de semana? Com coragem para enfrentar mais uma segunda-feira?
Boa semana! Sejam leves, sejam felizes. 🤍💫
Escolher 22 fotos do meu Instagram fez-me tremer, escolher 12 momentos de um ano tão wow! fez-me suar.
Senti-me traiçoeira ao deixar de lado tantas recordações boas e momentos memoráveis para escolher apenas 12 momentos marcantes de 2022. Depois de muito refletir, eis o meu TOP 12.
Janeiro | Mudança de escritório
Fevereiro | Visita ao Estádio de Alvalade
Março | Concerto da Bárbara Bandeira
Abril | Adoção do Spike
Maio | Mudança de casa
Junho | Casamento
Julho | Viagem a Évora
Agosto | Visita às caves de Benagil
Setembro | Concerto da Carolina Deslandes
Outubro | Ida à Nazaré
Novembro | Viagem ao Porto
Dezembro | Visita ao Parque dos Sonhos de Natal
E vocês? Quais os vossos momentos mais marcantes do último ano?
Se é para fazer retrospectivas e balanços, que se faça quantos mais melhor!
Já partilhei convosco o meu balanço anual de livros, filmes e séries agora chegou o momento mais difícil para mim – ainda mais do que selecionar 12 livros favoritos – ter de escolher 22 fotos do meu Instagram tiradas em 2022. Tenho tantas fotos bonitas de tantos momentos especiais que não foi mesmo tarefa fácil escolher apenas 22. Ainda assim, é incrível olhar para trás e perceber o quão bonito e extraordinário foram os últimos 12 meses.
Já partilhei convosco o meu balanço anual de livros, filmes e séries agora chegou o momento mais difícil para mim – ainda mais do que selecionar 12 livros favoritos – ter de escolher 22 fotos do meu Instagram tiradas em 2022. Tenho tantas fotos bonitas de tantos momentos especiais que não foi mesmo tarefa fácil escolher apenas 22. Ainda assim, é incrível olhar para trás e perceber o quão bonito e extraordinário foram os últimos 12 meses.
As fotos seguintes, foram selecionadas por ordem cronológica e não de preferência. Espero que gostem tanto quanto eu.
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
Qual a vossa preferida?
Dentro de todas estas séries e temporadas, posso afirmar que livrar-me do House foi um alívio. Eu até gostava do homem, mas 8 temporadas depois já não aguentava mais! The Resident continua a ser uma das minhas séries preferidas assim como NCIS e Grey's Anatomy. Blindspot continuou de arrasto por mais um ano, mas pelo menos a temporada 4 estava mais interessante. Ainda assim, sabendo de antemão o final da série na temporada 5, ainda não tive coragem de a terminar de vez.
Por sua vez, séries novas que me surpreenderam agradavelmente e pelas quais aguardo ansiosamente o regresso foram a Dive Club, Surviving Summer, Heartstopper e One OF Us Is Lying, sendo que esta última inicialmente me desagradou por não ter quase nada em comum com o livro que lhe deu origem. Ainda assim, acabei por me envolver no enredo e querer desesperadamente a próxima temporada, já que a temporada 2 não consta em livros e terminou de forma agridoce.
Espero este ano me dedicar um bocadinho mais às minhas séries e terminar as que deixei de lado.
Que séries acompanham neste momento? Alguma das mencionadas acima?
Ao contrário de 2021 em que vi 25 filmes – e que já foi bem menos que em 2020 que contou com 64 – o meu ano de 2022 foi uma lástima no setor do cinema tendo visto apenas 17! Meu Deus. Acho que nunca vi tão poucos filmes...e séries também não deve ter sido melhor, mas isso é assunto para outro post.
Embora poucos, posso dizer que vi filmes muito bons e outros muito maus. Vi filmes que por mim revia todos os meses e outros que passava uma borracha por cima.
Ainda que me falte escrever reviews dos últimos filmes que vi, ficam aqui os que mais gostei, ou nem por isso.
Os meus favoritos são sem dúvida o Sonic - The Hedgehog II, Top Gun: Maverick e o Buzz Lightyear. Por outro lado, esperava mais do Ao Sabor do Vento e de Eternals.
Sobre o último filme da saga 365 Days a verdade é que não esperava nada de bom, por isso nem sequer me desapontou. 🙄
Conhecem alguns dos filmes listados acima?
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