«O planeta Terra enfrenta mais um inimigo: Thanos, um tirano intergaláctico que ali chega com o objetivo de reunir as seis Jóias do Infinito, artefactos de poder inimaginável capazes de lhe dar o controlo sobre a realidade. Para o enfrentar, os Vingadores têm de fazer uma aliança improvável com Star-Lord, Rocket Raccoon, Groot, Gamora e Drax, os excêntricos membros dos Guardiões da Galáxia. Conter tanta divergência de feitios, poderes e personalidades não será fácil, mas será fundamental para conter os terríveis poderes do adversário.»
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Em "Thor:Ragnarok", podemos ver o loirinho a ascender a algo mais, mesmo tendo ficado sem o martelo...e sem um olho. Será que queria ficar com o estilo do Fury? Adiante. Agradeço a quem lhe cortou o cabelo, ficou muito melhor e aqueles olhos a deitar faísca também lhe assentaram bem.
Afinal, Asgard não é um planeta, mas sim o povo que nele habita e Thor não precisa do martelo para ser um super-herói, a sua força vem de algo mais do que de um martelo, só ainda não o sabia.
Mais uma vez, fiquei surpresa e curiosa com todos os efeitos. Acho que a Marvel é a rainha dos efeitos visuais e sonoros. Devem ter uma trabalheira do caraças e provavelmente as viagens espaciais que fazem, não passam de um armazém cheio de esferovite verde trabalhado depois digitalmente. 😂 Seja como for; finalmente um filme do Thor digno da personagem! Depois da seca que apanhei com o "Thor: The Dark World" acho muito bem que este compense por esse fracasso.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Avaliação The Choice: ★★☆☆☆
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Depois de ter gostado imenso do "Ant-Man", mal podia esperar para o rever, desta vez com A Vespa como sua parceira. No final do primeiro filme, pudemos descobrir a verdade em torno da morte da mãe da Hope quando ela era pequena. Desta vez, pudemos assistir à tentativa para a trazer de volta ao mundo real, passados imensos anos.
Avaliação The Choice: ★★★★★

E é quando Mia o confronta com isso que ele entende a sua ausência de três anos sem um fim decente entre ambos.
Adam disse "No entanto, fá-lo-ia de novo. Agora sei. Mil vezes faria aquela promessa e mil vezes a perderia só para ouvi-la tocar a noite passada ou para vê-la ao raiar do dia. Ou até dispensava isso. Apenas para saber que ela está algures por aí. Viva."
Prometera-lhe que se ela ficasse e quisesse ir para Nova Iorque sem ele, que não se importava desde que ela ficasse, desde que sobrevivesse.
Avaliação The Choice: ★★★★★


Aproveitei as férias para visitar o Baloiço do Talegre que é um dos incontáveis baloiços do género espalhados pelo país. Foi uma ideia incrível de quem construiu o primeiro baloiço e daí a moda pegou, como se costuma dizer. São baloiços em madeira construídos nos pontos mais altos de serras, com uma vista de cortar a respiração e que nos permite umas fotos incríveis.
Este foi inaugurado em Maio de 2020 e situa-se no ponto mais alto da Serra de Alburitel, concelho de Ourém.

A ideia do Baloiço do Talegre partiu de Inês Oliveira depois de visitar a Serra da Lousã com o namorado e outros amigos. Ali, viram os famosos baloiços e não descansaram enquanto não construíram um na serra perto das suas casas.

Dá para levar o carro até a uma zona de estacionamento implantada no meio da serra e seguir o resto do caminho a pé por um trilho criado em segurança. O percurso fez-se bem e lá em cima a vista é maravilhosa e o ar puro.
Vale muito a pena e recomendo. Vão gostar. Pode haver paisagens ainda mais bonitas, é certo, mas todas valem a pena, certamente.

«Na noite em que a mãe lhes foi arrancada, os gémeos Maisy e Duncan perceberam que só podiam contar um com o outro. Se até então a vida deles não fora fácil, a partir desse momento piora dramaticamente pois o pai decide enviá-los para casa da avó, a ríspida Violet.
Os gémeos sentem-se mais abandonados do que nunca. Mas a negligência da avó tem um lado positivo: Maisy e Duncan passam a desfrutar de uma liberdade inesperada e podem explorar o campo e fazer novas amizades sem terem de se justificar a ninguém. Até ao dia em que Duncan desaparece sem deixar rasto.
À medida que os dias dão lugar a semanas, perante a ineficácia da polícia e a indiferença da avó, Maisy decide descobrir por si própria o que aconteceu à única pessoa que verdadeiramente ama. E vai começar por Grace Deville, a excêntrica amiga do irmão. Grace vive isolada na floresta... e tem segredos por revelar…O Dia em Que Te Perdi explora ternamente temas delicados e atuais. Lesley Pearse, uma contadora de histórias nata, fala-nos de perda, de esperança, de força interior, e dos inquebráveis laços de família.»
Lesley continua a surpreender a cada nova história. Sei que em certo ponto parece que é quase mais do mesmo; histórias de mulheres sofridas, desprezadas, rebaixadas e mal tratadas em tempos de guerra, mas não me canso, sobretudo não me canso dessas mulheres que, indo contra tudo e contra todos, quase sempre acabam por triunfar.
Muito raramente os seus livros se debruçam tanto sobre o amor entre irmãos, talvez por isso este me tenha cativado ainda mais, acima de tudo por todo o mistério envolvido no desaparecimento de Duncan. Quando achava que já sabia tudo, que as coisas já não podiam piorar e estava tudo a estabilizar, pumba!! Toma lá mais uma reviravolta.
Acho que até mesmo na última linha estava à espera que acontecesse mais alguma coisa inesperada e incrível.
Sem dúvida uma grande obra de uma grande autora, que nos deixa a pensar “Teria eu a coragem e a bravura destes dois? Sobretudo, tendo em conta o que tinham passado ao longo do tempo?”. Há coisas pelas quais não fomos talhados para as superar, mas infelizmente, o que aconteceu neste livro poderia bem acontecer no nosso tempo atual. Alias, acontece. Todos os dias.
A maior lição a retirar destas páginas é a seguinte; há coisas que só o tempo e o amor podem curar.
Avaliação The Choice: ★★★★★

Este texto contém spoilers
Stargirl já me conquistou...definitivamente! A mais recente heroína juntou-se ao Arrowverse e mal posso esperar pelo próximo crossover para ver como será a interacção da Courtney com os restantes super-heróis!
Inicialmente, estava reticente em começar a ver a série, mas como referi num post anterior, fiquei viciada! São 13 episódios de roer as unhas e de conter a respiração. Vale muito a pena e não é tão comum como seria de esperar. Uma vez que acompanho The Flash, Supergirl etc, esperava que Stargirl fosse mais do mesmo, mas a criatividade dos produtores está de parabéns! Espero pela segunda temporada.
No início da série acompanhamos Courtney em criança na véspera de Natal à espera do pai que nunca chegou a aparecer. Mais tarde, juntamente com a mãe Barbara, o padrastro Pat e o meio-irmão Mike, mudam-se para Blue Valley. Essa mudança traz alguns dissabores a Courtney que se vê numa escola nova onde não conhece ninguém e, apesar dos seus esforços, é difícil fazer amizades com alguém dali!
Com o decorrer dos episódios, ela descobre que o padrasto era membro da SJA (Sociedade da Justiça da América). Todos os seus colegas de equipa morreram há dez anos atrás, incluindo o Starman, que lhe pediu para cuidar do seu cajado e das tralhas dos restantes heróis. E foi isso que tornou Courtney a Stargirl; por acidente descobre o cajado no porão da casa nova que se ilumina para ela, escolhendo-a como digna do cajado do Starman.
Pat não gosta muito da ideia de ver a enteada como super-heroína, mas acaba por se deixar convencer, não tivesse ele também construído um robô gigante com peças de automóveis. Ambos descobrem que a SIA (Socidade da Injustiça da América) está em Blue Valley. Foram esses os vilões que tinham dizimado a SJA e Courtney não poupa esforços para os derrotar, por isso, mesmo indo contra a Pat, recruta Yolanda, Rick e Beth como Pantera, Homem-Hora e Dr. Meia-Noite respectivamente.
Acabamos por descobrir que os descendentes dos vilões possuem os poderes dos pais, o que se traduz em mais um problema para os novos membros da SJA, mesmo assim Stargirl não desiste, sobretudo quando percebe que muitas pessoas estão em perigo.
O episódio final retrata quase como um deja-vu de SJA contra SIA, mas desta vez os heróis venceram, ainda que com algumas baixas pelo caminho, como o caso de Henry. Apesar de ser filho do Onda-Mental, ter os poderes do pai e ser um mulherengo problemático, até tinha bom coração. Mas a minha esperança de o ver como membro aliado da SJA desvaneceu-se quando o próprio pai o matou a sangue frio, revelando assim que nada lhe importava, nem o filho!
Na reta final, celebra-se o Natal em casa de Courtney onde também os seus colegas estão presentes; Yolanda, Rick e Beth. Dez anos depois, o presente que ela tanto esperou para dar ao seu pai (que num episódio anterior se tinha revelado um fracassado), decidiu dar a Pat, o seu padrasto, revelando assim o nascimento de um grande laço paternal entre ambos.
Como não podia deixar de ser, existe uma ponta solta que se pode traduzir que irá haver uma segunda temporada...assim espero!!
Conhecem a série?
Por aqui a maratona Marvel continua (e quase a chegar ao fim, graças a Deus!!), desta vez com o Doctor Strange. Nunca tinha visto este filme, nem sequer conhecia o dito cujo. Acho que foi realmente um filme estranho do início ao fim, não haja dúvidas, nem sequer estava a perceber onde raio se inseria no universo dos Vingadores, mas no final fizeram referência às pedras do infinito e na cena pós-crédito apareceu o jeitoso do Thor.
Mesmo sendo um filme estranho e inesperado, não deixa de estar bom, eu até gostei. Sobretudo das cenas cómicas que colocaram pelo meio para aligeirar o ambiente...esquisitóide.
Também é de reparar como alguém tão arrogante e incrédulo ao início, se torna um poderoso mago com capacidades extraordinárias.
Avaliação The Choice: ★★★☆☆
«Um diálogo informal com Deus, por vezes sérios, por vezes cheio de humor, sobre as questões que mais nos intrigam a todos: o bem e o mal, a vida e a morte, o amor e a fé, a condição humana e o universo misterioso.
Excerto:
Por exemplo, porque é que Tu não te revelas? Se realmente existe um Deus, e tu és esse Deus, por que razão não te revelas de uma forma que todos possamos entender?
Já o fiz muitas vezes. Estou a fazê-lo novamente neste momento.
Não. Refiro-me a um tipo de revelação incontestável, inegável.
Como, por exemplo?
Como aparecer agora diante dos meus olhos.
Estou a fazê-lo.
Onde?
Para onde quer que olhes.
Não; de uma maneira indesmentível. De maneira que homem algum possa contestar.
Que maneira seria essa? Em que forma ou feição gostarias que Eu aparecesse?
Na forma ou feição que realmente tenhas.
Isso seria impossível pois não tenho forma ou feição que possam entender. Podia adoptar uma forma ou uma feição que vocês pudessem entender, mas depois todos partiriam do princípio de que o que tinham visto era a única forma ou feição de Deus em vez de uma forma ou feição de Deus — uma de muitas.»
Li este livro por sugestão de uma amiga e foi a minha leitura na primeira semana de férias. Este será sempre o género de livro difícil de fazer review, por não ser capaz de expressar por palavras toda a intensidade com que me atingiu.
Obrigou-me a parar para reflectir, a interiorizar tudo o que estava a ler e a questionar tudo o que me ensinaram toda a vida.
Sei que muitas pessoas acham este género literário uma perda de tempo e outras coisas mais, não posso dizer isso. Pelo contrário. Foi um livro que me veio parar às mãos na altura certa e, embora algumas coisas que li sejam difíceis de explicar, quando cheguei ao fim decidi que iria ler pelo menos o livro 2 e 3, sobretudo por abordarem algumas das minhas dúvidas existenciais e sobre o mundo físico/espiritual.
Partilho convosco um excerto que me encheu o coração de amor.
«Não te abandonarei, não posso abandonar-te, pois és a Minha criação e o Meu produto, a Minha filha e o Meu filho, o Meu propósito e o Meu...
Eu.
Por isso chama por Mim onde quer que estejas e sempre que te sintas longe da paz que Eu sou.
Eu estarei a teu lado.
Com Verdade.
Com Luz.
E Amor.» 🙏🌟💗
Avaliação The Choice: ★★★★☆

«Stargirl conta a história da estudante do ensino médio Courtney Whitmore, que inspira um improvável grupo de jovens heróis a parar os vilões do passado. A série reinventa a Stargirl e a primeira equipa de super-heróis, a Justice Society of America (Sociedade da Justiça), numa série divertida, emocionante e imprevisível.»
Comecei a ver recentemente a nova série inserida no Arrowverso; Stargirl. Inicialmente, estava reticente sobre começar a ver mais uma nova série, tendo já tantas por ver/começar. Mas vi o primeiro episódio e fiquei totalmente viciada.
Para quem gosta das séries da DC, recomendo. Vão gostar, mesmo que ao início pensem que não. Vale muito a pena e espero que haja uma segunda temporada.
«Depois da sua experiência na equipa de Vingadores (que pudemos ver no filme "Capitão América: Guerra Civil"), o jovem Peter Parker regressa a casa. Com alguma dificuldade em distanciar-se das aventuras vividas com os super-heróis e encarar a relativa normalidade do seu dia-a-dia, vai lutando contra o crime nas proximidades, ajudando os vizinhos a enfrentar os seus problemas com os marginais. É então que, ao deparar-se com o terrível Vulture, encontra a oportunidade por que esperava para provar a Tony Stark, seu mentor, que é muito mais do que um adolescente com superpoderes e que, pela sua coragem e determinação, merece um lugar na equipa de Vingadores. O problema é que a tarefa se revela muito mais difícil do que ele próprio poderia calcular…»
Em 2017 quando vi pela primeira vez "Spider-Man: Homecoming" gostei imenso e dei-lhe 4★ de classificação. Na altura adorei as alterações desde os primeiros filmes do Peter Parker, adorei o facto deste ser mais moderno e tudo mais... mas desta vez, vi o Spider-Man com outros olhos.
Vi um jovem que lutava todos os dias por ser reconhecido pelo seu esforço, que estava sempre à espera de uma chamada por parte d'Os Vingadores para dar continuidade ao seu trabalho no filme "Captain America: Civil War".
Passaram-se meses e o pobre Peter continuava à espera. Por um lado, percebi o ponto de vista do Tony Stark/Iron Man, ao não confiar totalmente num rapaz adolescente, mas por outro, também percebi os sentimentos do Peter/Spider-Man. Felizmente, mesmo quando ficou sem o fato cheio de engenhocas modernas como castigo do Stark por ele ter metido a pata na poça, Peter não baixou os braços nem desistiu de fazer o bem...mesmo que isso implicasse voltar à moda antiga e colocar a sua vida em risco.
O que ele queria, era que o vilão fosse capturado pelo bem de todos, mas no final recebeu uma proposta do Stark, (que finalmente reconheceu o seu potencial) talvez mais do que ele tanto esperava. E foi nesse momento, na reta final, que percebemos as intenções do Spider-Man, o que me fez adorá-lo ainda mais.
Avaliação The Choice: ★★★★☆
«Após a morte do rei T'Chaka, o príncipe T'Challa regressa a Wakanda para a cerimónia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T'Challa logo recebe o apoio de Okoye, a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri, que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia, a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue, que roubou de Wakanda uma parte de vibranium, alguns anos atrás.»
Sabem aqueles filmes que eram escusados serem feitos? Black Panther é um deles. A sério, de todos os que tenho visto da marvel, este foi o mais secante. Duas horas de filme deram-me para dois dias. Achei aborrecido e desnecessário.
Já para não falar da excessiva tecnologia utilizada e referida neste filme. Acho que foi mesmo exagero...muito! Arruma o Stark a um canto e se já acho o Iron Man tecnológico demais a pender para o impossível de existir na realidade, esta cena toda em volta do vibranium então nem se fala.
O que acham do Pantera Negra? Quanto a mim, é um super-herói que me passa ao lado, pelo menos até ver.
Avaliação The Choice: ★★☆☆☆
«Quando uma executiva de São Francisco ganha uma pousada na Nova Zelândia, ela decide deixar a cidade para renovar a propriedade rústica com um empreiteiro bem-parecido.»
Mais conhecido como "Amor e Uma Estalagem" este é sem dúvida um filme a verem neste Verão! Embora já seja do ano passado, só o descobri recentemente e estava numa de ver algo romântico e cliché só para desanuviar dos tempos tenebrosos que têm pairado por cima de mim.
A questão é que já não me ria assim com um filme há imenso tempo, nem mesmo o "Malibu Rescue" me fez rir tanto.
Começa com a Gabriela, uma dondoca toda jeitosa e arranjadinha a dar tudo numa apresentação do emprego para acabar por ser despedida. A sua relação amorosa também não ata nem desata, o que a deixa ainda mais frustrada. No meio do desgosto de amor pós-término, com uma bebedeira descomunal, decide inscrever-se no concurso para ganhar aquela que seria a sua casa de sonho; uma estalagem incrível...só que, nem tudo é o que parece, ainda mais vindo da internet.
Vence o concurso e parte rumo à Nova Zelândia. O que ela julgava um sonho torna-se um pesadelo cómico, cheio de desastres caricatos de nos fazer doer a barriga de tanto rir. Começa com o bode Gilbert e acaba com uma "casa assombrada".
O que Gabriela não esperava é que ao renovar a estalagem junto com Jake, estava também a renovar o seu coração. O plano era renovar, vender e regressar a São Francisco para a sua vida real como ela lhe chamava.
A sério, vale muito a pena e prometo que vão gostar.
Avaliação The Choice: ★★★★★
«Cody fica chocada e arrasada com o suicídio de Meg, a sua melhor amiga. A pedido dos pais desta, Cody viaja até Tacoma, onde a amiga estudava, para reunir os seus pertences. Espantada, Cody descobre que Meg nunca lhe falara de inúmeros aspetos da sua vida. Por exemplo, os novos amigos, que são o tipo de pessoas com quem Meg nunca se daria antes de entrar para a faculdade, ou Ben, o vocalista de uma banda por quem a jovem se apaixonara. Porém, a sua maior descoberta ocorre quando acede ao computador de Meg e de repente tudo o que pensava que sabia sobre a morte da amiga se desmorona. Cody decide então levar esta descoberta às últimas consequências.»
Ainda estou a tentar digerir tudo o que acabei de ler...nem sei como começar esta review.
Adoro a escrita da Gayle depois de há uns anos ter lido "Se Eu Ficar" entre outros, as minhas expectativas estavam altas para este livro mas agora que o terminei acho que foi um valente murro no estômago e tive a certeza disso quando li a nota da autora no final.
Meg não é apenas uma personagem fictícia, "Eu Estive Aqui" é uma mistura de ficção baseada na história de Suzy. Uma Suzy real, com uma história real que serviu de ponto de partida para a autora escrever este livro.
É irónico como histórias tristes e reais dão origem a livros excelentes que transbordam de mensagens, de lições e de abre-olhos. E foi isso que eu vi na Cody. Uma rapariga que não conhecia a melhor amiga tão bem quanto achava conhecer. Talvez porque a própria Meg não deu a conhecer esse seu lado mais obscuro. Toda a história gira em volta da Cody a culpar-se por não ter estado mais presente, mais atenta, a culpar-se sem ter culpa nenhuma. Acima de tudo, Cody não se conforma com a morte prematura da sua "melhor parte" como se referia a Meg, procura por respostas, por motivos para ela o ter feito e acima de tudo, procura saber o que estava por trás daquele plano para um suicídio perfeito. As cartas de despedida enviadas automaticamente e agendadas para um dia e hora que ela sabia já não haver retorno naquela sua viagem de ida sem volta. A carta e a gorjeta para a empregada que encontrasse o seu corpo...tudo foi planeado, e por conhecer Meg, é que Cody sabe que não poderia ter feito tudo aquilo sozinha, que alguém a ajudou a suicidar-se.
Nesta sua jornada por respostas, acaba por encontrar um amor improvável e algumas amizades que ela nunca achou ser possível. Acima de qualquer coisa, no final, Cody encontrou o que precisava e até mais que isso.
"Eu Estive Aqui" é um grito de socorro para abrir-mos os olhos e estar-mos atentos às pessoas que amamos. Por fora podem parecer perfeitas e felizes, mas e por dentro?
Avaliação The Choice: ★★★★☆
Antes de entrar de férias tinha decidido que iria aproveitar o tempo livre para me dedicar a mim própria e ao meu eu interior.
Precisava (e preciso) disso. De me reconectar comigo, com o universo, desligar de tudo o que é tóxico, encontrar-me e encontrar as respostas que procuro. Sobretudo, preciso de carregar as baterias e minimizar o estrago causado por um início de esgotamento de cansaço acumulado já antigo.
E sabe tão bem, estes "retiros espirituais" matutinos com um livro e o som da natureza como música de fundo. Os mergulhos antes de almoço, os filmes e as sestas, sem despertadores, sem correria daqui para ali todos os dias. Precisava disto e irei aproveitar todos os dias em que me posso desligar do mundo. Por vezes é preciso, sabem? E não faz mal querermos estar na nossa bolha. Pelo contrário, por vezes é apenas isso que precisamos. Respirar. Meditar. Agradecer (e ler!!).

Como quase todas as pessoas, delineei alguns desejos para 2020 quando ainda achava que seria um ano normal. Qual quê. Acho que nem vale a pena falar sobre isso, só de ver a lista e perceber que nem metade irei realizar. Estamos em Agosto, depois das férias de Verão o Natal chega logo num piscar de olhos, e é isto...
1/ Visitar o Museu do Ar
2/ Ir ao Gerês
3/ Ver o nascer do sol
4/ Conhecer um farol
5/ Visitar a Quinta da Regaleira
6/ Esgotar o meu livro "Tudo o Que Sempre Quis"
7/ Ver todos os filmes da Marvel e DC (em andamento)
8/ Ir ao Porto
9/ Viajar de balão
10/ Visitar as grutas do Algarve
11/ Fazer voluntariado
12/ Fazer a diferença na vida de alguém
13/ Doar cabelo (esqueçam! já não aceitam doações de cabelo.😤)
14/ Assistir a um concerto
15/ Voltar a Coimbra
16/ Ler pelo menos 30 livros (em andamento)
17/ Visitar a Quinta das Lágrimas
18/ Melhorar das minhas tonturas
19/ Ir ao cinema pelo menos 5 vezes (fui uma!!)
20/ Conseguir juntar algum dinheiro para o meu mealheiro
Será que dá para fazer refresh, começar de novo 2020 sem a parte do covid?

O que é que fiz nas minhas primeiras horas de férias?? Organizei papelada acumulada de há um ano 🙄 e fiz limpeza à casa. O que é que uma pessoa normal faz? A mala para ir de viagem. 🤣
Quem disse que 2020 seria fácil e normal?
Avaliação The Choice: ★★★★★



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