«Esta é a minha história, resultado de tudo o que me aconteceu até agora. É importante para mim mostrar um lado meu que, possivelmente, as pessoas não conhecem - e assim perceberem que sou só um homem que nunca deixou de correr atrás dos sonhos.»
O primeiro livro de um dos mais conhecidos jovens artistas portugueses. David Carreira conta como foi a sua infância, partilha com os fãs pormenores íntimos da sua vida e garante: não há limite para os sonhos. Do primeiro concerto 360º no Altice Arena, à infância modesta mas feliz, em França, David Carreira abre a sua vida com a intenção de inspirar outros a seguirem os próprios sonhos.»Avaliação The Choice: ★★★★★
Por puro instinto de sobrevivência, a menina de cinco anos escondeu- se até que os gritos acabassem. A seguir, um silêncio mortal invadiu a casa. Isto foi há quinze anos. Durante esse tempo, Laura Watson acreditou que o assassino da família se encontrava preso, aguardando a execução no corredor da morte. Mas, enquanto tenta seguir com a vida junto da família adotiva, não consegue libertar-se do medo e da incerteza de um dia se lembrar do que ocorreu. Quando uma aclamada psicóloga propõe a Laura ajudá-la a recuperar as lembranças, ela aceita, ansiosa por lançar alguma luz sobre o seu passado adormecido.
O que não sabe é que, quanto mais mergulha nas memórias, mais se torna um alvo para o assassino, que está à solta e não pode permitir que a verdade seja desvendada.»
Avaliação The Choice: ★★★★★
Este texto contém spoilers
Já devem ter percebido que ando completamente viciada nesta série!
Depois de ter devorado a segunda temporada numa semana, comecei logo a ver a terceira e ainda mais curiosa e encantada fiquei.Depois de terem derrotado o Flash Reverso e a sua Legião do Mal, as Lendas têm pela frente uma nova ameaça criada por eles próprios no final da segunda temporada.
Dinossauros em Los Angeles, César em Aruba (que deu um ótimo momento de risota com o Mick!) e Helena de Tróia num set de filmagens de um filme qualquer são apenas alguns dos exemplos. Tudo isso se deve o facto de as Lendas terem revisitado um momento na história em que já tinham participado, o que levou à criação dos anacronismos, ou seja, dispersão de pessoas, animais e objetos fora da sua linha temporal.
Com a saída de Rip Hunter da nave, Sara é agora a nova capitã da Waverider a tempo inteiro e tem agora em mãos a tarefa de repor todos os anacronismos no seu devido tempo e lugar. Só que, devido aos métodos pouco ortodoxos das lendas, o Gabinete do Tempo, criado por Rip Hunter, estão contra eles.
Inevitavelmente, Rip acaba por ceder, embora a agente Ava seja um problema para Sara inicialmente.
Ao longo de 18 episódios podemos ver a história a ser reparada com tudo no seu devido tempo e lugar. Sara acaba por se apaixonar por Ava, Stein morre no crossover do ano, o que levou também Jax a deixar a série uma vez que ficou sem os seus poderes como Nuclear e Amaya tornou-se a personagem mais chata que podia ser. Sempre indecisa entre ficar com as Lendas ou regressar à sua aldeia de origem. No final da temporada lá se decidiu finalmente a voltar para casa.
A mais recente aquisição ao grupo das Lendas é nada mais nada menos que Constantine! Um feiticeiro que já teve a sua série a solo há anos, apareceu em Arrow e agora faz parte da equipa de Sara para a salvar de Mallus.
Ainda assim, apesar de tanta coisa estar a acontecer ao mesmo tempo, chegou o momento de escolher uma universidade… e Lara só pensa em frequentar a melhor!
Só que entre organizar o casamento do pai e os preparativos para o baile de finalistas, o tempo escasseia e Lara sente-se algo perdida. Deverá deixar a família e o seu grande amor para trás ou apostar tudo no seu futuro?
Quando o coração e a razão nos indicam direções diferentes, qual dos dois devemos seguir?
Em "To All the Boys: Always and Forever", vemos uma Lara Jean indecisa entre seguir os seus sonhos numa faculdade em Nova Iorque ou optar por uma mais perto de Peter. Tal como anteriormente, após uns altos e baixos na relação e a forma como a decisão afetou o namoro, notamos uma grande evolução nas personagens, um crescimento mais maduro no que toca a tomar decisões importantes. Acima de tudo, ao contrário do que todos pensávamos no início, que Lara Jean e Peter nada tinham em comum, a verdade é que ao longo da trilogia, percebemos a evolução do romance e também o respeito que nutrem um pelo outro. Mas será o amor suficiente para suportar a distância que Lara Jean impôs ao escolher estudar em Nova Iorque? Têm de ver para saber. 😜
Apesar de ser um filme um bocadinho cliché e da Lara Jean ser a típica adolescente sonhadora e apaixonada, a verdade é que este género de filmes me fazem acreditar no amor, que tudo é possível. Mas também nos mostra um lado um tanto irrealista que só os adolescentes conseguem ver. Afinal, no mundo dos adultos, nem tudo é flores e nem sempre existe um felizes para sempre.
Recomendo muito. Vão gostar e acabar por se rirem imenso.
Avaliação The Choice: ★★★★★
“Voltei as costas e fui-me embora, mas senti os olhos de espanto e raiva nas minhas costas. Acredito que ele não esperava uma mulher há frente de um navio, mas tal como muitos homens machistas, teria que aceitar as minhas ordens ou podia ir-se embora a nado.
Seria aquele o primeiro de muitos que teriam que aceitar o poder das mulheres e caso ele não aceitasse, seria posto fora do navio, nem que fosse no meio do oceano… Apesar de ser muito senhora de mim, não tomava decisão sozinha e caso, elas também não gostassem da companhia deles aqui, seriam corridos do navio. Não ia tolerar faltas de respeito no meu navio, quer fosse entre nós ou, principalmente, destes homens para connosco ou vice-versa. Se queríamos respeito, tínhamos que conquistá-lo e a partir do momento que não faziam para merecer respeito, consideram-se os próximos a sair.”»
"Amor Não Tem Século" é o sétimo livro lido este ano e até agora, o que menos gostei. Custa-me fazer esta review, não querendo ser injusta com ninguém, mas acho que nem todos os livros podem ser excelentes. Falo por experiência própria enquanto autora, mas acredito que também sejam necessárias as críticas construtivas para que se possa melhorar.
Devo admitir que não entendi muito bem a lógica do enredo e fiquei um pouco confusa. Acho que faltou ali muita coisa e as palavras em falta ou trocadas também não ajudaram à compreensão.
É com imensa pena que dou esta minha avaliação.
Avaliação The Choice: ★★☆☆☆
«No verão de 1819, o baleeiro Essex partiu de Nantucket para mais uma expedição de caça à baleia. Quinze meses depois, o impensável aconteceu: numa região remota do Pacífico Sul, um cachalote de enormes proporções provocou o naufrágio do Essex. A tripulação de vinte homens refugiou-se em três botes salva-vidas rumo à América do Sul, numa jornada épica pela sobrevivência. Três meses depois, os oito tripulantes que continuavam vivos foram encontrados à deriva. Para sobreviver, usaram todos os recursos, inclusive o canibalismo.
No Coração do Mar é um relato empolgante de um naufrágio tão relevante no seu tempo como o do Titanic atualmente. A aventura do Essex inspirou Herman Melville a escrever o clássico Moby Dick.»Atenção, o livro está muito bom e tudo mais, mas também está um pouco secante por se tratar de uma história corrida e não ter diálogos nem nada disso. Basicamente, conta-nos uma história. Não tem diálogos nem nada daquilo a que estamos habituados.
Ainda assim, tirando alguns aspetos negativos, gostei muito do que li e foi terrível todas as provações que os marinheiros passaram no mar à deriva durante quase 100 dias. Chegaram ao ponto de praticar canibalismo e eu fiquei mesmo a pensar se algum deles iria sobreviver para contar a história. De vinte homens sobreviveram cinco, cada um com o seu peso na consciência e as suas dores psicológicas e físicas. Ninguém passou incólume ao sucedido e alguns enlouqueceram.
No meu ponto de vista, as baleias são muito inteligentes, e a ver pelos ataques aos navios que se sucederam ao longo dos anos, acho que apenas se estavam a vingar por andarem a ser caçadas quase até à extinção da sua espécie. Estamos a falar de cachalotes que atacaram de propósito navios enormes. Que deram uma cabeçada, voltaram atrás para retomar força e atacaram de novo até o barco afundar. Ainda dizem que os animais não tem sentimentos nem são inteligentes.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
Este texto contém spoilers
Adorei a primeira temporada e adorei ainda mais a segunda. Saíram algumas personagens que eu detestava como a Kendra e o Carter e entraram novas como a Sociedade da Justiça da América, constituída pelo Homem-Hora, a Stargirl etc. O que deu uma lufada de ar fresco à narrativa.
Enquanto na primeira temporada as Lendas lutavam contra os Mestres do Tempo e o vilão Vandal Savage, um imortal que estava prestes a conquistar o mundo à força toda e destruir o tempo, na segunda começamos por ver as Lendas espalhadas pelo tempo e o Mick meio adormecido por anos na nave. Depois de recuperarem o resto dos super-heróis, a equipa une-se novamente para recuperar Rip Hunter. Algures pelo meio entra a SJA, o Flash Reverso mata o Homem- Hora e Amaya troca a SJA pelas Lendas para vingar a morte dele.
Flash Reverso alia-se ao Damien Darhk, Malcom Meryln e um Snart ressuscitado dos mortos. O objetivo deles era encontrar a Lança do Destino para reescrever uma nova realidade e coube às Lendas impedir isso.
Foi uma luta do início ao fim com algumas mortes pelo meio. O lado bom das viagens do tempo é que se pode (quase) sempre corrigir os erros e as mortes são temporárias. Os últimos episódios foram de roer as unhas e cheguei mesmo a temer que alguém morresse mesmo.
Foi também na segunda temporada que existiu um crossover com Arrow, Flash e Supergirl, que na altura que saiu já tinha visto mas não seguia Legends of Tomorrow totalmente, pelo que agora me fez mais sentido ao estar por dentro da situação.
Apesar de tudo, tem sido uma série que estou a adorar ver e neste momento já comecei a ver a terceira temporada que se adivinha ainda melhor!
Apesar do número 13 ser o meu dia de nascimento e número da sorte, nunca paro de ler um livro no capítulo 13. Ou fico no início do 12 ou no final do 14. Estúpido, eu sei. O mesmo se aplica ao 26. Anteriormente era o meu número do azar. Foi ao dia 26 que o meu avô morreu e durante muitos anos, todos os meses no dia 26 acontecia sempre algo de mau, inclusive o meu primeiro e único acidente de carro enquanto condutora.
A agente especial Tess Winnett, do FBI, procura incessantemente respostas. A cada passo, a cada nova descoberta, desvenda factos perturbadores que conduzem à mesma conclusão: aquela não foi a única vítima. O assassino que procuram já matou antes.
Escondendo também um terrível segredo, a agente Tess Winnett enfrenta os seus receios mais profundos, numa emocionante corrida para apanhar o assassino, que se prepara para acabar com outra vida. Descobri-lo-á a tempo? Será capaz de o deter? A que preço?»
Avaliação The Choice: ★★★★★
Este texto contém spoilers
Lembram-se de Lost? Nessa altura viciei na série, mas acreditem, apenas em 10 episódios The Wilds consegue ser ainda melhor. Ainda não estou em mim. Que arrombo de temporada.
Os episódios são divididos em três tempos diferentes; no que aconteceu na ilha, no que estava a acontecer no presente na suposta investigação do FBI e no passado quando nos mostram mais pormenores sobre cada uma das jovens.
Logo no início vemos como elas são tão centradas em si mesmas, em como não dão oportunidades umas às outras. Vemos como estão revoltadas consigo próprias, cada uma com o seu motivo. O que não sabia é que duas delas eram cúmplices do experimento social. Até que se deu o acidente de avião e acordam umas na água, outras na ilha. Não esperava que houvesse logo uma morte no início de temporada, na verdade, acho que ninguém esperava visto tratar-se de um acidente que não estava nos planos.
Ao longo do tempo descobrimos cada vez mais pormenores sobre o passado de cada uma delas e acabam por se tornar unidas quem queiram quer não, até mesmo quando algumas delas se passam literalmente da marmita.
Temos então;
Leah: Uma das jovens mais dramáticas e problemáticas do grupo. Muito deprimida que se passa por tudo. A sua evolução ao longo da temporada foi uma decadência mental à medida que começava a desconfiar que algo não estava certo. Torna-se também uma peça fundamental para na segunda temporada deslindar a verdade.
Shelby: Um doce de rapariga, de família, dotada a Deus, muito certinha, puritana e também a maior surpresa da série. Sobretudo quando se mostra tão...amarga com Toni por ela ser lésbica. Na verdade, Shelby apenas estava a esconder os seus sentimentos contraditórios.
Toni: A rapariga arrapazada do grupo, sempre zangada, sempre furiosa com tudo e todos. Detestou Shelby desde o início, mas acalma quando as duas se envolvem. Na verdade, ambas têm uma história bonita e era de prever que se iriam encaixar.
Martha: Super defensora dos animais e melhor amiga de Toni. Vai contra os seus ideias de não matar animais só para o grupo não morrer à fome.
Rachel: Outra problemática. No caso dela, sofre de bulimia por tentar à força toda ser parte das Olimpíadas de saltos de natação. Tem uma relação controversa com a irmã, mas o tempo na ilha acaba por as aproximar...finalmente!
Nora: Irmã gémea de Rachel, protege-a desde sempre. Tenta ajudá-la embora ela não aceite ajuda de ninguém. É também a maior surpresa da série quando no final se descobriu ser era uma das cúmplices.
Fatin: A dondoca do grupo, superficial e viciada na imagem. Felizmente acaba por se tornar muito chegada ao grupo e revelar-se uma ótima pessoa que viveu sempre sobre a pressão dos pais para ser a melhor no violoncelo.
Dot: A machona do grupo. Embora deixe bem claro não ser lésbica logo no primeiro episódio, Dot é a alma do grupo. Destemida e bem informada sobre como sobreviver na selva devido aos programas de caça que via com o seu falecido pai. Tudo me levou a crer ser ela a segunda cúmplice, e não Nora, até que a verdade foi revelada.
Jeanette: A cúmplice principal e a primeira morte. Pouco apareceu, mas revelou-se dona de uma boa vibe e (falsa) ingenuidade.
Posto isto, na segunda temporada espero saber o que aconteceu a Rachel quando estava a boiar descontraidamente no mar e um tubarão apareceu. Nora, a irmã, foi em seu socorro e tudo me leva a crer que se sacrifica pela irmã. Anteriormente, no presente, soubemos que Rachel perdeu a mão direita, presumo que tenha sido o tubarão, e que algo tinha acontecido à irmã, daí eu deduzir que tenha morrido.
Espero pela próxima temporada com as expetativas altíssimas!
Conheciam a série?
Este texto contém spoilers
Achava que nesta temporada iria ver o House feliz com o amor da sua vida, mas o homem, sabe-se lá porquê, decidiu dar-lhe com os pés depois de tanto tempo a tentar reconquistá-la. Alguém entendeu o que aconteceu? Será que foi mesmo apenas por ele achar que a Stacy merecia melhor que ele? Não sei, mas eu cá achava que eram perfeitos juntos, mesmo havendo anteriormente um final de relação terrível entre ambos.
Pela primeira vez , que me lembre, morreu não um mas dois pacientes do House, o que não aconteceu antes, uma vez que os salva sempre. E os dois episódios em que o Foreman esteve entre a vida e a morte? O meu coração quase não aguentou e para piorar logo a seguir, no último episódio da série, House foi baleado duas vezes e eu só pensava "O quê?? Não há mais nada para acontecer?". Mas claro que havia. Todo o episódio passou-se na mente de House e nada foi real. Quando percebi isso fiquei de boca aberta.
Estou cada vez a gostar mais da série! Estou para ver o que reserva a próxima temporada. 😁
Além disso, estou a atravessar uma fase de bloqueio na escrita e isso também me afastou do blog. Querer escrever, ter tudo planeado e não saber como transmitir isso em palavras é terrível. Há dias em que só me apetece chorar. Dormir dias inteiros na tentativa de acalmar a mente e o coração.
Janeiro foi tão mau que nem me consigo lembrar das coisas boas. Sei que as tive, mas não se sobressaem tanto como as más.
Obrigada vida, por me ensinares que posso cair muitas vezes, mas me levanto sempre mais uma.

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