«Isto Vai Doer é um relato emocionante, cómico, e assustador de quem esteve na linha da frente no Serviço Nacional de Saúde britânico, numa profissão na qual as horas semanais de trabalho podem chegar a noventa e sete, em que diariamente é necessário tomar decisões de vida ou morte e a vida pessoal é relegada para segundo plano, não existindo tempo para os amigos e para relações duradouras.
Esta é a história pessoal de Adam Kay, que utilizou o seu extraordinário sentido de humor para contar a sua experiência enquanto médico interno no Serviço Nacional de Saúde britânico. Em 2010, após seis anos de formação e outros seis como médico, abdicou da profissão por sentir que as condições impostas pelo sistema eram extremas e irracionais, nomeadamente remuneração mal ajustada em relação ao nível de responsabilidade exigido, que tiveram um forte impacto na sua vida profissional e pessoal.»
Esta é a história pessoal de Adam Kay, que utilizou o seu extraordinário sentido de humor para contar a sua experiência enquanto médico interno no Serviço Nacional de Saúde britânico. Em 2010, após seis anos de formação e outros seis como médico, abdicou da profissão por sentir que as condições impostas pelo sistema eram extremas e irracionais, nomeadamente remuneração mal ajustada em relação ao nível de responsabilidade exigido, que tiveram um forte impacto na sua vida profissional e pessoal.»
Isto Vai Doer marca o meu regresso à leitura digital. Ainda não tinha pegado no kobo este ano, uma vez que a minha TBR na estante era enorme e já me estava a sentir culpada por comprar livros e nunca mais os ler.
Costumo tentar manter a minha média de livros lidos por mês e para Março faltava ler apenas um em poucos dias. Não podia ser uma leitura muito pesada nem muito longa. Optei por escolher Isto Vai Doer porque, mesmo tendo cerca de 240 páginas, sabia que o ia conseguir terminar antes do final do mês, sobretudo por saber de antemão que era uma leitura fluída e divertida.
Estava totalmente errada. Isto Vai Doer é muito mais do que tinha ouvido falar. É muito melhor. É incrível, divertido, sarcástico e real. Acabei por o acabar em três dias de tão viciada que fiquei.
Com este livro repleto das suas aventuras e desventuras enquanto médico no SNS britânico, Adam Kay mostra-nos de uma vez por todos o quanto as equipas médicas sofrem psicologicamente, fisicamente, financeiramente e socialmente em prol de um governo que afirma que os médicos só o são pelo dinheiro… e no entanto, o salário de muitos deles é miserável para as horas que fazem, para os turnos duplos e triplos e muito mais que nos passa ao lado.
Nenhum sistema de saúde é perfeito, mas reti muitas informações e lições importantes com esta leitura. Adorei a escrita do autor. A forma como nos diverte com as situações caricatas que vivenciou enquanto médico e sofri com ele no final quando tudo desmoronou. Os médicos não são de ferro. São humanos como nós, cometem erros como nós e no fim, mesmo quando não podem fazer mais nada – porque por mais que queiram, tentem e sejam médicos incríveis, ainda não fazem milagres – sofrem como qualquer ser humano que somos todos nós.
Isto Vai Doer é uma leitura fluída, divertida e muito real que eu recomendo a todos. Vão adorar.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Dan deseja entrar para a equipa K9, mas tem dificuldades para se encaixar nos moldes da equipa canina e o departamento não tem recursos para pagar um novo cão. Ainda assim, Dan não desiste e adota a cadela Ruby, decidido a treiná-la para ser uma cadela polícia. O único problema é que Ruby é indisciplinada e temperamental… tal como Dan.»
Rescued By Ruby é um dos novos filmes que entrou para o catálogo da Netflix recentemente.
Inspirado numa história real, dá-nos a conhecer Dan um jovem polícia que sonha há muito entrar na equipa canina sendo que a sua oitava tentativa é também a sua última oportunidade de o conseguir.
Decidido a perseguir o seu sonho e sabendo que o departamento não está disposto a pagar um novo animal, decide adoptar um no abrigo da cidade. É então que conhece Ruby, uma cadela com cerca de um ano que viveu tempo demais no abrigo e cada vez que é adotada, é devolvida por ser indisciplinada. Quando é devolvida novamente por uma família que a adotou no dia anterior, o responsável informa a colega que Ruby tem de ser abatida.
É então que Dan conhece Ruby. Ruby conhece Dan. Algo os une, talvez sejam mais parecidos do que Dan pensa. Afinal, ambos sofrem de hiperatividade e ansiedade. Dan leva Ruby para casa e é o desastre total. Quase desiste da cadela quando percebe que nunca a irá conseguir disciplinar de forma a passar no exame da polícia. Depois de receber um conselho sábio de um vizinho e da sua esposa, Dan investe as suas férias a treinar Ruby à sua maneira, afinal, também ele precisou de aulas diferentes dos seus colegas enquanto criança devido à sua hiperatividade.
Muitos obstáculos os separa da equipa K9, Ruby não obedece e Dan não confia nela o suficiente nem nos sinais que ela dá mesmo quando o faro dela está certo. Quando a equipa canina é chamada para investigar o paradeiro de um menino desaparecido numa floresta, Dan e Ruby são postos à prova.
Rescued By Ruby é amoroso. Além de ser gratificante ver o ator Grant Justin num papel sem ser o de Flash a que já nos habituou há muitos anos, o enredo ensina-nos também a importância de criar laços com os animais e que tudo é possível se nos dedicarmos aos nossos sonhos, mesmo que não corra tudo na perfeição como idealizámos. Reforça ainda a ideia do quão importante é adotar animais que estejam no abrigo e dar-lhes a oportunidade de serem amados e de mostrarem o que são verdadeiramente capazes.
Recomendo muito. Vão gostar!
Inspirado numa história real, dá-nos a conhecer Dan um jovem polícia que sonha há muito entrar na equipa canina sendo que a sua oitava tentativa é também a sua última oportunidade de o conseguir.
Decidido a perseguir o seu sonho e sabendo que o departamento não está disposto a pagar um novo animal, decide adoptar um no abrigo da cidade. É então que conhece Ruby, uma cadela com cerca de um ano que viveu tempo demais no abrigo e cada vez que é adotada, é devolvida por ser indisciplinada. Quando é devolvida novamente por uma família que a adotou no dia anterior, o responsável informa a colega que Ruby tem de ser abatida.
É então que Dan conhece Ruby. Ruby conhece Dan. Algo os une, talvez sejam mais parecidos do que Dan pensa. Afinal, ambos sofrem de hiperatividade e ansiedade. Dan leva Ruby para casa e é o desastre total. Quase desiste da cadela quando percebe que nunca a irá conseguir disciplinar de forma a passar no exame da polícia. Depois de receber um conselho sábio de um vizinho e da sua esposa, Dan investe as suas férias a treinar Ruby à sua maneira, afinal, também ele precisou de aulas diferentes dos seus colegas enquanto criança devido à sua hiperatividade.
Muitos obstáculos os separa da equipa K9, Ruby não obedece e Dan não confia nela o suficiente nem nos sinais que ela dá mesmo quando o faro dela está certo. Quando a equipa canina é chamada para investigar o paradeiro de um menino desaparecido numa floresta, Dan e Ruby são postos à prova.
Rescued By Ruby é amoroso. Além de ser gratificante ver o ator Grant Justin num papel sem ser o de Flash a que já nos habituou há muitos anos, o enredo ensina-nos também a importância de criar laços com os animais e que tudo é possível se nos dedicarmos aos nossos sonhos, mesmo que não corra tudo na perfeição como idealizámos. Reforça ainda a ideia do quão importante é adotar animais que estejam no abrigo e dar-lhes a oportunidade de serem amados e de mostrarem o que são verdadeiramente capazes.
Recomendo muito. Vão gostar!
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Em tempos, realizavam-se oferendas humanas em pântanos. Agora, há pessoas a desaparecer…Antigamente os pântanos eram usados como locais onde se realizavam sacrifícios humanos. Por serem pobres em oxigénio, estes terrenos atrasavam o processo de decomposição dos corpos, levando à sua preservação. Há por isso quem acredite que as almas lá enterradas não conseguem encontrar descanso, atraindo até si novas vítimas.
Nathalie Nordström é uma jovem bióloga que se desloca até a um pântano no norte da Suécia para realizar uma experiência de campo. Nathalie cresceu naquela zona, mas partiu quando uma terrível tragédia se abateu sobre a sua família.
Numa noite de tempestade, um mau pressentimento leva-a até ao pântano. Lá encontra um homem inconsciente, prestes a afundar-se. A polícia começa a investigar o caso e acaba por encontrar cadáveres ali enterrados.
Estará o pântano a reclamar mais sacrifícios, como alguns habitantes locais acreditam?»
Nathalie Nordström é uma jovem bióloga que se desloca até a um pântano no norte da Suécia para realizar uma experiência de campo. Nathalie cresceu naquela zona, mas partiu quando uma terrível tragédia se abateu sobre a sua família.
Numa noite de tempestade, um mau pressentimento leva-a até ao pântano. Lá encontra um homem inconsciente, prestes a afundar-se. A polícia começa a investigar o caso e acaba por encontrar cadáveres ali enterrados.
Estará o pântano a reclamar mais sacrifícios, como alguns habitantes locais acreditam?»
O Pântano dos Sacrifícios foi, até agora, uma das leituras mais difíceis e em simultâneo mais arrepiantes deste ano. Demorei a envolver-me na história e a perceber o que estava a acontecer, parecia que nada fazia sentido e que a cada página entendia menos o que estava ler. Felizmente, houve uma reviravolta no enredo, ou talvez um capítulo mais direto, que me cativou e dei por mim completamente viciada e ansiosa para descobrir o verdadeiro segredo d' O Pântano dos Sacrifícios.
Todo aquele misticismo em redor do pântano e dos habitantes locais tornou a leitura interessante e o final não poderia ter sido mais esclarecedor e surpreendente. Ainda assim, não posso evitar ficar com a sensação que haveria muito mais a contar ou que ficou suspenso com algum propósito, de forma a manter a onda mística que envolvia o pântano há tantos milhares de anos.
Confesso que não sei muito bem como desenvolver esta review, a verdade é que o livro acabou por ser um forte impacto e me surpreender pela positiva, depois de um início conturbado, ao ponto de eu nem saber mais o que escrever. Por isso, de forma direta e resumida; recomendo!
Apesar de incialmente o livro ser difícil de digerir, como primeira obra da autora, posso dizer que está muito bom e que vale a pena dar-lhe uma oportunidade.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«John Rambo vive na Tailândia e leva uma vida simples e solitária nas montanhas, pescando e capturando cobras venenosas para vender. Um grupo de missionários precisa de passar pelas minas terrestres escondidas pelo caminho que leva ao campo de refugiados, onde pretendem entregar suprimentos médicos e comida para a tribo Karen. Recorrem a Rambo para os ajudar a atravessar e depois de muita insistência, Rambo aceita levá-los, mas o grupo acaba por ser raptado pelo exército birmanês e Rambo tem de resgatá-los através de um plano bem delineado.»
Voltei aos clássicos, desta vez decidida a terminar de uma vez a saga do Rambo. Adorei os dois primeiros filmes, o terceiro afetou-me e agora o quarto deu cabo de mim. Tendo em conta a situação que se passa no mundo, acho que não foi a minha melhor escolha de filme para ver neste momento. Guerra, muito, muito, muito sangue. Mortes. Corpos mutilados e atirados pelo ar com um pedaço para cada lado. Rambo IV está demasiado explícito – mais do que é habitual nos filmes de Stallone que vi até agora – , mas ainda assim, tentei colocar isso de lado e terminar de o ver.
Como consta na sinopse, passaram-se 20 anos desde a última vez que Rambo se viu envolvido em sarilhos. Depois de perder a mulher que amava, tem vivido na Tailândia de forma solitária até que um grupo de voluntários o aborda para que os ajude a chegar ao campo de refugiados para que os possam ajudar com medicamentos e comida. Inicialmente, e já a imaginar que daria para o torto, Rambo recusa a oferta. Eles insistem. Ele recusa. Voltam a insistir. Ele recusa. Mas quando é abordado pela mulher do grupo e ela lhe chega ao coração com o seu discurso, acaba por aceitar transportá-los no seu barco. Com alguns obstáculos pelo meio, Rambo consegue deixá-los no local que pretendem e regressar à sua vida pacata, até que alguns dias depois, um pastor da igreja o aborda com a notícia que o grupo tinha sido raptado pelo exército e que precisava que guiasse um grupo de mercenários até ao local onde tinha deixado o grupo de voluntários. Sem outra solução, Rambo aceita contra a sua vontade, mas vê-se obrigado a orientar o grupo de mercenários, afinal, ninguém é tão bom quanto ele para resgatar pessoas e enfrentar o inimigo, sejam eles dez ou mil homens armados. O plano elaborado por ele foi bem delineado e engenhoso, mas como nada pode ser perfeito, houve muitas mortes pelo meio, muito sangue. Afetou-me mesmo muito, sobretudo a forma como o exército assassinava e destruía aldeia após aldeia pelo simples prazer de dizimar tudo, até os animais de companhia.
Rambo IV é um filme duro de se ver e muito explicito. Eu que adoro filmes de ação, fiquei mesmo afetadinha de todo. Ainda assim, a ver pela lente de artista, dou os parabéns ao autor de todos aqueles efeitos visuais. Não deve ser nada fácil elaborar um filme deste calibre onde tudo é a fingir e parece tão real como estar aqui deste lado a escrever.
Para nos compensar de algum modo, nos minutos finais vimos Rambo a caminhar em direção a casa depois de muitos anos longe e confesso que estou curiosa com o enredo do próximo filme e a forma como irão dar continuidade à história de John Rambo.
Apesar de não ser o meu filme preferido do Rambo, recomendo para quem adora filmes de ação.
Como consta na sinopse, passaram-se 20 anos desde a última vez que Rambo se viu envolvido em sarilhos. Depois de perder a mulher que amava, tem vivido na Tailândia de forma solitária até que um grupo de voluntários o aborda para que os ajude a chegar ao campo de refugiados para que os possam ajudar com medicamentos e comida. Inicialmente, e já a imaginar que daria para o torto, Rambo recusa a oferta. Eles insistem. Ele recusa. Voltam a insistir. Ele recusa. Mas quando é abordado pela mulher do grupo e ela lhe chega ao coração com o seu discurso, acaba por aceitar transportá-los no seu barco. Com alguns obstáculos pelo meio, Rambo consegue deixá-los no local que pretendem e regressar à sua vida pacata, até que alguns dias depois, um pastor da igreja o aborda com a notícia que o grupo tinha sido raptado pelo exército e que precisava que guiasse um grupo de mercenários até ao local onde tinha deixado o grupo de voluntários. Sem outra solução, Rambo aceita contra a sua vontade, mas vê-se obrigado a orientar o grupo de mercenários, afinal, ninguém é tão bom quanto ele para resgatar pessoas e enfrentar o inimigo, sejam eles dez ou mil homens armados. O plano elaborado por ele foi bem delineado e engenhoso, mas como nada pode ser perfeito, houve muitas mortes pelo meio, muito sangue. Afetou-me mesmo muito, sobretudo a forma como o exército assassinava e destruía aldeia após aldeia pelo simples prazer de dizimar tudo, até os animais de companhia.
Rambo IV é um filme duro de se ver e muito explicito. Eu que adoro filmes de ação, fiquei mesmo afetadinha de todo. Ainda assim, a ver pela lente de artista, dou os parabéns ao autor de todos aqueles efeitos visuais. Não deve ser nada fácil elaborar um filme deste calibre onde tudo é a fingir e parece tão real como estar aqui deste lado a escrever.
Para nos compensar de algum modo, nos minutos finais vimos Rambo a caminhar em direção a casa depois de muitos anos longe e confesso que estou curiosa com o enredo do próximo filme e a forma como irão dar continuidade à história de John Rambo.
Apesar de não ser o meu filme preferido do Rambo, recomendo para quem adora filmes de ação.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Sometimes I just can't take it
Sometimes I just can't take it and it isn't alright
I'm not going to make it
And I think my shoe's untied (oh oh)
I'm like a broken record
I'm like a broken record and I'm not playing right
Drocer nekorb a ekil mi
'Til you tell me on a heavenly phone to
Hold tight (hold tight)
Come on (come on)
Come on (come on)
Oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh
Come on (come on)
Come on (come on)
Yeah, don't let go
Hold tight (hold tight)
Hold tight (hold tight)
Oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh
"It's alright, it's alright" she said
I got my hands up shaking just to let you know
That you've got a higher power
Got me singing every second, dancing every hour
Oh yeah, you've got a higher power
And you're really someone I wanna know (oh oh)
This boy is electric
This boy is electric and you're sparkling light
The universe connected
And I'm buzzing night after night after night (oh oh)
This joy is electric
This joy is electric and you're circuiting through
I'm so happy that I'm alive
Happy I'm alive at the same time as you
'Cause you've got a higher power
Got me singing every second, dancing every hour
Oh yeah, you've got a higher power
And you're really someone I wanna know
(I wanna know, oh oh)
You've got, yeah, you've got a higher
You've got, yeah, you've got a higher
You've got, yeah, you've got a higher
You've got
Oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh
You've got, oh, you've got a higher
You've got, yeah, you've got a higher
You've got, oh, you've got a higher
My hands up shaking just to let you know now
You've got a higher power
You've got me singing every second, dancing any hour
Oh yeah, you've got a higher power
You're once in any lifetime
I'm going a million miles an hour
When for so long I'd been down on my knees
Then your love song saved me over and over
For so long I'd been down on my knees
'Til your love song floats me on, ee-on, oh oh»
«Gravar na pele e no coração que temos sempre duas opções: ou ganhamos coragem, e vida, e vontade, e destruímos os nossos medos, um por um; ou perdemo-nos de nós e do mundo, e deixamos que os nossos medos nos destruam.»
Sofia Castro Fernandes in Às 9 no Meu Livro
«A Idade do Gelo: As Aventuras de Buck Wild acompanha os irmãos gambás malucos Crash e Eddie enquanto eles regressam ao Mundo Perdido repleto de dinossauros e onde a doninha Buck habita. Desesperados por alguma distância da sua irmã mais velha, Ellie, os irmãos gambás procuram mais emoção e partem para encontrar um lugar próprio, mas rapidamente se encontram presos no Mundo Perdido, uma enorme caverna subterrânea. São resgatados pelo seu amigo só com um olho, a doninha caçadora de dinossauros Buck Wild, e juntos embarcam numa missão perigosa para salvar o Mundo Perdido da dominação dos dinossauros.»
The Ice Age: Adventures of Buck Wild é o sexto da saga The Ice Age e dá continuidade às aventuras hilariantes dos mamíferos pré-históricos, desta vez com um enredo centrado no aventureiro e imprudente Buck. Crash e Eddie procuram mais emoção e aventura do que são permitidos ter com Ellie, a irmã mais velha, por perto. Decididos que está na altura de serem independentes e cuidarem deles próprios, partem em busca de um novo local para morar. Acabam por entrar no Mundo Perdido, onde anteriormente tinham conhecido o destemido Buck Wild.
Rapidamente, Crash e Eddie veem-se em sarilhos com os dinossauros sob o comando de Orson, um dinossauro cabeçudo que antes tinha sido exilado do Mundo Perdido mas que conseguiu escapar e regressar para infernizar a vida de Buck e reclamar o Mundo Perdido como seu. Os irmãos são salvos por Buck e depressa entram numa missão perigosa para vencer o exército de Orson e proteger o lar de Buck.
Crash e Eddie procuravam emoção e tiveram-na em grande escala. Se inicialmente ambos eram trapalhões e sem nada de especial a oferecer à missão de Buck, ensinados pela doninha Zee acabam por se tornar corajosos e ter um papel importante no final desta aventura ao descobrirem como terminar o conflito com Orson.
Rapidamente, Crash e Eddie veem-se em sarilhos com os dinossauros sob o comando de Orson, um dinossauro cabeçudo que antes tinha sido exilado do Mundo Perdido mas que conseguiu escapar e regressar para infernizar a vida de Buck e reclamar o Mundo Perdido como seu. Os irmãos são salvos por Buck e depressa entram numa missão perigosa para vencer o exército de Orson e proteger o lar de Buck.
Crash e Eddie procuravam emoção e tiveram-na em grande escala. Se inicialmente ambos eram trapalhões e sem nada de especial a oferecer à missão de Buck, ensinados pela doninha Zee acabam por se tornar corajosos e ter um papel importante no final desta aventura ao descobrirem como terminar o conflito com Orson.
The Ice Age: Adventures of Buck Wild, tal como todos os outros filmes anteriores da saga, está incrível e hilariante. Para mim, foi talvez um dos melhores até agora. Crash e Eddie cresceram imenso durante o tempo que passaram com Buck, tornaram-se corajosos e confiantes das suas capacidades de sobrevivência e de engenho. Não quero entrar em mais pormenores para não dar mais spoiler, mas recomendo muito que vejam. Está muito bom, mesmo!
Avaliação The Choice: ★★★★★
Este texto contém spoilers
Looking for Alaska é uma mini série de apenas oito episódios baseado no livro de John Green também com o mesmo nome. Li o livro há uns anos, sinceramente já não me recordava bem da história em si, mas decidi ver a série. Apesar de os primeiros episódios demorarem a cativar-me, a verdade é que devorei e adorei a segunda metade da temporada.
Looking for Alaska conta-nos a história de Miles, um adolescente obcecado pelas últimas palavras de pessoas famosas que, cansado da vida monótona que leva em casa, decide mudar de escola, onde encontra novas amizades; Chip, Alaska – por quem se apaixona à primeira vista – e Takumi.
Logo nos minutos iniciais do primeiro episódio, percebemos que algo muito mau irá acontecer, nomeadamente um aparatoso acidente de carro e embora ao longo dos episódios seguintes sejam desvendados alguns pormenores sobre quem ia ao volante, só quase na reta final da temporada percebemos que era de facto Alaska. Os episódios seguintes passam-se no passado e começa a contagem decrescente até ao dia em que irá acontecer o acidente. É também através do passado que iremos obter as respostas que o presente nos deixa.
Começamos por conhecer Miles, um estudante introvertido e obcecado por últimas palavras de pessoas famosas. Chega a Culver Creek para terminar o secundário, em busca de respostas à sua crise existencial e em busca do seu "grande talvez" ao qual ele se refere ao longo da temporada.
Sendo um aluno novo na escola e introvertido, torna-se alvo fácil para os estudantes ricos e populares. É então que se torna aliado de Chip, o seu colega de quarto. Junto com Alaska e Takumi, ambos amigos de Chip, levam o diretor de Culver Creek aos arames com partidas contra o grupo dos populares. Quando eles retaliam e têm como alvo Alaska, tudo se desmorona , vemos o lado mais dramático da série, começamos a questionar a saúde mental de Alaska e a ponderar que o acidente que irá ter no futuro será de facto um mero acidente ou algo propositado.
Na verdade, Alaska já se encontrava numa situação frágil quando fora apanhada pelo diretor a esconder garrafas de bebida alcoólica na floresta da escola e viu-se obrigada a denunciar a colega de quarto e o respetivo namorado por estarem no quarto a fumar para se livrar de uma expulsão. Em Culver Creek, uma das regras mais importantes é a de nunca denunciar ninguém ao diretor. Quando descobrem que Alaska quebrou essa regra e que levou à expulsão de dois colegas, todos a abandonam, incluindo os amigos mais chegados, levando a rapariga a uma espiral decadente de depressão e fragilidade emocional. Então, quando o grupo de jovens populares retalia e a tem como alvo, destruindo a sua biblioteca pessoal, Alaska entra em desespero, mas Chip e Takumi decidem vingar-se dos meninos ricos. Apenas Miles ainda se encontra dececionado com a amiga e demora a perdoá-la.
No feriado de Ação de Graças, quando todos os alunos regressam a casa, Miles decide ficar em Culver Creek na companhia de Alaska, o que os ajuda a reaproximarem-se e o sentimento que paira entre eles torna-se evidente. Contudo, depois de ser rejeitado pela rapariga, Miles começa a namorar com Lara.
Entretanto, mais uma partida é realizada por parte do grupo de Chip. O rapaz é o único que acaba por ser apanhado e enfrenta uma possível expulsão da escola. Enquanto isso, o romance fugaz de Lara e Miles termina e uma nova aproximação dele com Alaska se torna mais evidente acabando numa noite de amor entre ambos que termina de forma trágica. Após deixar o quarto de Miles, Alaska atende o telefone público; é Jake do outro lado, o seu ex-namorado que decide relembrá-la que era o dia de aniversário de namoro de ambos. Por algum motivo ainda desconhecido na altura, Alaska fica transtornada e pede a Miles e Chip que a ajudem a sair da escola enquanto conduz noite dentro.
No dia seguinte, Culver Creek acorda com uma notícia devastadora; Alaska sofreu um acidente mortal enquanto conduzia debaixo de chuva. Todos ficam em estado de choque, sobretudo os amigos mais próximos. Miles não aceita a perda da rapariga que ama e dá início a uma investigação para tentar entender o que levou Alaska a sair da escola a meio da noite, enquanto Takumi e Lara – que agora mantém uma relação amorosa – os culpam por a terem deixado ir, uma vez que Alaska mostrava sinais de embriaguez.
Todos se culpam uns aos outros. Investigam e descobrem que no mesmo dia que Alaska conheceu Jake, era também a data em que a mãe dela tinha falecido quando ela era ainda muito pequena. Esse foi o motivo de Alaska sair de Culver Creek. Quase se esquecera do aniversário da morte da mãe. Pegou num ramo de margaridas de plástico e rumou ao cemitério e embateu com violência pelo caminho num carro da polícia que já se encontrava a assinalar um outro acidente.
Depois de muitas perguntas a que finalmente obtemos respostas, tudo leva a crer que não foi um mero acidente. Alaska estava deprimida e a hipótese de ter sido suicídio fica no ar, sendo a única ponta solta da temporada. Na realidade, nem nós nem o seu grupo de amigos poderiam saber o motivo em concreto do acidente nem o que ia na cabeça de Alaska naquele momento. Takumi disse "Nunca iremos saber."
Nos minutos finais do último episódio, todos os alunos de Culver Creek participam numa grande partida contra o diretor que tinha sido planeada e pensada ao minuto por parte de Alaska e que seria o seu pontapé de saída do liceu quando terminasse o último ano. Como forma de a homenagear, Chip, Miles e companhia, aliam-se ao grupo dos populares e deixam o diretor da escola à beira de um ataque de nervos quando começam a despir-se durante uma palestra de um suposto professor que é nada mais nada menos que o funcionário de uma loja de bebidas que elabora uma verdadeira dança sensual.
No final, para surpresa de todos, o diretor mostra-se feliz pela partida que os alunos elaboraram e ainda declara que "Parece ter sido planeado por Alaska". Ele não sabia, mas foi, de facto.
Um grande fail da série foi as últimas palavras de Alaska. Antes de sair do quarto de Miles disse ao rapaz "Continua..." e é essa palavra que ele retém como sendo a última palavra dela para ele, quando na verdade, mesmo antes de ela pegar no carro lhe disse "Sou invencível", em resposta à pergunta dele se ela estaria em condições de conduzir. Estas sim foram as últimas palavras de Alaska para Miles e a forma como a atriz disse adeus à sua personagem.
Resumindo, Looking for Alaska é uma série pequena que se vê rápido, é interessante, aborda as questões existenciais dos adolescentes, os romances fugazes e ainda os seus dramas com os colegas. Confesso que a cada episódio ficava um pouco mais deprimida pelas questões emocionais e dramáticas das personagens, mas gostei muito e recomendo!
Uma das coisas que tenho gostado imenso de regressar é aos concertos. Foram dois anos sem assistir a musica ao vivo, pelo que tem sido ótimo voltar à rotina no que diz respeito à cultura.
Em 2021 assisti pela segunda vez a um concerto do Fernando Daniel, este ano foi a segunda vez que assisti a um concerto da Bárbara Bandeira.
Em 2019, quando fui ao primeiro concerto dela nas festas da minha santa terrinha, ela era ainda uma miúda. Se não me engano, tinha feito 18 anos há poucos dias e eu achava-a um pouco fútil. Na altura conhecia apenas uma ou outra música dela. Mas três anos depois, posso afirmar que a Bárbara cresceu muito enquanto ser humano e artista. Adorei o concerto. Foi lindo de se ver e de se ouvir. Posso dizer que não me pareceu nada aquela miúda fútil de anteriormente, talvez por nestes três anos ter acompanhado mais de perto o seu percurso e saber o que ela teve de ultrapassar para chegar até aqui.
Foi um concerto muito bonito, cheio de boas energias e com direito a pedido de casamento e tudo! O que a miúda chorou ao perceber que tinha um casal de noivos no palco, num concerto seu, pela primeira vez na sua carreira.
Em 2021 assisti pela segunda vez a um concerto do Fernando Daniel, este ano foi a segunda vez que assisti a um concerto da Bárbara Bandeira.
Em 2019, quando fui ao primeiro concerto dela nas festas da minha santa terrinha, ela era ainda uma miúda. Se não me engano, tinha feito 18 anos há poucos dias e eu achava-a um pouco fútil. Na altura conhecia apenas uma ou outra música dela. Mas três anos depois, posso afirmar que a Bárbara cresceu muito enquanto ser humano e artista. Adorei o concerto. Foi lindo de se ver e de se ouvir. Posso dizer que não me pareceu nada aquela miúda fútil de anteriormente, talvez por nestes três anos ter acompanhado mais de perto o seu percurso e saber o que ela teve de ultrapassar para chegar até aqui.
Foi um concerto muito bonito, cheio de boas energias e com direito a pedido de casamento e tudo! O que a miúda chorou ao perceber que tinha um casal de noivos no palco, num concerto seu, pela primeira vez na sua carreira.
A Bárbara mereceu toda a energia que o público lhe deu, não foi por acaso que o recinto estava completamente cheio. A energia dela em palco foi digna de se ver. Adorei mesmo e desejo-lhe toda a sorte do mundo. 🤗❤️
Deixo aqui algumas fotos dessa noite.
«Que acontecerá a Axel e Leah?
Passaram três anos desde a última vez que se viram. Agora, Leah está quase a concretizar o seu sonho: expor numa galeria. E, apesar do que aconteceu, Axel tem de fazer parte de um momento como este.
Quando os seus caminhos voltam a cruzar-se, Leah precisa de tomar decisões que podem mudar tudo, porque, apesar do que se passou, todas as memórias continuam ali, tão presentes: intactas, maravilhosas, únicas, espreitando em cada brecha, todos os dias. Porque ele continua a ser aquele que ela não esqueceu. Ele é o mar, as noites estreladas e os vinis dos Beatles.
Porque, às vezes, basta deixar acontecer para termos tudo.»
Passaram três anos desde a última vez que se viram. Agora, Leah está quase a concretizar o seu sonho: expor numa galeria. E, apesar do que aconteceu, Axel tem de fazer parte de um momento como este.
Quando os seus caminhos voltam a cruzar-se, Leah precisa de tomar decisões que podem mudar tudo, porque, apesar do que se passou, todas as memórias continuam ali, tão presentes: intactas, maravilhosas, únicas, espreitando em cada brecha, todos os dias. Porque ele continua a ser aquele que ela não esqueceu. Ele é o mar, as noites estreladas e os vinis dos Beatles.
Porque, às vezes, basta deixar acontecer para termos tudo.»
Depois de ter lido Tudo o que Nunca Fomos e de ter desenvolvido um enorme carinho pelas personagens, estava ansiosa para saber o que iria acontecer a seguir a Leah e Axel após o fim abrupto da relação que mantinham secretamente.
Tudo o que Somos Juntos tem início três anos depois de se terem separado. Leah encontra-se na universidade onde fez novas amizades e mantém algo parecido com uma relação amorosa com Landon, o seu melhor amigo, ao mesmo tempo que Axel se vai desfazendo dia após dia, atolado em arrependimento e saudades. Quando descobre que Leah está prestes a concretizar o seu sonho de expor os seus quadros numa galeria de arte, não consegue continuar longe dela. Leah passou os últimos três anos a juntar os pedacinhos do seu coração e quando vê Axel na sua exposição, tudo se desmorona ainda que lentamente e por mais que ela tente evitar e lutar contra os seus sentimentos. A exposição foi o ponto de partida para o resto da história de ambos.
Por mais que Leah tente manter-se afastada daquele que lhe despedaçou o coração, Axel vai-se insinuando aos poucos na sua vida através da pintura, o que os leva até Paris, uma oportunidade única que o chefe de Axel propõe a Leah. Da Austrália para a cidade da luz e do amor, conseguirão estes dois recomeçar o que tinham deixado pendente tantos anos antes?
Tal como em Tudo o que Nunca Fomos, envolvi-me rapidamente nesta continuação que, à semelhança do volume 1, também é narrado tanto por Leah como por Axel, dividido em 12 partes, cada uma correspondente a cada mês do ano. Ao ser narrado por ambos, permite que o leitor tenha uma perspectiva dos sentimentos e emoções de ambas as personagens o que é muito importante para entender algumas decisões tomadas por cada um deles.
Posso afirmar que o enredo se demora um pouco mais a avançar em comparação com o primeiro livro, mas ainda assim, acho que foi necessário para que se pudesse encerrar a saga de forma justa para todas as personagens.
Tudo o que Somos Juntos é um romance doce, forte, envolvente e repleto de reflexões interiores que nos demonstra que por vezes, amar é também dar oportunidade ao outro de cair e de se levantar por si próprio, para que se possa encontrar a si mesmo e por fim, nos encontrar do outro lado da linha que separa duas pessoas apaixonadas que não sabiam como permanecer juntas até àquele preciso momento.
Para quem gosta de romances, recomendo muito.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Alienígenas querem que Bugs Bunny e sua equipa tornem-se a principal atração de um parque de diversões. Prestes a ser capturado, Bugs Bunny propõe jogo de basquete em troca da sua liberdade. E para enfrentar a temível equipa dos monstros alienígenas, o coelho convoca um importante reforço do basquete americano.»
Depois de anteriormente ter visto Space Jam: A New Legacy e descoberto que havia um primeiro filme, é claro que tinha de o ver!
Em Space Jam acompanhamos a infância de Michael Jordan quando sonhava chegar à NBA. Através dos anos, conseguiu chegar onde sonhava, acabou por se aposentar do basquete e iniciar-se no basebol para cumprir uma promessa antiga que tinha feito ao pai quando criança. Contudo, não podemos ser bons em tudo e Jordan é um desastre no basebol.
Paralelamente, a aldeia dos Looney Tunes é invadida por alienígenas que tencionam raptar Bugs Bunny e toda a equipa Looney para serem a atração principal num parque de diversões de um grande vilão. Ao ver o tamanho mini dos seus captores, Bugs Bunny decide propor um jogo de basquete entre ambas as equipas sendo que se os Looney Tunes vencerem, ficam na sua aldeia, se perderem, vão então para o parque de diversões.
O que Bugs Bunny não esperava era que a equipa dos mini vilões captasse o talento de cinco jogadores da NBA e se tornassem monstros gigantes e fortes. Surpreendidos, os Looney decidem raptar Michael Jordan para que os possa ajudar a vencer a partida de basquete.
Em Space Jam acompanhamos a infância de Michael Jordan quando sonhava chegar à NBA. Através dos anos, conseguiu chegar onde sonhava, acabou por se aposentar do basquete e iniciar-se no basebol para cumprir uma promessa antiga que tinha feito ao pai quando criança. Contudo, não podemos ser bons em tudo e Jordan é um desastre no basebol.
Paralelamente, a aldeia dos Looney Tunes é invadida por alienígenas que tencionam raptar Bugs Bunny e toda a equipa Looney para serem a atração principal num parque de diversões de um grande vilão. Ao ver o tamanho mini dos seus captores, Bugs Bunny decide propor um jogo de basquete entre ambas as equipas sendo que se os Looney Tunes vencerem, ficam na sua aldeia, se perderem, vão então para o parque de diversões.
O que Bugs Bunny não esperava era que a equipa dos mini vilões captasse o talento de cinco jogadores da NBA e se tornassem monstros gigantes e fortes. Surpreendidos, os Looney decidem raptar Michael Jordan para que os possa ajudar a vencer a partida de basquete.
A interação de Michael com os Looney é maravilhosa e o jogo entre ambas as equipas não poderia ter sido mais divertido com um final muito surpreendente.
Space Jam está hilariante e em simultâneo muito fofo. Para 1996, os efeitos estão espetaculares e confesso que me surpreendeu imenso nesse aspeto. Acabei por gostar muito mais deste do que do segundo filme. Achei o segundo muito tecnológico, mas afinal, estamos em 2022, certo? Onde a tecnologia domina tudo, enquanto em 1996 Space Jam - e o mundo - era muito mais genuíno.
Recomendo muito, vão gostar!
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Esta noite a lua pode parar de brilhar
Se amanhã o sol não nascer, eu não vou ligar
A terra pode decidir parar de girar
E o mar desaparecer eu não vou ligar
Porque ao teu lado eu tenho o que preciso
O meu pequeno paraíso é ficar aqui contigo
Podem cair estrelas lá no deserto do Saara
E o mundo acabar agora, mas não vou me importar
Mas se te arrancarem de mim
Ai sim é o fim do mundo
Se não estiveres aqui
Ai sim é o fim do mundo
Se não estás por perto, minha life não tem nexo
Eu no teu leito repouso e encontro um novo universo
Eu tudo aguento, com teu amor aqui dentro
Tu és minha brisa refresca a minha vida dispenso o vento
Porque ao teu lado eu tenho o que preciso
O meu pequeno paraíso é ficar aqui contigo
Podem cair estrelas lá no deserto do Saara
E o mundo acabar agora, mas não vou me importar
Mas se te arrancarem de mim
Ai sim é o fim do mundo
Se não estiveres aqui
Ai sim é o fim do mundo
Se te arrancarem de mim
Ai sim é o fim do mundo
Se tu não estiveres aqui
Ai sim é o fim, aí sim é o fim»
«Uma adolescente privilegiada tem à sua espera um verão de ondas, sol e paixão quando vive o seu primeiro amor com um instrutor de kitesurf numa estância balnear.»
Ao Sabor do Vento é um filme polaco que se encontra disponível na netflix. Já tinha lido algumas opiniões e como tinha praia e kitesurf, decidi dar-lhe uma oportunidade.
O enredo gira em volta de uma jovem que se encontra de férias num hotel muito chique juntamente com a sua família. Ania sofre ainda com a perda da mãe e tem de lidar com a madrasta, o irmão mais novo e o pai que é um médico conhecido. Durante as férias de verão, conhece Michal, um instrutor de kitesurf do hotel e também empregado de mesa. A atração entre ambos é imediata e as diferenças que os separam também.
Assim acontece uma história de amor intensa, com muita praia, kitesurf, álcool e muito mais pelo meio. Enquanto isso, o pai de Ania já não sabe o que fazer com ela, até que a rapariga decide confessar ao pai que se apaixonou pela primeira vez e que sente muito a falta da mãe.
Ao Sabor do Vento podia ser um grande filme, mas o argumento fraco e por vezes sem sentido tira-lhe grande prestígio e dei por mim ansiosa que acabasse. Eu que adoro romances, detestei este. Faltou-lhe muito. E o final? Bem, nem deu para entender se ficaram juntos ou não para sempre como se espera de um romance. Porque um amor de verão tem tendência a terminar junto com as férias, mas ainda assim, o fim do filme foi muito estranho e apressado. Confesso que esperava mais e que fiquei um pouco desiludida.
O enredo gira em volta de uma jovem que se encontra de férias num hotel muito chique juntamente com a sua família. Ania sofre ainda com a perda da mãe e tem de lidar com a madrasta, o irmão mais novo e o pai que é um médico conhecido. Durante as férias de verão, conhece Michal, um instrutor de kitesurf do hotel e também empregado de mesa. A atração entre ambos é imediata e as diferenças que os separam também.
Assim acontece uma história de amor intensa, com muita praia, kitesurf, álcool e muito mais pelo meio. Enquanto isso, o pai de Ania já não sabe o que fazer com ela, até que a rapariga decide confessar ao pai que se apaixonou pela primeira vez e que sente muito a falta da mãe.
Ao Sabor do Vento podia ser um grande filme, mas o argumento fraco e por vezes sem sentido tira-lhe grande prestígio e dei por mim ansiosa que acabasse. Eu que adoro romances, detestei este. Faltou-lhe muito. E o final? Bem, nem deu para entender se ficaram juntos ou não para sempre como se espera de um romance. Porque um amor de verão tem tendência a terminar junto com as férias, mas ainda assim, o fim do filme foi muito estranho e apressado. Confesso que esperava mais e que fiquei um pouco desiludida.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Leah está destroçada. Leah já não pinta. Leah é um fantasma desde o acidente que lhe levou os pais.
Axel é o amigo do seu irmão mais velho e, quando aceita recebê-la em casa durante uns meses, quer ajudá-la a encontrar e a colar os pedaços da rapariga cheia de vida e cor que outrora foi. No entanto, Axel não sabe que ela sempre esteve apaixonada por ele, apesar de serem quase família… nem sonha que a sua vida está prestes a mudar.
Porque ela lhe está proibida, mas desperta-lhe os sentidos.
Porque há o mar, as noites estreladas e os discos de vinil dos Beatles.
Porque, às vezes, basta um deixa acontecer para ter tudo.
Este é o primeiro livro de uma série de dois volumes repleta de emoções!»
Axel é o amigo do seu irmão mais velho e, quando aceita recebê-la em casa durante uns meses, quer ajudá-la a encontrar e a colar os pedaços da rapariga cheia de vida e cor que outrora foi. No entanto, Axel não sabe que ela sempre esteve apaixonada por ele, apesar de serem quase família… nem sonha que a sua vida está prestes a mudar.
Porque ela lhe está proibida, mas desperta-lhe os sentidos.
Porque há o mar, as noites estreladas e os discos de vinil dos Beatles.
Porque, às vezes, basta um deixa acontecer para ter tudo.
Este é o primeiro livro de uma série de dois volumes repleta de emoções!»
Tudo o que Nunca Fomos faz parte da curta lista de livros que comprei apenas pela capa e sem sequer ler a sinopse. Adoro tudo o que tenha a ver com praia e com surf, por isso, bastou ver a capa para me apaixonar e para ter a certeza que iria adorar a história. Não me enganei nem um bocadinho.
Depois de terminar a saga Again da autora Mona Kasten, a saga Deixa Acontecer de Alice Kellen estava à minha espera e mergulhei neste primeiro volume de alma e coração. Atirei-me totalmente de cabeça à leitura com as expetativas altíssimas.
Envolvi-me facilmente na história e rapidamente senti um enorme carinho pelas personagens.
Depois de terminar a saga Again da autora Mona Kasten, a saga Deixa Acontecer de Alice Kellen estava à minha espera e mergulhei neste primeiro volume de alma e coração. Atirei-me totalmente de cabeça à leitura com as expetativas altíssimas.
Envolvi-me facilmente na história e rapidamente senti um enorme carinho pelas personagens.
Tendo as praias australianas como cenário, o livro é dividido em 12 partes, cada uma correspondente a cada mês do ano e é narrado tanto pelo Axel como pela Leah o que ajudou muito a perceber melhor os sentimentos e emoções de cada um deles.
Inicialmente, Leah estava completamente destroçada e Axel era aquele típico rapaz descontraído que adora a sua independência e solidão numa cabana à beira-mar, mas quando o melhor amigo lhe pede para cuidar da irmã mais nova durante três semanas por mês ao longo de um ano, Axel está muito longe de imaginar o que isso irá de facto implicar na sua vida, além das mudanças da sua rotina e de ter de viver com uma adolescente órfã. Ao longo dos capítulos, foi gratificante e inspirador ver a forma como cada um mudava e crescia. A forma como Axel impunha que Leah enfrentasse a sua dor para que pudesse seguir em frente, ao mesmo tempo que Leah o fazia questionar-se sobre a sua própria vida e as escolhas que tem feito nos últimos anos. Foi incrível ver Leah a melhorar a cada mês que passava na companhia de Axel bem como o desenrolar da relação de ambos. Contudo, ambos sabiam que o fim estava próximo, que Leah era irmã de Oliver e que os dez anos que os separavam era o menor dos seus problemas, sobretudo quando quase no final do ano, Oliver regressa e descobre que ambos mantém uma relação amorosa. Ainda que Leah tenha 19 anos e esteja prestes a entrar na universidade, para Oliver é imperdoável que o melhor amigo tenha começado a apaixonar-se pela sua irmã ainda mais sabendo como ele é com as mulheres. Será o amor de ambos mais forte que os obstáculos que se erguem entre eles?
Tudo o que Nunca Fomos é um romance muito doce e ao mesmo tempo muito forte, com todo o drama em volta de Leah. E apesar de o final ser muito tenso e devastador, a forma como ela prossegue a sua vida, demonstra o quanto cresceu num ano e na força que se transformou mesmo quando tudo ao seu redor a magoa e a desilude.
Para quem gosta de romances, recomendo muito.
Avaliação The Choice: ★★★★★
Por aqui as últimas semanas têm sido uma loucura e uma correria constante ao ponto de nem conseguir ir ao ginásio há mais de um mês e a verdade é que a falta de desporto começa a ressentir-se no meu psicológico. Mal posso esperar por ter o assunto do casamento arrumado e ter os trabalhos em dia. Enquanto isso, este fim de semana tem sido sinónimo de não fazer ponta de um chavelho a não ser ler e ver alguns episódios de séries que tenho em atraso. Precisava destes dias de pausa e preciso muito de uma semana de férias quando as coisas acalmarem por aqui.
Apesar desta chuva insistente mas que tanta falta fazia, espero que desse lado estejam a ter um bom fim de semana! 🤗
Apesar desta chuva insistente mas que tanta falta fazia, espero que desse lado estejam a ter um bom fim de semana! 🤗
«Em 1996, Michael Jordan, que três anos antes se tinha reformado da NBA, tendo acabado por voltar, foi a estrela de “Space Jam”, um filme que aproveitava esse retiro para pôr o jogador de carne e osso a interagir com figuras animadas dos “Looney Tunes” para jogar basquetebol interplanetário. Agora chega a sequela, centrada noutro jogador de basquetebol mais atual: LeBron James. Aqui, James e o filho, que quer ser criador de videojogos, ficam presos num espaço virtual e o jogador vê-se obrigado a, tal como Jordan, juntar-se aos “Looney Tunes” para ganhar um jogo de basquetebol e salvar o filho.»
Andava eu a divagar pela secção de filmes a ver se algum me agradava num dia em que estava tão cansada que nem me apetecia ler nem ver nada que fosse muito longo ou demasiado dramático. O escolhido foi Space Jam: A New Legacy sem saber que existe um primeiro filme que agora, claro, vou querer ver!
Space Jam: A New Legacy é um daqueles filmes de animação muito giros, divertidos, que nos fascina com a facilidade com que tudo se passa dentro da tecnologia e da animação onde nada é impossível. Confesso que achei o início um pouco aborrecido, mas quando o enredo se tornou interessante dei por mim completamente colada no ecrã. O facto de ter os Looney Tunes, que sempre foram os meus desenhos animados preferidos, fez com que ainda gostasse mais do filme.
Em Space Jam: A New Legacy podemos ver três cenários distintos; o mundo dos humanos, o mundo dos desenhos animados e o mundo em que os desenhos animados sofrem uma atualização e se tornam live action. Todo o enredo, todos os efeitos visuais … ficou tudo perfeito e embora seja um filme de animação, transmite uma grande lição de vida; devemos sempre aceitar as pessoas tal e qual como são, mesmo que tenham gostos e ambições diferentes dos nossos.
Recomendo muito, vão gostar e vão rir muito!
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«A vida vai correndo decidiu-se assim
As mãos envelhecendo um sinal em mim
Que já parece certo p'ra deixá-lo ir
Mas queria que soubesse que passou em vão
O outono, o inverno, à primavera, o verão
E ontem foi esse ontem quase que pareceu
Eu sei que nesse dia aquilo que havia morreu
Não tinha salvação
A porta cá de casa em alto ecoava
E leu todo o meu coração
Lhe trago hoje o dia que me disse alguém
Se é para sofrer deixa escrever e sem
Te ler tudo o que foi sentir-se uma vez
Perdida de amores num lugar que me via
Esquecida pelas cores duma tela antiga
Se é para ocultar eu venho relembrar
Eu sei que nesse dia aquilo que havia morreu
Não tinha salvação
A porta cá de casa em alto ecoava
E leu todo o meu coração
De junho a janeiro
Do meu ao teu correio
De quem eu sempre quis
Esteve por um triz
Do Porto a Lisboa
Num pássaro que voa
Foi longe que Deus quis
Que fosse por um triz, que fosse por um triz
Eu sei que nesse dia aquilo que havia morreu
Não tinha salvação
A porta cá de casa em alto ecoava
E leu todo o meu coração»
«Um enredo em que suspense, sobrevivência e culpa medem forças lado a lado com amor, desilusão e consequências absolutamente inesperadas.
Vincent é a bela empregada de bar do Hotel Caiette, um palácio de vidro e cedro na extremidade mais a norte da Ilha de Vancouver. Jonathan Alkaitis, um financeiro de Nova Iorque, é o proprietário do hotel. Quando entrega a Vincent o seu cartão de visita acompanhado de uma gorjeta, começa assim uma vida em conjunto.
Nesse mesmo dia, uma figura encapuçada escrevinha um recado na parede de vidro do hotel: «Porque não engoles pedaços de vidro?» Leon Prevant, executivo de transportes marítimos de uma firma chamada Neptune-Avramidis, vê o recado no bar do hotel e fica profundamente abalado.
Treze anos mais tarde, logo após a implosão de um imenso esquema Ponzi em Nova Iorque, Vincent desaparece misteriosamente do convés de um navio da Neptune-Avramidis.
Cruzando as vidas destas personagens, O Hotel de Vidro alterna entre o navio, as torres de Manhattan e a natureza selvagem da região remota da Colúmbia Britânica, pintando um retrato avassalador de ganância e culpa, de fantasia e ilusão, de arte e dos fantasmas do passado.»
Vincent é a bela empregada de bar do Hotel Caiette, um palácio de vidro e cedro na extremidade mais a norte da Ilha de Vancouver. Jonathan Alkaitis, um financeiro de Nova Iorque, é o proprietário do hotel. Quando entrega a Vincent o seu cartão de visita acompanhado de uma gorjeta, começa assim uma vida em conjunto.
Nesse mesmo dia, uma figura encapuçada escrevinha um recado na parede de vidro do hotel: «Porque não engoles pedaços de vidro?» Leon Prevant, executivo de transportes marítimos de uma firma chamada Neptune-Avramidis, vê o recado no bar do hotel e fica profundamente abalado.
Treze anos mais tarde, logo após a implosão de um imenso esquema Ponzi em Nova Iorque, Vincent desaparece misteriosamente do convés de um navio da Neptune-Avramidis.
Cruzando as vidas destas personagens, O Hotel de Vidro alterna entre o navio, as torres de Manhattan e a natureza selvagem da região remota da Colúmbia Britânica, pintando um retrato avassalador de ganância e culpa, de fantasia e ilusão, de arte e dos fantasmas do passado.»
Terminei ontem de ler O Hotel de Vidro e ainda estou a tentar assimilar tudo, a tentar organizar toda a história na minha mente de forma a entender e a dar-lhe mais sentido.
O Hotel de Vidro foi o meu primeiro encontro com a autora e confesso que se trata de uma escrita muito complexa. Além dos avanços e recuos temporais - que até nem me costumam incomodar muito - há também a questão de num mesmo parágrafo estar escrito na primeira pessoa e também por um narrador, o que contribuiu para a minha confusão mental enquanto lia.
Quero acreditar que entendi realmente alguma coisa do que li, e sei que entendi muita coisa, mas ainda assim não consigo largar a sensação que não entendi totalmente o que se passou nos diversos cenários e isso é frustrante.
Por outro lado, exceto todos os pontos acima mencionados, torna-se também uma leitura viciante em que, na ânsia de tentar perceber alguma coisa, não conseguia parar de ler.
Esperava muito mais d'O Hotel de Vidro e admito que fiquei desapontada por não entender a totalidade do enredo.
Por ser viciante, recomendo a quem gosta de leituras mais complexas.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
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